FEMA inscreve interessados em curso gratuito de robótica

A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) abriu as inscrições para o projeto de extensão FEMA Robótica, iniciativa aberta à comunidade e voltada a crianças e adolescentes do ensino fundamental e médio. O projeto oferece formação prática em tecnologia, com início previsto para março de 2026.

São 60 vagas no total, distribuídas igualmente em três módulos: Básico (LEGO EV3), Intermediário (LEGO SPIKE PRIME) e Avançado (Arduino V8). As inscrições ficam abertas até 9 de março de 2026 e devem ser feitas exclusivamente de forma online, por meio de formulário eletrônico no link: tinyurl.com/3zkypnys

Durante o período de março a junho de 2026, as aulas acontecem em dias e horários específicos para cada módulo:

  • Básico: segunda e quarta-feira, das 13h30 às 15h10 (2 horas/aula por encontro, num total de 28 encontros);

  • Intermediário: segunda e quarta-feira, das 15h20 às 17h (2 horas/aula por encontro, num total de 28 encontros);

  • Avançado: sexta-feira, das 14h às 17h (3 horas/aula por encontro, num total de 14 encontros).

O percurso formativo tem como foco o aprendizado dos conceitos básicos de Eletrônica, Robótica, Programação e Matemática, permitindo que os estudantes desenvolvam e construam seus próprios robôs a partir do uso de motores, sensores, luzes e baterias. As atividades práticas utilizam kits LEGO EV3, LEGO Spike Prime e o Kit Arduino V8.

Para participar, é necessário ter entre 11 e 16 anos, estar matriculado em escola pública ou privada de Assis ou região e apresentar bom desempenho escolar. No módulo Básico, os candidatos passarão por um processo seletivo com prova objetiva de 15 questões, sendo cinco de Matemática, cinco de Português e cinco de Informática Básica. Para o módulo Intermediário e Avançado, é exigida certificação nos módulos anteriores.

A lista de estudantes selecionados e o período de matrícula serão divulgados nos dias 12 e 13 de março. As orientações sobre matrícula serão encaminhadas por e-mail e/ou WhatsApp aos selecionados.

O projeto FEMA Robótica é coordenado pela professora Ma. Diomara Reigato Barros e tem como objetivo incentivar o interesse pelas áreas de engenharia, automação e computação, além de fortalecer a cultura maker, baseada no aprendizado prático. O edital completo está disponível para consulta no site da instituição.




NOSSA FAMÍLIA

Meus filhos:

Valorizemos a família consanguínea, pois ela é a porta que nos leva ao equilíbrio interior.

O familiar difícil é, no mais das vezes, o irmão que nos obriga a ser mais dócil e paciente, que nos faz exercitar o perdão, que nos obriga a pensar mais nos outros do que em nós mesmos.

E não será disso o que carecemos para, definitivamente, vencermos o egoísmo e darmos um passo adiante em nossa evolução espiritual?

Nosso amor ainda é uma flor por desabrochar porque geralmente busca apenas os próprios interesses.

Por isso a família é a academia espiritual onde iremos realizar os primeiros exercícios de abnegação e renúncia na conquista do verdadeiro amor.

BEZERRA DE MENEZES

Do livro “Recados do meu Coração” – Psicografia: José Carlos De Lucca

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Entenda as mudanças na pele durante a menopausa

 

 
 

Você está na menopausa e tem aquela sensação de que o creme que funcionava há dois anos parou de funcionar? De que a pele parece papel? De que o rosto está mais flácido do que deveria para sua idade? Não é impressão. E não é “da idade”.

A médica Isabel Martinez explica que o estrogênio — aquele hormônio que a gente associa com menstruação e fertilidade — é, na verdade, o grande arquiteto da pele feminina.

“Ele está em todo lugar: nas células que fabricam colágeno, nas que formam a barreira protetora, nas que produzem a oleosidade natural, até nos vasinhos que nutrem a pele por dentro. Quando o estrogênio cai, tudo cai junto. E cai rápido”

De acordo com Dra. Isabel, uma das descobertas mais impactantes da dermatologia é esta: nos primeiros cinco anos de menopausa, a pele pode perder até 30% do seu colágeno total.

“Não em décadas. Em cinco anos. E esse número não depende da sua idade — depende de quanto tempo faz que a menopausa começou. Uma mulher de 42 com menopausa precoce pode ter a mesma perda de colágeno que uma de 58.

É por isso que a menopausa não é “envelhecimento”. É uma transição. O corpo todo muda de regime — e a pele é o primeiro lugar onde isso aparece. Na prática, o que acontece é um efeito dominó: a pele fica mais fina (menos colágeno), mais seca (menos oleosidade natural e menos ácido hialurônico), mais sensível (a barreira enfraquece), mais flácida (as fibras elásticas se desorganizam) e cicatriza mais devagar (porque o fluxo sanguíneo na derme diminui). Tudo ao mesmo tempo”.

As “células-zumbi” que ninguém te contou

Em 2025, pesquisadores da Mayo Clinic e da Charité de Berlim publicaram uma revisão mostrando que existe outro vilão no envelhecimento da pele — além do sol, além do tempo, além dos hormônios. São as células senescentes.

“Toda célula do seu corpo tem um ciclo de vida. Nasce, trabalha, morre, é substituída. As células senescentes são as que pararam de trabalhar, mas não morrem. Ficam ali, ocupando espaço, e — pior — soltando substâncias inflamatórias que danificam as células vizinhas. É como um colega de trabalho que desistiu, mas fica na sala de reunião atrapalhando todo mundo”;

De acordo com Dra. Isabel, os cientistas chamam essas substâncias de SASP — um perfil inflamatório que degrada o colágeno, gera estresse oxidativo e recruta mais inflamação.

“Um ciclo que se retroalimenta. E aqui entra a menopausa: o estrogênio tinha um papel protetor contra o acúmulo dessas células. Sem ele, a pele acumula “zumbis celulares” mais rápido”

A médica esclarece que ciência já está desenvolvendo substâncias que eliminam essas células (os senolíticos) ou que silenciam suas emissões inflamatórias (os senomórficos). Algumas delas são naturais — como a fisetina, encontrada em morangos e maçãs, e a apigenina, do chá de camomila. “Ainda estamos no estágio de pesquisa, mas o conceito é poderoso: não basta repor o que se perdeu. É preciso limpar o que está inflamando”.

Sua pele tem um ecossistema. E ele também muda na menopausa

Você provavelmente já ouviu falar em microbioma intestinal — as bactérias que vivem no nosso intestino e influenciam tudo, de imunidade a humor. O que é menos conhecido: a pele também tem o seu próprio ecossistema de microrganismos. E ele muda com a menopausa.

Um estudo publicado recentemente mostrou que mulheres pós-menopausa têm significativamente menos Lactobacillus na superfície da pele facial — o mesmo fenômeno que acontece na mucosa vaginal. O mais interessante: os pesquisadores concluíram que o status menopausal é um indicador melhor do que a idade cronológica para prever o perfil microbiano da pele.

“O que isso significa na prática? Que tratar a pele na menopausa sem considerar o seu ecossistema microbiano é tratar metade do problema. Produtos muito agressivos, com excesso de ingredientes antibacterianos, podem estar piorando a situação. O futuro da dermatologia menopausal passa por cuidar também das bactérias boas”, destaca Martinez.

“Por que minha pele ficou tão seca?”

Dra. Isabel conta que essa é a queixa número um no consultório. E a resposta não é “use mais hidratante”. Ela afirma que a pele seca da menopausa é diferente da pele seca de quem não bebe água ou usa sabonete errado. É fisiopatológica — tem múltiplas causas simultâneas:

“O ácido hialurônico — que é a principal “esponja” de água da pele — diminui porque o estrogênio era quem mandava produzi-lo. As glândulas sebáceas produzem menos óleo, então aquele manto protetor natural que impedia a água de evaporar fica insuficiente. A epiderme fica mais fina e menos eficiente como barreira. E, como acabamos de ver, o microbioma se desorganiza, reduzindo espécies que ajudavam a manter a acidez e a hidratação da superfície”.

Não é uma causa. São quatro. Ao mesmo tempo.

A médica esclarece que o tratamento inteligente trabalha em camadas: primeiro, reconstruir a barreira (emolientes com ceramidas, óleos vegetais que imitam os lipídios naturais da pele, limpeza suave com pH 5,0-5,5). Depois, reter a água que já está ali (ácido hialurônico tópico, glicerina, ureia). E, quando possível, tratar a causa — que é hormonal.

O que realmente funciona?

Dra. Isabel Martinez explica que é preciso honestidade para responder o que realmente funciona, porque existe o que é popular, o que é promissor e o que tem ciência de verdade. Ela elencou os três.

O que já tem evidência forte:

Retinoides (tretinoína, retinol) continuam sendo o padrão-ouro para estimular colágeno novo. O problema? A pele na menopausa muitas vezes não tolera. Está mais fina, mais seca, com a barreira fragilizada. É preciso começar devagar, com concentrações mínimas e muito suporte de hidratação.

Vitamina C é mais do que antioxidante — é literalmente a matéria-prima que o corpo precisa para fabricar colágeno. Sem vitamina C, a enzima que monta as fibras de colágeno não funciona. Para pele sensibilizada, prefira versões estabilizadas (menos irritantes que o ácido puro).

Niacinamida (vitamina B3) é talvez o ativo mais versátil e gentil para a pele madura. Ela faz algo essencial: ensina a pele a produzir mais ceramidas — que são os “tijolos” da barreira cutânea. Quando a barreira funciona, tudo melhora: hidratação, sensibilidade, inflamação. Funciona bem em concentrações de 2 a 5%.

Ácido hialurônico tópico em diferentes tamanhos de molécula. O grande forma um filme protetor. O pequeno penetra e hidrata mais fundo. Os dois juntos funcionam melhor do que qualquer um sozinho.

Colágeno hidrolisado oral (2,5 a 10 gramas por dia). Não é modismo. Uma meta-análise — que é o nível mais alto de evidência científica — mostrou melhora consistente em hidratação, elasticidade e firmeza da pele. Os peptídeos não viram colágeno direto: eles funcionam como mensageiros que dizem aos fibroblastos “produza mais”. A combinação com vitamina C potencializa o efeito.

O que é promissor (mas precisa de mais pesquisa):

Bakuchiol — chamado de “retinol botânico”. Um estudo publicado no British Journal of Dermatology mostrou que ele melhora rugas e pigmentação tanto quanto o retinol, mas sem a irritação. Para quem não tolera retinoides, é a melhor alternativa que temos hoje. E tem um bônus: ele também age como fitoestrógeno, ativando receptores de estrogênio na pele. Mas atenção: a maioria dos estudos usou formulações combinadas — ainda precisamos de mais pesquisa com bakuchiol isolado.

Fitoestrógenos tópicos (como a genisteína da soja). Estudos brasileiros, da UNIFESP, mostraram que um gel de genisteína aplicado por 24 semanas aumentou colágeno e ácido hialurônico na pele de mulheres pós-menopausa. Não é tão potente quanto o estrogênio tópico, mas funciona — e sem efeito sistêmico.

O que está chegando (mas ainda não é hora de usar):

Segundo a médica, os senolíticos e senomórficos são substâncias que eliminam ou silenciam as células-zumbi. Mas eles estão em fase de ensaios clínicos. “Os pré e pós-bióticos específicos para o microbioma da pele madura. Tudo isso é ciência em movimento. Vale acompanhar. Mas não vale se medicar com base nisso — ainda”

 

Dra. Isabel Martinez (CRM-SP 115398 | Coren-SP 89562) Médica com mais de 20 anos de atuação em saúde feminina. Com passagens por Harvard e University of Chicago. Fundadora da CLIMEX Academy e criadora do conceito Climex®️. Palestrante no IMCAS World Congress 2026 (Paris). Entrou na menopausa aos 38 anos — e fez disso ciência. CEO | Climex®️ | Clínica Martinez®️ Procure sempre seu médico de confiança. Siga @draisabelmartinez




DAS CINZAS AO CAMINHO DA VIDA

A Quarta-feira de Cinzas marca o início de um tempo de profunda reflexão e retorno às raízes da nossa fé cristã. Ao recebermos o sinal da cruz em nossas frontes, somos lembrados da nossa fragilidade humana, mas, acima de tudo, do chamado amoroso de Deus à conversão sincera. Este não é um tempo de tristeza ou de um luto sem esperança, mas de um despertar necessário para a beleza da vida. O discípulo de Cristo compreende que a existência é um itinerário de transformação constante que começa no nascimento e se renova a cada amanhecer. A Quaresma nos convida a sacudir a poeira da indiferença e a recalibrar os nossos passos. O ideal cristão é manter os olhos fixos em Cristo, entendendo que, se somos pó, somos um pó profundamente amado por Deus e destinado à eternidade.

Viver em conversão diária significa reconhecer que a nossa história não é estática ou definitiva. Desde que fomos apresentados à vida, Deus traçou para nós um plano de amor que exige uma adesão cotidiana e consciente. Ser discípulo é aceitar que o “homem velho”, muitas vezes apegado ao egoísmo, ao orgulho e às desculpas, precisa dar lugar ao “homem novo”, capaz de amar, perdoar e servir. As cinzas que hoje marcam nossa pele são, na verdade, um convite à transparência absoluta: diante de Deus, não precisamos de máscaras ou de títulos. Ele conhece nossas limitações mais profundas, mas também conhece o nosso imenso potencial de santidade. O caminho que se abre hoje é uma oportunidade de ouro para revisarmos nossas convicções e nossos afetos mais íntimos.

A pedagogia de Deus é paciente e nos ensina que a plenitude não é alcançada em um salto repentino, mas em pequenos passos de fidelidade no cotidiano. Se o mundo nos pede pressa, barulho e acúmulo de bens, a Quaresma nos pede pausa, silêncio e partilha generosa. Que o pó das cinzas nos recorde que nada levamos desta vida, a não ser o amor que semeamos e o bem que realizamos. Que este tempo seja um verdadeiro “mutirão” de renovação interior, onde cada discípulo e discípula se compromete a caminhar com os pés firmes no chão da realidade e o coração fixo na esperança que não decepciona. Ao longo destes quarenta dias, somos convidados a redescobrir que a nossa maior riqueza é pertencer a Deus e que a conversão é o caminho que nos devolve a alegria de sermos verdadeiramente humanos, criados para a luz.

PE. EDVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Terapia de compressão graduada é aliada fundamental no tratamento do linfedema

 

O tratamento com suporte da compressão, entre outras terapias, auxilia no processo de redução dos edemas causados pela doença. Foto: SIGVARIS GROUP.

  • O linfedema provoca inchaços desproporcionais, dores e limitações de movimento que comprometem o bem-estar dos pacientes. A doença pode ter origem em malformações congênitas no sistema linfático ou consequências de intervenções externas.
  • A terapia de compressão é uma das abordagens indispensáveis para auxiliar o sistema linfático no escoamento do excesso de líquido e prevenir o aumento do volume no membro afetado.
  • Entre os principais grupos atingidos por essa condição estão as mulheres.

O manejo eficaz do linfedema exige uma abordagem que une cuidados diários e o uso indispensável de compressão. Caracterizada pelo acúmulo de líquido linfático nos tecidos, a doença provoca inchaços desproporcionais, dores e limitações de movimento. Para combater esses sintomas e evitar complicações graves, como infecções e edemas persistentes, o diagnóstico precoce e a aplicação de pressão externa tornam-se essenciais para a qualidade de vida do paciente.

A doença ocorre quando o sistema linfático, responsável por drenar os fluidos corporais e filtrar impurezas, enfrenta dificuldades devido a obstruções ou danos aos vasos. Ao perceber os primeiros sintomas, o paciente deve procurar imediatamente um médico angiologista ou cirurgião vascular. O diagnóstico ocorre por meio de exame clínico e pode ser complementado por exames como a linfocintilografia e a ultrassonografia Doppler.

Entre as várias abordagens multidisciplinares do tratamento está o uso de compressão graduada a aplicação de pressão externa é indispensável para auxiliar o sistema linfático no escoamento do excesso de líquido e prevenir o aumento do volume no membro afetado. Como resultado, há a melhoria da circulação local e o alívio dos sintomas.

Tecnologia de compressão a serviço do paciente

A eficácia do tratamento reside na aplicação de uma pressão externa que compensa a falha dos vasos no transporte dos fluidos. Esse mecanismo reduz o espaço entre os tecidos, ação que acelera a velocidade do fluxo e impede que o excesso de líquido se acumule nos membros. Para que esse processo ocorra com precisão, o uso de dispositivos com tecnologias específicas é fundamental, pois eles permitem que a pressão exercida seja adequada para cada estágio da doença.

Além da compressão, conheça cinco cuidados essenciais para manter ao longo do tratamento:

  1. Higiene rigorosa da pele: manter a área hidratada e limpa previne fissuras que servem de porta de entrada para bactérias.
  2. Prática de exercícios terapêuticos: atividades de baixo impacto estimularão a circulação linfática e favorecerão a drenagem natural.
  3. Manutenção do peso corporal: o controle da obesidade diminui a pressão sobre os vasos linfáticos.
  4. Prevenção de traumas: evitar ferimentos no membro afetado reduzirá o risco de infecções graves.
  5. Elevação do membro afetado: repousar com a perna ou braço elevado ajudará a gravidade a reduzir o acúmulo de fluidos.

Mulheres são as mais afetadas

Conforme estimativas da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), o linfedema primário atinge cerca de uma a cada seis mil pessoas desde o nascimento. A doença também se manifesta de forma precoce em 1,8% dos homens e 12,4% das mulheres. Já o quadro secundário afeta majoritariamente as mulheres e está presente em 20% das pacientes operadas por câncer de mama. A condição surge frequentemente como uma consequência de cirurgias oncológicas, radioterapia ou infecções.

Experiência em compressão médica

Nesse cenário, as soluções da SIGVARIS GROUP, empresa especializada em soluções de compressão médica inovadoras e de alta qualidade, oferecem suporte técnico por meio de dispositivos inelásticos e de baixa elasticidade. O Compreflex, por exemplo, permite o ajuste imediato da compressão conforme a redução do inchaço ocorre, aumentando o resultado positivo do tratamento e a qualidade de vida do paciente.

Escute suas Pernas

Para conscientizar a sociedade sobre os riscos e a importância de se prevenir doenças venosas, a SIGVARIS GROUP lançou a campanha “Escute Suas Pernas”, que visa compartilhar informações de saúde em todos os seus canais. Saiba mais no site oficial sigvaris.com/escutesuaspernas e no perfil sigvarisgroup.brasil nas redes sociais.




AGE E VERÁS

 

Procuras a paz. Queres felicidade.

Recorda, porém, que ninguém consegue algo por nada.

Tranquiliza quantos te desfrutam a convivência e faze-os felizes, tanto quanto puderes.

Para isso, não admitas dificuldades insuperáveis.

Esquece sofrimentos e queixas.

Prossegue fazendo o melhor que possas.

Não desanimes.

A perseverança no bem aos outros paga dividendos preciosos de segurança e alegria.

EMMANUEL

Do “Livro de Respostas” – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Editoras FEB e CEU

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Definidos os horários das missas no Santuário Pai das Misericórdias nesta Quarta-Feira de Cinzas

 

O tempo da Quaresma tem início nesta Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro de 2026. No Santuário Pai das Misericórdias, localizado na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), haverá quatro opções de horários de celebrações que marcarão os 40 dias de preparação para a Páscoa do Senhor. A primeira missa, transmitida pelo Sistema Canção Nova, será celebrada às 7h, presidida pelo Pe. Donizete Heleno Ferreira, vice-presidente da comunidade Canção Nova.

Os missionários, Pe. Vagner Baia, Pe. Marcio Prado e Pe. Roger Luis, presidirão as missas das 12h, 18h30 e 20h, respectivamente.

Conforme a tradição da Igreja, as cinzas utilizadas na Quarta-feira de Cinzas simbolizam a fragilidade humana e o arrependimento. A liturgia da Quaresma reforça os três pilares desse tempo: a oração, o jejum e a caridade. É um tempo favorável à conversão e ao recolhimento, no qual somos convidados a buscar maior intimidade com Deus, preparando-nos para as celebrações da Semana Santa.

Mais informações sobre as atividades no Santuário do Pai das Misericórdias estão no perfil: @santuariodopaidasmisericordias.

Crédito Foto: Larissa Ramos / Canção Nova.




Carnaval: alerta sobre consumo de álcool por gestantes

 

Estudos mostram diversas doenças e lesões causadas pelo consumo de álcool durante a gestação. Os danos são irreversíveis e estão ligados, principalmente, ao desenvolvimento global da criança.

O Transtorno do Espectro Alcóolico Fetal (TEAF) é uma das condições 100% atribuíveis ao etanol e, para os quais, o consumo de álcool pela gestante e a sua ação no embrião/feto é a causa necessária e suficiente para o seu desenvolvimento.

“São condições permanentes, sem tratamento, que se manifestam por inúmeras alterações, como anomalias físicas e congênitas, atraso no crescimento, alterações cognitivas, comprometimento da linguagem, dificuldades de aprendizado, distúrbios de comportamento e grande vulnerabilidade social”, explica Maria dos Anjos Mesquita, vice-presidente do Núcleo de Estudos dos Transtornos do Espectro Alcoólico Fetal (TEAF) da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).

A médica destaca, ainda, que natimorto, aborto espontâneo, parto prematuro, crescimento intrauterino restrito e baixo peso ao nascer e os TEAF, desfechos adversos da gravidez, podem ocorrer devido ao consumo de álcool pela mulher grávida. “Bebida ‘não alcoólica’ é diferente de ‘0% de álcool’. Mesmo sendo chamada de ‘não alcoólica’, pode conter traços de etanol resultantes da fermentação. Como exemplos deste tipo de bebida, temos a cerveja sem álcool, alguns tipos de kombucha, kefir e certos sucos fermentados, conclui.




CONVICÇÃO NÃO SE IMPÕE, SE VIVE

Nunca foi tão difícil segurar o leme das próprias convicções. Vivemos um tempo em que as opiniões parecem ondas gigantescas: ou você surfa com a maioria, ou corre o risco de ser atropelado por ela. Basta pensar um pouco diferente da “onda” do momento — seja ela midiática, ideológica ou das redes sociais — para que as armas da desqualificação sejam apontadas na nossa direção. O isolamento, as acusações apressadas e até a perseguição velada viraram ferramentas comuns para tentar calar quem não reza pela cartilha da maioria.

Diante dessa pressão, é muito fácil cair em dois erros perigosos. O primeiro é a radicalização: a gente se tranca em uma bolha, levanta muros e passa a atacar quem nos ataca, alimentando um ciclo de ódio que não leva a lugar nenhum. O segundo erro é o abandono das próprias certezas: por medo de ser excluído ou julgado, a gente abre mão do que acredita e passa a repetir o que os outros dizem, tornando-se uma sombra do que os outros querem que sejamos.

Mas existe um terceiro caminho. Quando percebemos que o diálogo se tornou impossível — porque o outro não quer ouvir, mas apenas vencer uma disputa —, não precisamos gritar mais alto, nem precisamos nos render. O segredo está em transformar o que acreditamos em algo muito mais poderoso que palavras: o estilo de vida.

Se o mundo não aceita mais a sua voz, deixe que ele veja a sua vida. As convicções mais profundas não precisam ser debatidas em praça pública para serem verdadeiras. Quando tratamos nossas certezas como um testemunho de fé e de caráter, elas se tornam inabaláveis. Ninguém consegue “cancelar” um gesto de caridade, uma postura de honestidade inegociável ou a paz de quem vive de acordo com o que prega.

O testemunho é o argumento que não oferece flanco para o ataque. Enquanto a ideologia divide, o exemplo arrasta. Se você acredita na família, na honestidade, na fé ou na ética, não gaste energia tentando convencer quem só quer brigar. Simplesmente viva essas realidades. Que a sua conduta seja a sua melhor resposta.

Viver por convicção em vez de viver por conveniência traz uma paz que o barulho do mundo não consegue tirar. É claro que o isolamento dói e ser incompreendido incomoda, mas nada dói mais do que trair a própria consciência para agradar uma multidão que, amanhã, terá mudado de ideia outra vez.

Que possamos adotar a coerência como nossa bússola. Em tempos de muitas palavras e poucos exemplos, que a nossa vida fale mais alto. Se não há espaço para o diálogo, que haja espaço para a luz de quem sabe quem é e em que acredita. No fim das contas, a verdade não precisa de fã-clube para ser verdade; ela só precisa de pessoas corajosas o suficiente para encarná-la no dia a dia, com leveza e firmeza.

PE. Edivaldo Pereira dos Santos




EM BUSCA DA PAZ

 

          Viva sempre em paz.

Uma consciência tranquila, que não traz remorsos de atos passados, nem teme ações futuras, gera harmonia.

Nada de fora perturba um coração tranquilo, que pulsa ao compasso do dever retamente cumprido.

A paz merece todo o seu esforço para consegui-la.

JOANNA DE ÂNGELIS

Extraído do livro “Vida Feliz” – Psicografia: Divaldo P. Franco – Editora LEAL

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