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Frutas na dieta: mito ou verdade que a frutose engorda e deve ser evitada?

 

Quando falamos de frutas, muitas vezes imaginamos um alimento leve, saudável e refrescante. No entanto, nos últimos anos, elas foram colocadas sob os holofotes de dietas restritivas, sendo acusadas de atrapalhar o emagrecimento e até prejudicar a saúde. O motivo? A presença de frutose, o açúcar natural presente nesses alimentos.

Mas será que essa preocupação faz sentido? Com base na ciência, a nutricionista Vivian Sanches desmistifica os mitos e explica por que as frutas merecem (ou não) espaço no seu prato, mesmo se o objetivo for emagrecer.

O que é a frutose e por que ela gera tanta polêmica?

A frutose é um tipo de açúcar simples encontrado naturalmente em frutas, mel e algumas hortaliças. Ela é frequentemente associada ao açúcar de mesa (sacarose) e ao xarope de milho de alta frutose, usado em alimentos ultraprocessados, como refrigerantes, bolachas e molhos industrializados. Esses produtos, ricos em frutose adicionada, têm sido relacionados ao aumento da obesidade, diabetes tipo 2 e doenças hepáticas.

Porém, é fundamental separar a frutose natural da frutose processada. A frutose encontrada nas frutas vem acompanhada de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes — um pacote completo que beneficia o corpo de várias maneiras. Já a frutose adicionada nos alimentos ultraprocessados é consumida em grandes quantidades e sem o equilíbrio natural dos nutrientes, o que pode sobrecarregar o fígado e contribuir para problemas metabólicos.

Frutose natural x frutose processada: o contexto importa

A chave para entender o impacto da frutose está no contexto alimentar. Enquanto consumir frutose isolada, como a encontrada em refrigerantes, pode levar a efeitos adversos, o consumo de frutas inteiras não apresenta os mesmos riscos.

Fibras são o diferencial:

  • “As frutas são ricas em fibras, que retardam a absorção do açúcar no sangue, prevenindo picos glicêmicos e ajudando no controle da fome. Isso significa que, ao comer uma fruta, o corpo processa a frutose de forma lenta e equilibrada, diferentemente de uma lata de refrigerante.”. Comenta Vivian Sanches.

Quantidade é crucial:

  • A frutose em excesso é prejudicial, mas é praticamente impossível atingir níveis perigosos apenas consumindo frutas. Para se ter uma ideia, um refrigerante de 350 ml contém cerca de 40 g de frutose, enquanto uma maçã média tem cerca de 10 g. O risco está nos exageros de alimentos ultraprocessados, não nas porções de frutas.

As frutas engordam? O que a ciência diz?

Uma das maiores preocupações em relação às frutas é o impacto delas no peso. É verdade que elas contêm calorias provenientes do açúcar natural, mas atribuir o ganho de peso apenas ao consumo de frutas é simplista e impreciso. Estudos recentes apontam:

  1. Frutas ajudam no emagrecimento:

Um estudo publicado no Journal of Nutrition mostrou que o consumo regular de frutas está associado a um menor índice de massa corporal (IMC). Isso porque as fibras e a água presentes nas frutas aumentam a sensação de saciedade, ajudando a controlar a fome.

  1. Frutas e metabolismo saudável:

Uma revisão no British Medical Journal concluiu que a inclusão de frutas na dieta melhora o controle glicêmico e reduz o risco de obesidade, especialmente em comparação com dietas que restringem seu consumo.

  1. Calorias naturais, não vazias:

As frutas fornecem energia de alta qualidade, repleta de nutrientes que favorecem o metabolismo, a imunidade e até o humor. Ao contrário de alimentos ultraprocessados, as calorias das frutas não são “vazias”.

Quem deve ter cuidado com as frutas?

Embora as frutas sejam benéficas para a maioria das pessoas, existem algumas exceções:

Diabetes mal controlado:

  • Pessoas com diabetes descompensado devem moderar o consumo de frutas de alto índice glicêmico, como banana madura, manga e uva, dando preferência a frutas com menor impacto glicêmico, como maçã, pera e morango. Ainda assim, o acompanhamento médico é indispensável.

Dietas muito restritivas em carboidratos:

  • Em protocolos como a dieta cetogênica, onde a ingestão de carboidratos é extremamente limitada, as frutas podem ser consumidas com moderação, mas não devem ser eliminadas sem orientação profissional.

Benefícios das frutas que você não deve ignorar

Eliminar frutas da dieta significa abrir mão de uma série de benefícios únicos:

Riqueza em antioxidantes:

  • Compostos como flavonoides, carotenoides e polifenóis combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce e doenças crônicas.

Saúde digestiva:

  • As fibras das frutas promovem um intestino saudável, melhorando a absorção de nutrientes e reduzindo inflamações.

Apoio ao sistema imunológico:

  • Frutas cítricas, como laranja e limão, são fontes potentes de vitamina C, essencial para a imunidade.

Bem-estar mental:

  • Frutas como banana e abacate contêm nutrientes que favorecem a produção de serotonina, contribuindo para o equilíbrio emocional.

Cortar frutas da dieta com medo da frutose é como jogar fora um presente valioso por causa do embrulho. Quando consumidas inteiras e com moderação, as frutas não só são seguras, mas essenciais para uma alimentação equilibrada. Elas fornecem energia, saciedade e uma gama de nutrientes que dificilmente podem ser substituídos por outros alimentos.

A nutricionista Vivian Sanches conclui afirmando que em vez de temer a frutose, é mais sensato focar na qualidade geral da dieta. Evitar alimentos ultraprocessados, equilibrar as porções e dar espaço para a variedade alimentar são os verdadeiros segredos para uma relação saudável com a comida.

Na próxima vez que você pensar em cortar frutas por medo de engordar, lembre-se: a natureza sabe o que faz, e as frutas, em sua forma natural, são um presente que merece estar no seu prato.

 

Nutricionista Vivian Sanches – CRN 3 30-798




Pets no verão: Especialista ensina como manter o bem-estar e cuidar da saúde dos animais em dias mais quentes

 

 

Com a chegada do verão e das altas temperaturas, a saúde dos pets merece atenção redobrada. Isso porque os cães regulam a temperatura principalmente pela respiração, enquanto os gatos utilizam a saliva e o grooming, ou seja, o ato de se lamber. No entanto, quando o calor é extremo, esses mecanismos podem ser insuficientes, levando a problemas como a hipertermia, quando a temperatura corporal sobe geralmente acima de 40°C, o que pode levar à falência de órgãos se não tratada rapidamente.

Para Catia Massari, docente no Centro Universitário Facens – referência nacional em metodologias inovadoras de educação nas áreas de engenharia, tecnologia, arquitetura e saúde –, há alguns sinais de que o animal pode estar sofrendo com o calor: respiração acelerada, língua e gengivas arroxeadas, salivação excessiva, letargia e, em casos mais graves, desmaios ou vômitos. “A prevenção passa por medidas simples, como manter água fresca, um ambiente confortável, com sombra e ventilado e evitar passeios nos horários de pico de calor. Além disso, nunca deixe seu pet sozinho dentro de carros, mesmo com janelas abertas, eles podem aquecer rapidamente, causando um golpe de calor fatal”, diz.

Cães e gatos também podem sofrer queimaduras nas patas ao caminhar em superfícies como asfalto ou areia. “O contato direto dos coxins palmares e plantares com essas superfícies pode causar lesões dolorosas, por isso, deve-se evitar sair em horários mais quentes do dia.”, orienta a especialista.

Algumas raças, devido às suas características físicas, são mais vulneráveis ao calor. A veterinária aponta cães e gatos braquicéfalos, que possuem vias respiratórias estreitas que dificultam a respiração e regulação da temperatura, como Bulldog Francês, Pug, Persa e Exotic Shorthair. Raças de pelagem densa, como Husky Siberiano e Chow Chow ou os felinos Maine Coon e Ragdoll. Além de cães maiores, como Dog Alemão e São Bernardo, que têm mais massa corporal e podem aquecer rapidamente. Entre os gatos, a raça Sphynx, conhecida popularmente por ser uma raça pelada, também pode sofrer mais.

Para estimular o consumo de água, Catia recomenda a utilização de fontes de água corrente para o gato ou colocar gelo, no caso dos cães, além de petiscos refrescantes, como pedaços de frutas seguras, como melancia e maçã, em pequenas porções. Oferecer alimentos úmidos, como sachês ou patês, também é uma boa opção para complementar a hidratação”, explica.

Se, mesmo com os cuidados, o pet apresentar sinais de insolação ou desidratação, é importante agir rapidamente. “Leve o animal para um local fresco e ofereça água. Também é possível resfriar o pet gradualmente com compressas de água fria para ajudar a estabilizar a situação até que o atendimento veterinário especializado seja realizado. Insolação e desidratação podem causar danos graves aos órgãos internos. O atendimento rápido por um especialista pode salvar vidas”, conclui.




Distúrbios do sono: dormir mal acelera envelhecimento cerebral e aumenta o risco para doenças sistêmicas

Em meio à rotina agitada, é comum surgir a sensação de que uma boa noite de sono é um verdadeiro remédio para a mente. O que poucas pessoas sabem é que, na verdade, ela pode ser. Segundo um estudo recém-publicado pela revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, pessoas que enfrentam dificuldades para dormir ou permanecer dormindo podem sofrer um envelhecimento cerebral acelerado. Os resultados da pesquisa, que contou com a participação de 589 pessoas, na idade média de 40 anos, indicam que aqueles que têm sono de má qualidade apresentam, em média, quase três anos a mais de envelhecimento cerebral.

No Brasil, de acordo com dados da Fundação Oswaldo Cruz, aproximadamente 72% da população sofre de distúrbios do sono. “A privação de sono, mesmo que por apenas uma noite, tem efeitos imediatos sobre a atenção, concentração e a memória. Qualquer tarefa cognitiva passa a ser mais difícil. Ao mesmo tempo, o humor costuma ficar mais irritável”, explica o psiquiatra Ricardo Assmé.

Sono e saúde

É durante o sono que o corpo realiza processos vitais de recuperação, que auxiliam na manutenção da saúde, como a regulação hormonal, o fortalecimento do sistema imunológico e a eliminação de diversas toxinas acumuladas. Distúrbios do sono podem prejudicar esses processos, aumentando o risco para pacientes com condições crônicas e, até mesmo, expondo pessoas saudáveis ao desenvolvimento de doenças. “A longo prazo, dormir mal aumenta a suscetibilidade a doenças, devido ao impacto na imunidade. Problemas como insônia e apneia obstrutiva do sono são fatores de risco para hipertensão, por exemplo. Também há um impacto sobre os hormônios que controlam o apetite, predispondo o indivíduo à obesidade”, explica o especialista.

Outros fatores, como o uso de telas e a posição ao dormir, podem influenciar o funcionamento do organismo. Dormir de lado, por exemplo, ativa o sistema linfático, facilitando a remoção de resíduos cerebrais associados a doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. O uso excessivo de telas, especialmente antes de dormir, também é prejudicial para uma boa noite de sono, dificultando o descanso pleno. “Limitar o uso antes de dormir e durante a noite é crucial para um sono de qualidade. Medidas como retirar os dispositivos do quarto e deixá-los carregar em um local central da casa, podem ser parte da solução para uma noite saudável”, reforça o psiquiatra. 

Relaxamento como tratamento

Na busca pela melhora nas noites de sono, estar relaxado, com corpo e mente em sintonia, é um componente essencial. Muitas pessoas buscam apoio ou ambientes que favoreçam a adoção dessas práticas.  “No Spa, são promovidas as técnicas de higiene do sono, além de práticas de relaxamento, massagem, meditação e tratamento do estresse com psicoterapia. Caso exista necessidade, são utilizados tratamentos farmacológicos, sempre com medicações seguras e nas menores doses possíveis, pelo menor tempo necessário”, explica Ricardo, que atua no Spa Estância do Lago, em Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba. “Além disso, aplicamos um cronograma de exercícios físicos, que são um importante aliado contra a insônia, por promover relaxamento mental, gasto energético e pela atividade anti-inflamatória, o que contribui com a saúde cerebral como um todo”, completa.

Práticas como relaxamento muscular profundo, respiração, massagens e, principalmente, meditação de atenção plena (mindfulness), realizadas em spas, não apenas proporcionam uma pausa na rotina, mas ajudam a reduzir a ansiedade e a preparar corpo e mente para uma noite de sono mais tranquila. A integração entre cuidados diários e o auxílio profissional oferecido nesses locais proporciona um ambiente adequado ao sono, melhorando a qualidade do descanso e, consequentemente, a saúde em geral.

Higiene do sono 

O conjunto de práticas e hábitos que promovem um sono de qualidade e, consequentemente, um melhor bem-estar físico e mental, também conhecido como higiene do sono, contribui para garantir um descanso reparador. Os exercícios relacionados a esse conceito incluem desde estabelecer uma rotina regular de sono até criar um ambiente propício, como um quarto escuro e silencioso, além da adoção de hábitos relaxantes, que podem fazer toda a diferença na qualidade do sono. 

A clínica médica dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, Larissa Hermann, explica que, embora o corpo cumpra automaticamente esse mecanismo, algumas práticas podem ajudar a otimizar o chamado ‘ciclo do sono’. “O que se pode fazer, é adotar medidas de higiene do sono, como dormir e acordar no mesmo horário sempre que possível, evitar bebidas estimulantes que tenham cafeína ou álcool próximo do horário de dormir, além de reduzir o uso de telas e iluminação no período noturno”, diz. Também é recomendado que, no período da manhã, logo após o despertar, haja exposição à luz solar. “Isso ajuda o corpo a entender que amanheceu e regular o ciclo circadiano, que melhora a qualidade do sono, resultando em um organismo mais funcional e saudável”, finaliza Larissa.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 1. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.




Sexo pode aliviar e causar dor de cabeça: entenda

 

 

O médico e terapeuta sexual João Borzino diz que a atividade sexual é capaz de reduzir a enxaqueca

Quem nunca viu um filme ou novela que a personagem deixa de transar por estar com dor de cabeça. Mas o sexo pode ser uma anagélsico natural para a enxaqueca. Ainda é possível, o contrário. Alguns indivíduos se queixam de cefaléia pós-coito.

“O sexo pode, de fato, aliviar dores de cabeça para algumas pessoas. Estudos mostram que durante o orgasmo, há um aumento na produção de endorfinas, conhecidas como “hormônios da felicidade.” Essas substâncias têm efeitos analgésicos, ou seja, ajudam a reduzir a percepção da dor. De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Münster, na Alemanha, cerca de 60% dos participantes com enxaqueca relataram que a atividade sexual proporcionou algum alívio das dores. Esse efeito se deve principalmente ao aumento do fluxo sanguíneo no cérebro e à liberação de endorfinas, que atuam no sistema nervoso central reduzindo a dor e trazendo uma sensação de bem-estar”, explica o médico e terapeuta sexual João Borzino.

Borzino enfatiza que esse alívio não atinge todas as pessoas. “Os efeitos do sexo sobre a dor de cabeça variam de pessoa para pessoa. O alívio da dor de cabeça por meio da atividade sexual é mais comum em pessoas com dores de cabeça tensionais e enxaquecas. No entanto, não é uma solução universal. Para algumas pessoas, especialmente aquelas que lidam com enxaquecas crônicas, a relação sexual pode não ter efeito algum ou até piorar o quadro. Segundo um estudo publicado na *Cephalalgia*, cerca de 33% das pessoas com enxaquecas experimentam um agravamento da dor após o sexo, o que sugere que o efeito da prática sexual sobre a dor é bastante individualizado e depende de fatores como a intensidade da dor pré-existente, o estado emocional e o ambiente no qual a relação ocorre”.

No entanto, o sexo, ao invés de melhorar, pode também causar dores de cabeça. “É comum para algumas pessoas experimentarem dores de cabeça pós-coito, conhecidas como cefaleias coitais. Essas dores geralmente surgem durante o clímax ou logo após o orgasmo e podem variar de uma leve pressão na cabeça a dores intensas e agudas. Esse tipo de dor é mais comum em homens do que em mulheres e pode ter uma explicação fisiológica: o aumento da pressão arterial e a tensão muscular durante o sexo podem desencadear uma resposta dolorosa no cérebro”

Ele ressalta que sempre há de se fazer o principal e mais grave diagnóstico diferencial. “Aneurisma Cerebral. Sempre que há queixa de cefaléia no orgasmo temos que descartar a possibilidade de tal enfermidade. Sempre”, alerta.

João Borzino afirma que em alguns casos, a dor de cabeça pós-sexo pode ser relacionada a fatores psicológicos, como ansiedade ou estresse. “A antecipação de desempenho, preocupações com o relacionamento ou outras inseguranças podem contribuir para o aumento da tensão muscular e vascular, o que culmina em uma dor de cabeça após o ato”.

O terapeuta elencou algumas estratégias que podem ajudar a prevenir ou aliviar as dores de cabeça relacionadas ao sexo:

1. Aquecimento gradual: Antes de atingir o clímax, vá devagar e tente prolongar a fase de excitação para permitir que o corpo se ajuste às mudanças de pressão e tensão.

2. Técnicas de relaxamento: Pratique exercícios de respiração profunda ou meditação antes da atividade sexual para reduzir a tensão muscular e acalmar o sistema nervoso.

3. Manter-se hidratado: A desidratação pode contribuir para dores de cabeça; por isso, beba água antes e depois do sexo.

4. Cuide da postura e da respiração: Posturas que reduzam a pressão nos músculos do pescoço e uma respiração constante podem minimizar a tensão durante o sexo, reduzindo o risco de dores de cabeça.

5. Faça exercícios regularmente: Estudos mostram que pessoas com hábitos de vida ativos tendem a ter menos crises de dores de cabeça, incluindo aquelas relacionadas ao sexo. Atividades como ioga e alongamentos focados no fortalecimento do core ajudam a reduzir a tensão muscular.

“A atividade sexual, quando saudável e prazerosa, pode ser um excelente método natural para o alívio da dor. Contudo, é importante lembrar que se você experimenta dores de cabeça frequentemente durante ou após o sexo, deve procurar ajuda médica. A cefaleia coital é uma condição que pode, em raros casos, indicar problemas de saúde como hipertensão ou alterações vasculares”, completa..

João Borzino salienta que é fundamental que cada pessoa conheça e entenda seus limites. “A prática de autoconhecimento e a comunicação com o parceiro(a) são elementos essenciais para um relacionamento íntimo saudável e para que o sexo possa ser, de fato, uma atividade prazerosa e até terapêutica”, finaliza..




Caminhadas terapêuticas são relaxantes para o corpo e a mente

 

Imagem: Freepik

 

Proporcionando oportunidades de se reconectar com a natureza, as caminhadas terapêuticas ajudam a reduzir o estresse. Mais do que uma atividade qualquer, promovem o bem-estar físico e mental de maneira simples e acessível. Elas funcionam, inclusive, como uma meditação em movimento, o que facilita sua inclusão na rotina diária.

Esse tipo de caminhada é apropriado para indivíduos de todas as idades e variados níveis de condicionamento físico. “Para pessoas com limitações físicas, é possível ajustar a duração e a intensidade dessa atividade física, fazendo pausas frequentes ou caminhando em terrenos mais planos. Já para quem enfrenta desafios emocionais, ela pode ser realizada em ambientes que promovam tranquilidade e conforto. Além disso, o acompanhamento de um terapeuta ou guia pode proporcionar suporte emocional ao longo da caminhada”, destaca Hare dos Anjos, coordenadora do curso de Fisioterapia da UNINASSAU Boa Viagem.

Focar na respiração, no ritmo dos passos e nas sensações do ambiente ao redor contribue para afastar pensamentos negativos e diminuir a ansiedade. “Movimentar o corpo em um ritmo constante promove a liberação de endorfinas. Conhecidas como os ‘hormônios da felicidade’, auxiliam no alívio do estresse, da ansiedade e até da depressão. Além disso, caminhar ao ar livre, especialmente na natureza, pode aumentar a concentração, facilitar o relaxamento e proporcionar um espaço para a introspecção e o bem-estar emocional”, esclarece a especialista.

“Para uma caminhada de qualidade, é fundamental escolher um local tranquilo. Opte por roupas confortáveis e calçados adequados. Se possível, busque a companhia de alguém que ofereça apoio emocional. Não se preocupe com a distância percorrida ou com a duração da atividade, pois o verdadeiro objetivo é relaxar e aproveitar o momento”, orienta a profissional.




Tomate proporciona diversos benefícios à saúde

 

Imagem: Freepik
O tomate, um dos alimentos mais populares no mundo, vai além de ser apenas versátil e saboroso – ele também é um poderoso aliado da saúde. Pesquisas científicas apontam que o fruto é repleto de nutrientes essenciais e compostos bioativos, recomendados para a prevenção de várias enfermidades. Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o aumento da ingestão de frutas e vegetais, incluindo o tomate, está associado à diminuição significativa no risco de doenças cardiovasculares e de certos tipos de câncer.

A nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Boa Viagem, Jussara Pessôa, ressalta que o tomate é uma excelente fonte de vitaminas, minerais e antioxidantes, sendo particularmente rico em licopeno, um composto de potente ação antioxidante. “O consumo frequente de tomate oferece inúmeros benefícios à saúde, como a proteção contra problemas cardíacos e a melhora na aparência da pele. Ele contém elevados níveis de antioxidantes, além de vitamina C e E, essenciais para fortalecer o sistema imunológico, e potássio, que auxilia no funcionamento do coração e no controle da pressão arterial. A vitamina K, fundamental para a coagulação do sangue e a saúde óssea, também está presente”, explica a especialista.

O licopeno, em especial, tem sido extensamente pesquisado por sua capacidade de neutralizar os radicais livres, protegendo as células contra danos oxidativos. Estudos sugerem que o licopeno pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (o “ruim”) e a pressão arterial, ambos fatores de risco para doenças cardíacas. Além disso, os nutrientes contidos no fruto contribuem para manter a elasticidade dos vasos sanguíneos e favorecer a circulação.

“O consumo regular de tomate tem sido associado a um menor risco de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de próstata, pulmão e estômago. O licopeno e outros antioxidantes presentes no fruto desempenham um papel fundamental na proteção celular, prevenindo danos que podem desencadear a formação de tumores”, afirma Jussara Pessôa.

Além dos benefícios para o sistema cardiovascular, os antioxidantes e a vitamina C presentes no tomate auxiliam na saúde da pele, promovendo a produção de colágeno e protegendo contra os efeitos nocivos dos raios UV. Pesquisas indicam que o consumo frequente do fruto pode reduzir o risco de queimaduras solares e melhorar a textura da pele. Outro ponto positivo é que o tomate é uma excelente fonte de fibras, fundamentais para a saúde digestiva, ajudando no funcionamento regular do intestino e prevenindo a constipação.

“O tomate é um alimento extremamente versátil, fácil de ser incorporado na dieta diária. Pode ser consumido cru em saladas, cozido em molhos, assado ou até mesmo em sucos e sopas. O importante é incluí-lo na alimentação de forma regular para aproveitar todos os seus benefícios. Trata-se de um fruto poderoso e acessível, que oferece proteção contra doenças cardiovasculares, melhora a saúde da pele e auxilia na prevenção do câncer. Para potencializar seus efeitos, é essencial combiná-lo com uma dieta equilibrada e variada”, conclui a nutricionista.




Pilates é exercício preventivo para o câncer de mama e ajuda a restaurar a confiança e autoestima de quem já teve a doença

 

 

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer maligno mais incidente no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. São 74 mil casos novos previstos por ano até 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), sendo que as regiões mais afetadas pela doença são a Sul e Sudeste. Diversos fatores podem colaborar para o desenvolvimento da doença, como histórico familiar; falta de atividades físicas; consumo de bebidas alcoólicas, alimentos processados e ultra processados; uso de contraceptivos hormonais e outros, principalmente em pessoas acima de cinquenta anos. Por isso, é preciso se prevenir: recomenda-se a prática de atividades físicas; entre elas, o pilates.

“Dois dos principais fatores que podem elevar o risco da doença são a obesidade e o sobrepeso. Especialmente após a menopausa, eles podem aumentar significativamente o risco de desenvolver câncer de mama. Portanto, manter um peso equilibrado e uma rotina ativa de exercícios são passos essenciais para a prevenção. Como uma atividade que proporciona condicionamento físico, o pilates tem impacto positivo na produção hormonal do corpo, ajudando a equilibrar os níveis de progesterona e estrogênio, hormônios que desempenham papeis importantes na saúde das mamas. O exercício físico também aumenta a produção de globulina ligadora de hormônios sexuais, uma proteína que transporta esses hormônios no sangue e diminui a inflamação e o inchaço no corpo, por estimular a circulação”, explica a educadora física Letícia Marchetto, proprietária do studio Let’s Pilates, que fica no bairro Paraíso, em São Paulo.

Para Letícia, ao integrar uma atividade física como o pilates à rotina, mais do que se exercitar, o indivíduo estará contribuindo ativamente para a própria saúde e bem-estar. “A pessoa está focando no que pode controlar: as próprias escolhas e estilo de vida”. Caso a paciente já tenha sido diagnosticada com o câncer de mama, a atividade também é altamente recomendada, tanto para ajudar na recuperação muscular quanto para evitar a reincidência da doença. “Quem vai determinar a liberação para atividades físicas é o médico, avaliando as particularidades de cada paciente e tratamento. Mas, de modo geral, a prática de atividades físicas apresenta evidências altas de ser segura e tolerável, sendo recomendada pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica”, comenta a especialista.

Um artigo chamado “Fadiga relacionada ao câncer: uma revisão”, da Revista da Associação Médica Brasileira, mostrou que a fadiga relacionada ao câncer é reportada por 50% a 90% dos pacientes em tratamento ou em recuperação, em especial naqueles que realizam quimioterapia e radioterapia. O estudo também aponta que esse pode ser um sintoma que persiste por meses ou anos após o tratamento: um terço dos pacientes já curados apresentavam fadiga por até cinco anos depois do fim da doença. Além de impactar a qualidade de vida, essa condição diminui a capacidade funcional diária do indivíduo, até para realizar tarefas simples do dia a dia. Por isso, praticar pilates durante o tratamento é tão importante para a recuperação muscular. “Muitas mulheres relatam uma significativa perda de força e mobilidade na parte superior do corpo. Entre os efeitos adversos há ganho de peso, a atrofia muscular, o surgimento de cicatrizes, dor, fadiga, inchaço e rigidez. Além disso, alguns medicamentos e a quimioterapia podem precipitar o início da menopausa, além de contribuir para a perda óssea e o desenvolvimento de osteoporose”, indica Letícia Marchetto, sugerindo que, como o pilates permite alto grau de adaptação e individualização dos exercícios, ele atende a todas as fases de reabilitação da mulher.

Segundo ela, a escolha certa da atividade física é fundamental para a segurança do paciente, principalmente pensando na possibilidade de fraturas e quedas. Por este motivo, atividades físicas de contato, como futebol, basquetebol e handebol são, em geral, contra indicadas. Pela falta de impacto, Letícia avalia que exercícios aquáticos podem surtir nenhum ou pequenos efeitos na densidade óssea e, por isso, não devem ser a única atividade escolhida. “Caso o paciente queira realizar uma atividade na água, é preciso considerar junto com ela exercícios físicos de força, como musculação e pilates. O próprio trabalho muscular desses exercícios tem capacidade para gerar o impacto necessário e aumentar a massa óssea. Depois, é possível fazer inserções progressivas de exercícios de impacto, como caminhadas e corridas. Antes de começar, o instrutor fica responsável por considerar o momento do tratamento ao sugerir as atividades”, sugere a especialista.

A especialista explica que o movimento regular ajuda a evitar o comprometimento funcional, garantindo que as pacientes se sintam mais fortes e capazes em seu dia a dia. “A atividade física também está ligada à diminuição da dor, melhora da função cognitiva e sexual, e redução da cardiotoxicidade, contribuindo para a saúde cardiovascular. O controle de peso e a preservação da massa muscular também são aspectos essenciais para aquelas que enfrentam o desafio do câncer”, comenta, citando que os efeitos trazidos pelo câncer de mama para a saúde da mulher aparecem na saúde do corpo, mas não só nisso, pois os reflexos também são percebidos na autoestima.

“Com enfoque no fortalecimento e na mobilização do corpo de maneira integral, o pilates não apenas ajuda a restaurar a força da parte superior, mas também promove uma conexão profunda com a força do core, o alinhamento postural e o equilíbrio geral do corpo. Essa abordagem holística é perfeita para combater os efeitos colaterais da doença. Porém, ao considerar o pilates como parte do processo de recuperação, a mulher também estará cultivando um espaço para o bem-estar e a autoconfiança. A prática é uma aliada poderosa na superação dos desafios que surgem após o tratamento, trazendo de volta leveza e vitalidade ao dia a dia. Ela oferece um ambiente seguro e encorajador, onde as pacientes podem explorar seus limites de forma gradual e consciente”.

“Sabemos que receber um diagnóstico de câncer pode abalar o paciente, amigos e familiares. Mas é fundamental lembrar que a prática de atividades físicas é uma aliada poderosa na jornada de cura. Também é essencial o apoio e incentivo da família, profissionais da saúde e rede de apoio para estimular a motivação e a adesão a uma rotina de exercícios neste momento delicado”, finaliza Letícia Marchetto.

Letícia Marchetto praticando pilates

Inspiração no Pilates: a história de Eve Gentry

Imagine enfrentar um desafio tão grande que parece impossível superá-lo. Essa foi a realidade de Eve Gentry, uma das pioneiras do Pilates, que, em 1955, passou por uma mastectomia radical. Naquela época, a cirurgia não se limitava a remover o seio, mas também o músculo peitoral, deixando-a sem a capacidade de levantar os braços.

Contudo, a força de vontade de Eve e a determinação em se reerguer foram mais fortes que qualquer obstáculo. Após um ano de dedicação ao método criado por Joseph Pilates, ela não apenas recuperou a mobilidade, mas também voltou a executar exercícios avançados, reafirmando sua paixão pela dança e pelo movimento.

Nascida em 20 de agosto de 1909 e falecida em 17 de junho de 1994, Eve Gentry era uma coreógrafa talentosa, professora de dança e, acima de tudo, uma curadora do corpo e da mente. Como uma das primeiras professoras a trabalhar diretamente com Joseph Pilates, sua trajetória é um exemplo inspirador de resiliência e transformação. Ela nos lembra que, independentemente das adversidades, a busca pela saúde e pelo bem-estar pode nos levar a conquistas extraordinárias.

A jornada de Eve não apenas a ajudou a superar suas limitações físicas, mas também a moldou como uma educadora apaixonada pelo poder do movimento. Sua história e legado vivem através de suas ensinanças, inspirando novas gerações a abraçar o Pilates como uma ferramenta de cura e empoderamento. Uma das profissionais mais relevantes a transmitir as mensagens de Eve é Kathy Corey, educadora de instrutores de pilates que é considerada a mestre dos mestres da modalidade. Ela já teve passagens pelo Brasil e, quando vem ao país, tem suas palestras e cursos traduzidos simultaneamente por Letícia Marchetto.

 




Pré e pós-treino: eis 6 dicas para evitar danos e potencializar resultados na pele

 

 

Os efeitos positivos das atividades físicas são percebidos em todo o corpo, inclusive na pele. Contudo, o potencial desses resultados pode ser maior, se a rotina de exercícios for acompanhada de alguns cuidados. “A prática de atividade física aumenta a circulação, melhora a oxigenação e a nutrição das células, deixando a pele mais bonita e saudável. Se além disso a pessoa se habitua a uma rotina de cuidados no pré e no pós-treino, os resultados podem ser ainda melhores”, explica Amanda Canhassi Fisioterapeuta e Consultora Comercial da HTM Eletrônica, indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletromédicos e estéticos.

A especialista alerta que, por outro lado, a falta de alguns cuidados pode causar envelhecimento precoce, deixando a pele opaca e marcada. Por isso, ela traz algumas dicas que, se seguidas corretamente antes e depois do treino, podem proporcionar uma pele deslumbrante. Confira:

Treinar de maquiagem e cabelo solto? Nem pensar! 

Querer estar sempre bonita, tudo bem, mas na academia essa não deve ser a prioridade. O ideal é remover qualquer maquiagem antes de ir para o treino, pois ela bloqueia os poros e as glândulas sudoríparas, dificultando a respiração da pele.

“Depois de lavar todo o rosto, é hora de aplicar seu hidratante favorito e não se esquecer do protetor solar. Além disso, não é recomendado treinar com os cabelos soltos, mesmo que eles sejam curtos. É importante prendê-los, para que produtos capilares não se misturem com o suor. Isso poderia obstruir os poros e causar as indesejáveis espinhas na testa”, explica Amanda.

Higienize os aparelhos e não leve a mão ao rosto

Sempre higienize os equipamentos da academia antes de usá-los, com sua própria toalha ou com papel disponibilizado pelo estabelecimento. Fazendo isso, é possível diminuir as chances de uma contaminação por fungos, que causam infecções na pele, micoses e outros problemas.

Além disso, o recomendado é não tocar o rosto durante o treino. “As mãos sujas podem carregar uma infecção bacteriana. Mantenha-as longe do rosto enquanto se exercita”, orienta a especialista.

Cuidados no pós-treino

Higienizar o rosto após o treino é tão importante quanto antes dele. Relaxar com o rosto suado pode causar a prisão de bactérias na pele. O mais indicado é fazer uma boa higiene com o sabonete ideal para seu tipo de pele e se livrar da sujeira, óleo e suor.

Troque de roupa

Muitas vezes, na correria, chegamos do treino e nos ocupamos com outras coisas. Mas não deixe de trocar de roupa. O corpo tende a suar e liberar toxinas que geralmente ficam nas roupas e podem obstruir poros e levar a erupções cutâneas, acne e foliculite, causada pelo atrito constante da roupa molhada com a pele. Isso obstrui os folículos pilosos e forma cravos, além de criar um ambiente quente e úmido, propício para a proliferação de fungos e bactérias.

Esfolie a pele

A esfoliação é essencial para deixar a pele em dia, especialmente porque muitas regiões do corpo passam boa parte do treino abafadas e em atrito com as roupas, favorecendo a foliculite e o ressecamento. É importante incluir a esfoliação na rotina, pois ela elimina impurezas e células mortas na superfície, trazendo de volta uma textura macia.

Aposte em tratamentos estéticos

O mercado conta com diversas tecnologias em tratamentos estéticos voltadas ao rejuvenescimento facial, hidratação e tônus da pele. São recursos valiosos que potencializam os cuidados home care. “A HTM Eletrônica, por exemplo, possui em sua linha equipamentos de luz intensa pulsada, que favorecem a síntese de colágeno e a despigmentação de manchas, em especial manchas de idade”, finaliza a especialista.




Dermatologista esclarece mitos sobre depilação facial

 

Os pelos faciais podem representar desconforto para muitas mulheres, que buscam alternativas para remover os fios e conquistar o visual e autoestima que desejam. Os métodos de depilação facial contam com opções que atendem às preferências e necessidades individuais, variando em termos de eficácia, durabilidade e conforto. Porém, independente da escolha, a prática ainda desperta dúvidas em comum sobre a saúde da pele após a depilação. Por isso, Philips Beauty convidou a dermatologista e parceira da marca, Monalisa Nunes, para esclarecer três mitos sobre o tema.

MITO: Depilar os pelos deixam os fios mais grossos

A crença de que depilar os pelos faz com que eles voltem mais grossos é um mito bastante comum. É importante reforçar que a depilação não altera a estrutura do fio, já que a espessura é determinada geneticamente e por hormônios, então removê-los não os tornam mais grossos.”, explica.

MITO: Remover pelos faciais causa o surgimento de espinhas

A depilação facial não causa acne, porém não é recomendado depilar a pele que esteja com acnes ativas no momento. Outra dica fundamental é garantir a higienização e hidratação da pele antes e após a remoção dos pelos.”, orienta a dermatologista.

MITO: Não existe sentido correto para remover os fios

Devemos fazer a remoção do fio no sentido de crescimento do pelo para evitar lesões na pele, além de garantir uma melhor eficácia.”, finaliza.

Sugestão de produto Philips Beauty:

Para trazer mais praticidade e resultado para as mulheres que buscam alternativas para remover pelos faciais, a Philips Beauty, marca focada em cuidados pessoais femininos, lança o Aparador de Pelos Faciais (HP6389/00), novo modelo que apara pelos do buço, sobrancelhas, queixo e bochechas.

O design do produto conta com cabeça aparadora para pelos finos do corpo de 26 mm, que garante uma utilização rápida e fácil em áreas menores. Já a cabeça aparadora de 8 mm garante uma aplicação precisa em qualquer área facial. O pente de sobrancelha de 2 e 4 mm é ideal para aparar o pelo no comprimento exato que você deseja. Ainda está inclusa escova de limpeza para manter o aparador higienizado.

Sobre Philips Beauty: é a marca de cuidados pessoais femininos da Royal Philips, empresa líder em tecnologia da saúde, focada em melhorar a qualidade de vida das pessoas e em permitir melhores resultados por meio do ciclo completo da saúde, que envolve desde vida saudável e prevenção, até diagnóstico, tratamento e cuidados domiciliares. Fundada na Holanda, a Philips é líder em diagnóstico por imagem, terapia guiada por imagem, monitoração de pacientes, informática voltada à saúde, cuidados domésticos e saúde do consumidor. Saiba mais sobre Philips Beauty, no site oficial da marca.




Equipe orienta atividade física gratuita no Parque Buracão

 

Todos os sábados, das 8 às 9 horas, a equipe de corrida Captom se reúne no Parque Buracão sob a orientação dos professores Cleiton Jorge afim de orientar e estimular a prática de atividades físicas aos interessados.

Segunddo eles, não há limitações de idade e todos são muito bem vindos.

Os professores  lembram que a corrida de rua é uma prática física acessível, que não requer equipamentos caros e pode ser exercida por pessoas de diferentes idades e condicionamento físico. Estudos mostram que a corrida regular proporciona diversos benefícios à saúde, como melhora da condição cardiovascular, fortalecimento muscular, controle de peso e redução do estresse.

Os treinos são gratuitos e não é necessário fazer nenhum tipo de cadastro anteriormente. Os interessados devem apenas vestir uma roupa leve e calçar um tênis para participar.

“Infelizmente, muitos não têm acesso a orientação profissional para iniciar a prática da corrida de forma segura e eficiente, mas aqui fazemos isso de forma gratuita”, diz o professor Cleiton.

“Todos estão convidados; temos atletas em todas as faixas etárias, sempre respeitando os limites individuais. Venham treinar conosco”, convida o professor Jorge. @captomrunning