Canção Nova transmite Peregrinação Internacional de Fátima nos dias 12 e 13

 

O Sistema Canção Nova de Comunicação fará a cobertura em tempo real da Peregrinação Internacional em Fátima, Portugal, celebrando os 109 anos das aparições de Nossa Senhora aos pastorinhos. A transmissão conectará os fiéis ao coração da Cova da Iria, em momentos de profunda oração e devoção.

A programação tem início na noite de 12 de maio de 2026 (terça-feira). A partir das 17h30 (horário de Brasília), a TV Canção Nova transmite, direto da Capelinha das Aparições, o Rosário Internacional, seguido pela Procissão das Velas e a celebração no Altar do Recinto de Oração. É o momento em que milhares de luzes recordam a mensagem de esperança e conversão deixada pela Virgem Maria.

No dia 13 de maio (quarta-feira), data central das celebrações, a transmissão é retomada às 5h com o Rosário Internacional, seguida da Missa Internacional, que inclui a tradicional bênção dos doentes e a Procissão do Adeus, marcando o encerramento das festividades.

Missão local
Os primeiros missionários da Comunidade Canção Nova chegaram a Fátima em 1998. E a primeira transmissão da Peregrinação Internacional Aniversária foi realizada em maio de 2001. A Canção Nova traz conteúdos evangelizadores também pelo rádio e internet (site cancaonova.pt, youtube e redes sociais @cnportugal), mas é a TV a maior frente de trabalho, sendo a única emissora Católica do país.

Consagração da Canção Nova

Há mais de 20 anos, o fundador da Canção Nova, Padre Jonas Abib, realizou um gesto profético na Capelinha das Aparições: a consagração de toda a Canção Nova e do Sistema de Comunicação ao Imaculado Coração de Maria. Esse ato histórico sela o compromisso da missão em propagar a mensagem de conversão e oração pedida por Nossa Senhora aos três pastorinhos. Em 1º de outubro de 2025, dia de Santa Teresinha do Menino Jesus (padroeira das Missões), o então presidente da Comunidade Canção Nova, padre Wagner Ferreira da Silva, renovou essa consagração na Capelinha das Aparições, em Fátima.




Nem Todo Emagrecimento Melhora o Corpo do Mesmo Jeito

 

 

A cultura do emagrecimento ensinou uma regra simples demais para um problema complexo: perder peso é sempre bom, e quanto mais rápido, melhor. Mas essa lógica começou a envelhecer mal. Hoje, a medicina metabólica já sabe que o número na balança pode esconder realidades muito diferentes, algumas positivas, outras nem tanto. Uma pessoa pode emagrecer e melhorar profundamente seu risco cardiometabólico. Outra pode perder a mesma quantidade de peso e, ainda assim, sair desse processo com mais fragilidade muscular, pior capacidade funcional e um corpo metabolicamente menos protegido do que deveria.

Em outras palavras: nem todo emagrecimento entrega o mesmo tipo de benefício.

Segundo o médico nutrólogo Dr. Gustavo de Oliveira Lima, esse é um dos erros mais comuns na forma como o emagrecimento ainda é discutido. “O foco excessivo no peso total faz muita gente ignorar o que realmente importa: quanto daquela perda veio de gordura, quanto veio de músculo, quanto da gordura visceral foi reduzida e se houve melhora real do metabolismo”, explica.

O problema de medir o sucesso só pela balança

A balança registra massa total, mas não informa composição. Ela não diferencia se o corpo perdeu gordura abdominal profunda, líquido, glicogênio ou tecido magro. E isso não é um detalhe técnico: é justamente essa distinção que ajuda a definir se a perda de peso foi protetora ou empobrecedora do ponto de vista metabólico. Revisões recentes vêm reforçando que a chamada “qualidade do emagrecimento” é determinante para os desfechos clínicos de longo prazo, porque a melhora metabólica não depende apenas de pesar menos, mas de preservar ou melhorar a relação entre músculo e gordura.

Esse debate ganhou ainda mais força porque as terapias modernas para obesidade passaram a produzir perdas ponderais maiores, o que é uma ótima notícia. Ao mesmo tempo, aumentou o interesse sobre quanto de massa livre de gordura acompanha esse processo e quais estratégias são necessárias para protegê-la. Uma revisão recente destacou que reduções de massa magra são interpretadas de forma simplista demais e precisam ser avaliadas junto de função muscular, composição corporal e resultados metabólicos, e não apenas como um número solto em um exame.

O que realmente melhora o corpo quando alguém emagrece

Em termos de saúde, a perda de peso mais valiosa costuma estar associada a alguns elementos específicos:

  • redução de gordura visceral, que é a gordura inflamatória ao redor dos órgãos;
  • melhora da sensibilidade à insulina;
  • redução de triglicerídeos e melhora de parâmetros cardiovasculares;
  • preservação de massa magra e funcionalidade;
  • redução da circunferência abdominal e da carga inflamatória do organismo.

Um estudo publicado em 2025 no JAMA Network Open mostrou que melhora de qualidade da dieta e aumento da atividade física se associaram não só a menor aumento de gordura total, mas especificamente a menor aumento de gordura visceral, um dos marcadores mais relevantes de risco metabólico. Esse efeito se manteve mesmo após ajustes para adiposidade total, o que reforça que a distribuição e a qualidade da gordura importam tanto quanto, ou mais do que, o peso isolado.

Dois pacientes, a mesma perda de peso, resultados diferentes

Esse é o tipo de cenário que começa a aparecer com mais frequência na prática clínica. Imagine duas pessoas que perdem 12 quilos. Na superfície, parecem histórias equivalentes. Mas, por dentro, podem ser trajetórias muito diferentes.

Uma delas reduz sobretudo gordura visceral, melhora glicemia, mantém força muscular e ganha saúde cardiovascular. A outra perde parte importante de massa magra, sente queda de desempenho, não corrige a inflamação de base e acaba com um corpo mais leve, porém metabolicamente menos robusto. É justamente por isso que o emagrecimento moderno está deixando de ser avaliado só em quilos e começando a ser medido também em composição corporal e função.

Um estudo publicado em 2026 no JAMA Network Open comparou mudanças de composição corporal após cirurgia bariátrica e terapia medicamentosa com agonistas de GLP-1 e observou, nos dois contextos, uma mudança global favorável de composição corporal, mas com perfis diferentes na distribuição entre massa gorda e massa livre de gordura. A mensagem não é que um tratamento “estraga” o corpo e outro “salva”, mas que os caminhos do emagrecimento não são metabolicamente idênticos e exigem monitoramento mais cuidadoso..

 

O que define um emagrecimento de qualidade

Na prática clínica, um emagrecimento de qualidade costuma reunir quatro características:

1. Reduz gordura visceral, e não apenas peso total.

É essa gordura profunda que mais conversa com resistência à insulina, esteatose hepática, inflamação e risco cardiovascular. Há inclusive novas terapias em desenvolvimento mirando exatamente esse diferencial de “perder mais gordura do que músculo”, como mostram resultados preliminares recentes de fármacos experimentais voltados para obesidade.

2. Preserva massa magra e, idealmente, melhora função muscular.

Músculo não é só estética. Ele participa do controle glicêmico, do gasto energético, da proteção metabólica e da autonomia funcional.

3. Melhora indicadores metabólicos objetivos.

Glicemia, insulina, triglicerídeos, circunferência abdominal e marcadores inflamatórios precisam acompanhar a história contada pela balança.

4. É sustentável.

Perder peso e recuperar rapidamente, especialmente com retorno desproporcional de gordura, não representa a mesma vitória clínica do que uma redução mais estável e bem estruturada.

O papel do exercício e da dieta nessa conversa

Se a qualidade do emagrecimento importa, dieta e exercício deixam de ser ferramentas apenas para “gastar mais e comer menos” e passam a ter uma função mais estratégica. O estudo do JAMA Network Open já citado mostrou que a combinação de melhora da dieta e da atividade física foi associada aos melhores perfis de adiposidade ao longo do tempo.

Além disso, uma meta-análise publicada em 2024 no JAMA Network Open concluiu que treino aeróbico em níveis de pelo menos 150 minutos por semana se associou a reduções clinicamente importantes de circunferência abdominal e gordura corporal. Isso reforça que o emagrecimento mais saudável não depende só de restrição, mas de reorganização metabólica e estímulo corporal adequado.

O que essa pauta muda na prática

Ela muda tudo. Porque obriga o paciente e o médico a saírem de uma pergunta pobre “quantos quilos perdeu?”, e entrarem numa pergunta muito melhor: “o seu corpo ficou melhor depois de emagrecer?”

Segundo Dr. Gustavo de Oliveira Lima, esse deveria ser o eixo central de qualquer tratamento sério. “Emagrecer não é o fim. É um meio para melhorar saúde, vitalidade e longevidade. Se a pessoa perde peso, mas sai mais fraca, metabolicamente instável ou com baixa chance de manter o resultado, o processo precisa ser revisto.”

No futuro próximo, a pergunta mais relevante talvez deixe de ser “quanto você emagreceu?” e passe a ser “o que seu emagrecimento fez com o seu metabolismo, seu músculo e sua chance de viver melhor?”.

 

Dr. Gustavo de Oliveira Lima

Médico CRM/SP 207.928

 

Com uma formação sólida em nutrologia e endocrinologia, Dr. Gustavo de Oliveira Lima é reconhecido por sua atuação em emagrecimento saudável e longevidade. Focado em oferecer tratamentos modernos e personalizados, ele utiliza abordagens científicas de ponta para promover saúde integral e bem-estar a longo prazo.




LIDERANÇA HUMANISTA: O PODER COMO SERVIÇO

 

Liderar não é, e nunca deveria ser, o exercício de poder sobre os outros, mas sim o empoderamento das pessoas através do exemplo, da ética e da visão compartilhada.

A liderança humanista convida-nos a repensar a autoridade como uma forma de serviço prestado ao crescimento integral do grupo e da comunidade.

Em um mundo que muitas vezes premia a competitividade agressiva e o autoritarismo, o líder que se guia por princípios humanitários destaca-se por sua capacidade de inspirar em vez de apenas mandar. Essa liderança fundamenta-se no respeito absoluto à dignidade de cada colaborador ou liderado, entendendo que resultados verdadeiramente sustentáveis só florescem em ambientes onde existe confiança, segurança psicológica e reconhecimento do valor individual.

O líder humanista prioriza o desenvolvimento das pessoas antes mesmo da otimização dos processos técnicos. Ele compreende que o capital mais valioso de qualquer organização ou sociedade é a inteligência e o coração humano. Liderar com espiritualidade e humanismo significa agir com integridade absoluta, mantendo a coerência entre o discurso e a prática, mesmo quando ninguém está observando. É uma forma de influência que não se baseia no medo ou na coerção, mas na admiração e no alinhamento de valores.

Grandes líderes não se preocupam em criar seguidores submissos; seu verdadeiro sucesso reside na capacidade de formar novos líderes, pessoas que sejam capazes de pensar por si mesmas e de agir em prol do bem comum com autonomia e responsabilidade.

A autoridade real é aquela que eleva a humanidade de quem está ao redor. Portanto, o desenvolvimento de uma liderança eficaz passa pelo constante aprimoramento do caráter e pela prática da escuta ativa. O compromisso que assumimos é o de exercer a nossa influência — seja na família, no trabalho ou na vida pública — de forma a promover a justiça e o crescimento mútuo.

Comprometemo-nos a ser líderes que acolhem a vulnerabilidade e que celebram as conquistas coletivas, entendendo que a verdadeira medida de um líder é o quanto ele foi capaz de servir e de impulsionar aqueles que estiveram sob sua responsabilidade.

Liderar é, em última análise, um ato de amor ao próximo traduzido em gestão, cuidado e visão de futuro, garantindo que o progresso técnico nunca caminhe dissociado do progresso ético e humanitário.

 

PE. EDVALDO PEREIRA DOS SANTOS




TROVAS  DE  MULHER

 

               MÃE – uma sílaba só,

Com sentido tão profundo!…

Deus ajuntou em três letras

Toda a riqueza do mundo.

 

Não chores, mãe desprezada,

Na aflição da noite fria!

Deus te reserva outra estrada

E a bênção de novo dia.

 

Dizes: “mulher em desdouro”…

Mas se é mãe que vela e afaga,

Deus já fez dela um tesouro

Que o mundo inteiro não paga.

 

O mal gritaria em vão,

Se cada mulher sem lar

Tivesse no coração

Um filho para beijar.

 

Fé viva na alma que chora:

Lua cheia em noite fria.

Agasalho da esperança:

Pão nosso de cada dia.

                                    LUIZA  AMÉLIA

                   Extraído do livro “Mãe – antologia mediúnica”

           Editora O Clarim – Psicografia: Francisco Cândido Xavier

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Simples gesto de lavar as mãos pode evitar em 40% o risco de infecções

 

São Paulo, 4 maio de 2026 – Pode parecer simples, mas um gesto básico continua sendo uma das formas mais eficazes de salvar vidas dentro das instituições de saúde: lavar as mãos da forma correta.

Neste 5 de maio, terça-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça o alerta com a campanha global iniciada há duas décadas “Salve Vidas: Higienize suas mãos”. O objetivo é claro: lembrar os profissionais e instituições de que a higienização das mãos é uma das principais barreiras contra infecções.

“Este simples gesto pode reduzir em até 40% o risco de infecções, como gripe, diarreia e conjuntivite” afirma a infectologista e consultora para ONA – Organização Nacional de Acreditação, Cláudia Vidal.

Infecções hospitalares ainda são um problema global – Apesar de evitáveis, as chamadas infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) continuam sendo um desafio global. Dados da OMS mostram que até 30% dos pacientes em UTIs podem ser afetados. E em países mais pobres, o risco pode ser até 20 vezes maior e, até 2050, há previsão de até 3,5 milhões de mortes por ano. A cada 100 pacientes internados, até 15 podem desenvolver infecções em países de baixa e média renda. A situação é mais crítica em unidades de terapia intensiva.

Brasil avança, mas ainda enfrenta desafios – Últimos dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de 2024, apontam que há melhoria nos indicadores de incidência de IRAS, mas o risco ainda é alto.

O relatório alerta que a maioria das infecções de corrente sanguínea ocorrem dentro das UTIs. A densidade de incidência chega a 3,5 casos por mil cateter venoso central-dia em UTIs e nas neonatais, esse número sobe para 6,1 casos. Ainda, segundo o levantamento, pneumonia associada à ventilação mecânica segue entre as IRAS mais frequentes. As taxas podem chegar a 9,4 casos por 1 mil ventilação mecânica-dia.

Infecção também pesa no bolso – Além do impacto na saúde, as infecções também têm custo alto. Pacientes com infecção podem gerar custos até 55% maiores no Brasil. Nos Estados Unidos, o impacto passa de US$ 40 bilhões por ano e, na Europa, chega a € 7 bilhões anuais

Resistência a antibióticos – “O uso inadequado de antibióticos pode implicar em resistência bacteriana, maior risco de efeitos colaterais e gerar custos desnecessários para o sistema de saúde”, ressalta a dra. Cláudia Vidal.

Dados da OMS relatam que até 2050, podem ocorrer 10 milhões de mortes por ano por infecções resistentes.

Uso inadequado de antibióticos ainda é um desafio no Brasil – Dados da Anvisa mostram que uma parte das instituições de saúde já contam com programas estruturados para o uso racional desses medicamentos, mas temos muito o que avançar.

Entre os 153 serviços analisados, cerca de pouco mais da metade (52,7%) têm Programa de Gerenciamento de Antimicrobianos implantado, o que acende um alerta para as fragilidades dos serviços de saúde quanto ao controle e monitoramento do uso desta classe de medicamentos tão importante.

Por outro lado, o monitoramento dentro das UTIs já é mais frequente. Nas unidades adultas, cerca de 95,6% das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar acompanham o uso de antibióticos, enquanto nas UTIs pediátricas, cerca de 82,8% fazem esse controle de antimicrobianos de forma adequada.

Diante da elevada incidência das IRAS e do avanço da resistência aos antimicrobianos – que podem comprometer a qualidade do cuidado e a segurança do paciente – os desfechos clínicos podem ser cada vez mais desfavoráveis aos pacientes. “Fortalecer as medidas de prevenção de infecções é imprescindível, em especial a higiene das mãos de forma adequada e oportuna, estratégias essas fundamentais para proteger os pacientes e salvar vidas!”, finaliza a infectologista.




Por que sua pele perde firmeza na menopausa e o que fazer agora?

 

São Paulo, maio de 2026 – Se tem uma fase da vida que traz mudanças silenciosas, e muitas vezes inesperadas para a pele, é a perimenopausa e a menopausa. O que antes funcionava na rotina de cuidados já não entrega os mesmos resultados, e sinais como ressecamento, perda de firmeza e manchas começam a aparecer com mais frequência.

A explicação está nos hormônios. Com a queda do estrogênio, a pele perde colágeno, fica mais fina e tem mais dificuldade de reter água. O resultado é uma pele mais sensível, menos viçosa e que exige novos cuidados. Não apenas no rosto, mas também no corpo, onde a flacidez, o ressecamento e a perda de elasticidade se tornam mais evidentes.

Ao mesmo tempo, cresce o interesse por soluções que ajudem a manter a qualidade da pele e o bem-estar nessa fase da vida. Esse movimento acompanha uma mudança maior no comportamento feminino. Segundo o IBGE, o Brasil já soma cerca de 59 milhões de pessoas com mais de 50 anos, um público cada vez mais ativo, informado e disposto a investir em saúde, autoestima e qualidade de vida. Não por acaso, avança a chamada “economia da longevidade”, que inclui cuidados estéticos e corporais.

Na prática, isso significa que a rotina precisa mudar e começar pelo básico. “Limpeza suave, hidratação intensa e proteção solar diária são fundamentais. Nessa fase, a pele perde capacidade de retenção de água e fica mais suscetível a danos externos, então reforçar a barreira cutânea é prioridade”, explica o responsável técnico da Royal Face, Dr. Killian Cristof.

Esse cuidado deve se estender também ao corpo, com o uso de hidratantes mais potentes, estímulo à circulação e tratamentos que ajudem a manter a firmeza e a textura da pele em regiões como braços, abdômen e colo, áreas que também sofrem com as alterações hormonais.

Outro ponto importante é rever os produtos usados. Fórmulas muito agressivas tendem a sensibilizar ainda mais a pele, enquanto ativos hidratantes e regeneradores passam a fazer mais sentido. “A rotina passa a ser mais voltada à reparação e à manutenção da estrutura da pele, com antioxidantes, estimuladores de colágeno, hidratantes e fotoproteção”, orienta o especialista.

Esse novo olhar sobre o cuidado acompanha o crescimento do setor de estética, um dos mais fortes no Brasil. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o país está entre os líderes globais em procedimentos estéticos, com destaque para técnicas não cirúrgicas, como toxina botulínica e preenchimentos.Mas, diferente de anos atrás, o objetivo mudou. “Hoje, as pacientes buscam melhora da qualidade da pele e não transformação facial. Naturalidade é um dos principais critérios de sucesso”, destaca.

Entre os tratamentos mais procurados nessa fase, tanto para o corpo quanto para o rosto, estão os bioestimuladores de colágeno (que ajudam a recuperar a firmeza da pele ao estimular a produção natural dessa proteína); os skinboosters (indicados para hidratação profunda e melhora da qualidade da pele); além de tecnologias como ultrassom microfocado, que atua na flacidez e ajudam a dar mais sustentação aos tecidos.

“Para melhores resultados, o mais indicado é combinar técnicas diferentes, que atuam em camadas e funções distintas da pele, proporcionando resultados progressivos e mais duradouros”, explica.

Com mais informação, as mulheres também chegam mais conscientes aos consultórios e com expectativas diferentes. A busca agora é por resultados sutis, progressivos e que respeitem a individualidade de cada rosto e corpo. Além disso, o autocuidado deixou de ser visto apenas como estética e passou a ocupar um lugar importante na saúde emocional e na qualidade de vida. Nesse cenário, a prevenção ganha força. Cada vez mais mulheres começam a cuidar da pele antes mesmo da menopausa, apostando em protocolos que ajudam a preservar a firmeza e a hidratação ao longo do tempo.

E, mais do que um cuidado pontual, a lógica agora é de continuidade. “O envelhecimento é um processo contínuo, então o tratamento também deve ser. O acompanhamento permite ajustar protocolos e manter resultados naturais ao longo do tempo”, conclui o Dr. Killian.

 




PERDEMOS MUITO QUANDO NÃO SABEMOS VER

 

Há uma sutil violência que não sangra e não faz barulho, mas corrói por dentro: a intolerância que nasce do medo, o ciúme que se alimenta da insegurança, a inveja que não suporta ver o outro florescer. São feridas antigas, às vezes tão enraizadas que confundimos com nossa própria identidade. Mas não são. São camadas que escondem o que realmente somos.

A intolerância raramente se apresenta como ódio declarado. Ela aparece disfarçada de julgamento rápido, de comentário ácido, de silêncio hostil. O ciúme se veste de cuidado. A inveja, de crítica legítima. E a rivalidade se apresenta como competição saudável — mas não é. No fundo, todas essas atitudes nascem do mesmo lugar: o medo de não ser suficiente, o pavor de ser esquecido, de não ter valor. E quando nos sentimos insuficientes, o outro vira ameaça.

O problema é que ao transformarmos pessoas em rivais ou inimigos, perdemos muito mais do que imaginamos. Perdemos a possibilidade do encontro verdadeiro. Perdemos a chance de aprender com quem é diferente. Perdemos energia que poderia ser usada para criar, amar e crescer — e a gastamos defendendo territórios que, na maioria das vezes, nem existem de verdade. Saímos dessa guerra invisível exaustos e mais vazios do que entramos.

Existe, porém, um outro caminho. Ele começa com uma pergunta simples: Quem sou eu, afinal?

Cada pessoa carrega dons únicos — talentos que não foram dados para competir com os do vizinho, mas para compor algo maior, junto com ele. Quando descobrimos isso com honestidade, o olhar muda. O sucesso do outro deixa de ser uma ameaça e passa a ser um sinal de que a vida é generosa o suficiente para todos. A conquista alheia não me diminui — ela me inspira.

Ver os próprios dons com clareza é um ato de coragem. Não se trata de arrogância, mas de reconhecimento honesto: sou capaz, tenho algo a oferecer, tenho um lugar nesse mundo. E justamente porque tenho, não preciso diminuir ninguém para me sentir inteiro.

A fraternidade não é um ideal distante e romantizado. É uma escolha que se faz no cotidiano — na fila, no trabalho, em casa, nas redes sociais. É decidir, a cada dia, que o outro não é meu concorrente, mas meu companheiro de caminho. Alguém cujos talentos complementam os meus, cujas fraquezas me convidam à compaixão e cujas conquistas me lembram que crescer junto é não só possível, mas necessário.

Ainda dá tempo de recomeçar. De largar a rivalidade que cansa e abraçar a fraternidade que liberta. O mundo não precisa de mais competidores — precisa de mais pessoas dispostas a caminhar juntas.

 Pe. Edvaldo Pereira dos Santos




SABER E FAZER

 

            Se te dispões a lutar contra a sombra, acende a tua própria luz.

Se compreendes o significado da vida, trata de cuidar dos próprios pensamentos, que são os tijolos da saúde psicossomática.

Se já observas a importância da serenidade para o bem-estar familiar, apaga de vez os laços da inconformação.

Cada criatura recebe os devidos rumos para expender os passos em direção à luz e à construção da felicidade.

Todo o amparo recebido é reflexo para a vida nova.

ALBINO TEIXEIRA

Do livro “Conselhos de Saúde Espiritual”

Psicografia: Francisco Cajazeiras – Editora EME

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Cristo é o Show: Sistema Canção Nova transmite maratona de fé e música ao vivo

No domingo, 3 de maio de 2026, o Sistema Canção Nova de Comunicação dedica sua programação a uma transmissão na íntegra do “Cristo é o Show”, realizado no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG). O ato terá início às 13h e se estende até o final da noite, com momentos de evangelização.

Frei Gilson fará a pregação às 15h, que antecede a missa, presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, às 16h10.

O período da noite reserva momentos de profunda espiritualidade com as participações do padre Chrystian Shankar, da cantora Eliana Ribeiro e do missionário Moisés Rocha, fundador da Comunidade Filhos de João Batista. O encerramento do evento será com o Frei Gilson, que conduzirá um momento de louvor até o término da transmissão, às 21h57.

O sinal da TV Canção Nova está disponível no território nacional com 365 retransmissoras. Nas TVs por assinatura, está presente na Sky: 8; Oi TV: 27; Claro TV: 19; Vivo TV: 233.

A transmissão também pode ser acompanhada no Canção Nova Oficial – YouTube e pelo CN Plus, streaming gratuito da emissora.
Mais canais podem ser conferidos na página: Como Sintonizar.




Alienação parental: como o conflito afeta a saúde mental de crianças e adolescentes

 

A Lei nº 12.318/2010 define a alienação parental como a interferência na formação psicológica de crianças ou adolescentes causada por um dos responsáveis ou por quem detenha sua guarda. Criada para coibir esse tipo de prática, a lei reconhece que conflitos familiares podem afetar diretamente o desenvolvimento emocional dos mais jovens. Por isso, prevê medidas que vão de advertência à inversão da guarda, com o objetivo de garantir o direito à convivência equilibrada e a um ambiente familiar saudável.

Na prática, porém, identificar e enfrentar a alienação parental ainda é um desafio. O processo exige análise cuidadosa das dinâmicas familiares e, muitas vezes, avaliações psicológicas detalhadas. Isso porque, embora não seja um diagnóstico clínico, a alienação parental pode gerar consequências profundas na saúde mental de crianças e adolescentes, afetando autoestima, segurança emocional e capacidade de estabelecer vínculos ao longo da vida. Em meio a disputas e rupturas, o impacto vai além do contexto jurídico e reforça a necessidade de olhar para o tema também como uma questão de saúde pública e bem-estar psicológico.

Para a Dra. Mariana Ramos, professora de psicologia da Afya Centro Universitário Itaperuna, a complexidade desses casos exige um olhar amplo e integrado. “Estamos lidando com um fenômeno que envolve dimensões emocionais, cognitivas, jurídicas e relacionais. Por isso, a atuação multiprofissional é fundamental”, explica. Segundo ela, a intervenção precoce é decisiva para reduzir danos e evitar que padrões disfuncionais se consolidem ao longo da vida.

Dra. Mariana destaca que a criança tende a internalizar comportamentos e discursos dos pais, o que pode afetar diretamente sua autoimagem. “Difamar a imagem de um dos responsáveis não impacta apenas essa pessoa, mas também a construção do autoconceito da criança, o que pode acarretar danos significativos”, afirma. Nesse sentido, equipes formadas por psicólogos, assistentes sociais, profissionais do Direito e educadores contribuem para uma abordagem mais assertiva e centrada no bem-estar do menor.

A terapia, segundo a especialista, funciona como um espaço seguro para que a criança ou adolescente possa expressar sentimentos muitas vezes reprimidos ou distorcidos. “O terapeuta não atua como julgador, mas como mediador da compreensão emocional. Entre os objetivos estão fortalecer a autonomia emocional, trabalhar a regulação de sentimentos como culpa e ansiedade e, quando possível, auxiliar na reconstrução de vínculos familiares”, pontua.

Dr. Rodrigo Eustáquio, médico e professor da pós-graduação em Psiquiatria  da Afya Vitória, reforça que os impactos podem ser profundos e duradouros. Crianças expostas a rupturas forçadas de vínculo têm maior risco de desenvolver transtornos de ansiedade, especialmente ansiedade de separação, além de sintomas depressivos e dificuldades na formação de relações afetivas. “Você tem um prejuízo no desenvolvimento da confiança interpessoal da criança, com colegas, professores e até no contexto familiar”, explica. Segundo ele, esses efeitos podem se estender até a vida adulta, influenciando a construção da identidade e até favorecendo o desenvolvimento de transtornos de personalidade.

Dr. Rodrigo também chama atenção para a necessidade de cautela na análise dos casos, especialmente diante de situações mais graves. “A gente tem que ter prudência no diagnóstico e enxergar as conclusões de forma responsável, com avaliação multidisciplinar e escuta qualificada”, afirma. Ele ressalta que nem toda rejeição a um dos pais é resultado de alienação parental, podendo estar associada a históricos de negligência ou violência.

Apesar da gravidade que alguns casos podem atingir, incluindo níveis extremos de ruptura emocional, os especialistas são unânimes em afirmar que o foco deve estar sempre na proteção da criança. Isso implica promover vínculos saudáveis, reduzir conflitos e garantir que qualquer intervenção seja baseada em evidências e conduzida com responsabilidade.

9 sinais de possível alienação parental, segundo especialistas 

  1. Rejeição intensa e sem justificativa clara em relação a um dos responsáveis
  2. Repetição de falas negativas ou acusações com linguagem “adultizada”
  3. Polarização afetiva, com um responsável visto como totalmente bom e o outro como totalmente ruim
  4. Medo, culpa ou ansiedade ao demonstrar afeto por um dos responsáveis
  5. Rompimento abrupto de um vínculo que antes era saudável
  6. Dificuldade em expressar sentimentos próprios sobre o conflito familiar
  7. Irritabilidade ou mudanças de comportamento
  8. Alterações no sono
  9. Queda no rendimento escolar