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Com a chegada das férias, parquinhos são opção de lazer para crianças, mas pais precisam atentar a fatores de segurança

 

 

São Paulo, dezembro de 2024 – Mesmo na era digital, em que as crianças ficam mais tempo dentro de casa e são atraídos, cada vez mais cedo, para a frente das telas dos smartphones, os parques infantis seguem sendo locais fundamentais para a sociabilização e para o desenvolvimento físico, motor e sensorial dos mais jovens, além, é claro, de proporcionarem alegria e diversão.

No período de férias, que se inicia no mês de dezembro, esses espaços públicos costumam ficar mais cheios. E é nesse momento que pais e cuidadores devem ficar alertas para os riscos de acidentes, alguns dos quais graves, sobretudo aqueles envolvendo quedas.

Uma pesquisa da Aldeias Infantis SOS, organização global que lidera o maior movimento de cuidado do mundo, publicada neste ano, mostrou que ocorrências de acidentes com crianças de 10 a 14 anos envolvendo queda aumentaram 10,33% entre 2022 e 2023. O estudo ainda indicou que esses casos concentraram 45% do total das hospitalizações por acidentes envolvendo crianças e adolescentes no período.

“Um parquinho seguro é, inicialmente, aquele que foi instalado em conformidade com os regulamentos, bem como diretrizes estabelecidas por especialistas, como é o caso da Norma Técnica 16.071 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)”, afirma Erika Tonelli, especialista em Entornos Seguros e Protetores da Aldeias Infantis SOS. No entanto, ela lembra que grande parte desses equipamentos públicos não está de acordo com as regras básicas para seu pleno funcionamento, enquanto outros não passam por manutenção periódica.

“É por isso que os adultos responsáveis pelas crianças devem fazer um checklist completo do parquinho para evitar a exposição ao risco. Eu recomendo que eles atentem à faixa etária indicada para cada brinquedo, o estado de conservação dos equipamentos e dos pisos anti-impacto, como o próprio gramado do parque, além, é claro, de permanecerem atentos ao movimento das crianças, orientando, mesmo à distância, a forma como brincam e interagem com os outros jovens”, destaca Erika.

A especialista ressalta, no entanto, que esses pequenos cuidados não devem constranger as crianças, colocando os adultos em uma posição superprotetora, de tal modo que elas tenham a total liberdade de interagir com a área de lazer.

“O importante é que os pais e outros responsáveis não percam o hábito de tirar as crianças do ambiente de casa, por algumas horas do dia, para levá-las para brincar ao ar livre com outras crianças. O contato com brinquedos com diferentes texturas, tamanhos e formas oferece estímulos diversificados para o desenvolvimento espacial e sensorial da criança, e a interação com outros jovens contribui para formar pessoas mais afetivas e abertas para o convívio em sociedade”, afirma Erika.

Correr perigo 

Recentemente, a imprensa internacional noticiou que um novo modelo de parquinhos virou tendência na Europa. São parques infantis propositalmente perigosos, concebidos para meninos e meninas desenvolverem noções de perigo e competências de risco.

Os defensores desse tipo de parquinho alegam que crianças precisam ser desafiadas para aprender a lidar com riscos. No entanto, segunda a especialista da Aldeias Infantis SOS, quem tem menos de 10 anos tem poucas condições de gerenciamento de risco por conta própria.

“Os brinquedos podem ser seguros, de acordo com a faixa etária, e, ao mesmo tempo, apoiarem o desenvolvimento de competências de risco, como no caso de escorregadores e brinquedos com cordas e escadas. Brinquedos seguros não são sinônimos de superproteção e não é preciso correr riscos reais para aprender a se defender”, esclarece Erika.

No entanto, a especialista pondera que os gestores públicos podem tirar lições a partir do estudo da arquitetura e dos serviços de zeladoria dos parques infantis europeus.

“Em muitos parques europeus, há placas com a indicação das faixas etárias, telefone do serviço de emergência e endereço da unidade de saúde mais próxima. Em geral, estão localizados em áreas cercadas e com portões, e possuem espaços para brincadeiras livres ou práticas esportivas. Além disso, são muito bem conservados, limpos, e tem uma variedade de brinquedos interessantes. Creio que temos muito a aprender com eles nos quesitos limpeza e conservação”, conclui.




Em defesa da autoajuda

 

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” revelou um fenômeno alarmante. Pela primeira vez na história, a maioria dos brasileiros declarou não ter lido sequer parte de um livro nos últimos três meses. Essa constatação representa uma perda de quase sete milhões de leitores em relação à última edição da pesquisa, realizada em 2019, indicando um afastamento crescente da leitura em nosso país. Os dados, que refletem uma tendência de longo prazo, apontam para uma crise multifacetada com raízes profundas.

O sistema educacional brasileiro enfrenta desafios estruturais que comprometem a formação de leitores desde a infância. A ausência de incentivos à leitura, aliada a currículos que muitas vezes não dialogam com a realidade dos alunos, cria barreiras ao desenvolvimento do hábito literário. Soma-se a isso a desvalorização cultural da leitura, vista por muitos como algo supérfluo, em contraste com as demandas imediatas da vida cotidiana. Políticas públicas insuficientes para democratizar o acesso aos livros, especialmente em comunidades carentes, também contribuem para agravar o problema.

Outro aspecto que merece destaque é a influência das tecnologias digitais. Redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas de streaming têm moldado novos padrões de consumo cultural, oferecendo entretenimento rápido e superficial. Isso reduz o tempo e a disposição das pessoas para leituras mais profundas e reflexivas, como as que os livros proporcionam. Paralelamente, a literatura popular – que poderia servir como uma porta de entrada para novos leitores – é frequentemente desdenhada pelas elites culturais. Livros de autoajuda e de temática religiosa, por exemplo, são vistos com preconceito, apesar de seu impacto positivo em muitos segmentos da população.

A literatura de autoajuda, em particular, desempenha um papel fundamental na formação individual e coletiva. Suas mensagens de superação, disciplina e autorresponsabilidade promovem valores que transcendem o indivíduo, ao incentivar a construção de estruturas sociais mais inclusivas e colaborativas. É importante ressaltar que, ao estimular a individualidade – o reconhecimento das características únicas de cada pessoa – esses livros não promovem o individualismo, que se caracteriza pelo egoísmo e pela desconexão social. Pelo contrário, eles ajudam a fortalecer vínculos coletivos ao mostrar como talentos e limitações individuais podem se complementar para alcançar objetivos comuns.

Os livros religiosos, por sua vez, têm a capacidade de transmitir valores éticos e morais que favorecem a convivência social e o bem-estar coletivo. Ao desvalorizar essas formas de literatura, as elites intelectuais acabam não apenas restringindo o acesso das massas à leitura, mas também perpetuando um ciclo de exclusão cultural. Reconhecer a importância dessas obras é fundamental para resgatar o hábito da leitura em um país onde ela está em declínio.

Para reverter esse cenário, é essencial adotar uma abordagem inclusiva e abrangente. É preciso valorizar todos os gêneros literários, reconhecendo o potencial transformador de cada um, e investir em políticas públicas que incentivem o hábito de ler, em todos os níveis. Reformular a educação, integrando práticas pedagógicas que estimulem o prazer pela leitura e a diversidade literária, é um passo crucial. Além disso, aproveitar as tecnologias digitais para ampliar o acesso a e-books e audiolivros pode ajudar a atrair novos públicos.

O declínio da leitura no Brasil não é apenas um reflexo dos problemas educacionais e culturais, mas também um alerta sobre a necessidade de promover uma transformação coletiva. Livros de autoajuda e livros religiosos têm um papel indispensável nesse processo, ao oferecer ferramentas que incentivam tanto o crescimento individual quanto a coesão social.

Resgatar a leitura como hábito cultural é mais do que um desafio; é uma oportunidade de construir uma sociedade mais justa, equilibrada e solidária.

 

André Naves é defensor público federal formado em Direito pela USP; especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social e mestre em Economia Política pela PUC/SP; Cientista Político pela Hillsdale College; doutor em Economia pela Princeton University; Comendador Cultural, Escritor e Professor (Instagram: @andrenaves.def).

 

 




Entre os BRICS e o G20: a ambígua postura brasileira

 

O G20, ou Grupo dos 20, é um fórum internacional formado pelas principais economias do mundo, que reúne tanto economias avançadas quanto emergentes. Criado em 1999 em resposta às crises financeiras dos anos 1990, especialmente a crise asiática de 1997, o G20 inclui 19 países e a União Europeia, representando aproximadamente 85% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e cerca de dois terços da população global. Seus membros são: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia, além da União Europeia.

O G20 tem como principal objetivo promover a cooperação econômica internacional e discutir temas que impactam a estabilidade econômica e financeira global. Embora o grupo não possua um secretariado fixo ou sede permanente, suas atividades ocorrem por meio de reuniões anuais entre chefes de Estado dos países membros, além de encontros entre ministros de finanças e presidentes de bancos centrais. O G20 opera com uma presidência rotativa anual, na qual o país anfitrião define a agenda de discussões. Essa estrutura informal e sem exigências jurídicas rígidas permite que o G20 responda rapidamente a crises e questões emergentes na economia global, tornando-o um fórum estratégico para negociações.

De dezembro de 2023 a dezembro de 2024, a presidência do grupo está a cargo do Brasil. Na pauta, Brasília colocou como temas centrais o combate à fome, à pobreza e à desigualdade, o desenvolvimento sustentável e a reforma da governança global. Essas prioridades refletem as posições e preocupações do atual governo brasileiro.

A ênfase do Brasil em temas como justiça social, sustentabilidade e reforma institucional pode ser vista como uma tentativa de reposicionar o país como líder na agenda de desenvolvimento e ponte entre o Norte e o Sul globais. Essa postura alinha o Brasil a outras nações emergentes que buscam uma ordem internacional mais multipolar e representa uma crítica indireta à forma como as economias desenvolvidas têm tratado questões de desigualdade e meio ambiente. A estratégia brasileira de fomentar discussões inclusivas e envolver a sociedade civil — como na iniciativa do “G20 Social” — reforça seu posicionamento como defensor de uma governança global mais democrática e acessível, ao menos em teoria.

Entretanto, essa pauta para a presidência do G20 pode parecer inconsistente frente à participação brasileira nos BRICS — que recentemente expandiu-se para incluir regimes autoritários com baixo comprometimento com os direitos humanos. A postura do Brasil reflete uma tentativa de equilibrar sua influência em dois blocos com ideologias e visões distintas: o G20, mais alinhado com democracias liberais e valores ocidentais, e os BRICS, um agrupamento diverso que inclui Estados que desafiam normas de direitos humanos e governança.

Do ponto de vista realista, a aproximação com regimes autoritários pode ser vista como uma estratégia pragmática em que o Brasil busca maximizar seus interesses nacionais, diversificar alianças e ampliar sua influência global. Contudo, essa postura coloca o país em uma posição ambígua, especialmente ao se apresentar como defensor da democracia e dos direitos humanos em fóruns como o G20. Críticos observam que, ao estreitar relações com governos que violam direitos civis e políticos, o Brasil arrisca diluir sua credibilidade em pautas democráticas, comprometendo sua imagem de defensor de valores dados como universais. Um exemplo crescente é o reconhecimento, pelo partido do presidente Lula, da vitória do ditador venezuelano Nicolás Maduro, em eleições amplamente contestadas.

Geopolíticos como Zbigniew Brzezinski argumentam que alianças com regimes autoritários podem resultar em afastamento de aliados ocidentais e marginalização em fóruns que priorizam os direitos democráticos. Ao se aproximar de países como Irã, Arábia Saudita e Rússia, o Brasil pode perder parte do apoio das potências ocidentais em temas como sustentabilidade e desenvolvimento inclusivo, gerando uma tensão entre seus discursos sobre justiça social e o apoio a regimes opressivos.

Independentemente da presidência brasileira e sua postura ambígua, o G20 enfrenta desafios e limitações. Como fórum informal, suas decisões, embora influentes, não têm poder vinculante. A implementação das resoluções depende da vontade política e da capacidade dos países membros, limitando a eficácia do G20 na resolução de questões globais urgentes, como o combate às desigualdades econômicas e às mudanças climáticas, já que seus compromissos se baseiam no consenso, sem garantias de cumprimento.

Além disso, as crescentes tensões geopolíticas entre os membros do G20, como a rivalidade entre Estados Unidos e China e as questões ligadas à invasão russa da Ucrânia, representam obstáculos à construção de consensos. As diferenças políticas e econômicas, bem como os interesses divergentes entre economias desenvolvidas e emergentes, dificultam soluções conjuntas para desafios globais. Apesar dessas limitações, o G20 permanece um fórum influente, cuja presidência o Brasil parece não aproveitar plenamente para estreitar laços comerciais com outras nações.

João Alfredo Lopes Nyegray é doutor e mestre em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais. Coordenador do curso de Comércio Exterior e do Observatório Global da Universidade Positivo (UP). Instagram: @janyegray




Start em alto mar: está aberta a temporada de cruzeiros no Brasil

 

A temporada de cruzeiros 2024/2025 no Brasil chega repleta de grandes expectativas, prometendo elevar os patamares de crescimento e impacto nos destinos turísticos nacionais. Com cifras promissoras, essa temporada está marcada pelo oferecimento de mais de 862 mil leitos a bordo de novos navios, sinalizando um avanço significativo em relação ao ano anterior. A expectativa é que o impacto econômico supere os R$ 5,2 bilhões gerados na temporada anterior, refletindo uma recuperação robusta do setor e um reforço à posição do Brasil no cenário global de turismo.

“Os cruzeiros oferecem uma maneira singular de explorar o Brasil, combinando a conveniência do transporte com o fascínio de destinos interessantes”, observa Santuza Macedo, especialista e empreendedora no setor de turismo.

Com mais de 200 itinerários programados para 18 destinos, os cruzeiros incentivam a visitação a diversas cidades e regiões costeiras, promovendo não apenas pontos turísticos icônicos, como o Pão de Açúcar no Rio de Janeiro e o Pelourinho em Salvador, mas também destinos menos conhecidos que oferecem experiências culturais históricas. Essa diversificação ajuda a redistribuir os benefícios do turismo, estimulando cidades que, de outra forma, poderiam não ser tão visitadas. “Cada navio que atraca em nossos portos representa não apenas turistas, mas oportunidades para fortalecer a economia e valorizar a cultura local”, afirma Santuza. “Essa interação do turista com a comunidade é fundamental para um turismo sustentável e consciente.”

Além do impacto econômico, a temporada de cruzeiros também ajuda a promover a imagem do Brasil no cenário internacional. Com a recompensa de suas belas praias, rica biodiversidade e diversidade cultural, o país se posiciona cada vez mais como um destino de classe mundial. Isso não atrai apenas turistas, mas também investidores que enxergam o potencial do Brasil no setor.

Para os viajantes que embarcam pela primeira vez, Santuza compartilha dicas valiosas:

  1. Escolha o tipo de cruzeiro: existem cruzeiros diferentes que atendem a diversos interesses, como famílias, casais ou grupos de amigos. Pesquisar e escolher o navio que melhor se adapta ao seu perfil é fundamental.
  2. Planeje as excursões com antecedência: muitos destinos oferecem passeios e atividades de forma limitada. É aconselhável reservar as excursões mais populares antes do embarque para garantir um lugar.
  3. Aproveite as estruturas a bordo: os cruzeiros oferecem uma variedade de entretenimento e gastronomia. Experimente tudo o que o navio tem a oferecer, desde shows até restaurantes temáticos.
  4. Leve protetor solar e roupas confortáveis: o clima tropical pode ser intenso. É essencial proteger-se do sol e usar roupas leves para aproveitar ao máximo os passeios em terra.
  5. Fique atento às informações de saúde e segurança: consulte as diretrizes de saúde atualizadas antes da viagem, que são especialmente importantes em tempos de mudanças globais.

Por fim, uma temporada de cruzeiros traz uma onda de eventos e festividades que envolve tanto os turistas quanto os moradores locais, promovendo a troca cultural e o fortalecimento dos laços comunitários. Em 2024, espera-se que essa conexão se torne ainda mais evidente, à medida que os viajantes compartilhem suas experiências e descobertas, criando um ciclo de valorização e apreciação das culturas e tradições brasileiras.

Em suma, a temporada de cruzeiros no Brasil é uma oportunidade não apenas para redescobrir as belezas do litoral, mas também para alavancar o turismo nacional e fortalecer a economia. À medida que mais pessoas se aventuram pelas rotas oceânicas do Brasil, o país solidifica sua posição no mercado global de turismo, mostrando que aqui, cada cruzeiro é uma porta aberta para um futuro próspero e diversificado.




Brasil é eleito melhor destino de turismo de aventura do mundo

 

 

 
O Brasil foi escolhido como o melhor destino mundial de turismo de aventura, segundo a lista de 2024 do portal US News & World Report, elaborada em parceria com a Wharton School, da Universidade da Pensilvânia. A pesquisa ouviu quase 17 mil pessoas de diferentes partes do mundo, que avaliaram 89 países em categorias como qualidade de vida, mudanças climáticas, influência cultural e, principalmente, aventura. O Brasil ficou à frente de destinos conhecidos, como Itália, Grécia, Espanha e Tailândia. O Hurb, empresa de tecnologia que atua no mercado de turismo há 13 anos, listou alguns dos principais destinos de aventura no país.

As opções de turismo de aventura no Brasil são variadas e incluem experiências em paisagens naturais de diferentes regiões. Em São Bento do Sapucaí, São Paulo, a Pedra do Baú atrai quem gosta de trilhas e escaladas, com um percurso que leva ao topo pela “Via Ferrata”, uma subida com degraus fixados na rocha. Na Serra do Roncador, em Mato Grosso, as trilhas atravessam cânions e cachoeiras escondidas. Em Bonito, no Mato Grosso do Sul, o Abismo Anhumas convida os visitantes a descerem de rapel até um lago subterrâneo, explorando as águas de uma caverna alagada.

Já em Goiás, na Chapada dos Veadeiros, uma das atividades mais procuradas é o Voo do Gavião, uma tirolesa que passa sobre as florestas do cerrado e revela paisagens como a Serra Almécegas. Na Paraíba, o Parque Estadual da Pedra da Boca oferece trilhas e atividades em um cenário de formações rochosas. No Piauí, o Delta do Parnaíba permite a exploração de dunas e lagoas em passeios de quadriciclo. No Maranhão, a Chapada das Mesas impressiona com suas cachoeiras e rios, proporcionando aos visitantes um roteiro de aventura e contato com a natureza.

Marcelo Freixo, presidente da Embratur, apontou que o reconhecimento global reforça o projeto de transformar o turismo brasileiro em uma atividade segura e sustentável. Ele destacou que o país possui normas técnicas nacionais e internacionais para o turismo de aventura, além de certificações ISO. Freixo também citou as parcerias firmadas com a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta) e com o Coletivo Muda!, ambas voltadas para fortalecer o ecoturismo brasileiro no exterior.

 Posicionamento global do Brasil

Além de liderar o turismo de aventura, o Brasil conquistou posições importantes em outras categorias do ranking global, ficando em 11º em influência cultural, 12º em potencial econômico e 12º em herança cultural. Esses fatores reforçam o reconhecimento internacional do Brasil como um destino com rica diversidade cultural e oportunidades de desenvolvimento econômico sustentável.

Com essa liderança, o país se consolida como destino para os apaixonados por aventura e natureza, oferecendo experiências que vão desde escaladas desafiadoras até expedições em cenários naturais.

 



Praia do Guarujá se torna a mais premiada da América do Sul pela gestão ambiental, infraestrutura e segurança

 

Praia do Tombo é a mais premiada da América Latina. Foto: Prefeitura do Guarujá

 

 

Localizada na Estância Turística do Guarujá, a Praia do Tombo ganhou, pelo 15º ano consecutivo, o selo Bandeira Azul, um certificado que garante o cumprimento de critérios internacionais de qualidade da água do mar, gestão e educação ambiental, além de infraestrutura e segurança.

Única do Estado de São Paulo a receber o selo em 2024, a Praia do Tombo se tornou também a mais certificada da América do Sul. Localizada entre a Praia do Guaiúba e a Praia das Astúrias, a Praia do Tombo tem 856 metros de extensão, é frequentada por surfistas e sedia campeonatos da modalidade. Também conta com um núcleo de informações e educação ambiental, além de boa estrutura de bares, quiosques e restaurantes.

O Guarujá é um dos nove municípios da Baixada Santista, região que mais recebe visitantes no Estado de São Paulo. No ano passado, foram cerca de seis milhões de turistas e excursionistas. “É um reconhecimento merecido à nossa Pérola do Atlântico, uma estância turística com tantas qualidades e atrações para todos os perfis de público”, afirma o secretário Roberto de Lucena, de Turismo e Viagens de São Paulo.

O Brasil teve este ano 38 praias brasileiras e 11 marinas certificadas com o selo concedido pela Foundation for Environmental Education, organização não governamental dinamarquesa que atua em 46 países. O júri brasileiro do Programa Bandeira Azul teve a participação dos ministérios do Turismo e do Meio Ambiente, da Embratur, da Secretaria do Patrimônio da União e do Instituto Ambientes em Rede.




Domingo tem show de viola no Teatro Municipal

 

O cantor e compositor Yassir Chediak exibe seu show “Roda de Viola” domingo (13) às 19 horas, no Teatro Municipal, com entrada franca.

O repertório inclui canções que tratam de saudade e aconchego, como “É o Amor”, “Ainda Ontem Chorei de Saudade”, “Lá no Pé da Serra”, “Romaria” e “Tocando em Frente”.

Neste projeto, Yassir compartilha sua vivência nas trilhas sonoras das novelas Pantanal, Paraíso e Carga Pesada, levando a magia da televisão para o palco, onde o público é convidado a cantar e prosear juntos. A proposta é promover uma verdadeira celebração à vida e aos valores da terra, criando um momento especial e único.

 Atualmente, a música “Brasil Caminhoneiro”, de sua autoria, é tema do programa homônimo exibido pela TV Record, alcançando milhões de telespectadores em todo o Brasil.

Os ingressos para o show são gratuitos e podem ser reservados entre os dias 7 e 11 de outubro. Os interessados têm a opção de garantir suas entradas retirando-as pessoalmente na Secretaria de Cultura, instalada na avenida Rui Barbosa, 14, ou pelo link https://abre.ai/ldBB




Parque das Águas terá torneio de pesca neste sábado

 

Hoje (12), às 17 horas, a prefeitura realizará a soltura de peixes no Parque das Águas – Colinas Eldorado. A iniciativa tem o objetivo de garantir a presença de peixes para o Dia de Pesca, que será sábado, dia 14, das 10 às 15 horas.

O torneio será promovido pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, em parceria com a empresa XPlorer e é aberto a todos apreciadores do esporte.

Segundo o prefeito José Aparecido, serão soltos peixes de até 15 quilos, doados pelo empresário, Julio Paiva, do Pesqueiro Esmeralda, que poderão ser capturados e levados para casa. “Teremos um sábado de muita festa no Parque das Águas – Colinas Eldorado, com moda de viola, bebidas, quitutes e pesca aberta a todos”, prevê o prefeito.

De acaordo com Fernando Henrique de Souza Miranda, gerente da XPlorer, o ambiente também terá uma praça de alimentação, apresentações musicais, sorteio de brindes e mais atrações.

Os peixes fisgados pelos participantes durante o concurso serão pesados e aqueles que fisgaremos três maiores receberão troféus e brindes oferecidos pela XPlorer e poderão leevara seus exemplares para casa.

A pesca é liberada para todos os interessados.




Piscina do Ecoparque reabre neste sábado, 7 de setembro

 

 

A assessoria de comunicação da prefeitura informou nesta quinta-feira (4) que a piscina do Ecoparque será reaberta frequência popular, depois de permanecer fechada desde o início do inverno, a partir deste sábado (7). O espaço oferece uma área de lazer completa, incluindo quadras poliesportivas, quadra de areia, restaurante com comida caseira, música ao vivo aos domingos, além de quiosques com toda infraestrutura.

A taxa de acesso à piscina é de R$ 6,00, mas crianças até 12 anos e idosos têm entrada gratuita. Estudantes com carteirinha pagam R$ 3,00. A locação de quiosques custa R$ 50,00 e deve ser feita com antecedência na Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

O Ecoparque funciona aos sábados, domingos e feriados, das 9 às 17h30, localizado na avenida Getúlio Vargas, próximo ao Kartódromo. Mais informações pelos telefones (18) 99645-6004 ou 99808-2258.




Dudu do Cavaco e Leonardo Gontijo fazem palestra show na cidade 10

A palestra show em parceria com a Coordenadoria do curso de Administração da FEMA, ACIA , SEBRAE e COMUNIDADE CAPOEIRA, que mantém o projeto Capoeira Inclusiva, será ministrada, pelo primeiro musico e palestrante com síndrome de Down do Brasil, Dudu do Cavaco e Leonardo Gontijo no dia 10 a partir das 19h30, no auditório da Associação Comercial, em comemoração aos 59 anos da profissão de Administrador. A palestra terá como tema “ As cinco características da Liderança Inclusiva”.

O prrograma será 100% gratuito e tem como objetivo a inclusão e interação da sociedade.

‘Será uma noite com bastante conteúdo, sentimento, musica, emoção, abordagens sobre adversidades, diversidades, sonhos, possibilidades, superação, força de vontade, Cumplicidade, mas sobretudo com muito amor’, prevê o instrutor Renato Gomes, da Comunidade Capoeira.

Eduardo Gontijo ( Dudu do Cavaco)

Sua carreira musical começou muito cedo, aprendeu a tocar pandeiro e aos doze anos veio o cavaquinho, seu instrumento preferido atualmente. Hoje faz parte do grupo de samba Trem das Onze e tem sua própria banda: Dudu do Cavaco e Banda.

Dudu toca dez instrumento e é o primeiro músico com down do Brasil a gravar um DVD e CD. Também é constantemente convidado para abrir solenidades e fazer participações especiais em programas de TV, como o TV Xuxa, Encontro com Fátima Bernardes e Caldeirão do Huck . Já fez mais de 1000 palestras e 300 shows e abriu um show do Jota Quest no novo Mineirão.

Leonardo Gontijo ( Leo )

Leonardo nasceu numa família de classe média em Belo Horizonte, foi o caçula de 3 irmãos por doze anos, até que seu irmão mais novo – Eduardo nasceu com síndrome de Down. Leonardo se formou em Direito e Engenharia Civil no mesmo ano, fez 5 especializações, mestrado em administração com ênfase em Responsabilidade Social, foi executivo de grandes empresas e não encontrou a felicidade e sentido para sua vida trabalhando em empresas. Por isso e por amor a seu irmão, abandou essa vida que todos aplaudiam e idealizou o Instituto Mano Down.

Leonardo é irmão de Dudu,  casado com Carolina, pai da Eduarda e Laura e gosta de ser apresentado como um ser humano em busca de uma sociedade mais justa, humana e inclusiva.

 Atualmente é palestrante, gestor do Instituto Mano Down e professor da Dom Cabral.