Bronzeamento artificial: os perigos para a pele e como se proteger

 

Normalmente oferecido em cabines verticais e horizontais, o bronzeamento artificial tem atraído cada vez mais pessoas com a promessa de um bronzeado rápido e uniforme. Ainda que pareça algo prático, essas técnicas utilizam radiação ultravioleta, que pode trazer sérios prejuízos à saúde da pele. Segundo a médica dermatologista Dra. Fabíola Tasca os danos vão muito além do escurecimento da pele. “O bronzeamento artificial é uma prática prejudicial, que pode aumentar não só as manchas, mas também o envelhecimento precoce e o surgimento de lesões pré-cancerígenas e até de câncer de pele”, explica.

A médica reforça ainda que qualquer dispositivo que use radiação ultravioleta com fins estéticos deve ser evitado. “É preciso tomar muito cuidado. Esses equipamentos aceleram processos que a gente passa anos tentando prevenir no consultório”, conta.

Para quem deseja conquistar um tom dourado sem riscos, a Dra. Fabíola recomenda alternativas seguras e eficazes. “Se a pessoa quer ficar bronzeada e ela é mais clara, pode recorrer ao uso de maquiagem ou aos autobronzeadores, que são produtos que tingem a pele temporariamente e deixam um aspecto moreno natural”, orienta. A dermatologista lembra ainda que existem diversas marcas no mercado brasileiro e que essa é uma forma totalmente segura de obter o efeito desejado. “Com orientação adequada, é possível conquistar o visual bronzeado sem comprometer a saúde da pele”, garante a especialista.




Janeiro Branco: como identificar sinais e falar sobre saúde mental com crianças e adolescentes?

 

São Paulo, 12 de janeiro de 2026 – O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que chama a atenção para a importância do cuidado com a saúde mental e emocional. O tema é de extrema relevância, já que o número de crianças e adolescentes que enfrentam algum tipo de transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, cresce a cada ano.

De acordo com Audrey Taguti, psicopegagoga e diretora do Brazilian International School – BIS, de São Paulo, a família e a escola têm um papel central na identificação precoce e no suporte aos jovens, especialmente com a grande exposição ao ambiente digital da vida moderna.

Segundo a especialista, crianças e adolescentes frequentemente demonstram, por meio do comportamento, que estão enfrentando alguma situação de estresse ou sofrimento. Por isso, pais e responsáveis devem ficar atentos a três grandes grupos de sinais, indícios de que o jovem pode estar em sofrimento ou tentando ocultar algo.

“O primeiro sinal são mudanças abruptas de comportamento, como irritabilidade, isolamento repentino ou perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas. O segundo envolve alterações físicas, queda no rendimento escolar, ou mudanças nos padrões de sono e apetite. O terceiro alerta é o comportamento digital excessivo, com uso exagerado do celular, ou o ato de se esconder para acessar a internet e apagar conversas e histórico de navegação”, alerta.

Como falar sobre saúde mental com os filhos?

Segundo Audrey, a chave para abordar o assunto de forma leve e assertiva está no diálogo e na escuta ativa, adaptado à fase de desenvolvimento do filho. Ela sugere abordagens específicas para cada momento.

Crianças (até 10 anos)

Nesta fase, o foco do desenvolvimento está no aspecto sensorial e motor, e a criança explora o mundo com todos os sentidos. Como elas ainda não têm um repertório verbal e cognitivo totalmente estruturado para dar nome ou compreender emoções complexas, a dica é usar o lúdico para falar sobre o assunto.

“Se a criança está mais chorosa, agressiva ou retraída, os pais devem se sentar com ela para brincar e, através de desenhos, bonecos ou de histórias, perguntar como o ‘personagem’ se sente. É uma maneira de a criança expressar os sentimentos sem ter que usar palavras complexas, e o adulto deve validar esses sentimentos”, orienta.

Pré-adolescentes (11 a 13 anos)

Esse é um período em que a criança começa a buscar mais independência, a se identificar com grupos de pares e a desenvolver um senso de individualidade, questionando regras e demonstrando uma autoconsciência maior de suas vontades.

Se o pré-adolescente estiver lidando com situações do “mundo real”, como frustrações, dificuldades e conflitos com amigos, esportes, na escola ou em atividades sociais, os pais devem aproveitar os momentos de qualidade, como refeições ou passeios em família, para incentivar a conversa, perguntando sobre os sentimentos e desafios do dia. É crucial que o adulto participe ativamente da vida do filho, ajudando o jovem a criar estratégias saudáveis para lidar com esses desafios.

“Os pais não devem minimizar esses sentimentos, que para o pré-adolescente são muito reais. Devem, com paciência e empatia, manter o diálogo aberto e proporcionar um ambiente acolhedor”, orienta.

Adolescentes (14 a 19 anos)

A adolescência é um verdadeiro turbilhão emocional, marcada por intensas mudanças físicas e hormonais. “Isso significa que o adolescente sente com intensidade e, muitas vezes, reage de maneira impulsiva. Nesta fase, o foco deve ser no acolhimento incondicional e sem julgamentos. Quando o adolescente se isola ou demonstra irritação, os pais precisam validar os sentimentos e buscar o diálogo”.

A educadora enfatiza que, quando o adolescente se isola no quarto ou demonstra irritação, os pais precisam validar os sentimentos e perguntar de forma clara: “Percebi que você está mais quieto(a). O que posso fazer para te ajudar?”

Audrey Taguti destaca ainda que o exemplo é essencial. Pais que demonstram estratégias saudáveis para lidar com frustrações, consequentemente ensinam aos filhos a autorregulação emocional. Mas, se os sintomas persistirem e houver prejuízo na rotina do jovem, a busca por ajuda especializada deve ser imediata.

O papel da escola

A escola assume um papel decisivo na promoção da saúde emocional dos jovens, sendo um espaço privilegiado para identificar problemas e implementar ações preventivas. Audrey reforça que a instituição, em parceria com a família, atua como uma rede de apoio essencial. Projetos de convivência, rodas de conversa e atividades artísticas e esportivas funcionam como canais para expressão e acolhimento.

“O ambiente escolar oferece espaços seguros de convivência e aprendizado prático, onde os jovens encontram diversidade e aprendem a lidar com as diferenças, resolver conflitos e desenvolver resiliência. Além disso, com a restrição do uso de celulares em sala de aula desde o ano passado, o ambiente escolar tem resgatado o encontro humano e a atenção plena, contribuindo para um maior foco e bem-estar dos alunos”, finaliza a docente.

A especialista: Audrey Taguti acumula 41 anos de experiência e trabalho em Educação. É formada em Magistério e Pedagogia, possui pós-graduações em Psicopedagogia e Bilinguismo e é especialista em Alfabetização. É diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP desde a fundação do colégio, em 2000.

Sobre a ISP – International Schools Partnership

A International Schools Partnership (ISP) é um grupo internacional presente em 25 países, com 109 escolas privadas e mais de 92.500 estudantes em todo o mundo. A ISP apoia e capacita as instituições de ensino, desenvolvendo novos padrões de excelência em educação, para transformar as escolas em referência em suas comunidades locais e no setor educacional global. O aluno da ISP está no centro da jornada de aprendizagem e é preparado para o futuro, tendo acesso a educadores apaixonados e experientes, e ferramentas para que adquira confiança, conhecimento e habilidades; e aprimore seu aprendizado acadêmico, pessoal, social e emocional em um ambiente seguro, acolhedor e inclusivo. Para mais informações, acesse o site.




Assis recebe a primeira peregrinação de 2026 da Imagem de São Miguel Arcanjo, conduzida pelo Instituto Hesed

Assis recebe nos dias 17 e 18 de janeiro a primeira peregrinação de 2026 da Imagem Oficial de São Miguel Arcanjo, conduzida pelo Instituto Hesed. A imagem, vinda do Monte Gargano, na Itália, chega ao município paulista dando continuidade à Peregrinação Nacional que percorre o Brasil desde o ano passado.

A cidade integra o roteiro da peregrinação após um ano marcado por ampla mobilização de fiéis em diferentes regiões do país. Em 2025, a peregrinação conduzida pelo Instituto Hesed percorreu 16 cidades brasileiras, passando por dioceses e arquidioceses como Santa Bárbara d’Oeste (SP), Brasília (DF), Criciúma (SC), Palmas (TO), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Itapetininga (SP), Camaçari (BA), Curitiba (PR), Feira de Santana (BA), Alagoinhas (BA), Belém (PA), Tianguá (CE), Maceió (AL), Santa Amaro (SP) e Caraguatatuba (SP).

Assis será a 17ª arquidiocese brasileira a ser consagrada a São Miguel Arcanjo dentro do movimento nacional promovido pelo Instituto Hesed, que tem como proposta a renovação da fé e a consagração das famílias e dioceses à proteção do Arcanjo.

Programação em Assis
A programação acontecerá no Parque de Exposições Jorge Alves de Oliveira, a partir das 20h30 horas com o acolhimento solene da Imagem Peregrina e a Santa Missa, presidida por Dom Argemiro Azevedo. Logo após, às 22h30, terá a apresentação da Banda Arkanjos. No início da madrugada, a partir da meia noite, o Irmão Luís Maria conduzirá o Terço do Combate. Após o momento, às 01h15 terá a pregação do Padre Emanuel Maria e às 02h15 será o show com o Instituto Hesed. Às 4h da manhã, inicia o Santo Rosário da Madrugada com Padre Emanuel Maria e Irmã Maria Joana. Encerrando a programação pela manhã, às 06:30h será celebrada a Santa Missa.
20h30 – Acolhimento Solene da Imagem Peregrina e Santa Missa presidida por Dom Argemiro Azevedo, C.M.F.
22h30 – Show Banda Arkanjos
00h00 – Terço do Combate com Irmão Luís Maria
01h15 – Pregação com Padre Emanuel Maria
02h15 – Show Instituto Hesed
03h30 – Procissão com o Santíssimo
04h00 – Santo Rosário da Madrugada com Padre Emanuel Maria e Irmã Maria Joana
06h30 – Santa Missa

Calendário 2026 de Peregrinações

Outras dioceses também irão receber a peregrinação de São Miguel Arcanjo. No dia 21 de fevereiro, será a Diocese de Frederico Westphalen (RS) e no dia 27 de fevereiro, a Arquidiocese de Natal, Rio Grande do Norte.

Um marco espiritual e histórico
A imagem oficial foi solenemente abençoada na Gruta de São Miguel, no Monte Gargano, na Itália e sua jornada no Brasil contempla todas as regiões, sempre com o objetivo de promover a consagração das famílias e dioceses brasileiras à proteção do Arcanjo. O Instituto Hesed destaca que este é um movimento de renovação da fé e de reconquista espiritual em um tempo de grandes desafios para a sociedade. Segundo os religiosos do Instituto Hesed, trata-se de um movimento de renovação da fé e reconquista da identidade cristã do país, num tempo em que a presença espiritual do Arcanjo é mais urgente do que nunca:
“À luz da fé da Igreja, com a bênção de Dom Gregório Paixão, arcebispo de Fortaleza (CE), e orientação de Dom Devair Araújo da Fonseca, bispo de Piracicaba (SP), propomos que cada diocese brasileira, com a aprovação de seu bispo, seja solenemente consagrada a São Miguel Arcanjo, confiando-lhe a guarda espiritual do povo, das famílias, das autoridades e da missão evangelizadora no Brasil”, afirmam os irmãos do Instituto.

Segundo registros populares, durante a Revolução Constitucionalista, o Arcanjo teria aparecido a um comandante das tropas em meio a um confronto sangrento, ordenando o cessar dos combates. Providencialmente, naquele mesmo dia, foi firmado um armistício, episódio que coincidiu com a festa litúrgica de São Miguel Arcanjo.

Dimensão espiritual e solidária
Além das celebrações, o Instituto Hesed convida os fiéis a levarem 1kg de alimento não perecível, que será destinado às instituições sociais da região. Haverá também uma coleta especial durante a vigília, revertida para ações caritativas.

Sobre o Instituto Hesed
Fundado no Ceará, o Instituto Hesed tem como carisma propagar a devoção aos Santos Anjos e viver profundamente as Misericórdias do Senhor. Com transmissões diárias para milhões de fiéis, tornou-se referência em espiritualidade, oração e evangelização no Brasil.
A peregrinação da imagem de São Miguel Arcanjo integra uma campanha nacional de reconquista espiritual, que busca reacender a fé, renovar a consagração das famílias e fortalecer a identidade cristã do país.

Serviço:
Peregrinação da Imagem Oficial de São Miguel Arcanjo em Assis (SP)
Quando: 17 e 18 de Janeiro de 2026
Horário: 20h
Onde: Parque de Exposições Jorge Alves de Oliveira – Recinto da Ficar – Rodovia Raposo Tavares, Km 446.
Mais informações:
Instagram @irkelly_institutohesed_oficial
@exercitodesaomiguel_
Site: institutohesed.org.br




A FORÇA DA MISSÃO NA FADIGA DO DIA A DIA

 

Em qualquer caminhada de entrega, seja ela social, pastoral ou comunitária, existe um fenômeno silencioso que espreita até os corações mais fervorosos: o risco do arrefecimento das forças. É aquele cansaço que tenta apagar o entusiasmo e transformar o ideal que, um dia, nos fez colocar o pé na estrada, em mera obrigação. No entanto, o grande desafio da maturidade humana e espiritual não é evitar a fadiga, mas impedir que ela se transforme em perda de sentido ou na morte dos nossos sonhos.

É natural que o peso do trabalho cause desgaste. A missão não é um conceito abstrato; é uma tarefa diária que exige doação de tempo, energia e, muitas vezes, de nossa própria paz pessoal. Somam-se a isso as pressões alheias — as expectativas que os outros lançam sobre nós, as cobranças institucionais e a urgência de respostas que nem sempre dependem apenas de nosso esforço. Se olharmos apenas para esses fatores, o desânimo parece um destino inevitável. Mas é precisamente aqui que ocorre a grande virada de chave do compromisso verdadeiro.

Que não aconteça conosco a perda dos ideais nem o esfriamento da força do amor por causa das exigências permanentes. Pelo contrário: que o próprio “peso” da missão seja ressignificado. Em vez de ser o fardo que nos abate, ele deve constituir a própria razão de ser, agir e seguir. As exigências do caminho não são obstáculos à missão; elas são a própria missão em sua forma mais concreta. É no esforço de acolher, de organizar e de permanecer firme quando a vontade é recuar, que o amor deixa de ser um sentimento e se torna uma força transformadora.

Permanecer firme não significa ser indiferente à pressão, mas ser resiliente por causa de um propósito maior. Quando o cansaço bater à porta, precisamos recordar o que nos moveu no primeiro instante. Os sonhos não podem ser reféns da rotina, nem a força do amor pode ser sufocada pela burocracia do fazer. Um projeto que nasce do amor precisa ser alimentado pela fonte desse mesmo amor, sob o risco de se tornar um peso insuportável.

A tarefa diária da missão exige uma mística da persistência. É a compreensão de que cada exigência permanente é uma oportunidade de renovar o “sim”. Se a missão é exigente, é porque ela lida com vidas e com a construção de algo que ultrapassa a nossa própria existência. Por isso, as dificuldades não devem ser motivo para recuar, mas o combustível que nos faz permanecer firmes e convictos.

Que a pressão do mundo não tenha o poder de desqualificar a nossa alegria. Que o trabalho acumulado não nos roube a capacidade de sonhar com o novo. No final das contas, o que nos mantém no caminho é a clareza de que nossa vida em missão é o que nos dá identidade. Seguimos não porque é fácil, mas porque é vital. Permanecemos não porque somos autossuficientes, mas porque o amor que nos sustenta é fiel e se renova na fadiga de cada manhã.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




PRECIOSO  REMÉDIO

 

Apesar de ferido em teus próprios interesses, nunca prejudiques ou menosprezes a outrem.

O tempo é um precioso remédio que cicatriza as mais profundas feridas, e no momento oportuno reconduzirá todas as coisas aos seus devidos lugares, reparando as injustiças, recompensando as perdas e danos havidos, porquanto, debaixo do Sol da Divina Misericórdia ninguém se encontra injustiçado no mundo, sem que Deus envie o seu amparo.

ALBINO DA SANTA CRUZ

Extraído do livro “Respostas ao Coração” – Psicografia: José Maria de Medeiros Souza – Editora EBM

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO




Verão e Piscina: como proteger a pele durante os dias de lazer

 

 

Com a chegada do verão, os dias de sol se intensificam, as temperaturas sobem e os momentos de lazer à beira da piscina se tornam mais frequentes. Em clubes, condomínios, hotéis ou até mesmo em casa, o contato constante com a água clorada passa a integrar a rotina de muitas pessoas. Apesar de refrescante, esse hábito pode trazer impactos à saúde da pele quando não são adotados os cuidados adequados.

O médico dermatologista Raul Cartagena Rossi¹, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e consultor da TheraSkin®, explica que a combinação entre água tratada com cloro e exposição solar pode comprometer a barreira natural de proteção da pele, favorecendo o ressecamento, a coceira, a sensibilidade e até o aspecto esbranquiçado ou opaco.

Segundo o especialista, o cloro interfere diretamente no manto lipídico da pele, estrutura responsável por manter a hidratação e a proteção natural. Crianças e pessoas com pele seca ou sensível tendem a sentir esses efeitos de forma mais intensa, especialmente no verão, período em que a exposição costuma ser mais frequente.

A boa notícia é que é possível aproveitar a piscina e os dias quentes sem abrir mão dos cuidados com a pele. Para isso, o dermatologista recomenda algumas medidas simples antes e depois do lazer.

Antes de entrar na piscina, o uso do protetor solar é indispensável. O produto deve ser aplicado em quantidade adequada e reaplicado ao longo do dia, principalmente após sair da água. A aplicação de um hidratante leve antes do contato com a piscina também pode ajudar a formar uma barreira protetora contra a perda excessiva de água, sobretudo em peles sensíveis.

Após o lazer, é importante enxaguar o corpo com água corrente e utilizar sabonetes suaves para remover resíduos de cloro e protetor solar, que podem contribuir para o ressecamento e a irritação. No caso das crianças, a recomendação é optar por produtos neutros e hipoalergênicos.

Em seguida, a hidratação profunda é essencial. O ideal é aplicar o hidratante logo após o banho, ainda com a pele levemente úmida, para ajudar a reter a água e restaurar a barreira cutânea. Produtos com ativos calmantes auxiliam na reparação da pele, prolongando a sensação de maciez e conforto.

Outros cuidados complementares também fazem diferença, como manter uma boa ingestão de água ao longo do dia, evitar a exposição solar nos horários de pico e optar por piscinas bem tratadas, já que o excesso de cloro pode intensificar o ressecamento da pele.

Para proteger a pele dos raios solares, o UV-Less®, protetor solar facial com FPS 70. O produto possui toque seco, fórmula oil free e textura ultraleve, além de uma fórmula enriquecida com ácido hialurônico, niacinamida, vitamina E e alantoína, ingredientes ativos que hidratam, acalmam e ajudam na reparação e proteção da pele.

Para manter a integridade da pele após a piscina, a linha Klaviê Clinical® oferece fórmulas que restauram a barreira cutânea e promovem conforto. O Creme Hidratante ajuda a recuperar a camada externa e manter a hidratação prolongada, sendo indicado para peles secas e sensibilizadas. A Loção Hidratante contribui para aliviar ressecamento, coceira e descamação, preservando o pH fisiológico. Já o Sabonete Syndet garante uma limpeza suave, com agentes que higienizam sem agredir e previnem irritações.

 

¹Dr. Raul Cartagena Rossi (CRM/SP: 224.016 RQE 141952), Médico Dermatologista, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Farmacêutico Especialista em Farmacologia e Consultor Científico da Theraskin.

Sobre a TheraSkin®: Única farmacêutica brasileira especialista em pele, há 25 anos desenvolvendo e produzindo produtos dermatológicos e a primeira do país a utilizar a inteligência artificial para suporte da equipe de pesquisa no desenvolvimento de dermocosméticos. Comprometida em educar e conscientizar as pessoas a cuidarem da saúde da pele com responsabilidade, a indústria é alinhada à comunidade médica do começo ao fim de sua cadeia. Possui fábrica em São Bernardo do Campo, com laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento próprio. Para conhecer toda a linha de dermocosméticos TheraSkin®, acesse: http://loja.theraskin.com.br




Pele no verão: preparação, proteção e pós-sol

 

Com o verão, a pele passa a enfrentar um período de maior exposição ao sol, ao calor e à umidade, fatores que exigem cuidados redobrados antes, durante e depois dos dias mais quentes.

Se, por um lado, a estação convida a atividades ao ar livre e ao contato mais frequente com o sol, por outro, aumenta os riscos de queimaduras, manchas, envelhecimento precoce e desidratação cutânea.

Preparar a pele, adotar estratégias eficazes de proteção e investir nos cuidados pós-sol são passos essenciais para manter a saúde e a aparência da pele ao longo do verão, sem abrir mão do prazer da estação.

Camilee Tostes, dermatologista e alergista e afiliada do Instituto Nutrindo Ideais (@nutrindoideais)/RJ, especialista em estética avançada, traz recomendações de cuidados. Confira:

Fases do Cuidado

• Preparação:

– Esfoliação Corporal: uma esfoliação suave semanal remove células mortas e prepara a pele para um bronzeado mais uniforme.

A esfoliação corporal pode ajudar na preparação da pele para o verão. Ela remove o excesso de células mortas da superfície da pele, deixando-a mais uniforme e com melhor capacidade de absorver hidratantes.

Quando feita de forma suave, uma vez por semana, contribui para um bronzeado mais homogêneo e reduz o aspecto opaco e áspero da pele. Porém é importante evitar esfoliações agressivas ou muito frequentes, pois isso pode sensibilizar a pele e aumentar o risco de irritações e manchas.

– Hidratação Intensa: use cremes ricos em ureia ou manteigas antes da temporada para criar uma barreira protetora;

A hidratação é muito importante. Uma pele bem hidratada apresenta uma barreira cutânea mais íntegra, o que ajuda a reduzir a perda de água, a sensibilidade e a descamação após a exposição solar.

Antes da exposição, é indicado o uso de hidratantes corporais mais potentes, com ativos como ureia em baixas concentrações, manteigas vegetais, ceramidas e pantenol.

Esse cuidado prepara a pele para resistir melhor às agressões solares e manter a aparência saudável por mais tempo.

• Proteção (Durante o Sol):

– Dicas e Escolha do FPS :

– Dia a dia/Cidade: FPS 30;
– Praia/Piscina/Atividade Física: FPS 50 ou superior, resistente à água;
– Reaplicação: o protetor deve ser reaplicado a cada 2 horas ou imediatamente após entrar na água ou suar excessivamente.

A escolha do protetor solar deve considerar o tipo de exposição. Para o dia a dia na cidade, um FPS 30 é suficiente, desde que tenha proteção contra os raios UVA e seja reaplicado corretamente. Já para praia, piscina ou atividades físicas ao ar livre, o ideal é FPS 50 ou superior, com resistência à água e ao suor. Além do fator de proteção, é fundamental aplicar a quantidade adequada e não esquecer áreas como orelhas, pés, pescoço e couro cabeludo.

O protetor solar deve ser reaplicado a cada duas horas ou sempre após entrar na água, suar excessivamente ou se secar com toalha. Mesmo produtos resistentes à água perdem eficácia ao longo do tempo.

É importante também o uso de chapéus, viseiras, barracas, roupas com proteção UV e a ingestão constante de água para evitar a desidratação.

• Pós-Sol (Recuperação):

– Calmantes: loções com aloe vera (babosa) e água termal (spray) ajudam a acalmar a pele queimada e a reduzir a vermelhidão, diminuindo a inflamação. Pedir mais 1 ou 2 dicas de calmante caseiros naturais.

Após o sol, a pele entra em um processo inflamatório e precisa de cuidados calmantes e reparadores. Produtos com aloe vera, água termal, pantenol, calêndula e camomila ajudam a aliviar a vermelhidão, o ardor e a sensação de calor, além de acelerar a recuperação da barreira cutânea.

Quanto mais rápido esse cuidado é iniciado, menor tende a ser o dano residual à pele.

FONTE:

Camilee Tostes, dermatologista e alergista e afiliada do Instituto Nutrindo Ideais (@nutrindoideais)/RJ, especialista em estética avançada.
Médica Dermatologista Clínica-Cirúrgica, pós-graduada pela Faculdade Souza Marques e Instituto Pele Saudável, Alergologista e Imunologista pós graduada pela PUC-RIO. Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. CRM: 5289149-5. RQE N°: 28479.




Por que as metas de Ano Novo falham em fevereiro? Passos para transformar resoluções em hábitos permanentes

 

São Paulo, janeiro de 2026 – A virada do ano costuma simbolizar motivação, recomeço e novas expectativas, mas dados recentes mostram que esse impulso inicial dura muito menos do que se imagina. Uma pesquisa conduzida pela OnePoll revelou que apenas 8% das pessoas conseguem manter suas metas por mais de um mês, e que a média de duração das resoluções é de 3,74 meses. Ainda assim, temas como condicionamento físico, finanças pessoais e saúde emocional seguem entre as promessas mais estabelecidas  e mais abandonadas.

Segundo a psicóloga e hipnoterapeuta Brunna Dolgosky, compreender por que essas metas se desfazem tão cedo exige olhar para além da força de vontade. Para ela, o primeiro erro é supor que o entusiasmo da virada sustenta mudanças profundas. “O erro mais comum é acreditar que a motivação do início do ano é suficiente para sustentar mudanças estruturais. A mente funciona por economia de energia e tende a preservar padrões antigos, mesmo quando são prejudiciais”, afirma ela. Metas amplas, abstratas e desconectadas da rotina real sobrecarregam o cérebro, que naturalmente retorna aos comportamentos automáticos.

Como o cérebro processa o recomeço e por que isso não é suficiente

A sensação de “novo ciclo” até cria um impulso inicial, mas esse efeito é superficial. A hipnoterapeuta explica que o cérebro reage simbolicamente às viradas, mas isso não significa mudança interna. “O cérebro interpreta ciclos como marcos simbólicos que oferecem uma sensação de renovação, mas isso atua apenas no nível consciente. A motivação do começo do ano é um impulso emocional temporário”, diz Brunna.

O problema é que os hábitos são armazenados em sistemas automáticos, nos gânglios da base, e não se alteram pela intenção. Sem repetição emocionalmente significativa e sem reestruturação das crenças que sustentam comportamentos antigos, o cérebro retorna ao padrão que considera seguro e familiar. “Sem trabalhar crenças profundas, o cérebro retorna ao caminho conhecido”, reforça a psicóloga.

É nesse ponto que a hipnoterapia pode apoiar processos de mudança. “A hipnose terapêutica acessa o nível subconsciente, onde estão condicionamentos, crenças limitantes e comportamentos automáticos. Ao trabalhar nesse nível, conseguimos enfraquecer associações antigas e fortalecer circuitos que sustentam o novo hábito. O processo diminui a autossabotagem e torna o esforço mental muito menor”, explica Dolgosky.

Quando as metas já “caíram” em fevereiro

A frustração precoce também contribui para que muitas pessoas desistam completamente. “A frustração ativa circuitos de ameaça e reduz motivação. Quando a pessoa interpreta um deslize como fracasso pessoal, o cérebro entende que continuar tentando é perigoso”, afirma a psicóloga. Ela orienta transformar o erro em dado de aprendizado, não em identidade, e lembra que a consistência é construída justamente na retomada.

Práticas simples ajudam a fortalecer esse processo, como pausas de respiração profunda para regular o sistema nervoso, visualizações matinais para reforçar motivação e o registro de pequenas vitórias diárias, que o cérebro interpreta como progresso. Associadas ao trabalho terapêutico, essas práticas criam um ambiente mental e emocional mais propício à constância.

Sobre Brunna Dolgosky

Brunna Dolgosky é empresária, psicóloga, hipnoterapeuta, pós graduada em Arteterapia e pós graduanda em neurociência.




Viajar com idosos nas férias: cuidados essenciais para uma temporada segura e tranquila

 

 

 

Com a chegada do período de festas e férias, muitas famílias começam a organizar viagens e passeios prolongados. Para quem vai viajar com idosos, esse momento exige atenção redobrada. Nesse sentido, planejamento é peça-chave para garantir uma experiência tranquila, segura e prazerosa para todos.

De acordo com a professora de Geriatria da Afya Vitória, Karoline Fiorotti, antes mesmo de pegar a estrada ou embarcar no avião, é importante revisar questões básicas de saúde. “A primeira etapa é conferir o uso correto dos medicamentos, garantindo que nada será esquecido e que as doses serão mantidas no horário habitual durante a viagem”, explica Fiorotti. Ela reforça que a rotina medicamentosa não deve ser interrompida, especialmente em idosos com doenças crônicas.

Outro ponto essencial é a hidratação. Durante viagens longas, muitas pessoas, especialmente os mais velhos, tendem a beber menos água. “O idoso muitas vezes não sente sede com tanta intensidade, mas precisa manter a hidratação para evitar tonturas, quedas de pressão e mal-estar”, alerta a professora.

A postura durante o trajeto também merece cuidado. Passar longos períodos sentado, em pé ou em posições desconfortáveis aumenta o risco de inchaço nas pernas, dor lombar e até trombose. Por isso, a geriatra orienta que o roteiro inclua paradas estratégicas para movimentação, alongamento e descanso. Escolher destinos e horários que reduzam o cansaço, evitando calor extremo e tráfego intenso,  também contribui para uma viagem mais leve.

A geriatra destaca ainda a importância de observar sinais de alerta, como tontura, falta de ar, dor no peito, sonolência excessiva, desorientação ou inchaço persistente nas pernas. Caso algum desses sintomas apareça, a recomendação é interromper a viagem e buscar avaliação médica.

8 Dicas da geriatra para viajar com idosos:

1.Revise todos os medicamentos, organize-os em caixas semanais e leve tanto as medicações de uso diário quanto as sintomáticas, como analgésicos, antialérgicos e remédios para náuseas. Garanta quantidade suficiente para toda a viagem, com uma pequena sobra para imprevistos. Transporte tudo na bagagem de mão, junto das receitas atualizadas, e inclua itens básicos de primeiros socorros, como curativos e antissépticos.

2.Estimule a hidratação: ofereça água regularmente durante todo o trajeto e carregue sempre uma garrafa de água com vocês.

3.Planeje paradas para descanso e movimentação: a cada 1h a 2 horas de viagem, programe paradas se estiver viajando de carro ou estimule o idoso a levantar-se e caminhar pelo corredor (do avião, ônibus ou trem), se possível, para ativar a circulação e prevenir trombose.

4.Evite horários de calor intenso e trajetos muito longos: priorize ambientes frescos e confortáveis e trajetos não muito longos. Respeite os limites do idoso e observe os sinais de cansaço.

5.Fique atento a sinais de alerta como tontura, falta de ar e inchaço nas pernas: procure ajuda médica se necessário. Idosos com demência podem ficar mais confusos  e ansiosos fora do seu ambiente habitual. Mantenha uma rotina o mais próxima do habitual possível para promover segurança e bem-estar.

6.Cheque a carteira de vacinação: veja  se a mesma está atualizada e se existe alguma recomendação para o local onde irão viajar

7.Atenção ao local de hospedagem: no local de hospedagem durante a viagem, evite tapetes soltos, fios pelo caminho e outros objetos que possam aumentar o risco de queda.

8.Roupas leves e proteção solar: nos dias quentes, a escolha de roupas leves, arejadas e de tecidos naturais, como algodão e linho,  ajuda a manter o corpo dos idosos mais fresco, reduzindo o risco de superaquecimento. Da mesma forma, o uso diário de protetor solar com fator de proteção adequado é fundamental para evitar queimaduras e proteger a pele, que tende a ser mais sensível com o envelhecimento. Aplicar o produto antes de sair de casa e reaplicar ao longo do dia, especialmente após suor excessivo, garante uma proteção mais eficaz durante as atividades ao ar livre.

A geriatra da Afya reforça que com cuidados simples e atenção às necessidades específicas da pessoa idosa, viajar pode ser uma oportunidade valiosa de convivência, lazer e criação de novas memórias familiares. “Com planejamento e respeito ao ritmo do idoso, toda a família pode aproveitar o período com tranquilidade e bem-estar”, conclui a professora.

 




Botox e verão combinam? Especialista explica os prós e contras do procedimento

 

Botox exige alguns cuidados extras nos dias de sol intenso e calor. (Crédito: Freepik)

 

Com a chegada das férias de verão, muitas pessoas aproveitam o período com mais tempo livre para cuidar da aparência e colocar em dia procedimentos estéticos adiados ao longo do ano. Entre os mais procurados está o botox, principalmente pela praticidade e resultados rápidos. No entanto, mesmo sendo uma técnica não-invasiva ela exige alguns cuidados extras nestes dias de sol intenso e calor.

De acordo com a dentista pós-graduada em Harmonização Orofacial Adriana Fabres, não há impedimento técnico para a aplicação da toxina botulínica no verão. “O botox age no músculo responsável pelas rugas de expressão. O sol não interfere diretamente na ação do produto”, explica. Segundo a especialista, o principal fator que influencia o sucesso do procedimento não é a estação do ano, mas o comportamento do paciente na pós-aplicação. “O que pode interferir na recuperação é o excesso de calor logo após o procedimento, seja por exposição solar intensa ou por atividades que aumentem muito a temperatura corporal”, orienta.

Segundo a dentista, isso não significa que o paciente precise deixar de aproveitar a praia durante o verão: o ideal é apenas respeitar o período inicial de recuperação, evitando exposição solar intensa nas primeiras 24 horas. “Após esse período inicial, o paciente pode aproveitar a praia, desde que adote alguns cuidados, como o uso adequado de protetor solar e o seguimento das orientações do profissional que realizou o procedimento”, reforça.

Além da exposição solar intensa, a Dra. Adriana Fabres explica que, no primeiro dia, também é importante evitar situações que provoquem aquecimento excessivo do rosto e muitas expressões forçadas. “Treino pesado, sauna, festas ou consumo exagerado de álcool podem causar desconforto e não são indicados nas primeiras 24 horas”, afirma.

Outro ponto de atenção é o uso do protetor solar. “O protetor deve fazer parte da rotina diária, principalmente no verão, com reaplicação adequada ao longo do dia”, reforça, explicando ainda que, na praia, esse cuidado deve ser redobrado, já que a exposição solar é mais intensa e prolongada.

E se ficar roxo?

Pequenos hematomas após o botox podem ocorrer e variam conforme características individuais, como sensibilidade da pele e fragilidade capilar (vasinhos sanguíneos). Nesses casos, o cuidado deve ser redobrado. “Se o paciente ficar com algum roxinho, o ideal é evitar exposição solar direta por cerca de 15 dias ou até que o hematoma suma, para reduzir o risco de manchas na pele”, orienta a especialista.

Botox no verão: prós e contras

Prós

●    Pode ser realizado em qualquer época do ano, inclusive no verão

●    Procedimento rápido, com recuperação simples quando as orientações são seguidas

●    Resultados progressivos e naturais

●    Não exige afastamento prolongado da rotina

●    Ajuda a suavizar linhas de expressão antes de viagens e eventos

Contras

●    Exige mais atenção ao sol e ao calor no pós-procedimento

●    Possibilidade de pequenos hematomas, que pedem cuidado redobrado

●    Restrição temporária de exercícios físicos intensos

 

 

Sobre Dra. Adriana Fabres Barcelos: é cirurgiã-dentista em Vitória (ES), com 28 anos de atuação e pós-graduação em Harmonização Orofacial pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO-ES). Após trajetória na odontopediatria e no serviço público, passou a atuar com harmonização facial a partir de 2019, com foco em atendimento humanizado, redução de dor e resultados graduais, preservando a individualidade de cada paciente. Também desenvolve uma mentoria voltada a profissionais de saúde sobre harmonização facial humanizada.