Estudantes e professores do Centro Paula Souza embarcam em setembro para intercâmbio cultural

Programa oferece bolsas para cursos de idiomas em instituições da Inglaterra, Escócia, Espanha, Estados Unidos e Canadá

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Estudantes de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado de São Paulo, administradas pelo Centro Paula Souza (CPS), começam a embarcar em setembro para o Intercâmbio Cultural oferecido pelo CPS. Ao todo, 477 alunos, 21 professores e 2 agentes técnicos terão a oportunidade de participar de cursos intensivos de inglês ou espanhol, com duração de quatro semanas, em instituições de ensino no exterior.

Coordenada pela Assessoria de Relações Internacionais (ARInter) do CPS, a iniciativa tem como objetivo ampliar as oportunidades de formação dos estudantes por meio do aprendizado de idiomas e da vivência em outros países. Nesta edição de 2026, os destinos são Inglaterra, Escócia, Espanha, Estados Unidos e Canadá.

Os participantes foram selecionados com base no desempenho acadêmico. As vagas foram destinadas aos alunos que se destacaram em cada unidade e aos vencedores de premiações institucionais e acadêmicas. Durante a viagem, os grupos serão acompanhados por monitores escolhidos por meio de processo seletivo entre professores das Etecs, Fatecs e servidores do CPS.

Além do curso intensivo de inglês ou espanhol, as bolsas incluem passagens aéreas de ida e volta, hospedagem em casa de família, traslado no país de destino, chip de internet, seguro-viagem, taxas de emissão de visto para os Estados Unidos, ajuda de custo e kit de viagem.

Para o presidente do CPS, Clóvis Dias, a iniciativa amplia oportunidades e fortalece a formação dos estudantes por meio de uma experiência internacional.

“O Intercâmbio Cultural materializa o nosso compromisso com a excelência do ensino público e com a democratização de oportunidades. Essa experiência internacional amplia horizontes, fortalece a formação dos estudantes e gera impactos positivos para o desenvolvimento acadêmico e profissional”, afirma Clóvis.

“Esta vivência é, antes de tudo, o reconhecimento do mérito e da dedicação dos nossos alunos e docentes em sala de aula. Mais do que a proficiência técnica, a imersão em outras culturas amplia horizontes, acelera o amadurecimento e eleva o patamar de competitividade desses talentos diante dos desafios do mercado de trabalho”, destaca o vice-presidente do CPS, Maycon Geres.

Criado em 2011, o Intercâmbio Cultural já levou mais de 2,5 mil estudantes e cerca de 400 professores de Etecs e Fatecs para cursos no exterior, com passagens por países como Inglaterra, Estados Unidos, Nova Zelândia, Espanha, Argentina e Chile.

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