Na semana do Dia das Mães, especialista explica sobre os benefícios gerados pela prática de atividades durante a gestação e cuidados que devem ser tomados
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Você acorda, prende o cabelo. Vai tomar banho, passa os dedos e pronto, lá vem ele. De novo. Fio por fio, como se cada um estivesse dizendo silenciosamente: “está na hora de partir”. E o mais assustador: você nem sabe o porquê.
Mas calma. Existe um motivo. Ou melhor, vários.
Explica o tricologista e cirurgião capilar Dr. Marcos Mendes: “A queda de cabelo que se intensifica entre o outono e o inverno tem uma explicação mais profunda do que os clichês de “falta de vitaminas” ou “ciclo natural do cabelo”. A verdade é que essa época do ano é um combo de gatilhos para o couro cabeludo, e boa parte das pessoas está passando por isso sem nem perceber.”
É o clima? É o banho? É o corpo falando?
Sim, o frio chega e traz com ele hábitos e condições que desregulam completamente o ciclo capilar:
“É uma época em que muitos fatores se somam silenciosamente. O corpo entra em modo de adaptação, e o cabelo, que não é prioridade metabólica, responde com queda. Não é um colapso, é um alerta”, destaca o Dr. Marcos Mendes.
Queda sazonal: não é mito, mas também não é desculpa
Existe, sim, uma queda de cabelo fisiológica, chamada eflúvio telógeno sazonal, que tende a se manifestar nos meses mais frios. O ciclo do cabelo entra em uma espécie de “reorganização”: mais fios migram da fase de crescimento para a fase de queda. Resultado? Um volume visivelmente maior de fios no travesseiro, no pente, no ralo.
Mas isso não justifica toda e qualquer queda, nem deve ser usado como argumento para normalizar situações que fogem do esperado.
Quando a queda ultrapassa o que é fisiológico e começa a afetar a densidade, o contorno capilar ou durar mais do que três meses, é hora de investigar. Pode existir uma deficiência oculta, um desequilíbrio hormonal, uma sobrecarga emocional ou até uma predisposição genética que está sendo ativada.
Ninguém fala, mas o couro cabeludo sofre no frio
Todo mundo se preocupa com a pele no inverno, mas quase ninguém pensa no couro cabeludo. Ele é pele também. E sofre.
A água quente, os xampus agressivos, o uso excessivo de toucas, a falta de ventilação, o ressecamento do ar e até a diminuição na transpiração afetam diretamente o microambiente onde os fios nascem. Um couro cabeludo inflamado, desidratado ou abafado pode se tornar solo fértil para a queda capilar e ninguém percebe até que a situação fique visível demais.
“O que eu faço então?”
Talvez a pergunta seja: “do que o seu corpo está tentando te avisar?”
Em vez de sair desesperadamente comprando shampoos antiqueda ou tomando suplementos sem indicação, o mais inteligente é observar o contexto. Seu corpo está pedindo socorro em silêncio e o cabelo é só o primeiro a gritar.
“A queda de cabelo é um sintoma, não uma sentença. E muitas vezes, tratar o cabelo é tratar a rotina. Dormir melhor. Comer de forma mais consciente. Olhar os exames. Reduzir os excessos. E sim, quando necessário, entrar com protocolos clínicos para restaurar o ciclo capilar com segurança”, afirma Dr. Mendes.
Se você precisa de respostas…
O primeiro passo é sair do piloto automático.
➡ ️ Exames de sangue para avaliar ferro, vitamina D, zinco, vitamina B12, ferritina, hormônios da tireoide e até níveis de estresse oxidativo podem revelar mais do que você imagina.
➡ ️ Consultar um tricologista é fundamental para diferenciar uma queda passageira de uma alopecia em estágio inicial. Tratar cedo pode evitar a perda definitiva dos fios.
➡ ️ Em alguns casos, protocolos como LED capilar, PRP (plasma rico em plaquetas), microinfusão de ativos, uso de minoxidil tópico e implantes subcutâneos para bloquear o DHT podem ser indicados.
O Dr. Marcos Mendes conclui: “A queda de cabelo no outono e no inverno é real, mas não é destino. É um convite à escuta. Porque o corpo avisa, o couro cabeludo sinaliza, e o cabelo obedece. E enquanto você se preocupa com a roupa da estação ou com o skincare da vez, o seu couro cabeludo só quer um pouco de atenção, menos água quente e mais consciência.”
| Dormir bem vai muito além de descanso: é um dos pilares fundamentais da saúde mental. A psiquiatra Bianca Bolonhezi, CEO do Instituto Macabi, destaca que a privação de sono pode ser tanto consequência quanto causa de transtornos mentais como depressão, ansiedade, bipolaridade e até psicoses.
“Gosto de dizer que temos sete pilares na saúde mental: exercício físico, alimentação, rede de apoio, espiritualidade ou autocuidado, psicoterapia, medicação e sono. O sono é uma necessidade básica. É durante ele que o cérebro faz uma espécie de faxina: regula emoções, equilibra hormônios, fortalece o sistema imunológico e consolida memórias”, explica a médica. Bianca alerta que menos de seis horas de sono por noite pode aumentar significativamente o risco de desenvolver transtornos mentais. “Quando não dormimos o suficiente, o córtex pré-frontal e a amígdala — áreas responsáveis pelo controle emocional — ficam desregulados. Isso se traduz em mais irritabilidade, medo, impulsividade e tristeza.” Segundo a especialista, tanto a insônia quanto o excesso de sono podem ser prejudiciais. “Ambos são fatores de risco para transtornos mentais. A insônia pode ser sintoma isolado ou indicativo de condições como depressão, ansiedade ou bipolaridade. No transtorno bipolar, por exemplo, alterações no sono podem sinalizar o início de um episódio de mania ou hipomania”, afirma. Durante o sono profundo, especialmente na fase REM, ocorrem processos restaurativos essenciais: “Nessa fase, o cérebro reduz os níveis de cortisol — o hormônio do estresse —, aumenta o hormônio do crescimento e regula as emoções. A privação crônica ou a fragmentação do sono impedem que esses mecanismos funcionem, comprometendo a neuroplasticidade e aumentando a reatividade emocional”. Além disso, em quadros como a esquizofrenia, alterações na arquitetura do sono — como a redução das ondas lentas e a fragmentação do sono REM — podem agravar déficits cognitivos e sintomas negativos. Para a psiquiatra, cuidar do sono é também um ato de autocuidado. “Dormir bem não impede que transtornos mentais ocorram, mas reduz um importante fator de risco. O ideal para adultos é dormir entre 6 e 8 horas por noite. Dormir menos ou mais do que isso pode afetar o funcionamento do cérebro e como lidamos com as emoções”, finaliza. (Foto: internet).
A psiquiatra Bianca Bolonhezi |
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Nos últimos meses, as corridas de rua têm conquistado cada vez mais espaço na cidade, conquistando pessoas de todas as idades que buscam sair do sedentarismo, melhorar a saúde e fazer novas amizades. A prática, que vai muito além de colocar um tênis e sair correndo, virou um estilo de vida para muitos — e agora promete movimentar ainda mais a cidade com um acontecimento especial.
Pensando em fortalecer essa onda do bem, os grupos Caçadores de KM e Captom Running, conhecidos por incentivar a prática da corrida de forma inclusiva e descontraída, se uniram para realizar um treinão aberto e gratuito, que acontecerá no Parque Buracão, dia 21 às 8 horas.
Podem participar os veteranos das corridas e aqueles que estão querendo dar os primeiros passos. A ideia é simples: promover a saúde, o bem-estar e a integração entre pessoas que compartilham do mesmo objetivo — viver melhor.
Após o treino, todos os participantes estão convidados para uma confraternização em uma padaria da cidade, onde um café da manhã coletivo. “Queremos mostrar que correr pode ser leve, divertido e acolhedor. Nosso objetivo é unir, não competir”, comentam os organizadores.
“Se você está pensando em começar a correr ou apenas quer fazer uma atividade física diferente no feriado de Tiradentes, essa é a sua chance. Leve seu tênis, sua garrafinha de água e muita disposição. O resto, a gente corre atrás”, acrescentam.
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Dormir bem é essencial para a saúde. Cada organismo tem necessidades específicas de descanso para manter o equilíbrio interno. Muitas vezes, o sono vem acompanhado de ronco, o que pode ser um problema sério. “O ronco só é considerado aceitável, quando transitório devido a um resfriado, por exemplo. Fora isso, é importante procurar um médico para avaliar se há apneia do sono”, explica a Dra. Raquel Rodrigues, otorrinolaringologista do HOPE – Hospital de Olhos de Pernambuco. A médica explica que a apneia do sono são as pausas respiratórias que ocorrem durante o sono. Quando dormimos, relaxamos a musculatura da garganta e, naturalmente, há a queda da língua com o deslocamento da mandíbula, provocando uma obstrução da garganta que impede a passagem do ar, conhecida como apneia. “Essa doença pode ser do tipo central, que é quando ocorre uma falha no comando respiratório, e pode ser obstrutiva, sendo a mais comum, na qual ocorrem as pausas respiratórias durante o sono. Mas algumas pessoas podem ter apneia mista, ou seja, essas irão apresentar tanto a central quanto a obstrutiva”, completa a Dra. Raquel. É necessário um exame médico para diferenciar um ronco comum de uma apneia. “Somente a polissonografia pode afirmar se existe ou não a doença. Esse teste consiste em avaliar o sono, utilizando gravação de áudio e vídeo enquanto o paciente dorme. Além disso, são colocados alguns sensores sobre a pele”, diz a otorrinolaringologista. Para pessoas com histórico de ronco, o acompanhamento com um otorrinolaringologista é essencial. Segundo a Dra. Raquel, “na maioria dos casos, com o tratamento adequado, é possível melhorar a apneia. No entanto, quando não tratada, a condição pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, elevando significativamente as chances de infarto. Além disso, a apneia pode causar alterações nos níveis de colesterol e impactar o humor. Muitas vezes, o cansaço persistente está diretamente ligado a um quadro de apneia não tratada.” O tratamento da apneia vai variar de acordo com a gravidade e as repercussões que está causando naquele paciente. “Cada histórico deve ser avaliado individualmente, podendo incluir desde uma fonoterapia para fortalecer a musculatura, uso de aparelho intraoral, cirurgias e, em alguns casos, a utilização do CPAP, que joga o ar com força, mantendo a via aérea aberta e eliminando a apneia.” Além do tratamento médico, algumas mudanças no estilo de vida podem contribuir para a melhora da apneia do sono. “Manter um peso adequado, evitar o consumo de álcool e sedativos antes de dormir, praticar atividades físicas regularmente e adotar uma posição adequada para o sono são algumas medidas que podem reduzir os episódios de apneia. Além disso, a reeducação respiratória e exercícios para fortalecimento da musculatura da garganta podem ser aliados importantes no combate ao problema. O mais importante é que o paciente busque ajuda especializada o quanto antes, evitando complicações que possam comprometer sua qualidade de vida e bem-estar”, finaliza a Dra. Raquel Rodrigues. |
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A filosofia de vida vegana rejeita qualquer alimento ou bem de consumo obtido pela exploração animal. No Brasil, a demanda por produtos veganos está crescendo muito, seja por motivos religiosos, defesa dos animais, ou pela busca por qualidade de vida, cada vez mais pessoas estão aderindo ao veganismo. O adepto desta dieta necessita de uma alimentação rica e balanceada com leguminosas, sementes, frutas, vegetais e cereais. Dessa forma, o indivíduo está menos propenso a desenvolver doenças cardíacas, diabetes, câncer, sobrepeso, obesidade e problemas gastrointestinais, informa Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News . Já pensou em experimentar mais alimentos crus? Essa é a ideia da alimentação viva, que preza pelas comidas orgânicas cruas, ou seja, não cozidas, que estão em seu estado natural, sem serem processadas ou refinadas. Ela é baseada no conceito de que as altas temperaturas destroem os nutrientes e os fitoquímicos, que são fundamentais para a saúde. Pode-se também incluir nas refeições grãos germinados e frutos frescos e secos. A presença de cães e gatos nos lares brasileiros aumenta a cada ano. Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) mostrou que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. É comum que pessoas vegetarianas ou veganas queiram estender sua alimentação aos animais de companhia. Mas mesmo este universo apresentando números expressivos, com mais de R$20 bilhões de faturamento no Brasil, o país oferece raras opções de alimentos vegetarianos ou veganos. Ainda que os cães e gatos sejam vistos como animais carnívoros, o fornecimento de fontes de fibra na dieta, principalmente dos cães, é um procedimento bastante comum. Isto se deve ao fato de as fibras atuarem de forma efetiva no processo digestivo, contribuindo para o bem estar do animal. A aproximação dos animais domésticos, que acompanham a rotina de atividades físicas escassas, sedentarismo e excesso de calorias de seus tutores contribuem para uma doença nutricional cada vez mais comum: a obesidade. Estima-se que cerca de 20% dos cães brasileiros estejam acima do peso recomendado. As necessidades nutricionais de cães e gatos podem ser atendidas plenamente com uma dieta especial sem carnes e equilibrada, enfatiza Vininha F. Carvalho. A alimentação à base vegetal tem excelente assimilação e alto grau de digestibilidade e é indicada para todos os portes de cães e gatos. Diante desse fato, faz sentido a introdução de alimentos que sejam 100% formulados com ingredientes vegetais na dieta regular dos animais, desde que respeitem as necessidades nutricionais e tragam em sua composição os aminoácidos, vitaminas e fontes de energia adequada, permitindo assim, o controle do peso e garantindo uma vida mais longa e saudável. A escolha da alimentação depende dos ingredientes que ela traz composições com arroz, milho, levedura, farinha de linhaça, beterraba e a associação com ômegas (3 e 6,) pré e probióticos, que melhoram o funcionamento da flora intestinal, aminoácidos e vitaminas garantem uma alimentação completa para o animal. Abaixo os principais alimentos que não podem faltar no cardápio de quem não consome nada de origem animal. Confira: – Soja: A soja é fonte de proteína magra e possui vários benefícios para a saúde, entre eles a redução do mau colesterol. Esse alimento é rico em ácido fólico, cálcio, magnésio, zinco e vitamina K. – Tomate: Além de conter diversos nutrientes benéficos para o nosso organismo, o tomate é uma fonte rica em vitamina C e A. – Feijão: O feijão é rico em carboidratos complexos e possui também vitaminas, ferro e antioxidantes em abundância. – Chia e linhaça: Essas duas sementes são boas fontes de fibras e proteína vegetal. Elas ainda contêm ácidos graxos e ômega-3, que auxiliam no controle da pressão e colesterol. – Cogumelos: Os cogumelos são ricos em proteínas e uma ótima opção para substituir a carne, além de possuir nutrientes que estimulam o desenvolvimento do sistema imunológico. – Vegetais verdes-escuros São ricos em água e fibras e contribuem para que a proteína presente em outros alimentos seja mais bem absorvida. Para seguir este caminho de maneira adequada é preciso consultar um nutricionista, que poderá conduzir a mudança de acordo com as necessidades particulares do organismo de cada pessoa. Realizar exames de sangue de rotina também é muito importante, conclui Vininha F. Carvalho. |
Você escova os dentes todos os dias, mas e a sua língua? Muitas pessoas negligenciam essa etapa essencial da higiene bucal, sem saber que a falta de limpeza adequada pode causar mau hálito, aumentar o risco de doenças e comprometer a saúde de todo o organismo. A língua, além de exercer um papel muito importante na cavidade oral, também é berço para proliferação de bactérias. Aproveitando o Dia Mundial de Saúde Bucal, comemorado em 20 de março, a dentista Naila Martelozo, da Hapvida +Odonto, explica o porquê da higienização e como fazê-la.
“Quando dormimos, nosso organismo faz uma espécie de ‘detox’ dos nossos órgãos e as impurezas vão parar na língua. Pela manhã, podemos notar uma capa esbranquiçada maior que o normal, chamada de saburra lingual. Se não a removermos, vai se acumulando na língua cada vez mais”, alerta Naila. É exatamente essa concentração da saburra que causa mau hálito.
Mas não é o único problema de saúde que podem ser provocados. A falta de higienização da língua pode, inclusive, levar à má digestão, ao acúmulo de toxinas no organismo e à disbiose intestinal, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal, alteração que impacta o equilíbrio e a saúde do indivíduo e é capaz de influenciar uma série de doenças, como as gastrointestinais, as cardiovasculares, as metabólicas e as degenerativas
Como higienizar
“Para manter uma língua sempre limpa e saudável, precisamos adquirir um dispositivo chamado de limpador de língua, que é encontrado nas versões de plástico, cobre ou inox. Em jejum, realize a raspagem da capa branca da língua por completo. Há também, algumas escovas de dente que possuem um mini raspador de língua na parte de trás. Porém, o ideal é realmente possuir o raspador de língua para uma higienização eficaz e completa”, frisa a dentista.
Uma dúvida frequente é se limpar a língua com a escova de dente é a forma correta de fazer a higienização. Naila ressalta que ajuda, mas é uma ação complementar à raspagem: “Durante as escovações ao longo do dia, é importante usá-la como fosse uma ‘vassoura’, varrendo para fora da língua os resíduos acumulados de refeições e outras impurezas que ali permaneceram”, afirma.
Para a higienização da língua, há também enxaguantes bucais, mas que devem ser usados somente conforme a prescrição do cirurgião-dentista, ressalta Naila. Para a garantia da saúde bucal, a melhor orientação é consultar um especialista a cada seis meses. “Lembrem-se sempre que nossa saúde começa pela boca e nossa digestão, também. Que tal cuidarmos sempre com carinho e higiene correta dela?”, finaliza a dentista.
O plano de saúde odontológico da Hapvida oferece cobertura para diversos procedimentos essenciais, incluindo consultas, limpezas, restaurações, extrações e tratamentos de gengiva e o atendimento conta com ampla rede de clínicas e consultórios credenciados. Com opções acessíveis para diferentes perfis de clientes, o plano garante atendimento de qualidade e agilidade no cuidado com a saúde bucal. Além disso, dispõe de tecnologia e estrutura modernas, proporcionando conforto e segurança aos beneficiários.
Sobre a Hapvida
Com cerca de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 69 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.
Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 87 hospitais, 77 prontos atendimentos, 341 clínicas médicas e 291 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.
Sol escaldante, temperaturas elevadas e um corpo passando por mudanças intensas: o verão pode ser um verdadeiro desafio para gestantes e puérperas. O calor excessivo não apenas aumenta o desconforto físico, mas também exige cuidados específicos como hidratação, alimentação e bem-estar.
Para quem está vivendo essa fase tão especial, adotar hábitos saudáveis e estratégias nutricionais adequadas é essencial para proteger a saúde da mãe e do bebê.
De acordo com a nutricionista Fernanda Riente Freire, do Hospital Maternidade Paulino Werneck, alguns cuidados são fundamentais para que as gestantes e puérperas possam enfrentar o calor com mais leveza e segurança.
“Do consumo de alimentos refrescantes ao cuidado com a pele e prevenção de surtos, essas dicas ajudam a tornar os dias mais quentes não apenas suportáveis, mas também saudáveis e revigorantes”, explica.
Confira a seguir como pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença para o conforto e a saúde durante o verão.
A importância da hidratação
A hidratação adequada é vital, especialmente em dias quentes. Durante a gestação, o consumo de líquidos favorece a formação do líquido amniótico, melhora a motilidade intestinal – prevenindo a constipação – e auxilia na eliminação de toxinas, reduzindo riscos de infecções.
Para as puérperas, a hidratação é ainda mais crucial, já que o leite materno é composto por cerca de 87% de água. “O aumento da ingestão hídrica é indispensável para a produção de leite e o bem-estar da mãe e do bebê”, destaca Fernanda.
Alimentos refrescantes e nutritivos
Uma dieta rica em frutas e legumes com alto teor de água é recomendada. “Melancia, melão, uva, maçã congelada e abacaxi são ótimas opções”, sugere a nutricionista. Para complementar, leguminosas como pepino, cenoura crua e abobrinha ajudam a nutrir e refrescar.
Sorvetes caseiros, feitos com frutas congeladas, também são alternativas saudáveis e deliciosas. Para gestantes com dificuldade em beber água, água de coco e águas saborizadas com frutas cítricas podem ser boas substituições.
“Evite bebidas industrializadas e opte por preparos caseiros, livres de açúcares e aditivos químicos”, alerta a especialista.
Cuidados com o consumo de isotônicos
Embora permitido em casos específicos, como desidratação causada por vômitos ou diarreia, os isotônicos devem ser consumidos com cautela e apenas sob recomendação nutricional.
“O consumo excessivo pode sobrecarregar os rins e agravar problemas como hipertensão ou diabetes”, reforça .
Dicas contra o inchaço
Considerada uma das principais queixas entre as gestantes nessa época do ano, para combater o inchaço a nutricionista do Paulino Werneck orienta:
Proteção da pele no verão
As alterações hormonais tornam a pele das gestantes mais propensa a manchas, como o melasma. Para a especialista, uma alimentação rica em antioxidantes, incluindo vitaminas C, E e A, e compostos como licopeno e betacaroteno, é essencial. “Frutas vermelhas, uvas, oleaginosas e vegetais de folhas verdes ajudam a prevenir os efeitos do sol”, afirma Fernanda.
Atividade física e cuidados específicos
A prática de exercícios físicos durante a gestação e o puerpério é recomendada, mas requer cuidados. “É necessário monitorar o aumento do gasto calórico e a perda de líquidos pelo suor, ajustando a dieta e a hidratação de acordo com a intensidade da atividade”, orienta.
Sinais de alerta para a saúde
A desidratação e o calor excessivo podem gerar sintomas como urina escura, boca seca, tontura e cansaço. “Atenção a esses sinais é crucial para evitar complicações, como desidratação ou pressão alta.”
Cuidados adicionais para bebês e gestantes com condições de saúde
Segundo a Fernanda, para os bebês cuja alimentação é exclusivamente feita por meio da amamentação, o leite materno é suficiente para que fiquem bem hidratados. A partir do momento em que iniciam a introdução alimentar, é fundamental fazer a oferta regular de água.
Já as gestantes com condições prévias, como diabetes gestacional ou hipertensão, devem seguir um plano alimentar rigoroso, com refeições fracionadas e alimentos integrais. “O acompanhamento personalizado com nutricionista é indispensável nesses casos, garantindo a adesão à dieta adequada”, conclui Fernanda.
Com essas orientações, gestantes e puérperas podem curtir o verão de forma saudável e confortável, priorizando sempre o bem-estar para si mesmas e seus bebês.
Sobre o Hospital Maternidade Paulino Wernec
O Hospital Maternidade Paulino Werneck, localizado na Ilha do Governador do Rio de Janeiro, é um complexo neonatal gerenciado pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Sobre o CEJAM
O CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Campinas, Carapicuíba, Franco da Rocha, Guarulhos, Itu, Santos, São Roque, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.
A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.
O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS). O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.
No ano de 2025, a organização lança a campanha “365 novos dias de saúde, inovação e solidariedade”, reforçando seu compromisso com os princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança).
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