Pedro Tirolli lança “A GENTE COMBINOU” e reforça sua conexão com a música

Conhecido por sua trajetória marcante na atuação, o morador de Palmital, Pedro Tirolli dá mais um passo consistente em sua carreira musical com o lançamento de sua nova faixa, “A Gente Combinou”. A música chega às plataformas digitais nesta quinta-feira, acompanhada de clipe oficial no YouTube a partir das 21h, com a participação da atriz global Clara Galinari.

O lançamento reforça o momento de transição e amadurecimento artístico de Pedro Tirolli, que vem consolidando sua identidade também na música, depois de atuar como Chitãozinho em “As Aventuras de José e Durval”, do Globoplay, e interpretar Bruno Senna em “Senna”, do Netflix. Seu mais recente trabalho como ator está prestes a estrear nos cinemas. Em “Chorão: Só os Loucos Sabem” ele interpreta Champignon, baixista e melhor amigo do protagonista Chorão, vivido por José Loreto.

A canção “A Gente Combinou” é assinada pelos compositores de sucesso Luiz Henrique Paloni e Matheus Marcolino, trazendo uma proposta leve, envolvente e contemporânea, explorando as conexões afetivas de forma simples e verdadeira. Com uma sonoridade atual e refrão marcante, a música aposta em uma narrativa que fala sobre sintonia — aquelas combinações que fazem sentido quase sem explicação.

Com este lançamento Pedro Tirolli reafirma sua versatilidade artística e convida o público a embarcar em mais um capítulo de sua trajetória — agora ainda mais conectado com a música e com suas próprias histórias




Abril Azul: conheça caminhos para facilitar a comunicação com autistas

 

 
No mês de abril, acontece o Abril Azul, que visa trazer o debate sobre a conscientização mundial do autismo. Entre os desafios para aqueles que convivem com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a comunicação se torna uma barreira, principalmente a depender dos diferentes graus da condição.

A quebra de obstáculos com relação ao diálogo se torna, então, mais um movimento de inclusão de pessoas com o diagnóstico. De acordo com o Dr. João Grangeiro, diretor executivo da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), as dificuldades ainda podem passar pela interpretação de gestos, de expressões e de intenções, o que torna o desafio ainda maior. Ele alerta para o papel da sociedade no processo.

“É fundamental que nós estejamos dispostos a adaptar a forma de nos comunicarmos. É um processo que permite interações mais claras, objetivas e acolhedoras – além de dar autonomia ao autista. A ideia não é apenas reduzir barreiras, mas também estimular a participação de pessoas em diferentes espaços do cotidiano”, pontua.

O especialista preparou alguns caminhos para facilitar a comunicação com pessoas com TEA. Confira:

  1. Linguagem clara e objetiva

O ideal é que a comunicação tenha o uso de linguagem direta e sem muitas simbologias, o que facilita a compreensão por parte dos autistas.

  1. Fale no ritmo da pessoa

É necessário dar tempo para que ela processe a informação e responda. Também é interessante evitar interromper ou completar frases. Importante lembrar de que o tempo de resposta pode ser diferente, mas isso não significa falta de compreensão.

  1. Recursos visuais

Imagens, cartões, aplicativos ou até gestos podem ajudar muito na comunicação, especialmente para quem tem dificuldade na fala.

  1. Observe a comunicação não verbal

Nem toda comunicação acontece por palavras. Expressões faciais, movimentos corporais e comportamentos também são formas importantes de expressão.

  1. Rotina previsível de interação

Ambientes estruturados e previsíveis ajudam a reduzir a ansiedade e facilitam a comunicação.

  1. Valide tentativas de comunicação

Mesmo que não seja o ideal para o momento, é fundamental reconhecer e incentivar qualquer esforço de interação. Isso fortalece a confiança e estimula o desenvolvimento.

  1. Apoio profissional quando necessário

Fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais podem orientar estratégias personalizadas, com respeito às necessidades de cada pessoa.

Ainda segundo Dr. Grangeiro, é importante reforçar que a comunicação é uma via de mão dupla, em que o desafio pode aparecer para ambos os lados da conversa. Para ele, “pequenas adaptações podem facilitar a compreensão e construir relações mais respeitosas e acolhedoras”.




Busca por rejuvenescimento facial cresce entre mulheres 50+ e revela nova relação com a própria imagem

 

Aos 50+, muitas mulheres vivem uma fase marcada por autonomia, estabilidade profissional e uma rotina ativa. Mas, para algumas, o incômodo começa quando o reflexo no espelho deixa de acompanhar essa percepção interna.

Foi o que aconteceu com a administradora Silvania Estela Radin, de 59 anos. Apesar de se sentir bem e produtiva, passou a notar um descompasso entre como se sentia e a imagem que via. “Eu estava em um momento ótimo da vida, cheia de energia, mas meu rosto parecia sempre cansado. Aquilo começou a me incomodar”, relata.

Esse tipo de percepção tem se tornado cada vez mais comum nos consultórios. Mulheres maduras, hoje mais ativas e conscientes, não buscam apenas rejuvenescer, mas alinhar a aparência ao momento de vida que vivem.

Segundo o cirurgião plástico Vinicius Julio Camargo, o incômodo vai além da estética superficial. “Essa paciente está em uma fase de realização. O desconforto surge quando o rosto passa uma imagem de cansaço ou envelhecimento que não corresponde ao que ela sente”, explica.

Dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery colocam o Brasil entre os países que mais realizam procedimentos estéticos no mundo, com milhões de intervenções por ano. Dentro desse cenário, especialistas observam um aumento na procura por abordagens faciais mais completas, especialmente entre mulheres acima dos 50.

Mas, antes de optar por uma mudança mais estrutural, o caminho costuma ser outro.

“Eu fiz alguns procedimentos ao longo dos anos, mas eram coisas pontuais. Melhorava um detalhe, mas o conjunto continuava me incomodando”, conta Silvania.

De acordo com o especialista, esse padrão é recorrente. “Com o avanço da idade, não estamos lidando apenas com rugas ou perda de volume. Existe flacidez e queda das estruturas faciais. Quando tratamos só pontos isolados, o resultado tende a ser limitado”, afirma.

Do pontual ao global: a mudança de abordagem

A virada acontece quando a paciente passa a enxergar o rosto como um todo. Nesse contexto, procedimentos como o lifting facial ganham espaço por oferecerem um reposicionamento mais amplo das estruturas.

“É possível promover um rejuvenescimento de 10 a 15 anos com naturalidade, respeitando as características individuais. O objetivo não é transformar, mas recuperar o equilíbrio”, explica Dr. Vinicius.

Após optar por uma abordagem mais completa, a percepção também muda. “Hoje eu me reconheço no espelho. Não é sobre parecer mais jovem, é sobre parecer comigo mesma de novo”, relata a administradora.

Para especialistas, o movimento revela uma mudança mais profunda no comportamento das pacientes.

“Elas não querem mudar quem são. Querem que a imagem acompanhe a fase que estão vivendo”, conclui o cirurgião.

Sobre Vinicius Camargo:

Dr. Vinicius Julio Camargo é médico cirurgião plástico, empreendedor e escritor. Atua como diretor técnico do Alda Instituto de Saúde. É sócio-fundador da Oxyneo® (primeira clínica de medicina hiperbárica do sudoeste do Paraná) e idealizador da plataforma Átrio, voltada à gestão de rotinas de atendimento e administrativas para clínicas multidisciplinares. É autor de dois livros e defensor da integração entre ética, gestão e excelência médica.




FÉ EM TEMPOS DE DIVISÃO: O DESAFIO DE DIALOGAR

 

Sustentar a fé em meio às diversidades nunca foi tarefa simples, mas tornou-se ainda mais desafiador no tempo presente.

Vivemos em uma sociedade plural, rica em diferenças culturais, religiosas, políticas e sociais. Em tese, esse cenário deveria favorecer o encontro, o aprendizado mútuo e o crescimento coletivo. No entanto, o que se observa é o avanço de uma polarização que, pouco a pouco, vai substituindo o diálogo pela desconfiança, e a convivência pelo confronto.

A fé, que deveria ser ponte, muitas vezes tem sido usada como muro. Em nome de convicções pessoais, cresce a intolerância, o discurso de ódio, as agressões verbais e até a violência.

O partidarismo cego e o radicalismo estreitam a visão, impedem a escuta e sufocam qualquer possibilidade de encontro verdadeiro. O resultado disso é visível: relações fragilizadas, famílias divididas, amizades rompidas e uma sociedade cada vez mais fragmentada, onde o outro passa a ser visto como ameaça, e não como irmão.

Diante desse cenário, a pergunta que ecoa é inevitável: o que faremos? Como interromper essa espiral de desentendimento que atinge até os gestos mais simples do cotidiano? Como reconstruir pontes quando tantos se acostumaram a erguer muros?

Talvez o primeiro passo seja resgatar o sentido mais profundo da fé: ela não existe para excluir, mas para humanizar. Quem crê de verdade não teme o diferente, mas se aproxima dele com respeito e abertura sincera.

O diálogo, nesse contexto, não é sinal de fraqueza ou relativismo, mas de maturidade e sabedoria. É no encontro com o outro que reafirmamos nossas convicções de forma mais consciente, sem perder a ternura nem a firmeza.

Superar a divisão exige coragem. Coragem para ouvir sem julgar, para falar sem ferir, para discordar sem destruir. Exige também humildade para reconhecer que ninguém é dono absoluto da verdade.

A convivência saudável não nasce da uniformidade, mas da capacidade de harmonizar diferenças e valorizar o que nos une.

Ora, se quisermos um futuro mais justo e pacífico, precisamos começar agora, no pequeno: na conversa em casa, no respeito no trabalho, na paciência no trânsito, na responsabilidade nas redes sociais e na maneira como tratamos quem pensa diferente de nós. A transformação do mundo passa, inevitavelmente, pela conversão do coração.

A pergunta permanece: o que faremos? A resposta, ainda que desafiadora, está ao nosso alcance. Escolher o diálogo é escolher a vida. Escolher o respeito é sustentar a fé de forma autêntica. E talvez seja exatamente disso que mais precisamos hoje: menos ruído e mais encontro, menos imposição e mais escuta, menos divisão e mais humanidade.

 

PE. EDVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Massagem facial realmente funciona para tirar rugas? Especialista explica o que é mito e o que é benefício real

 

Massagem facial pode ajudar a reduzir inchaço, mas não substitui procedimentos estéticos como o botox. (Crédito: Freepik)

A massagem facial, incluindo técnicas como yoga facial e o uso de acessórios como o gua sha, ganhou espaço nas rotinas de skincare e nas redes sociais como alternativa natural para suavizar rugas e melhorar a aparência da pele. Prometendo resultados como efeito lifting, redução de inchaço e melhora da circulação, a prática se popularizou entre quem busca soluções menos invasivas para o envelhecimento cutâneo. Mas afinal, ela realmente funciona para tratar rugas?

Segundo a cirurgiã-dentista pós-graduada em Harmonização Orofacial, Dra. Adriana Fabres, é importante diferenciar benefício estético imediato de tratamento efetivo. “A massagem facial pode melhorar a circulação sanguínea, reduzir o inchaço e proporcionar sensação de relaxamento, o que já traz um aspecto mais descansado para a pele. Mas ela não tem capacidade de tratar rugas profundas ou substituir procedimentos com comprovação científica mais robusta”, explica.

Estudos recentes apontam que técnicas de massagem podem contribuir para a melhora da tonicidade da pele e da circulação local, o que pode refletir em um aspecto mais viçoso e saudável. No entanto, não há evidências consistentes de que a prática isolada seja capaz de reverter rugas estabelecidas ou promover mudanças estruturais significativas na pele, especialmente aquelas relacionadas à perda de colágeno e flacidez.

Para que a massagem facial realmente serve?

Apesar de não ser um tratamento para rugas, a massagem facial tem benefícios importantes dentro de uma rotina de cuidados com a pele. Ela pode auxiliar na drenagem linfática, reduzir retenção de líquidos e melhorar a absorção de dermocosméticos. “É uma prática complementar, que ajuda na qualidade da pele e no bem-estar, mas não deve ser vista como solução única para envelhecimento”, pontua a Dra. Adriana.

A especialista também chama atenção para um ponto frequentemente negligenciado: a higiene. “As mãos precisam estar sempre limpas antes de qualquer manipulação no rosto. A pele do rosto é sensível, e o contato com bactérias pode causar irritações, acne ou até infecções”, alerta.

A especialista também orienta que outro cuidado importante é a forma de execução. Movimentos muito intensos ou realizados de maneira incorreta podem, ao contrário do esperado, causar irritação ou até contribuir para a flacidez ao longo do tempo. Por isso, a orientação de um profissional ou o aprendizado de técnicas corretas faz diferença na segurança da prática.

O que realmente funciona para tratar rugas?

Quando o objetivo é tratar rugas e sinais mais avançados do envelhecimento, a abordagem precisa ir além das técnicas manuais. Segundo a especialista, procedimentos estéticos como toxina botulínica (botox), preenchimentos com ácido hialurônico e bioestimuladores de colágeno apresentam resultados mais consistentes, por atuarem diretamente nas causas das rugas, como contração muscular, perda de volume e redução da produção de colágeno.

“A massagem pode fazer parte da rotina de autocuidado, mas não substitui tratamentos que atuam em camadas mais profundas da pele. O ideal é combinar hábitos saudáveis, cuidados diários e, quando necessário, procedimentos realizados por profissionais habilitados”, afirma a Dra. Adriana. Segundo ela, a escolha do tratamento deve ser sempre individualizada, considerando idade, características da pele e expectativas do paciente.

Dicas para prevenir rugas

A prevenção do envelhecimento precoce envolve uma combinação de hábitos diários com a pele, que ajudam a preservar sua qualidade, firmeza e aparência ao longo do tempo. Confira as orientações da Dra. Adriana Fabres:

  • Usar protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados, e evitar exposição solar excessiva sem proteção;
  • Manter uma rotina de skincare com produtos adequados a sua pele;
  • Não fumar, reduzir o consumo de álcool e manter alimentação equilibrada, rica em antioxidantes;
  • Dormir bem e cuidar da qualidade do sono;
  • Evitar forçar as expressões de forma exagerada, como franzir a testa com frequência ou quando estiver fazendo musculação;
  • Beber água na quantidade ideal (35 x peso = quantidade de água em ml)
  • Procurar avaliação profissional para indicação de tratamentos preventivos.

 

Dra. Adriana Fabres Barcellos é cirurgiã-dentista em Vitória (ES), com 28 anos de atuação e pós-graduação em Harmonização Orofacial pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO-ES). Após trajetória na odontopediatria e no serviço público, passou a atuar com harmonização facial a partir de 2019, com foco em atendimento humanizado, redução de dor e resultados graduais, preservando a individualidade de cada paciente.



A VITÓRIA DA FÉ

 

Filhos, que a nossa fé não seja uma peça de museu, com pouca ou nenhuma utilidade em nossa vida.

Que não admiremos apenas os outros que, com apoio na fé viva, lograram vencer grandes desafios existenciais.

Se eles venceram na fé, nós também poderemos.

Não existe cristão sem fé.

Se nos sentimos afeiçoados ao Cristo, mas ainda a nossa fé está longe de ter o tamanho de um grão de mostarda, ainda estamos distantes do Mestre.

O cristão é um homem de fé.

Se estivermos na hora das grandes provas e testemunhos, estamos no instante preciso de testemunhar a vitória da fé.

A marca do cristão é acreditar, inabalavelmente, que tudo venceremos quando Jesus for para nós não apenas uma lenda ou personagem histórico, mas o Senhor e Mestre de nossas vidas.

Recordemos, diariamente, a pergunta de Jesus: “Por que temeis, homens de pouca fé?”

BEZERRA DE MENEZES

Do livro “Recados do meu Coração” – Psicografia: José Carlos De Lucca

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO




Outono: como usar aquecedores e ar-condicionado para economizar na conta de luz

 

A estação do outono, marcada por temperaturas mais amenas, traz consigo um aumento no uso de aquecedores e ar-condicionado. Para isso, o Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, orienta os consumidores sobre a utilização correta destes equipamentos, fornecendo dicas e orientações para o uso consciente e uma compra segura, afinal, o equilíbrio entre conforto, qualidade de vida e consumo de energia elétrica é fundamental para evitar surpresas na hora de pagar a conta.

Eficiência energética ajuda na economia

Para ajudar no consumo racional de energia no país, o Inmetro criou o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), ferramentas que classificam os eletrodomésticos de acordo com o seu desempenho e a sua eficiência energética, permitindo que o consumidor conheça com precisão o verdadeiro consumo de energia dos produtos e auxilie a decisão na hora da compra. Os plugues dos eletrodomésticos também devem ser certificados e exibir o selo do Inmetro. Equipamentos mais eficientes são mais econômicos para o bolso do consumidor e causam menor impacto ao meio ambiente.

A principal informação presente na etiqueta dos eletrodomésticos é a classificação de eficiência energética, geralmente em escalas que vão de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). O consumo de energia apresenta uma estimativa de gasto de energia em kWh (quilowatt-hora), geralmente por mês ou ano, ajudando os consumidores a preverem os custos operacionais.

Considerar as informações das etiquetas do Inmetro é fundamental, mas mudanças de hábito no dia a dia também contribuem para evitar desperdícios e reduzir os gastos com energia elétrica.

Confira dicas e orientações sobre equipamentos de aquecimento e refrigeração

– Antes de comprar, calcule o efeito na economia de energia elétrica. Multiplique a energia consumida pelo aparelho em kWh pela tarifa de energia praticada em cada localidade. Por exemplo, na capital paulista, a média da tarifa residencial está em torno de R$ 0,72 por kWh. Assim, se o aquecedor ou ar-condicionado consome, por exemplo, 600 kWh por ano, o gasto anual será 600 x 0,72, resultando em R$ 432 por ano;

– Na dúvida entre dois modelos, compare o consumo de ambos e dê preferência ao que consome menos energia. Eventualmente, se esse produto for um pouco mais caro, pode ser que a diferença de preço se pague ao longo dos meses pela economia na conta de luz;

– Evite o abre e fecha de portas dos ambientes refrigerados;

– Feche as janelas e isole bem o ambiente para que o ar quente não escape;

– Cortinas e toldos diminuem a incidência de correntes de ar no ambiente, o que também contribui para o isolamento térmico.

– A manutenção preventiva e a utilização adequada do aparelho são fatores cruciais para garantir o desempenho ideal e prolongar a vida útil do seu equipamento. Fazer a limpeza dos filtros regularmente e seguir as instruções do fabricante corretamente evita sobrecarga e desgaste prematuro. Ao adotar essas medidas preventivas, você garante o funcionamento eficiente do seu equipamento por muito mais tempo.

– Nunca deixe o aquecedor ligado sem supervisão, principalmente perto de crianças e animais de estimação. Manter a distância de materiais inflamáveis, como cortinas e móveis, também é fundamental para prevenir acidentes.

– O Inmetro recomenda manter a temperatura dos aparelhos em 23ºC, resultando em uma rápida estabilização e economizando energia.




Dia do Beijo: estudo alerta para a relação entre mononucleose e o risco de esclerose múltipla

 

 
 

Créditos: Freepik

Abril de 2026. Celebrado no dia 13 de abril, o Dia do Beijo traz um alerta de saúde ganhando um novo patamar de complexidade. Além das infecções imediatas, evidências científicas recentes trazem à tona uma preocupação de longo prazo: a relação entre a mononucleose e o desenvolvimento da esclerose múltipla (EM).

Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, e publicado no início deste ano na Revista Cell, demonstra que células do sistema imunológico, ao serem ativadas para combater o vírus Epstein-Barr (EBV), principal agente causador da mononucleose infecciosa (doença do beijo), podem também reagir contra uma proteína do cérebro, levando a condição de EM.

A mononucleose infecciosa é a doença mais popular associada ao ato íntimo comum entre pessoas conhecida como “doença do beijo”. Segundo o Ministério da Saúde, entre 90% e 95% dos adultos brasileiros possuem sorologia positiva para o vírus, indicando contato prévio. O médico e professor de pós-graduação em Neurologia da Afya Educação Médica, Dr. Philipe Marques da Cunha, explica que a semelhança entre proteínas do vírus e proteínas do cérebro pode desencadear um processo inflamatório, conhecido como mimetismo molecular.

“É como se o corpo errasse o alvo. Esse engano pode desencadear um processo inflamatório que, ao longo do tempo, contribui para o desenvolvimento da esclerose múltipla. O Epstein-Barr não causa a doença sozinho, mas pode atuar como um gatilho importante em pessoas que já têm predisposição”.

A pesquisa demonstra, segundo o neurologista da Afya, como uma infecção aparentemente simples pode contribuir para o surgimento de uma doença neurológica crônica. A esclerose múltipla é marcada justamente por uma resposta imunológica desregulada, que leva o organismo a atacar o próprio sistema nervoso central. “Em pessoas geneticamente suscetíveis, a resposta imune ao vírus pode se desviar e passar a atacar uma proteína cerebral por meio desse mimetismo molecular. Isso não significa que toda infecção levará à esclerose múltipla, mas contribui para compreender um dos vários mecanismos que podem estar envolvidos no surgimento da doença”, complementa o neurologista.

Transmissão pelo beijo

Além da “doença do beijo”, outra condição bastante comum é a herpes labial, provocada pelo vírus Herpes Simples tipo 1 (HSV-1). Informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para a alta exposição  da população adulta brasileira a esse outro agente infeccioso.

Segundo o Conselho Regional de Odontologia destaca que a cavidade bucal abriga mais de 700 espécies diferentes de bactérias, evidenciando a grande diversidade de microrganismos presentes na boca. O médico infectologista e professor da Afya Itajubá, Dr Bruno Michel e Silva, informa que a transmissão de vírus e bactérias durante o beijo ocorre principalmente pelo contato com a saliva, que pode conter microrganismos, além do contato direto com lesões na boca ou nos lábios, o que facilita ainda mais a infecção.

“Podem ser transmitidas infecções como gripes e resfriados (por vírus respiratórios), herpes labial (vírus herpes simples), mononucleose (vírus Epstein-Barr), além de amigdalite e faringite (geralmente por vírus ou bactérias) e, mais raramente, sífilis (em caso de lesões na boca). As manifestações clínicas podem incluir dor de garganta com placas, febre e aumento dos linfonodos, especialmente na região do pescoço”.




Menopausa não é só calorão: insônia, ansiedade, e dor no corpo podem ser sinais

 

Foto Profissional. (Crédito: pexels.com)

A menopausa ainda costuma ser resumida a ondas de calor e fim da menstruação. Mas, na prática, essa transição hormonal pode se manifestar de formas muito mais amplas e silenciosas, afetando corpo, mente, rotina e qualidade de vida de milhares de mulheres. Insônia, irritabilidade, ansiedade, lapsos de memória, palpitações, dores musculares e articulares, queda da libido, ganho de peso, secura vaginal, infecção urinária recorrente e até alterações na pele, na boca e na gengiva estão entre os sintomas descritos por fontes clínicas e de saúde pública sobre perimenopausa e menopausa.

Segundo a médica nutróloga Dra. Mariana Wogel, um dos maiores problemas é que muitas mulheres não associam esses sinais à menopausa e acabam convivendo com o desconforto por meses ou anos sem investigação adequada. “Nem toda mulher vai chegar ao consultório falando de calorão. Muitas chegam dizendo que não se reconhecem mais, que estão exaustas, irritadas, com dificuldade para dormir, com o corpo mudando e sem entender o que está acontecendo. E, muitas vezes, isso já tem relação com a menopausa”, afirma.

A literatura médica mostra que os sintomas mais clássicos da menopausa incluem fogachos, suores noturnos, alterações do sono e desconfortos geniturinários, como secura vaginal e dor na relação. Mas o quadro é mais amplo e também pode envolver mudanças de humor, névoa mental, piora da concentração, aumento da gordura abdominal, alterações metabólicas, baixa autoestima e sintomas urinários progressivos.

Entre os sintomas menos óbvios, e que costumam surpreender as pacientes, estão palpitações, dores articulares, coceira na pele, sensibilidade nos dentes, dor na gengiva e problemas urinários recorrentes. Também são descritos em estudos sintomas somáticos e psicológicos como esquecimento, cefaleia, tontura, sensação de formigamento, alterações de humor e dificuldade para manter o mesmo rendimento físico e mental de antes.

Para a Dra. Mariana, o risco está em tratar cada queixa como se fosse um problema separado. “A mulher começa a receber um remédio para dormir, outro para ansiedade, outro para dor, e segue sem entender o quadro como um todo. Quando ela percebe que o sono mudou, o humor mudou, a libido caiu, a energia desapareceu e o corpo já não responde como antes, isso não pode ser banalizado”, diz.

“Recentemente, atendi uma mulher que convivia havia muito tempo com dores no corpo, tristeza, cansaço e perda importante de qualidade de vida. Ela já tinha tratado sintomas isolados, mas nunca tinha recebido uma investigação mais ampla para menopausa porque não tinha fogachos como principal queixa. E isso acontece com mais frequência do que se imagina”, reforça.

Outro ponto importante é que esses sintomas podem surgir ainda na perimenopausa, fase em que a mulher continua menstruando, mas já enfrenta oscilações hormonais importantes. Isso significa que mulheres na faixa dos 40 anos, e às vezes até antes, podem começar a sentir cansaço, ansiedade, alterações de memória, dificuldade de concentração, mudanças corporais e desconfortos urinários sem perceber que já estão entrando na transição menopausal.

A especialista ressalta que o impacto vai além do desconforto físico e pode afetar relações, autoestima e desempenho profissional. “Muitas mulheres acham que estão falhando, que perderam disciplina, força ou produtividade. Mas, em vários casos, o que existe é uma mudança hormonal real, que precisa ser avaliada com seriedade. Não é frescura, não é exagero e não deve ser tratado como algo que a mulher simplesmente precisa suportar”, afirma.

O alerta, segundo a médica, é procurar avaliação quando os sintomas começam a interferir no bem-estar e na vida diária. “Se você sente que não está se reconhecendo mais, que seu corpo mudou, seu humor mudou, seu sono mudou e sua disposição caiu, isso merece investigação. Menopausa não precisa ser sinônimo de sofrimento silencioso”, conclui Dra. Mariana Wogel.

 

Sobre a Dra. Mariana Wog

Médica nutróloga, especialista em Nutrologia pela ABRAN/AMB, com atuação em saúde feminina, emagrecimento, fertilidade e medicina integrativa. Autora de dois livros e criadora do Programa Ser Livre, atende em Três Rios e Itaipava com foco em cuidado integral, acompanhamento contínuo e saúde da mulher em diferentes fases da vida.

 




Fome fora de hora e queda de energia? Saiba quando isso pode indicar risco de diabetes tipo 2

 

Cansaço constante, dificuldade de concentração, fome fora de hora, sonolência depois das refeições e irritabilidade costumam ser atribuídos à correria do dia a dia. Em muitos casos, são reflexo de noites ruins, excesso de trabalho e estresse acumulado. Mas nem sempre. Quando esses sinais se repetem, persistem e passam a fazer parte da rotina, também podem indicar alterações metabólicas que merecem investigação.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre 2006 e 2024, a prevalência de diagnóstico médico de diabetes entre adultos das capitais dos 26 estados e do Distrito Federal passou de 5,5% para 12,9%, alta de 135%. No mesmo período, o excesso de peso passou de 42,6% para 62,6%, e a obesidade, de 11,8% para 25,7%.

Para a nutricionista Bela Clerot (@bela_nutricao no Instagram), um dos erros mais comuns é esperar apenas um sintoma mais evidente ou um exame muito alterado para procurar ajuda. “Muita gente não percebe que o problema começa bem antes do diagnóstico. O corpo vai dando pistas, como fome frequente, energia instável, sono ruim, dificuldade de concentração, vontade constante de beliscar. Só que, como isso foi sendo normalizado, a pessoa chama tudo de estresse, idade ou rotina corrida”, afirma.

De acordo com a especialista, a piora metabólica costuma acontecer aos poucos. A resistência à insulina pode surgir primeiro, o pré-diabetes aparece como um sinal de alerta nos exames e o diabetes tipo 2 corresponde ao quadro já estabelecido. Na prática, segundo Bela, a investigação muitas vezes só começa quando o incômodo aumenta ou quando o resultado laboratorial sai fora do esperado.

Veja 4 sinais que merecem atenção

1. Cansaço fora do padrão

Se a fadiga vira rotina e não melhora nem com descanso, vale investigar. Quando persiste, a queda de energia merece atenção, especialmente se vier acompanhada de outros sinais ou fatores de risco.

2. Fome exagerada ou vontade constante de beliscar

Quando a fome aparece fora de hora e a saciedade parece não durar, o organismo pode já estar lidando mal com glicose e insulina

3. Sonolência depois das refeições

Aquela moleza frequente depois de comer é um sinal inespecífico, mas merece atenção quando passa a se repetir no dia a dia.

4. Aumento da barriga e dificuldade para perder peso

O acúmulo de gordura abdominal é um marcador de piora metabólica e aumento de risco e costuma aparecer cedo.

Quando vale investigar

Segundo a nutricionista, a atenção deve aumentar quando os sintomas deixam de ser pontuais e passam a se repetir por dias ou semanas, quando dois ou mais sinais aparecem juntos, ou quando há fatores de risco como histórico familiar de diabetes, sobrepeso, gordura abdominal, sedentarismo ou antecedente de diabetes gestacional.

Entre os exames mais usados nesta investigação estão a glicemia de jejum, a hemoglobina glicada, insulina basal – que poucos médicos se importam em solicitar, e muitas vezes não sabem analisar da forma devida – e, quando há indicação clínica, o teste oral de tolerância à glicose.

“O mais perigoso é que esses sinais parecem comuns demais. E justamente por parecerem comuns, deixam de ser investigados com a seriedade que merecem”, diz Bela.

Em muitos casos, o corpo não avisa com um susto. Ele começa por sinais pequenos, repetidos e facilmente banalizados. Por isso, de acordo com a especialista, quando o cansaço foge do padrão, a fome exagerada vira rotina, o peso se torna difícil de controlar, ou a energia oscila ao longo do dia, investigar mais cedo pode ajudar a identificar alterações metabólicas antes da progressão do quadro.

 

 

Quem é Bela Clerot?  
Isabela Clerot, conhecida como Bela, é nutricionista formada pelo UniCEUB, com pós-graduação lato sensu em Alimentos, Nutrição e Saúde e registro no CRN-DF 17718. Atua com foco em saúde metabólica, prevenção e controle do pré-diabetes e do diabetes tipo 2 por meio da alimentação e da mudança de estilo de vida. Ao longo da sua trajetória, já ajudou milhares de pessoas a melhorar a relação com a comida, entender os efeitos da resistência à insulina e buscar mais controle sobre exames, peso, energia e qualidade de vida.