Loiras e platinadas: como o matizador pode salvar a cor entre as idas ao salão?

 

Manter os cabelos loiros ou platinados vibrantes e sem alterações indesejadas de cor é um desafio que vai além da cadeira do salão. O processo de descoloração, somado à exposição solar, poluição e até mesmo ao cloro da piscina, tende a provocar o aparecimento de reflexos amarelados ou alaranjados. Para prolongar o efeito conquistado após a coloração, muitas pessoas recorrem ao matizador, produto que se tornou aliado essencial na rotina de quem aposta em fios claros.

Diferente da tintura, que deposita pigmentos de forma permanente, o matizador atua de maneira mais suave e temporária. Seu objetivo é neutralizar os reflexos indesejados, devolvendo ao cabelo o tom frio e iluminado característico de loiros bem-cuidados.

Como funciona o matizador?

A tecnologia do produto é baseada no princípio da neutralização de cores. No caso dos loiros, platinados e grisalhos, o tom roxo ou azul presente no matizador corrige os reflexos quentes que tendem a surgir com o tempo. Esse efeito ocorre porque, na roda cromática, tons opostos se anulam: o roxo neutraliza o amarelo, enquanto o azul combate o alaranjado.

O resultado é perceptível após poucas aplicações, que podem ser feitas em casa, sem a necessidade de procedimentos químicos.

Versatilidade e formatos disponíveis

Atualmente, o mercado oferece o matizador em diferentes versões, como shampoos, condicionadores, máscaras e até sprays leave-in. Cada formato atende a uma necessidade específica:

  • Shampoos e condicionadores matizadores: ideais para manutenção contínua, usados de uma a duas vezes por semana.

  • Máscaras matizadoras: indicadas para resultados mais intensos, com ação profunda que alia correção de cor e hidratação.

  • Leave-ins: práticos para o dia a dia, ajudam na finalização e reforçam o brilho.

Essa variedade permite que consumidores escolham o produto mais adequado de acordo com o tempo disponível e o nível de alteração indesejada nos fios.

A importância da frequência correta

Embora seja eficiente, o uso do matizador requer atenção à frequência. Aplicações em excesso podem deixar os cabelos com aspecto acinzentado ou arroxeado.

A recomendação é adaptar conforme a necessidade individual: fios mais expostos ao sol e à piscina podem exigir o uso semanal, enquanto cabelos que mantêm a cor por mais tempo podem ser tratados a cada 15 dias.

Benefícios além da cor

Muitos matizadores atuais não apenas corrigem o tom, mas também oferecem ativos hidratantes e nutritivos, como óleos vegetais e vitaminas. Isso garante que o cabelo não apenas mantenha a cor desejada, mas também fique macio, com brilho e menos propenso à quebra.

Manutenção entre as idas ao salão

A principal vantagem do matizador é a possibilidade de prolongar o intervalo entre as visitas ao salão. Ao corrigir os reflexos em casa, é possível manter a aparência de cabelo recém-colorido por mais tempo, economizando em procedimentos e preservando a saúde dos fios ao evitar retoques químicos constantes.

Apesar da eficácia do matizador, ele deve ser parte de um conjunto de cuidados. Protetores térmicos, finalizadores com filtro UV e hidratações semanais ajudam a evitar que os reflexos indesejados retornem rapidamente. Além disso, chapéus e acessórios que minimizam a exposição solar direta contribuem para preservar o tom dos loiros e platinados.

Beleza iluminada, rotina prática

O matizador conquistou espaço no mercado de beleza por oferecer praticidade e eficácia no cuidado com os cabelos claros. Sua função de neutralizar os reflexos indesejados transforma a rotina capilar e dá mais autonomia a quem deseja manter o visual iluminado por mais tempo.

Para loiras e platinadas, o produto representa mais do que uma solução temporária: é um aliado para preservar a cor, o brilho e a confiança entre uma ida e outra ao salão. Ao incorporar o matizador à rotina, é possível garantir fios radiantes, saudáveis e sempre prontos para brilhar em qualquer ocasião.




Chá da casca de melancia ajuda a desintoxicar e reforçar o sistema imunológico

 

Refrescante, saborosa e composta por mais de 90% de água, a melancia é uma das frutas mais completas quando o assunto é hidratação e bem-estar. Rica em vitaminas, minerais e antioxidantes, ela auxilia na digestão, melhora o funcionamento intestinal e fortalece o sistema imunológico. Além do consumo in natura, o chá preparado com cascas e sementes também oferece benefícios à saúde. Dayanne Maynard, professora do curso de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB), destaca o potencial fitoterápico e nutritivo da infusão.

Segundo a especialista, a alta concentração de água facilita o trânsito intestinal e contribui para a formação e eliminação das fezes. “Mesmo com apenas 0,4 g de fibras a cada 100 g, elas aumentam o volume fecal e estimulam os movimentos intestinais, prevenindo a constipação”, explica. A fruta ainda é fonte de minerais essenciais, como magnésio, que ajuda na contração dos músculos intestinais, e potássio, que regula o equilíbrio hídrico. A vitamina C e os carotenoides completam o pacote de benefícios, protegendo as células e reduzindo inflamações.

Embora o consumo da fruta fresca seja o mais indicado, o chá de melancia, geralmente preparado com cascas ou polpa fervida, ganhou popularidade nas receitas da internet e pode oferecer efeitos diuréticos e antioxidantes. “O calor altera parte dos compostos ativos, mas o chá mantém propriedades antioxidantes, especialmente quando feito com cascas e sementes, que concentram flavonoides e compostos fenólicos capazes de combater radicais livres e reduzir o estresse oxidativo, fortalecendo o sistema imunológico”, acrescenta Dayanne.

A melancia também contém bioativos que combatem inflamações e protegem o coração, como o licopeno, responsável pela cor avermelhada e por sua ação antioxidante e anti-inflamatória. Ele contribui para a saúde cardiovascular, intestinal e da pele. No chá, há ainda citrulina, presente principalmente na casca, que melhora a circulação sanguínea, além de betacaroteno e vitamina C, reforçando o sistema imunológico e a proteção das mucosas.

Como consumir o chá?

A docente do CEUB recomenda ingerir o chá três a quatro vezes por semana, em doses de 200 a 400 ml por dia. Essa frequência é suficiente para aproveitar os benefícios nutricionais e imunológicos. “O consumo diário e prolongado não é recomendado, pois pode causar perda de sais minerais, especialmente em pessoas com pressão baixa ou problemas renais”, alerta.

Outros cuidados incluem a potencialização de medicamentos para pressão e alterações no equilíbrio de líquidos em pessoas com insuficiência cardíaca: “Durante a gestação e a lactação, o consumo deve ser evitado, já que não há estudos suficientes sobre a segurança nessas fases”.

Para tornar a bebida mais saborosa, a professora sugere combinações com hortelã, gengibre, raspas de limão ou canela, que reforçam as propriedades digestivas e antioxidantes. Ela lembra que os efeitos são mais significativos quando aliados a uma alimentação rica em fibras, boa hidratação e alimentos prebióticos e probióticos, como iogurte, aveia e banana. “Incluir a melancia e o chá preparado a partir dela na rotina é um gesto de cuidado com o corpo e com o bem-estar”, conclui a nutricionista.




“Escute Suas Pernas”: campanha faz alerta sobre saúde vascular

 

Dores, cansaço, sensação de peso, inchaços, edemas e varizes nas pernas. Esses são alguns dos sinais que podem indicar que a saúde vascular não está bem. Para conscientizar a sociedade sobre os riscos e a importância de se prevenir doenças venosas, a SIGVARIS GROUP, empresa especializada em soluções de compressão médica inovadoras e de alta qualidade, lança em outubro a campanha “Escute Suas Pernas”.

De acordo com João Ricardo Parolini, Diretor de Marketing e Vendas da SIGVARIS GROUP no Brasil, o objetivo da campanha é orientar as pessoas sobre sintomas que podem ser sinais de que é necessário buscar o auxílio de um médico especialista. “O conceito ‘Escute suas Pernas’ passa uma mensagem clara de que as pessoas precisam ‘ouvir’ o próprio corpo e sentir que algo não está bem como deveria. É uma campanha que busca estimular o autocuidado”, diz.

Segundo especialistas, sintomas como dores, inchaços, varizes e outras condições podem ser sinais de doenças venosas graves, como a trombose, por exemplo. “O que queremos é que as pessoas entendam que é possível ter saúde, qualidade de vida e bem-estar quando esses e outros sintomas não são ignorados”, pontua Parolini.

Entre os pilares da campanha “Escute as Suas Pernas” estão:

Conscientização sobre sinais precoces: o foco é garantir que sintomas comuns, como cansaço, dor, inchaço persistente ou sensação de peso nos membros inferiores, não sejam ignorados ou atribuídos unicamente à rotina.

Promoção de hábitos de vida preventivos: incentivar a adoção de um estilo de vida saudável para prevenir doenças vasculares e destaque que mais de 80% dos casos poderiam ser evitados com mudanças simples.

Orientação para terapia de compressão: informar sobre a utilidade da terapia de compressão graduada como um tratamento e medida preventiva fundamental. As meias de compressão colaboram para a circulação saudável, ajudam no controle das varizes, reduzem inchaços e previnem a trombose.

Atendimento médico: orientar o público a procurar um médico angiologista ou cirurgião vascular assim que surgirem os primeiros sintomas. Até mesmo as primeiras varizes já são um motivo para receber a avaliação adequada.

Para marcar a campanha, a empresa disponibilizou um portal que concentra as principais informações para auxiliar no cuidado e prevenção de problemas vasculares. O público poderá acessar o conteúdo no site oficial sigvaris.com/escutesuaspernas e no perfil sigvarisgroup.brasil nas redes sociais. A divulgação contará também com materiais informativos em consultórios médicos e em lojas especializadas. Acesse agora o portal oficial da campanha: sigvaris.com/escutesuaspernas




Sinais comuns de envelhecimento ou declínio cognitivo? Neurologista do CEJAM explica diferenças e como identificá-las

 

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São Paulo, outubro de 2025 – O Brasil está envelhecendo rapidamente. Projeções do IBGE mostram que, em 2046, pessoas com mais de 60 anos já serão a maior parcela da população, alcançando 28%. Em 2070, esse grupo deve representar 37,8% dos brasileiros, mais de um em cada três. Ao mesmo tempo, a idade média, que era de 35,5 anos em 2023, deve subir para 48,4 anos.

O neurologista Roger Gomes Reis, ​que atua na​ AMA​ Especialidades​ ​Jardim ​São Luís e AMA ​Especialidades ​Capão Redondo​,​ gerenciadas pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”) em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, explica que o envelhecimento cerebral é um processo natural e complexo, mas não significa declínio inevitável.

A partir dos 60 anos, o cérebro passa por mudanças estruturais, como redução de volume em áreas específicas, diminuição da mielinização e alterações neuroquímicas que afetam neurotransmissores como dopamina, acetilcolina e serotonina. Funções cognitivas, como velocidade de processamento, memória de curto prazo e funções executivas, também podem ser impactadas. Ainda assim, a plasticidade neural​ (modo como o cérebro se adapta e muda ao longo da vida)​ e a capacidade de compensação permanecem ativas.

Diferenciar o envelhecimento cerebral normal do Declínio Cognitivo Leve (DCL) é essencial. No envelhecimento normal, os esquecimentos são ​mais brandos, ​​graduais e não comprometem a independência do idoso. Já no DCL, há lapsos de memória mais frequentes e impactantes, dificuldades crescentes em funções executivas e linguagem, além de alterações perceptíveis por familiares, embora a pessoa ainda mantenha certa autonomia.

O especialista alerta que nem todo DCL evolui para Alzheimer, mas a maioria dos casos da doença passa por essa fase. O diagnóstico precoce, por meio de avaliações neuropsicológicas, exames de imagem e laboratoriais, são fundamentais para identificar causas reversíveis e permitir intervenções que retardem a progressão da doença.

A boa notícia é que o cérebro idoso pode ser protegido e estimulado com exercícios físicos regulares que promovem neurogênese, plasticidade sináptica, melhora da vascularização cerebral, redução da inflamação e otimização da função dos neurotransmissores. ​Uma ​ dieta equilibrada, rica em ômega-3, antioxidantes, vitaminas do complexo B e vitamina E, também contribui para a manutenção da saúde cerebral.

Treinos cognitivos, desde jogos de ​memorização​ e xadrez até programas computadorizados​,​ ajudam a melhorar a memória, atenção e funções executivas. ​Assim como ​​ s​ono de qualidade, práticas de yoga, meditação e mindfulness​ auxiliam a ​reduzir​ o estresse.​ ​

Reis ressalta que manter uma vida social ativa é tão importante quanto exercício e dieta. Interação e engajamento social fortalecem a função cognitiva​ ​e protegem contra o declínio cognitivo e demências.

“Movimentar o corpo, desafiar a mente, dormir bem, alimentar-se adequadamente e manter conexões sociais são pilares para envelhecer com saúde cerebral. O cérebro não para de se adaptar, a velhice pode ser um período de aprendizado e criatividade, e não de perdas inevitáveis”, destaca o Dr. Roger.

Apoio prático no dia a dia: Programa Acompanhante de Idosos (PAI)

Além de orientações médicas, o Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” oferece suporte direto à população idosa por meio do Programa Acompanhante de Idosos (PAI), criado em 2008 pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

A primeira unidade gerenciada pelo CEJAM foi o PAI Vera Cruz, inaugurado em 22 de agosto de 2013, com a missão de recuperar e fortalecer a autonomia de idosos frágeis ou pré-frágeis que enfrentam dificuldades de acesso aos serviços de saúde.

Segundo Taciana Ferreira, assistente social e supervisora do PAI Vera Cruz, o trabalho cotidiano é amplo e diversificado. “Os atendimentos envolvem desde atividades voltadas à reabilitação da vida diária como exercícios de coordenação motora, fortalecimento muscular, prevenção de quedas e estímulos cognitivos com musicoterapia, jogos, conversas e momentos de escuta até apoio em tarefas domésticas, como o preparo de refeições e a organização da casa.”

As ações também acontecem fora do domicílio, com foco no fortalecimento da participação comunitária e na redução do isolamento social, um dos maiores desafios enfrentados por essa faixa etária. “A UBS oferece diversos grupos abertos a todos os idosos da região, incluindo os do PAI. Além disso, os participantes podem ser acompanhados em exames, consultas, compras e atividades de lazer, o que garante integração e qualidade de vida”, completa Ferreira.

O programa é direcionado a pessoas com 60 anos ou mais, avaliadas pela AMPI (Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa), que apresentam limitações de mobilidade, dependência em atividades cotidianas, isolamento social ou falta de suporte familiar. O acompanhamento é revisto periodicamente e, quando o idoso recupera sua autonomia, recebe alta, abrindo espaço para novos atendimentos.

Um exemplo do impacto do PAI é a história de Maura Rodrigues, 61 anos, incluída no programa em fevereiro deste ano. Antes de ingressar, ela vivia isolada, enfrentava dificuldades no controle do diabetes e da hipertensão e lutava contra a depressão. A perda da visão, consequência de complicações do diabetes, agravou sua condição e a fez perder a esperança, chegando a pensar em desistir da vida.

O ingresso no programa representou uma virada. Com o acompanhamento da equipe multiprofissional, Maura passou a receber estímulos cognitivos e físicos, reconquistando autonomia em tarefas simples, como cozinhar, organizar a rotina e administrar seus próprios medicamentos.

“Antes, eu não tinha motivação. Com o PAI, passei a ter compromissos, horários definidos e responsabilidades que me devolveram ânimo e autonomia”, relata.

O vínculo com ​o ​ acompanhante também foi decisivo. “Ele sempre me incentiva, mesmo quando eu não tenho vontade. Trata-me como uma pessoa capaz, e não como alguém inválido, como eu me sentia após perder a visão.”

Hoje, Rodrigues redescobriu prazeres simples, como preparar refeições e participar de atividades sociais com confiança. Compartilha sua evolução com familiares e amigos e afirma ter recuperado o sentido da vida.

“A primeira atividade que consegui realizar sozinha foi tomar minha medicação. Agora não dependo de ninguém. Isso me mostrou que é possível retomar a autonomia e olhar para o futuro com esperança. Idosos ou pessoas com deficiência não podem se entregar. O apoio da equipe faz toda a diferença. Hoje sei que ainda tenho muita vida pela frente”, conclui.

Sobre o CEJAM    

O CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Ribeirão Preto, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.




Flacidez: o efeito colateral do tempo que já pode ser tratado sem cirurgia

 

O envelhecimento da pele é um processo natural, mas um dos sinais que mais incomoda homens e mulheres é a flacidez. A partir dos 30 anos, a produção de colágeno começa a cair de forma acelerada, estima-se uma redução de cerca de 1% ao ano, e isso resulta em perda de firmeza, rugas mais evidentes e contornos menos definidos.

Durante muito tempo, os procedimentos cirúrgicos foram a principal saída para corrigir esse problema. Hoje, porém, tecnologias não invasivas se consolidam como alternativas seguras e eficazes. Entre elas, estão o ultrassom micro e macrofocado, a radiofrequência e os bioestimuladores de colágeno, recursos que atuam diretamente na causa da flacidez: a falta de sustentação das fibras da pele.

Como funcionam as principais tecnologias

  • Ultrassom micro e macrofocado

Atua em camadas profundas da pele, inclusive na fáscia muscular. A energia emitida promove pontos de coagulação que estimulam a produção de novo colágeno, resultando em um efeito de firmeza gradual e natural, comparado muitas vezes a um “mini lifting” sem cortes.

  • Radiofrequência

Utiliza ondas eletromagnéticas que aquecem as camadas da pele, estimulando a síntese de colágeno e melhorando a circulação local. Além de tratar a flacidez, também auxilia na melhora do aspecto da celulite.

  • Bioestimuladores de colágeno

São substâncias injetáveis aplicadas em pontos específicos que induzem o próprio organismo a produzir colágeno novo. Diferentemente dos preenchimentos, não alteram volumes, mas devolvem firmeza e elasticidade.

Para a farmacêutica bioquímica e especialista em estética avançada Dra. Carla Caixeta, esses recursos representam uma mudança importante na forma de tratar o envelhecimento cutâneo.

“O colágeno é a base estrutural da pele. Quando sua produção diminui, a pele perde sustentação. A boa notícia é que hoje dispomos de tecnologias que estimulam o organismo a produzir colágeno de novo, sem a necessidade de cirurgia”, explica.

Segundo ela, os resultados são progressivos e variam de acordo com a idade, o grau de flacidez e o estilo de vida de cada paciente. “A estética avançada busca respeitar a individualidade. Não é sobre mudar quem a pessoa é, mas devolver firmeza, vitalidade e confiança de forma natural”, acrescenta.

Mais do que estética: autoestima e qualidade de vida

O impacto do tratamento da flacidez vai além da aparência. Especialistas destacam que recuperar firmeza e sustentação da pele influencia diretamente na autoestima, na postura e até nas relações sociais.

“O envelhecimento é inevitável, mas envelhecer com qualidade depende de escolhas. O estímulo ao colágeno é um caminho seguro para quem deseja manter a pele firme e saudável ao longo dos anos”, conclui a Dra. Carla Caixeta.

Sobre a especialista

Dra. Carla Caixeta – Farmacêutica bioquímica e especialista em estética avançada, é fundadora da Clínica Orphia, em Anápolis (GO). Referência em naturalização facial e desenvolvedora da técnica exclusiva Glúteo Bloom®️, alia ciência, tecnologia e sensibilidade em protocolos que promovem beleza com segurança, equilíbrio e resultados naturais.




Você sabia que a panturrilha funciona como um segundo coração?

 

Muitas vezes esquecida nos treinos, a panturrilha exerce função vital para a circulação e vai muito além da estética. Conhecida como o “segundo coração” do corpo humano, ela atua como uma bomba que ajuda a impulsionar o sangue de volta ao peito, podendo ser decisiva na prevenção de varizes, trombose e até problemas cardiovasculares. A professora de Educação Física do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Leandra Batista, revela os impactos dessa musculatura sobre a circulação sanguínea e a saúde vascular.
Segundo Leandra, não fortalecer a musculatura da panturrilha pode gerar consequências que vão muito além do desconforto estético. Entre elas, a insuficiência venosa periférica, edemas nos pés e tornozelos, sensação de peso nas pernas ao final do dia e até maior risco de varizes e trombose venosa profunda. A imobilidade prolongada em viagens, longos períodos sentado ou hospitalização intensificam esse risco. “Uma panturrilha ativa diminui o inchaço, reduz cãibras noturnas e contribui diretamente para a saúde vascular”, ressalta a professora.
Se engana quem pensa que trabalhar a panturrilha interessa apenas a atletas ou fisiculturistas. De acordo com a professora de Educação Física do CEUB, o fortalecimento dessa musculatura é fundamental para trabalhadores sedentários ou que permanecem horas em pé, e para idosos, que sofrem com a perda natural de massa muscular. “Trata-se de um cuidado que garante autonomia, equilíbrio e previne quedas, além de proteger contra problemas circulatórios”, explica.
Como fortalecer?
A panturrilha é formada em grande parte por fibras de contração lenta, resistentes à fadiga, ideais para atividades de longa duração, como caminhar. Por isso, caminhar apenas não é suficiente para garantir hipertrofia. “Para fortalecer de verdade, é preciso incluir exercícios com maior intensidade, amplitude de movimento e, em alguns casos, sobrecarga. A orientação de um profissional faz toda a diferença para adaptar o treino a cada pessoa”, recomenda Leandra.
O fortalecimento pode ser feito de forma segura e eficiente com exercícios simples de elevação de calcanhar, realizados em pé, sentado ou em aparelhos específicos de academia. A especialista recomenda atenção ao controle do movimento, sobretudo na fase de descida. “Além dos treinos, hábitos cotidianos ajudam a ativar a chamada “bomba da panturrilha”, como caminhar alguns minutos a cada hora, realizar pequenas elevações na ponta dos pés durante o dia e elevar as pernas acima do coração ao final da jornada”, acrescenta a docente do CEUB.
Acrescente exercícios à sua rotina ou ao seu treino:
Elevação de calcanhar em pé
Fique de pé, apoie-se em uma parede ou cadeira, e suba na ponta dos pés. Segure 2 segundos e desça devagar. Repita 3 séries de 15 a 20 repetições.
Elevação de calcanhar sentado
Sente-se em uma cadeira, apoie os pés no chão e levante apenas os calcanhares, mantendo as pontas dos pés fixas. Ideal para trabalhar o músculo sóleo, profundo e essencial para resistência.
Degrau ou step
Faça o movimento de subir na ponta dos pés em cima de um degrau, deixando o calcanhar descer bem antes de subir novamente. Esse alongamento extra dá mais eficiência ao exercício.
Leg press
Na posição de leg press, empurre a plataforma apenas com a ponta dos pés, levantando e abaixando os calcanhares. Excelente para ganhar força com sobrecarga controlada.



Uso indiscriminado de suplementos pode ameaçar a saúde renal, alerta especialista do CEJAM

 

São Paulo, setembro de 2025 – O Brasil ocupa hoje o posto de terceiro maior mercado de suplementos do mundo. Em 2024, o setor movimentou R$ 4,6 bilhões no país, enquanto o mercado global chegou a US$ 28 bilhões, conforme dados da Euromonitor. A expectativa da Associação Brasileira dos Fabricantes de Suplementos Nutricionais e Alimentos para Fins Especiais (Brasnutri) é de que o segmento atinja R$ 9,6 bilhões até 2028, um crescimento acumulado de 120%. Estima-se que dois em cada três lares brasileiros tenham pelo menos uma pessoa utilizando algum tipo de suplemento.

Por trás dos números expressivos, no entanto, a Dra. Alessandra Bonilha, médica nefrologista da Santa Casa de São Roque, unidade administrada pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”), em parceria com a prefeitura da cidade , faz um alerta importante: o uso excessivo ou indiscriminado desses produtos pode comprometer a função renal. Segundo ela, a sobrecarga nos rins causada pelo consumo inadequado de proteínas, creatina, vitamina D e outras substâncias têm se tornado cada vez mais frequente, especialmente entre os jovens.

“Já observamos casos de lesões renais graves causadas por suplementação sem acompanhamento profissional. Há relatos de pacientes que desenvolveram cálculos renais e, em situações mais críticas, evoluíram para quadros de insuficiência renal aguda, precisando recorrer à hemodiálise”, afirma a especialista.

Os rins funcionam como filtros do organismo e são responsáveis por eliminar pela urina as substâncias ingeridas. Quando há excesso de proteínas, seja de origem animal ou vegetal, de creatina ou algum outro suplemento, o órgão precisa trabalhar mais para filtrar os resíduos metabólicos, o que pode levar à disfunção renal temporária ou permanente.

“Entre os principais sinais de que algo não vai bem com os rins estão alterações na coloração e na quantidade de urina. A orientação é que quem consome suplementos de forma regular realize exames de creatinina, uréia e urina tipo I, além de ultrassom de rins e vias urinárias, especialmente em casos com predisposição a doenças renais”, explica Dra. Alessandra.

Além disso, suplementos contendo cafeína ou vasodilatadores, comuns em fórmulas pré-treino, podem influenciar negativamente a função renal, se usados incorretamente. “A cafeína, por seu efeito diurético, pode aumentar a produção de urina e favorecer a eliminação de toxinas. No entanto, em doses elevadas ou em indivíduos com problemas renais prévios, pode causar sobrecarga nos rins e trazer prejuízos à saúde. Já os vasodilatadores, ao promoverem o relaxamento dos vasos sanguíneos, tendem a melhorar o fluxo sanguíneo renal e reduzir a pressão arterial. Mas em excesso, podem interferir na autorregulação do órgão”, pondera.

Apesar da água ser primordial para quem ingere suplementos, a ingestão de grandes volumes também pode representar um risco. “A hiper-hidratação pode causar hiponatremia, condição caracterizada por baixos níveis de sódio no sangue, com sintomas como confusão mental, convulsões e, em casos graves, coma. O excesso de água pode mascarar os sintomas de sobrecarga renal. Beber água é importante, mas sempre com equilíbrio”, acrescenta.

A médica destaca, ainda, que a suplementação pode ser segura quando feita corretamente e com supervisão de especialistas. A atuação integrada de nefrologistas, nutricionistas e médicos do esporte é essencial para garantir essa segurança, principalmente para atletas ou pessoas que buscam melhorar o desempenho físico.

“Para indivíduos saudáveis, produtos como whey protein e creatina, nas doses indicadas, geralmente não causam danos. O problema é o uso por conta própria, sem avaliação médica. Antes de iniciar qualquer suplementação, é fundamental checar se ela é realmente necessária e segura para aquele organismo”, reforça.

O risco se agrava quando os suplementos são combinados com outras substâncias, como anabolizantes ou termogênicos. “O uso de anabolizantes está associado ao aumento da pressão arterial e a danos celulares nos rins. Já os termogênicos podem agravar problemas gastrointestinais e são contraindicados para pessoas com doenças renais, hepáticas ou distúrbios da tireoide”, exalta a médica.

Sendo assim, antes de ingerir qualquer tipo de suplemento, é primordial solicitar a um especialista uma análise, por meio de exames clínicos. “Muitos desses suplementos são possíveis de ingerir, na quantidade ideal para o corpo, por meio de uma alimentação equilibrada. Apenas quando identificada uma deficiência nutricional ou necessidade específica é indicado suplementar. Mas nunca por conta própria. A orientação profissional é indispensável”, conclui a nefrologista.

Sobre o CEJAM

O CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Ribeirão Preto, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.




Melasma e depilação a laser: riscos e cuidados para evitar piora da mancha

 

 

Foto: Adobe Stock

A depilação a laser é a solução para muitos que querem se livrar dos pelos, mas para quem tem melasma, a atenção deve ser redobrada. Isso porque, segundo a fisioterapeuta e esteticista Gabriela Fachini (@gabrielafachinilaser no Instagram), o calor e a inflamação gerados pelo laser podem piorar as manchas escuras na pele.

A condição, que afeta até 35% das mulheres brasileiras em idade fértil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), exige cautela, especialmente por ter um impacto emocional e estético significativo na autoestima das pacientes.

Melasma: o que é e por que a cautela é essencial?

O melasma é uma condição crônica, sem cura, caracterizada por manchas acastanhadas que surgem principalmente no rosto, mas podem aparecer em braços e colo. Os principais fatores que o desencadeiam são a predisposição genética, alterações hormonais e, principalmente, a exposição ao sol.

O cuidado com o melasma é crucial porque, como define a especialista Gabriela Fachini, a mancha é sensível. “Qualquer estímulo de calor ou de processo inflamatório vai piorar essa mancha. E se eu gerar esse processo inflamatório em cima da mancha do melasma, posso tanto piorar o quadro quanto queimar a paciente, porque existe melanina ativa ali”, explica.

O laser é proibido para quem tem melasma?

Apesar dos riscos, a resposta é não. A depilação a laser não é totalmente proibida, mas precisa ser feita com inteligência.

Segundo a especialista, a aplicação do laser deve ser feita em áreas que não tenham manchas. Se for próximo, o ideal é manter uma “borda de segurança” ao redor da região afetada. Em outras áreas do corpo, a depilação a laser não tem restrições para quem tem melasma.

Cuidados essenciais no procedimento

Para garantir a segurança e evitar que a condição se agrave, a especialista recomenda os seguintes passos:

  • Avaliação prévia: Antes de qualquer sessão, o profissional deve avaliar o histórico de pele do paciente.
  • Evitar a mancha: O laser não deve ser aplicado diretamente sobre as manchas ativas.
  • Acompanhamento dermatológico: Em casos mais avançados, é fundamental que o paciente seja acompanhado por um dermatologista.
  • Pós-procedimento: O uso de filtro solar e barreiras físicas é obrigatório para proteger a pele no período pós-laser.



Quer perder peso até o Natal? Descubra como em 7 dicas de especialista

 

Ainda não é Natal, mas a promessa de ter uma vida ativa e incluir a atividade física na rotina ainda pode se concretizar. Para garantir um estilo de vida saudável e equilibrado, o exercício é um grande aliado no emagrecimento e no ganho de massa muscular. A boa notícia é que dá para alcançar resultados de forma sustentável, sem dietas mirabolantes ou treinos impossíveis. Para a professora de Educação Física do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Leandra Batista, entrar no ritmo e perder peso é uma jornada de pequenas escolhas consistentes. Confira 7 dicas da especialista e entre no foco ainda em agosto.

  1. Treine algumas vezes por semana – não precisa viver na academia

Três ou quatro treinos já bastam para sentir diferença. Misture força e aeróbico, escolha atividades que te deem prazer e lembre-se: não é sobre quantidade, mas sobre constância. De três a quatro treinos por semana já são suficientes para bons resultados. “O ideal é mesclar treinamento de força (ao menos duas vezes na semana, focando em grandes grupos musculares) e exercícios aeróbicos. A Organização Mundial da Saúde recomenda 150 minutos semanais de intensidade moderada ou 75 minutos de alta intensidade”, destaca Leandra.

  1. Coloque a musculação como aliada

Ela não é só para quem quer “crescer”. A musculação mantém os músculos ativos, acelera o metabolismo e ajuda na queima de gordura mesmo quando você está descansando. “Ela preserva a massa muscular, aumenta a densidade muscular e acelera o metabolismo de repouso, facilitando a queima de gordura.”

  1. Aeróbico também tem seu papel

Uma caminhada acelerada, corrida, bicicleta ou até dançar na sala. O importante é mexer o corpo, aumentar a frequência cardíaca e sentir aquele gás extra de energia. “O aeróbico é essencial para saúde cardiovascular, mas isoladamente não gera o mesmo impacto metabólico”.

  1. Crie metas que caibam na sua vida

“Nada de promessas impossíveis. Ajuste horários, celebre pequenas conquistas e vá passo a passo. Cada treino conta, e cada semana é uma chance de recomeçar”, destaca a especialista. Segundo ela, variar os treinos, planejar horários e inserir recompensas ajudam a manter a regularidade. Outra estratégia é se inserir em ambientes motivadores, como academias coletivas ou grupos de treino, que aumentam a adesão.

  1. Encontre companhia

Treinar em grupo ou com amigos dá outra motivação. O fator social faz diferença: um incentiva o outro, a diversão aumenta e a disciplina aparece quase sem perceber. “Estudos mostram que pessoas que treinam em grupo ou com acompanhamento personalizado apresentam maior taxa de comparecimento e resultados mais consistentes”, afirma.

  1. Evite os sabotadores silenciosos

Leandra afirma que dormir pouco, viver estressado, pular treinos e confiar só na balança podem minar seus resultados. Comer proteína de menos também atrapalha. São detalhes que, no fim, pesam muito e interferem no progresso.

  1. Lembre-se do tripé da saúde

Não existe mágica. O emagrecimento saudável vem de três pilares: alimentação equilibrada, movimento regular e sono de qualidade. Quando os três caminham juntos, os resultados aparecem e ficam. “O importante é entender que saúde não se constrói da noite para o dia. Mas cada treino, cada refeição equilibrada e cada noite bem dormida são tijolinhos que sustentam esse processo. E a recompensa é sentir-se melhor consigo mesmo”, reforça a docente do CEUB.




Creatina e HMB: saiba como usar canetinhas emagrecedoras sem perder massa muscular

São Paulo, setembro de 2025 – A busca pelo emagrecimento ganhou um novo capítulo nos últimos anos com a popularização das chamadas canetas de GLP-1 – ou canetinhas emagracedoras -, como a semaglutida e a liraglutida, desenvolvidos inicialmente para o tratamento do diabetes tipo 2, esses medicamentos passaram a ser utilizados também no combate à obesidade e se tornaram um verdadeiro fenômeno em consultórios e nas redes sociais. Porém, junto com os quilos perdidos, muitos médicos e nutricionistas chamam a atenção para a perda de massa muscular, o que pode comprometer não só a aparência, mas também a saúde metabólica e funcional. 

Segundo Marcelo Carvalho, nutricionista, educador físico e consultor técnico científico da Nutrify, referência nacional em suplementos clean label, “A perda de músculo durante o uso dessas medicações é um ponto que precisa ser discutido com mais seriedade, uma parte importante do peso eliminado vem da massa magra, e isso pode trazer impactos na força, no metabolismo e até aumentar o risco de reganho de peso em forma de gordura no futuro”, alerta.  

Essa perda ocorre por diversos motivos. Além da redução no apetite, que costuma afetar também o consumo de proteínas, o uso contínuo das canetas pode levar a uma menor produção de hormônios anabólicos e à diminuição da taxa metabólica basal, dificultando a preservação do tecido muscular. O resultado, segundo o especialista, é um organismo mais vulnerável, com menor gasto energético e maior tendência a recuperar peso quando o tratamento é interrompido. 

Para enfrentar esse efeito colateral, estratégias como o treinamento resistido e a ingestão adequada de proteínas são fundamentais, mas a suplementação também pode ajudar. “A combinação de creatina e HMB se mostra especialmente eficaz nesse contexto. Juntas, essas duas substâncias oferecem suporte tanto para preservar quanto para recuperar a massa muscular, mesmo em cenários de dieta ou emagrecimento acelerado”, explica Marcelo. 

A creatina é conhecida por ajudar na produção de energia dentro das células musculares, o que se traduz em mais força, resistência e recuperação. Já o HMB atua diretamente na proteção da massa magra, reduzindo a degradação muscular e estimulando a síntese de novas proteínas. “Essa combinação oferece uma abordagem prática e eficiente para quem quer emagrecer sem abrir mão da saúde muscular”, reforça. 

Pensando nisso, a Nutrify desenvolveu a Creatine HMB, suplemento que une 3g de creatina monohidratada e 3g de HMB por dose, além de nutrientes como coenzima Q10, vitaminas D e K, cálcio, selênio e zinco. A fórmula foi criada para atender tanto quem pratica atividade física quanto quem está em processo de emagrecimento ou envelhecimento natural.