RUMO A 2026: ALEGRIA, LUCIDEZ E HORIZONTE DE FÉ

Enquanto nos preparamos para o futuro, lançando o olhar para além do horizonte imediato de 2026, a caminhada da fé nos oferece uma bússola inestimável. A vida, em sua complexidade, exige que o cristão caminhe com um tripé espiritual que harmonize a leveza do espírito com o peso da realidade: a Alegria Verdadeira, a Lucidez sobre o mundo e o Horizonte de Fé inabalável.

Esta tríade é o mapa para navegar os desafios do futuro, garantindo que o entusiasmo missionário não seja ingenuidade, e que a consciência das dificuldades não se torne desespero.

  1. Alegria Verdadeira: A Força que Resiste à Turbulência

A Alegria Verdadeira é o primeiro pilar para qualquer jornada duradoura. Não se trata de otimismo superficial ou de negação dos problemas, mas sim da alegria Pascal, que nasce da certeza da ressurreição. É a alegria que São Paulo exorta: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fl 4,4), uma alegria que transcende as circunstâncias.

Em 2026, a Alegria é a nossa armadura. Ela nos impede de sermos absorvidos pelas ansiedades econômicas, políticas ou sociais. Ela nos ensina que o essencial, a nossa salvação em Cristo, já foi conquistado. Essa Alegria, que tem a sua fonte em Deus, é a energia vital para o serviço missionário e a fraternidade. Ela é contagiante e, por isso, o primeiro e mais eloqüente testemunho de um cristão.

  1. Lucidez: O Chamado a Olhar a Realidade com Sinceridade

A Alegria não é cega; ela é acompanhada pela Lucidez. Para 2026, somos chamados a cultivar a inteligência da fé, olhando para a realidade do mundo e da Igreja com total honestidade e sem ilusões. A Lucidez é o oposto da alienação. Significa discernir as “alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje” (Gaudium et Spes, 1), reconhecendo as estruturas de pecado, as injustiças persistentes e as novas formas de exclusão.

A Lucidez nos impõe a Coragem de assumir uma postura profética, de chamar o erro pelo nome e de não fugir da responsabilidade de construir um mundo mais justo. Ela nos conecta com a Providência de Deus, pois somente ao entender onde a Providência precisa agir (nas periferias, nas famílias desestruturadas, nos corações vazios) podemos cooperar com a Sua graça. A Lucidez missionária é o pré-requisito para uma ação pastoral eficaz e incisiva.

  1. Horizonte de Fé: A Âncora da Esperança para o Futuro

A síntese entre Alegria e Lucidez é possível graças ao Horizonte de Fé. Olhar para 2026 (e além) com um horizonte de fé significa ter a Esperança inabalável de que Deus está no comando da história. A Fé é a nossa Confiança de que as promessas de Deus se cumprirão, mesmo que os sinais atuais pareçam contraditórios.

O horizonte de fé nos dá a perspectiva de eternidade. Ele nos lembra que a nossa pátria não é terrena, e que todo o nosso esforço missionário, toda a nossa luta por justiça, tem um significado maior e um destino glorioso. Esse horizonte é a âncora que nos impede de naufragar nos momentos de crise. Ele inspira a Fidelidade no presente, pois cada pequeno ato de amor e serviço é um investimento no Reino que virá.

Rumo a 2026, o desafio é equilibrar a Alegria que nos eleva, a Lucidez que nos aterra e o Horizonte de Fé que nos orienta. Esta tríade não apenas nos permite sobreviver, mas nos capacita a sermos agentes ativos da transformação, levando o amor e a esperança de Cristo a cada novo dia do futuro.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




MENSAGEM  DE  ANO  NOVO

 

Nós, e somente nós, podemos construir um ano melhor, já que um feliz ano novo não se deseja, se constrói.

Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova direção à nossa estrada particular.

Se começarmos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.

Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas mãos no trabalho de construção de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.

Só há um caminho para se chegar à felicidade. E esse caminho foi mostrado por quem realmente tem autoridade, por já tê-lo trilhado. Esse alguém nós conhecemos como Jesus de Nazaré, o Cristo.

No ensinamento “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo” está a chave da felicidade verdadeira.

Trechos do texto editado pela Equipe do Programa “Momento Espírita”, com base no livro “Repositório de Sabedoria”, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Editora Leal

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Bebidas alcoólicas podem levar planejamento alimentar e perda de peso por água abaixo

 

A medida que o calendário se aproxima de dezembro, os encontros de fim de ano se multiplicam. Das festas corporativas às tradicionais ceias e reuniões em família. No centro desses eventos, o álcool quase sempre ocupa lugar de destaque. Para quem está em processo de emagrecimento, seja por reeducação alimentar ou tratamentos mais complexos, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode comprometer semanas, ou até meses, de resultados.
No geral, as pessoas mal sabem, mas o álcool é uma das substâncias mais calóricas que existem. Ele fornece cerca de 7 calorias por grama, perdendo apenas para a gordura, que tem 9. Além disso, o álcool não é apenas um reduto de calorias vazias, ele altera o metabolismo, aumenta o apetite e reduz a eficiência da queima de gordura.
“Entre brindes e resenhas, o álcool é sim um vilão. Para quem está empenhado em emagrecer, seja por reeducação alimentar, prática de atividades físicas, uso de medicamentos ou qualquer outra alternativa para perda de peso, essa agenda social pode se tornar uma armadilha silenciosa. Praticamente,  os alcoólicos não trazem nenhum valor nutricional e o grande problema não é só a caloria em si, mas o impacto metabólico. O corpo, ao metabolizar o álcool, prioriza a sua eliminação e, com isso, paralisa temporariamente a queima de gordura”, alerta Dr. Mauro Lúcio Jácome, gastroenterologista, cirurgião geral e diretor da Clínica Cronos.
O alerta é especialmente relevante neste período, quando uma única confraternização pode significar a ingestão de centenas de calorias apenas com bebidas. Uma taça de vinho tinto, por exemplo, contém cerca de 125 calorias. A mesma quantidade de vinho branco chega a 120 calorias. O espumante, por ser levemente mais seco, tem em torno de 100 calorias por taça. Já uma lata de cerveja, de 350 ml, soma cerca de 147 calorias.
Entretanto, aquelas pessoas que preferem consumir drinks porque podem ser ‘menos calóricos’, uma surpresa. Eles são, na verdade, ainda mais críticos. Um coquetel com vodca e suco de frutas pode ultrapassar 200 calorias por dose. Já um gin tônica tradicional gira em torno de 180 a 190 calorias.
“Para quem está passando por um tratamento de perda de peso, três cervejas ou três taças de vinho, acompanhadas de algum petisco, que naturalmente já é calórico, já pode ser catastrófico. Isso porque, além de acabar ocupando o lugar de uma refeição, ainda não lhe rendeu a quantidade de nutrientes necessária para a sustentação do corpo. Ou seja, além do superávit calórico, a pessoa ainda não se nutre suficientemente. E isso vira uma bola de neve no final das contas”, completa Dr. Mauro.
A situação é ainda mais complexa para utilização de medicações injetáveis, como a tizerpatiza e a semaglutida. Esses fármacos atuam diretamente na regulação do apetite e no controle glicêmico, oferecendo resultados relevantes na redução de peso e no tratamento da obesidade, mas tudo isso pode ser comprometido com o excesso de bebidas.
“Para os pacientes em tratamento com medicamentos injetáveis para controle de apetite, os prejuízos podem ser ainda maiores. Porque o álcool interfere em múltiplos aspectos do metabolismo e pode atrapalhar os mecanismos de saciedade promovidos pelos injetáveis. Esses medicamentos alteram o metabolismo da glicose e a saciedade, mas o álcool interfere diretamente nesses mecanismos e pode aumentar o apetite, neutralizando os efeitos do medicamento, e ainda potencializar efeitos colaterais como náuseas ou tontura. Além disso, a falsa sensação de controle que os remédios dão pode levar a exageros inconscientes”, salienta o médico.
Contudo, isso não significa que o corte total do álcool seja obrigatório em todas as celebrações. O que surge como alternativa é a moderação consciente. “O melhor é não consumir, mas, como não tem jeito, a sugestão é ptar por bebidas com menor teor calórico, intercalar com água, manter a refeição base equilibrada, evitar repetir doses e evitar misturas carregadas de açúcar ou gordura. Um brinde pontual não precisa destruir semanas de esforço, mas é importante não enxergar o álcool como algo “à parte” da dieta, mas como parte da conta calórica e metabólica”, orienta Dr. Mauro Lúcio Jácome.




O  NATAL  DO  CRISTO

 

A Sabedoria da Vida situou o Natal de Jesus à frente do Ano Novo, na memória da Humanidade, como que renovando as oportunidades do amor fraterno, diante dos nossos compromissos com o Tempo.

É o passo definitivo para a descoberta de novas sementeiras de serviço edificante, através da visita aos irmãos mais sofredores do que nós mesmos e da aproximação com aqueles que se mostram inclinados à cooperação no progresso, a fim de praticarmos, mais intensivamente, o princípio do “amemo-nos uns aos outros”.

Conforme nossa atitude espiritual ante o Natal, assim aparece o Ano Novo à nossa vida.

Não nos esqueçamos. Se Jesus não nascer e crescer, na manjedoura de nossa alma, em vão os Anos Novos se abrirão iluminados para nós.

EMMANUEL

Do livro: Fonte de Paz – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Editora IDE

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Férias com cuidado: o que os pais precisam saber antes de levar as crianças à piscina ou praia

 

Você sabia que a escolha do biquíni, maiô ou sunga pode influenciar diretamente na segurança das crianças durante os dias de verão? O endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Liberato explica que a atenção a cores e acessórios é fundamental para evitar afogamentos e facilitar a localização dos pequenos. “Trajes em tons vibrantes, como vermelho, amarelo e laranja, tornam a criança mais visível em ambientes aquáticos, ajudando a identificá-la rapidamente”, destaca.

Além disso, o especialista ressalta que novidades tecnológicas, como roupas com QR Code com a inscrição “Me Encontre”, podem ser muito úteis em emergências, permitindo acesso rápido aos dados dos pais e aumentando a proteção das crianças durante o lazer. “Evite cores que se confundam com a água, como azul claro, verde ou cinza, pois elas dificultam enxergar a criança”, acrescenta.

Quanto aos acessórios de flutuação, o Dr. Miguel recomenda o uso de flutuadores infantis que sustentam braços e corpo, impedindo que a criança vire ou se solte na água. “Boias de cintura ou com encaixe para as pernas podem virar ou furar, enquanto as de braço podem se deslocar, deixando a criança insegura. O flutuador infantil é mais seguro, ajusta-se ao tamanho da criança e garante maior estabilidade”, explica o médico.




ADVENTO: REVISÃO DE VIDA para a Conversão e o Arrependimento

 

O período do Advento, mais do que uma contagem regressiva para o Natal, é a oportunidade litúrgica por excelência para a revisão de vida, aprofundando o chamado ao arrependimento e à conversão. Na mística cristã, o nascimento do Emanuel exige um coração preparado, e essa preparação é intrinsecamente ligada à tríade da transformação interior.

A sobriedade do Advento nos convida a sair da superficialidade e a entrar na caverna do nosso próprio ser, examinando a qualidade da nossa espera.

  1. Revisão de Vida: Olhar para Trás com Confiança e Coragem

O primeiro passo para um Advento fecundo é a Revisão de Vida. É o exercício de parar, acender a primeira vela e, à luz de Cristo, fazer um balanço honesto das escolhas, atitudes e omissões do ano que se finda.

A revisão não é um mero exame de consciência rotineiro, mas uma leitura da nossa história à luz do Evangelho. Onde erramos o caminho? Onde a Palavra de Deus foi silenciada em favor do ruído do mundo? Para realizar essa revisão com eficácia, é fundamental recorrer à Confiança.

A Confiança, neste momento, é o antídoto contra a culpa paralisante. É a certeza de que Deus nos ama incondicionalmente, mesmo em nossas falhas. Essa certeza nos dá a coragem de olhar para o passado sem nos esconder, mas sim buscando a verdade sobre nós mesmos para que a cura possa começar. Revisar a vida é reconhecer a nossa fragilidade e a nossa constante necessidade de salvação.

  1. Arrependimento: A Dor da Mudança Apoiada na Esperança

A revisão sincera leva, inevitavelmente, ao Arrependimento. No entanto, o arrependimento bíblico (metanoia) não é apenas sentir remorso. É uma tristeza profunda e salvífica pela ofensa cometida contra o amor de Deus e do próximo. É a dor que nasce do amor e que motiva a transformação.

No Advento, somos exortados pelo Profeta João Batista, cuja voz clama no deserto: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.” O Arrependimento é, portanto, o ato de endireitar as veredas do nosso coração.

Esse processo é sustentado pela Esperança. O arrependimento seria estéril e desesperador se não houvesse a Esperança de perdão e de um novo começo. É a Esperança do Emanuel que virá, do Deus que se faz carne para habitar entre nós e nos oferecer a Reconciliação. A Esperança missionária deste tempo nos garante que, por mais tortuosos que tenham sido os nossos caminhos, o braço do Senhor é forte para nos levantar.

  1. Conversão: O Novo Rumo Guiado pela Providência

A culminância da revisão e do arrependimento é a Conversão. Se o arrependimento é o “não” dado ao pecado, a Conversão é o “sim” dado à vida nova em Cristo. É a virada de 180 graus na direção da vontade de Deus.

A Conversão, no tempo do Advento, é a decisão de mudar radicalmente o nosso modo de espera. Não basta adornar a casa para o Natal; é preciso despojar o coração do que impede a chegada de Jesus. Isso significa adotar práticas de oração mais profundas, viver a caridade de forma mais intensa e buscar o Sacramento da Reconciliação com urgência.

Toda essa jornada é guiada e facilitada pela Providência Divina. A Providência, neste contexto, é a Graça que nos visita. É o cuidado amoroso de Deus que coloca em nosso caminho os sinais, as pessoas e os acontecimentos necessários para nos impulsionar para a mudança. Não convertemos por nossa própria força, mas pela força de Deus que nos atrai e nos sustenta na nova vida. A Providência nos assegura que o tempo do Advento é um tempo favorável para a conversão.

Ao vivermos o Advento na dinâmica da Revisão, Arrependimento e Conversão, sustentados pela Confiança, Esperança e Providência, garantimos que o Cristo que nasce no Natal encontre um berço acolhedor, limpo e pronto para a alegria da Missão.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




SÚPLICA  DO  NATAL

 

Amado Jesus: na excelsa manjedoura que te esconde a glória sublime, ouve a nossa oração!

Ajuda-nos a procurar a simplicidade que nos reúne ao teu amor…

Auxilia-nos a renascer dentro de nós mesmos, buscando em Ti a força para sermos, em Teu Nome, irmãos uns dos outros!

Mestre do Eterno Bem, sustenta as nossas almas a fim de que a alegria de servir e ajudar nos ilumine a senda, não somente na luz de teu Santo Natal, mas em todos os dias, aqui, agora e sempre…

APARECIDA

Do livro “Antologia Mediúnica do Natal” – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Editora FEB

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Segurança digital simplificada: 4 práticas essenciais que qualquer empresa pode adotar hoje

 

 

À medida que golpes digitais e tentativas de invasão se multiplicam, empresas de todos os segmentos buscam maneiras rápidas e acessíveis de reforçar a proteção de seus ambientes digitais. 

Mesmo sem estruturas robustas de tecnologia, muitas organizações têm encontrado soluções práticas, baseadas em ajustes de rotina e adoção de ferramentas simples, que reduzem vulnerabilidades de forma imediata. A ideia de uma segurança digital simplificada ganha força justamente por permitir que equipes pequenas consigam aplicar medidas eficazes.

A abertura de portas remotas, o uso de dispositivos pessoais e o armazenamento fragmentado de informações aumentam a exposição a riscos, tornando os cuidados diários parte fundamental da proteção interna. Confira quatro práticas que sua empresa pode adotar desde já:

1- Senhas fortes, autenticação e controle de acessos

Uma das práticas mais difundidas é a criação de senhas mais robustas. Investir em combinações de letras, números e símbolos, além da troca periódica desses dados, são algumas das orientações A adoção da autenticação em dois fatores também se tornou um hábito comum, garantindo uma camada extra de proteção em logins de e-mails, sistemas internos e plataformas de gestão.

Outro ponto que ganhou atenção é o controle de acessos. Pequenas empresas passaram a revisar quem tem permissão para visualizar documentos, editar arquivos ou acessar ferramentas específicas. Esse ajuste reduz o risco de uso indevido e evita que informações estratégicas circulem sem necessidade.

Essas medidas, apesar de simples, estão entre as mais apontadas como capazes de bloquear grande parte dos ataques oportunistas, que exploram configurações frágeis ou descuidos de rotina.

2- Atualizações e cuidados com dispositivos

Dispositivos desatualizados se tornaram um alvo frequente para invasores. Por isso, muitas empresas têm orientado funcionários a manter sistemas, navegadores e softwares em suas versões mais recentes. Atualizações automáticas passaram a ser habilitadas em computadores corporativos, reduzindo o tempo entre a identificação de vulnerabilidades e a aplicação de correções.

O mesmo vale para celulares utilizados no trabalho. O compartilhamento de informações entre aplicativos, especialmente quando não há separação clara entre uso pessoal e profissional, pode expor dados sensíveis. Por essa razão, orientações simples também já norteiam as empresas, como evitar redes Wi-Fi públicas, não instalar aplicativos desconhecidos e usar bloqueios de tela mais seguros.

Além disso, o uso de antivírus e firewalls básicos, disponíveis em versões acessíveis ou gratuitas, tem sido adotado como forma de criar barreiras iniciais contra arquivos maliciosos e acessos indevidos.

3- Backup frequente e organização das informações

Outra prática que vem ganhando espaço é a rotina de backup. As empresas podem buscar armazenar cópias de seus dados em locais separados do ambiente principal, seja por meio de serviços em nuvem, seja em dispositivos físicos protegidos. A organização dessas informações também passou a ser revista, com a criação de pastas específicas e políticas sobre o que deve ou não ser compartilhado.

Ao estruturar esse processo, os negócios evitam perdas irreversíveis em caso de apagamentos acidentais, falhas de equipamento ou ataques que buscam sequestrar informações. A prática se mostra especialmente importante para setores que dependem de registros contínuos, como escritórios de serviço, lojas virtuais e empresas de atendimento.

4- Conscientização interna e comunicação mais vigilante

Mesmo com ferramentas básicas, muitos problemas ainda se originam de comportamentos de risco. Para reduzir esse tipo de falha, é importante adotar treinamentos curtos, alertas por e-mail e orientações semanais. A intenção é manter as equipes atentas a golpes por phishing, mensagens suspeitas e solicitações incomuns.

Ao transformar a comunicação interna em um instrumento constante de prevenção, organizações conseguem identificar e interromper tentativas de fraude antes que causem danos. Essa abordagem também fortalece o hábito de questionar situações duvidosas e pedir validação das áreas responsáveis.

Segurança como rotina diária

A adoção dessas práticas mostra que a proteção digital não depende apenas de grandes investimentos, mas de medidas simples aplicadas continuamente. O fortalecimento das defesas internas ocorre à medida que as equipes incorporam esses cuidados ao seu dia a dia, reduzindo vulnerabilidades e evitando interrupções que poderiam impactar diretamente a operação.

Quanto mais cedo as empresas adotarem essas rotinas, menor será o impacto de ataques que exploram falhas evitáveis. No centro dessa estratégia está a ideia de que segurança digital pode e deve ser integrada de forma prática, acessível e imediata, garantindo que negócios de qualquer porte protejam seus dados e mantenham suas atividades com mais estabilidade.




Pedro Tirolli marca presença na CCXP25 com papel de destaque na cinebiografia “Chorão: Só os Loucos Sabem”

 

 

A CCXP25 recebeu domingo (7), uma das produções nacionais mais aguardadas dos últimos anos. A cinebiografia “Chorão: Só os Loucos Sabem” chegou com a participação de integrantes do elenco principal.

O cantor e ator Pedro Tirolli (nascido em Assis) que interpreta ninguém menos que Champignon, parceiro artístico e figura essencial na trajetória do Charlie Brown Jr., atuou ao lado de José Loreto, que brilha no papel de Chorão e dos demais atores que dão vida à banda no filme.

No Palco Omelete by BB e no Palco Blast!, o público acompanhou  novidades sobre a cinebiografia incluindo a exibição exclusiva de um teaser de 1 minuto do filme estrelado por José Loreto.

A estreia prevista para 2026 promete movimentar fãs e admiradores de Charlie Brown Jr.

“Chorão: Só os Loucos Sabem” já nasce como um dos títulos mais comentados do circuito nacional e a CCXP25 foi o palco perfeito para revelar esse encontro de gerações

Créditos das Fotos: @thegilbz




CAMINHOS  ESCUSOS

Muitas vezes são extremamente convidativos e se nos apresentam tentadores.

Fazem outras vezes parte das nossas escolhas, para mais tarde descobrirmos que nos distanciamos de Deus.

Eles apenas nos oferecem as ilusões passageiras do mundo para nos surpreenderem depois com agonia extremada a nos compungir o coração.

Devemos orar a Deus, a fim de que não tenhamos de trilhar esses caminhos, normalmente povoados de sombras e que enredam as almas desavisadas, atraindo-as com falsas luzes.

Estar com Deus numa prece e em atos de caridade e amor são antídotos a impedir que tomemos caminhos escusos.

O caminho do Cristo pode ser pedregoso, íngreme e apresentar uma sucessão de obstáculos; porém, é o caminho seguro por onde devemos conduzir nossas almas.

MARIA DO ROSÁRIO DEL PILAR

Do livro: “A Melhor Vida” – Psicografia: Eulália Bueno – Editora EME

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