1

Espíritas convidam para palestra neste sábado

 

A USE Intermunicipal de Assis, órgão da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, convida para a palestra que será realizada neste sábado, dia 22, às 20 horas, na sede do Centro Espírita “Cairbar Schutel”, localizado à Rua João Ramalho, 966, Vila Tênis Clube.

Maria Aparecida Casagrande, de Ourinhos, abordará o tema “A verdadeira propriedade”.

Haverá, também, apresentação musical com Ricardo Pitzke.

 




A INTERCESSÃO É LEGÍTIMA E NECESSÁRIA!

 

Valei-me, São José!

Não é uma mera expressão da religiosidade popular. Não! Pelo contrário, é uma expressão da alma religiosa do povo de Deus baseada numa convicção da intercessão dos santos e, de modo particular de São José.

A intercessão dos santos não é um absurdo e, nem tão pouco, uma usurpação.

A intercessão é um fato notável de confiança de alguém que, espera de um outro alguém, uma intervenção, um apoio, uma iniciativa, um conforto, uma apelação e uma interlocução, em seu nome, numa situação mais ou menos difícil ou numa necessidade. Porque confia nesta pessoa, dirige-lhe um pedido, solicitando uma ajuda.

A intercessão não é uma exclusividade religiosa. Acontece todos os dias e, naturalmente, no âmbito político, econômico, social, cultural, comunitário, familiar, … e, também, religioso.

Quantas pessoas não pedem umas às outras uma intercessão!

Nesses dias alguém me pediu, reze por nós, padre, estamos precisando muito de oração; e relatou a situação de necessidade. E, junto com esse, uma quantidade enorme de pessoas fazem este pedido. Isso é intercessão!

Todos os dias, amigos não católicos dizem: “Estamos fazendo uma campanha de oração”… “Nós vamos orar pelos doentes nas casas e hospitais”… “Terminamos um jejum pelo motivo tal” etc…. Isso é intercessão.

E, veja bem, para ser eleito como sujeito de intercessão, nem precisa que a pessoa seja muito religiosa, esteja sempre na igreja, esteja ‘em dias’ com o dízimo, seja ‘graduada’ na religião, não tenha pecado… porque, quando alguém diz: “reze por mim” ou “ore por mim” (que é a mesma coisa), o que ela está pedindo é: “me ajude com sua intercessão!” E, nesse caso, concretamente, ninguém é maior ou menor do que o outro, porque, Deus ouve a prece de quem quer que seja e atende os pedidos.

Um bonito relato de intercessão, acontece nos Atos dos Apóstolos, por ocasião da Prisão de Pedro (At 12,1-17). Herodes ordenou sua prisão para intimidar o grupo do ‘caminho’: “O rei Herodes começou a perseguir alguns membros (…) decidiu prender também Pedro” (At 12,1-3). Mas, a confiança dos irmãos colocou toda a Igreja em oração pela libertação de Pedro: “Pedro estava vigiado na prisão, mas a oração fervorosa da Igreja subia continuamente até Deus, intercedendo em favor dele” (At 12,5). De fato, a oração dos irmãos, garantiu a libertação de Pedro: “O anjo tocou o ombro de Pedro, o acordou, e lhe disse: ‘Levante-se depressa.’ As correntes caíram das mãos de Pedro. Então Pedro caiu em si e disse: ‘Agora sei que o Senhor de fato enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes’” (At 12,7.11). Tendo saído da prisão Pedro foi até os irmãos: “Pedro então refletiu e foi para a casa de Maria, mãe de João, também chamado Marcos, onde muitos se haviam reunido para rezar” (At 12,12).

Ora! Os santos que, estão junto de Deus, são tão capazes de intercessão quanto os que estão sobre a terra. E, quem sabe com uma ‘vantagem’: já ultrapassaram a limitação temporal deste mundo.

Não existe nenhum absurdo num pedido de intercessão aos santos: nem por incapacidade e nem tão pouco por usurpação.

Assim como agradecemos uma pessoa que intercedeu por nós numa situação em que estávamos necessitados e conseguimos êxito, assim, também, a oração aos santos está coberta de legitimidade, sem o medo de cometer idolatria. Porque, se não somos idólatras por precisar, pedir e agradecer a intercessão de alguém que, ainda ‘come feijão’ nesta terra e está limitado pela terra, não somos idólatras, também, por precisar, pedir e agradecer a intercessão de quem está, já, no céu.

Deus não é destronado pela intercessão!

Deus é destronado pela falta de amor e pela injustiça. Quem age desta maneira, sim, está jogando Deus no lixo e descartando-o da vida e da fé!

A intercessão é legítima e necessária.

Dia 19 é dia de São José! Valei-me, São José!

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Os impactos de uma gravidez precoce

 

 

A gravidez na adolescência é um fenômeno global que possui causas muito bem conhecidas, assim como consequências sociais, econômicas e para a saúde. Tende a ser maior entre aquelas de menor grau de escolaridade ou menor status econômico e, embora se verifique diminuição na taxa da primeira gravidez, essa ainda se mantém muito alta no Brasil, se comparada a países desenvolvidos.

Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), ao considerar meninas entre 10 e 19 anos, o Brasil é um dos países da América Latina com a maior prevalência de gravidez na adolescência (14%), ficando atrás do Paraguai (15%), Equador e Colômbia, ambos com 18%. Segundo a hebiatra Elizete Prescinotti Andrade, presidente do Departamento de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), a denominação mais adequada seria gravidez precoce, pois acontece em uma fase da vida da mulher na qual seu organismo está num período de intensas mudanças físicas, psíquicas e sociais.

“E para que se desenvolva plenamente, tais mudanças precisam acontecer com o menor número possível de intercorrências – e uma gravidez é uma grande intercorrência no desenvolvimento”, afirma a médica, salientando que pais, professores e pediatras devem fornecer informações corretas sobre sexualidade e prevenção da gravidez precoce. “Falar sobre sexualidade, prevenção de gravidez e de infecções sexualmente transmissíveis não induz adolescentes a iniciarem a vida sexual mais precocemente”, enfatiza a hebiatra.

Para ela, os pediatras têm papel fundamental nessa prevenção, com capacidade de atuar na diminuição da primeira gestação precoce. “Precisamos orientar tanto a família quanto os adolescentes sobre métodos contraceptivos e prescrevê-los quando indicado”, diz, esclarecendo que a prevenção não se restringe apenas às adolescentes. “Todos os adolescentes, meninas e meninos, sempre devem participar dessas orientações”, conclui Elizete.

Para a gestante adolescente os riscos são amplos:

As adolescentes já estão naturalmente em uma fase de crescimento e desenvolvimento e a gravidez precoce pode interferir nesse processo. Segundo a pediatra Elizete Prescinotti Andrade, elas podem enfrentar complicações como hipertensão gestacional, anemia e pré-eclâmpsia, entre outras complicações relevantes.

  1. A gravidez em adolescentes está associada a um maior risco de parto prematuro, o que pode levar a complicações para o bebê, como baixo peso ao nascer e problemas de saúde a longo prazo;
  2. As adolescentes podem ter uma taxa mais alta de abortos espontâneos, especialmente se não receberem cuidados pré-natais adequados;
  3. Muitas adolescentes podem não ter uma nutrição adequada durante a gravidez, o que pode impactar tanto a saúde da mãe quanto a do bebê. Uma alimentação inadequada pode resultar em deficiências nutricionais que afetam o desenvolvimento fetal. Para a adolescente, há risco de uma menor aquisição de massa óssea, o que aumenta a probabilidade de osteoporose na pós-menopausa;
  4. A gravidez na adolescência, além de limitar o desenvolvimento social da adolescente, pode causar estresse, ansiedade e depressão. A pressão social e as mudanças na vida podem ser difíceis de lidar, resultando em problemas de saúde mental;
  5. Muitas mães adolescentes enfrentam dificuldades financeiras, falta de apoio familiar e estigmas sociais, o que pode impactar ainda mais a sua saúde e bem-estar da mãe e do bebê;
  6. A gravidez pode interromper os estudos e limitar as oportunidades de carreira da adolescente, afetando seu futuro econômico e social;
  7. Mães adolescentes têm maior chance de trabalhar do que adolescentes não grávidas; entretanto, em sua maioria são empregos informais. E se comparadas a mulheres que tiveram filhos após os 20 anos, recebem 28% menos de salário;
  8. A gravidez na adolescência pode levar ao isolamento social, com a jovem mãe se afastando de amigos e atividades sociais, o que pode aumentar a sensação de solidão e depressão.



Escovação da língua: saiba o porquê você deve higienizá-la todos os dias

 

Você escova os dentes todos os dias, mas e a sua língua? Muitas pessoas negligenciam essa etapa essencial da higiene bucal, sem saber que a falta de limpeza adequada pode causar mau hálito, aumentar o risco de doenças e comprometer a saúde de todo o organismo. A língua, além de exercer um papel muito importante na cavidade oral, também é berço para proliferação de bactérias. Aproveitando o Dia Mundial de Saúde Bucal, comemorado em 20 de março, a dentista Naila Martelozo, da Hapvida +Odonto, explica o porquê da higienização e como fazê-la.

“Quando dormimos, nosso organismo faz uma espécie de ‘detox’ dos nossos órgãos e as impurezas vão parar na língua. Pela manhã, podemos notar uma capa esbranquiçada maior que o normal, chamada de saburra lingual. Se não a removermos, vai se acumulando na língua cada vez mais”, alerta Naila. É exatamente essa concentração da saburra que causa mau hálito.

Mas não é o único problema de saúde que podem ser provocados. A falta de higienização da língua pode, inclusive, levar à má digestão, ao acúmulo de toxinas no organismo e à disbiose intestinal, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal, alteração que impacta o equilíbrio e a saúde do indivíduo e é capaz de influenciar uma série de doenças, como as gastrointestinais, as cardiovasculares, as metabólicas e as degenerativas

Como higienizar

“Para manter uma língua sempre limpa e saudável, precisamos adquirir um dispositivo chamado de limpador de língua, que é encontrado nas versões de plástico, cobre ou inox. Em jejum, realize a raspagem da capa branca da língua por completo. Há também, algumas escovas de dente que possuem um mini raspador de língua na parte de trás. Porém, o ideal é realmente possuir o raspador de língua para uma higienização eficaz e completa”, frisa a dentista.

Uma dúvida frequente é se limpar a língua com a escova de dente é a forma correta de fazer a higienização. Naila ressalta que ajuda, mas é uma ação complementar à raspagem: “Durante as escovações ao longo do dia, é importante usá-la como fosse uma ‘vassoura’, varrendo para fora da língua os resíduos acumulados de refeições e outras impurezas que ali permaneceram”, afirma.

Para a higienização da língua, há também enxaguantes bucais, mas que devem ser usados somente conforme a prescrição do cirurgião-dentista, ressalta Naila. Para a garantia da saúde bucal, a melhor orientação é consultar um especialista a cada seis meses. “Lembrem-se sempre que nossa saúde começa pela boca e nossa digestão, também. Que tal cuidarmos sempre com carinho e higiene correta dela?”, finaliza a dentista.

O plano de saúde odontológico da Hapvida oferece cobertura para diversos procedimentos essenciais, incluindo consultas, limpezas, restaurações, extrações e tratamentos de gengiva e o atendimento conta com ampla rede de clínicas e consultórios credenciados. Com opções acessíveis para diferentes perfis de clientes, o plano garante atendimento de qualidade e agilidade no cuidado com a saúde bucal. Além disso, dispõe de tecnologia e estrutura modernas, proporcionando conforto e segurança aos beneficiários.

Sobre a Hapvida

Com cerca de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 69 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 87 hospitais, 77 prontos atendimentos, 341 clínicas médicas e 291 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

 

 




Lei da Cadeirinha passa a ter regras mais claras

 

 

A partir deste ano, entram em vigor diretrizes mais claras e específicas para o transporte seguro de crianças em veículos, conforme estabelecido pela Lei nº 14.071/2021 e as resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A atualização da Lei da Cadeirinha visa aumentar a proteção dos pequenos e adequar a legislação às recomendações técnicas mais recentes. Ela inclui regras mais simples em relação às faixas etárias e tipos de dispositivos de retenção que devem ser observados.

 

De acordo com a legislação, crianças com idade inferior a 10 anos e que tenham menos de 1,45 metro de altura devem ser transportadas no banco traseiro em assento específico, determinado de acordo com idade e altura. A partir dos 7 anos e meio, caso a criança tenha atingido a altura mínima estipulada, de 1,45 metro, já é possível transportá-la apenas com o cinto de segurança no banco de trás. Essa medida visa garantir que as crianças estejam protegidas em caso de acidentes, reduzindo significativamente o risco de lesões graves ou fatais.

 

As cadeirinhas são desenvolvidas para absorver impactos e proteger as regiões mais sensíveis do corpo das crianças, como a cabeça, o pescoço e a coluna. Os equipamentos estão disponíveis em diferentes modelos, apropriados para cada faixa etária, peso e altura, abrangendo desde recém-nascidos até crianças maiores que ainda não possuem estatura e peso suficientes para utilizar o cinto de segurança do veículo.

 

Para o especialista em Segurança Viária da Entrevias Concessionária de Rodovias, Ariel Garavine, o uso da cadeirinha para transportar crianças não é apenas uma questão de cumprir a lei, mas sim de preservar vidas. “A segurança das crianças é uma prioridade e deve ser tratada com a seriedade que merece, garantindo que elas possam viajar protegidas e com tranquilidade”, afirma.

 

Segundo ele, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos à maneira como o cinto se ajusta ao corpo da criança quando não há mais a necessidade da cadeirinha ou do assento de elevação. “O cinto deve estar confortável ao ombro e jamais na altura do pescoço, o que pode causar lesão em um acidente”, observa.

 

Para o Capitão da Polícia Militar Rodoviária, Péricles Flora, é fundamental a utilização da cadeirinha para garantir a segurança e proteção dos pequenos durantes os deslocamentos, seja em rodovias ou até na cidade. “Em caso de acidentes, as cadeirinhas adequadas podem reduzir significativamente o risco de lesões graves e até fatais. A cadeirinha age como um dispositivo de retenção, absorvendo impactos e evitando que a criança seja arremessada para fora do veículo, o que é uma das principais causas de lesões em acidentes de trânsito”, completa o capitão Flora.

 

Quem desrespeitar as regras de segurança estará sujeito a multa no valor de R$ 293,47, além de perder sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A infração é considerada gravíssima.

 

Redução de risco

 

O uso correto da cadeirinha é fundamental para reduzir lesões e mortes de crianças em acidentes de trânsito. Segundo um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso de dispositivos de retenção infantil reduz em até 70% o risco de fatalidades em caso de colisão. No Brasil, dados do Ministério da Saúde mostram que acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte entre crianças de 1 a 14 anos.

 

De acordo com Ariel, as mudanças na Lei da Cadeirinha reforçam a necessidade de priorizar a segurança infantil no trânsito. “Em um país onde milhares de vidas são perdidas anualmente em acidentes, a adoção de medidas preventivas é fundamental”, afirma.

 

Como utilizar corretamente a cadeirinha

 

O bebê conforto deve ser instalado ao contrário do movimento do carro, ou seja, de costas para o banco da frente, com a criança olhando para o vidro traseiro, e deve manter o bebê com o corpo inclinado em um ângulo de 45º.

 

Já as cadeirinhas são montadas viradas para a frente. Elas devem ser usadas para o transporte das crianças depois que deixarem o bebê conforto. As cadeirinhas precisam ter cinto de segurança próprio e selo de conformidade do Inmetro. Tanto o bebê conforto como a cadeirinha devem ser fixados ao banco através do cinto de segurança do veículo.

 

No assento de elevação, a criança fica sentada de frente para o movimento do veículo, na mesma posição que os demais ocupantes. A função do assento de elevação é exatamente deixar a criança em uma posição mais alta no banco, para que ela possa utilizar o cinto de segurança do próprio veículo.

 

Bebê conforto: Para crianças de 0 a 1 ano de idade

Cadeirinha: Para crianças de 1 a 4 anos de idade

Assento de elevação: Para crianças de 4 a 10 anos de idade, com até 1,45 metro de altura




O PULO DO GATO

 

Dizem que todo bom mestre, por melhor que seja, não ensina tudo a seus alunos. Ilustra essa verdade o clássico conto popular da onça e o gato. Apesar das muitas desavenças entre eles, a onça estava sempre à espreita para aprender com o gato seus trejeitos e malandragens, sua agilidade ímpar durante a caça, que provocava até uma pontinha de inveja no felino maior. Propôs então a onça que o gato lhe ensinasse um pouco mais de sua astúcia.

A oportunidade surgiu diante de um réptil descuidado. Qual dos dois o devoraria primeiro? – desafiou a onça. O gato não se deu por vencido e pulou primeiro sobre o ingênuo réptil. A onça não perdeu a oportunidade e pulou certeira sobre… sobre o gato. Matreiro, o gato pulou de banda e se safou da traição. Queixosa, a onça reclamou que aquele salto de lado não fizera parte dos ensinamentos do gato. Ao que o gato prontamente se justificou: “Nem tudo os mestres ensinam”.

Assim vejo as chamadas manobras diplomáticas do mundo de hoje. Em especial quando nações se dividem em blocos de interesses comerciais, deixando de lado os interesses mais cruciais da comunidade humana, quais aqueles que dizem respeito à harmonia entre os povos, ao bem-estar mínimo que a dignidade da vida exige, o combate a toda e qualquer forma de miséria e fome, o respeito às liberdades políticas, culturais, religiosas, enfim, dar a todos a oportunidade de exercitar seu livre arbítrio, sem traições, sem intenções que não aquelas do bem comum.

Quando um país como o Brasil se arvora como portador de todas as soluções para a emblemática relação entre os povos, está se fazendo de onça. Esquece que na hierarquia animal todos possuem artifícios e artimanhas próprias para vencerem na luta pela sobrevivência. O leão, paciente, mas astuto, se posta como rei. A pantera, ágil e veloz, é rainha em suas savanas. A águia – ah, a águia! – com seu voo silencioso e sua visão magnífica, não perde um lance sequer. Urubus, aos bandos, fazem da carnificina aqui de baixo seu grande banquete. Até as serpentes, sempre traiçoeiras, aplicam a política do subterfúgio, para aplicar seus golpes com perfeição! Esse é o mundo, essa é a guerra que travamos para nos manter vivos.

O parentesco entre a onça e o gato não justifica uma relação de amizade entre eles. Nem de confiança. Nem de benefícios mútuos. A onça pensa ser superior ao gato. O gato desdenha dessa superioridade exibindo pequenas artimanhas. Mas – cada qual no seu mundo – são temidos e respeitados pelos que se julgam presas de sua cadeia alimentar. Essa é a triste realidade que nos cerca, quando somos forçados a uma relação de diplomacia falsa, hipócrita, de aparência, sem um aprendizado melhor partilhado, sem cartas na manga, interesses a longo prazo.

Então faço as interrogações da lógica: Quais os interesses brasileiros quando nossa diplomacia passa a defender a posição de países e governantes contrários ao regime democrático aqui vigente? Por que a diferenciação de status entre os prisioneiros políticos daqui e os de fora? Por que essas posições ambivalentes, quando nossa História recente primou pela conquista lenta, suada, dolorosa até, de um regime que nos permite um pulo maior? Mesmo que leões, águias e urubus nos espreitem?

Só queria entender. Mesmo assim, sei que essa oncinha pode dar com os burros na água. Talvez encontre seu bebedouro… Talvez se lembre que nasceu e cresceu seguindo os ensinamentos do Bom Mestre e este não lhe ocultou sua Sabedoria. Talvez ainda descubra que construir um mundo melhor depende do testemunho de fé de seu povo, não das ambições de seus políticos. Porque o maior dos presos políticos nunca se fechou ao diálogo, nem se prestou a contradições, mas ensinou dando a vida e se esgotando como fonte de toda verdade: “Se alguém tiver sede, venha a mim e beba”.

20 anos de Palavras de Esperança. Publicado em 16 de março de 2010.

WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]




PRESTAÇÃO  DE  CONTAS

 

            Ao rogar a Deus proteção e benesse para alcançar os objetivos que acalentas, observa se o teu petitório não prejudica ou fere os interesses de teus semelhantes em qualquer ponto.

Recorda-te: ninguém consegue erguer qualquer construção feliz e digna, sobre os escombros do prejuízo e da dor alheias, sem que seja chamado à necessária prestação de contas ante o tribunal da própria consciência.

ALBINO DA SANTA CRUZ

 

Extraído do livro “Respostas ao Coração” – Psicografia: José Maria de Medeiros Souza – Editora EBM   

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO

 

 

 

 

 




A SABEDORIA QUE PROVÉM DA GRATIDÃO

 

Não está ao nosso alcance e poder controlar a vida. Mesmo que quiséssemos, existem inúmeras variáveis que ultrapassam nossas limitadas capacidades e possibilidades. Isso não significa que não podemos fazer nada para melhorar a nossa vida e o que está a nossa volta. Não! Nós não estamos submetidos à uma prisão. Pelo contrário. Nós temos condições e competência para mudar o mundo, naquilo que o mundo pode ser mudado. Infelizmente, gastamos energia e força brigando contra uma certa “ordem do universo”; agindo, excentricamente, contra seus fluxos, movimentos, sistemas, funcionamento e equilíbrio.

Existe um “encaixe” perfeito de todos os seres vivos no universo – e de modo particular, na terra – mesmo quando uma situação adversa pareça tão inóspita e incrivelmente contraditória à existência e à sobrevivência.

Quando a lógica da improbabilidade ceder lugar à gratidão por tudo o que, ainda, somos, temos e podemos haverá razão para continuar buscando saídas. E, certamente, não tardarão chegar novas possibilidades, mesmo na situação mais caótica da vida.

Tudo é possível para quem não fecha toda a vida, à generalização do infortúnio de um momento, mesmo que, por vezes, repedido. A questão é, sempre, saber fundar novos começos, acreditar e perseverar.

Na semana passada, encontrei um senhor que me deu uma lição de gratidão, perseverança e fé.

Depois de um bom tempo de conversa, perguntei-lhe sobre a situação de sua roça e quais esperanças guardava de colheita.

Ele fez um breve silêncio antes de responder e, eu imaginei que ele ia soltar um daqueles reclames próprios de quem está sempre surpreendido pelo “infortúnio” da seca. De fato, depois das promissoras chuvas do começo do ano, o sol ganhou terreno e invadiu a esperança de colheita.

Depois do silêncio ele sorriu e quase como segredando, disse em tom de oração: “A roça tá boa! A terra recebeu a semente… brotou… ganhou folhas e agora está crescendo. Não sei se vai chegar a dar fruto, porque o sol está muito quente. Mas, já me dou por satisfeito porque, fazia muito tempo que eu não via uma roça verde. É verdade que, agora, não está tão verde. Mas, o que os meus olhos viram já encheu meu coração de satisfação e prazer. Se não for desta vez, a gente planta, de novo, o ano que vem!”

Fiquei impressionado com aquelas palavras: tão simples e tão sábias.

Ele parou de falar enquanto olhava longe, em direção da roça.

Eu entrei no silêncio dele.

Nisso, apareceram umas cabras com filhotes berrando e, ele, então, retomou a palavra e disse: “Pra mim já está certo o seguinte: o que a roça der e a gente não puder aproveitar, a gente entrega para os bichos… Aqui em casa, o que não falta é animal para dar de comer…”

Depois que saí da casa daquele senhor, fui para casa e aquelas palavras grudaram na minha mente. Fiz minha oração e pedi a Deus que me desse o senso de gratidão daquele homem.

Tudo o que nos acontece não é sorte e nem azar: é o universo se movimentando.

Cabe a cada um de nós, usar a sabedoria da vida, no pouco ou nos muitos anos vividos, para construir o itinerário da gratidão.

Vive melhor quem, ao invés da revolta e do desespero, sabe tomar como ponto de partida toda e qualquer situação diante da qual estiver.

Eu quero viver com a sabedoria que provém da gratidão.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS 




Câmara aprova projeto de lei contra jogos de azar e ludopatia

 

A Câmara Municipal aprovou durante sua sessão de segunda-feira (10), projeto que institui uma campanha anual de conscientização e combate aos jogos de azar e à ludopatia, dependência causada por vícios em apostas esportivas.

A iniciativa, proposta pelo vereador Pastor Edinho, visa enfrentar o crescente problema das apostas e seus efeitos prejudiciais à sociedade.

A campanha, deverá ser realizada todos os anos no mês de setembro, com objetivo de conscientizar a população sobre os perigos das apostas, especialmente nas modalidades online (como as plataformas BETS), que têm causado sérios danos às famílias.

A ludopatia, definida pela dependência de apostas, é o foco central da campanha e busca alertar sobre os efeitos devastadores dessa prática.

Os principais objetivos da campanha incluem:

  1. Enfrentamento às apostas e jogos de azar, com foco na conscientização sobre a alta carga viciante dessas práticas;
  2. Promoção de atividades educativas, que ajudem a desenvolver habilidades de autocontrole e reconheçam comportamentos compulsivos relacionados aos jogos de azar e apostas;
  3. Incentivo ao diálogo entre escola, família e sociedade, sobre recursos tecnológicos de controle parental e os malefícios das apostas;
  4. Prevenção do endividamento e comprometimento financeiro, ocasionados por vícios em apostas esportivas.

A campanha contará com a participação de escolas públicas e particulares, o PROCON, e outras organizações públicas e privadas, que poderão realizar atividades como palestras e ações educativas em locais de grande circulação, com o objetivo de desestimular a participação em jogos de azar.

Segundo o vereador Pastor Edinho, autor do projeto,  “a nossa intenção ao enviar este projeto à Câmara é promover a conscientização e orientação sobre os malefícios das apostas, que acabam se tornando um vício e geram sérios problemas de saúde mental. Acredito que o Poder Público deve ser uma ferramenta essencial para a conscientização e orientação da população”, justificou.

 




Cabonnet é reconhecida entre os 10 provedores de internet mais rápidos do Brasil

 

 

A Cabonnet, provedora regional de serviços de internet, foi recentemente reconhecida entre as 10 empresas com a maior velocidade de internet no Brasil, ocupando a nona posição e desbancando gigantes nacionais, como Claro e Vivo.
De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgados no ranking elaborado pelo portal Teleco, que avaliou a velocidade das operadoras de banda larga fixa em todo o território nacional, a Cabonnet apresentou uma média de velocidade que a posiciona entre as líderes do setor.
Esse reconhecimento reflete o compromisso da Cabonnet em investir continuamente em tecnologia de ponta e infraestrutura robusta, garantindo conexões estáveis e velozes para seus clientes. A empresa busca atender às crescentes demandas por serviços de alta qualidade, reafirmando sua posição de destaque no setor de telecomunicações.
Com mais de 30 anos de experiência, a Cabonnet investe constantemente em infraestrutura e inovação tecnológica, expandindo sua rede de fibra óptica para garantir conexão estável, segura e de alta velocidade. A empresa atende 40 municípios, com mais de 5,9 mil km de redes de fibra óptica e 1,8 mil km de backbones, além de possuir seis datacenters no estado de São Paulo. Esse investimento contínuo reafirma seu compromisso em levar conectividade de ponta a seus clientes, tanto no segmento residencial quanto corporativo.
Para mais informações sobre os serviços da Cabonnet e como essa conquista impacta os clientes, acesse: www.cabonnet.com.br