Flacidez: o efeito colateral do tempo que já pode ser tratado sem cirurgia

 

O envelhecimento da pele é um processo natural, mas um dos sinais que mais incomoda homens e mulheres é a flacidez. A partir dos 30 anos, a produção de colágeno começa a cair de forma acelerada, estima-se uma redução de cerca de 1% ao ano, e isso resulta em perda de firmeza, rugas mais evidentes e contornos menos definidos.

Durante muito tempo, os procedimentos cirúrgicos foram a principal saída para corrigir esse problema. Hoje, porém, tecnologias não invasivas se consolidam como alternativas seguras e eficazes. Entre elas, estão o ultrassom micro e macrofocado, a radiofrequência e os bioestimuladores de colágeno, recursos que atuam diretamente na causa da flacidez: a falta de sustentação das fibras da pele.

Como funcionam as principais tecnologias

  • Ultrassom micro e macrofocado

Atua em camadas profundas da pele, inclusive na fáscia muscular. A energia emitida promove pontos de coagulação que estimulam a produção de novo colágeno, resultando em um efeito de firmeza gradual e natural, comparado muitas vezes a um “mini lifting” sem cortes.

  • Radiofrequência

Utiliza ondas eletromagnéticas que aquecem as camadas da pele, estimulando a síntese de colágeno e melhorando a circulação local. Além de tratar a flacidez, também auxilia na melhora do aspecto da celulite.

  • Bioestimuladores de colágeno

São substâncias injetáveis aplicadas em pontos específicos que induzem o próprio organismo a produzir colágeno novo. Diferentemente dos preenchimentos, não alteram volumes, mas devolvem firmeza e elasticidade.

Para a farmacêutica bioquímica e especialista em estética avançada Dra. Carla Caixeta, esses recursos representam uma mudança importante na forma de tratar o envelhecimento cutâneo.

“O colágeno é a base estrutural da pele. Quando sua produção diminui, a pele perde sustentação. A boa notícia é que hoje dispomos de tecnologias que estimulam o organismo a produzir colágeno de novo, sem a necessidade de cirurgia”, explica.

Segundo ela, os resultados são progressivos e variam de acordo com a idade, o grau de flacidez e o estilo de vida de cada paciente. “A estética avançada busca respeitar a individualidade. Não é sobre mudar quem a pessoa é, mas devolver firmeza, vitalidade e confiança de forma natural”, acrescenta.

Mais do que estética: autoestima e qualidade de vida

O impacto do tratamento da flacidez vai além da aparência. Especialistas destacam que recuperar firmeza e sustentação da pele influencia diretamente na autoestima, na postura e até nas relações sociais.

“O envelhecimento é inevitável, mas envelhecer com qualidade depende de escolhas. O estímulo ao colágeno é um caminho seguro para quem deseja manter a pele firme e saudável ao longo dos anos”, conclui a Dra. Carla Caixeta.

Sobre a especialista

Dra. Carla Caixeta – Farmacêutica bioquímica e especialista em estética avançada, é fundadora da Clínica Orphia, em Anápolis (GO). Referência em naturalização facial e desenvolvedora da técnica exclusiva Glúteo Bloom®️, alia ciência, tecnologia e sensibilidade em protocolos que promovem beleza com segurança, equilíbrio e resultados naturais.




Fema convida para seu Inovatech, que ensina sobre tecnologia de forma prática

A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) convida a comunidade para participar do “Inovatech – Programação, dados e IA”, iniciativa gratuita que acontece no dia 1º de novembro (sábado), das 13 às 15 horas em seu campus.

A proposta faz parte do Projeto de Curricularização da Extensão do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS), e conta com a orientação dos professores Dr. Almir Rogério Camolesi, Dr. Fábio Éder Cardoso, Me. Bruno Carazato De Oliveira, Me. Guilherme de Cleva Farto e Domingos de Carvalho Villela Junior. O objetivo é aproximar o público da área de tecnologia de forma prática e acessível.

O Inovatech é voltado a jovens e adultos de 15 a 29 anos que desejam entender melhor como a tecnologia pode facilitar o dia a dia, mesmo para quem não é da área de computação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de outubro, pelo link https://forms.gle/tpQXNopMENHs2stS8.

Durante o seminário, os participantes poderão escolher entre quatro minicursos práticos, ministrados pelos próprios estudantes de ADS, nos laboratórios de informática da FEMA:

  • IAs Generativas: Introdução e Demonstração
  • Introdução ao Desenvolvimento de Jogos com Scratch
  • Programação Básica em Python: Conceitos de programação e desenvolvimento
  • Excel Básico: Dominando o Essencial para o Dia a Dia

A proposta é introduzir conceitos de tecnologia de forma descomplicada e interativa, permitindo que os participantes aprendam na prática ferramentas que podem ser aplicadas tanto em estudos quanto no trabalho.

As vagas são limitadas. Quem quiser dar os primeiros passos no mundo da programação e da inteligência artificial, é só garantir a inscrição e participar do Inovatech na FEMA.




Peregrinos ignoram chuva e caminham até Santuário de Nossa Senhora Aparecida de Londrina

 

 

Apesar da forte chuva e do grande volume de água que caiu em Londrina durante a madrugada de domingo (12), diversos grupos de peregrinos saíram de seus destinos rumo ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, na Vila Nova em Londrina. O tempo instável não foi suficiente para espantar os romeiros, alguns dos quais cumpriram promessas enquanto outros mantiveram a tradição de peregrinar até o Santuário, que é referência em todo o Norte do Paraná, em todo o estado, até no Oeste Paulista.

José Renato Casagrande é um desses peregrinos que voltou ao Santuário de Londrina no dia 12 de outubro, data em que se celebra Dia da Padroeira do Brasil. “Mais um ano em nossa caminhada. Estava muita chuva, então foi uma caminhada com muitos desafios, mas chegamos. Viemos em mais ou menos cem pessoas. Se não fosse a chuva, talvez viesse um pouco mais, mas o importante é a fé que temos em Nossa Senhora. Não tem explicação, só temos a agradecer pelas graças recebidas”, ressalta o peregrino.

Os amigos Maria José Batista, Edileusa Rodrigues Moreira e Cristiano Aparecido de Oliveira são de Londrina, mas foram até Ibiporã, de onde saíram em um grupo de pouco mais de 20 peregrinos. Era de lá que outros amigos sairiam em romaria até o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Os três não se intimidaram com o temporal. “Foi só bênção. A hora que saímos de casa começou a chover. A hora que chegamos no Santuário, parou de chover”, conta Edilseusa. Os três garantem que ano que vem farão novamente a peregrinação.

De Assaí, um grupo de romeiros percorreu cerca de 42 km até o Santuário de Londrina. Nany Iryoda é a idealizadora da peregrinação. Ela começou a fazer a caminhada alguns anos atrás, a princípio com uma pessoa de companhia. Desta vez, vieram em 12 e mais dois no apoio. O grupo saiu de lá de madrugada e chegou ao Santuário por volta das 13h, onde participaram da missa das 13h30.

O padre Rodolfo Trisltz, pároco e reitor do Santuário, ressalta que o local está aberto para que os romeiros realizem suas peregrinações durante todo o ano. “A Casa da Mãe é a Casa de todos os seus filhos. Estamos preparados para receber a todos. Mas, já estamos sentindo a necessidade de ampliarmos nossa estrutura para que consigamos ampliar nossa acolhida. Afinal, todos os peregrinos merecem ser recebidos aqui no Santuário de Londrina”, ressalta o sacerdote. Também estiveram presentes nas missas ao longo do dia diversas autoridades políticas: o vereador Sidnei Matias, os deputados Cloara Pinheiro (estadual), Luísa Canziani e Lenir de Assis (federal), o prefeito Tiago Amaral e o secretário estadual das Cidades, Guto Silva, representando o governador Ratinho Jr.

Santuário

O Santuário de Nossa Senhora Aparecida, na Vila Nova em Londrina, nasceu como capelinha em maio de 1940. Em 1º de março de 1952 se transformou em paróquia e em 1997 foi elevado a Santuário, convertendo-se num centro de evangelização, peregrinação e referência no turismo religioso, recebendo devotos e fieis do Paraná e de outros estados, afinal, as promessas podem ser cumpridas no Santuário de Londrina. A Festa da Padroeira, hoje, recebe mais de 40 mil pessoas somente no dia da padroeira do Brasil.




Canção Nova tem missas, transmissões e exibições especiais no Dia da Padroeira do Brasil

 

Neste domingo (12), a Canção Nova, em Cachoeira Paulista, celebra o Dia de Nossa Senhora Aparecida, nos cinco horários de missa no Santuário do Pai das Misericórdias: às 7h, 9h30, 12h, 15h e 18h. A primeira celebração do dia será presidida pelo reitor do Santuário do Pai das Misericórdias, padre João Gualberto Ribeiro da Silva.

Pela TV Canção Nova, será possível acompanhar a transmissão do Jubileu da Espiritualidade Mariana, com Papa Leão XIV, às 5h20 (horário de Brasília); e da missa direto do Santuário Nacional de Aparecida, às 12h. De manhã ainda será exibido: “Rainha Aparecida: o filme”, às 8h20, e à noite, o documentário: “Especial: Aparecida Histórias de Fé”, às 22h.




Nossa Senhora Aparecida: a Mãe do Brasil

 

Crédito – Freepik

Em meio às águas do rio Paraíba do Sul, no início do século XVIII, três pescadores lançaram suas redes sem sucesso até encontrarem uma pequena imagem escurecida de Nossa Senhora. Primeiro o corpo, depois a cabeça. A partir daí, as redes se encheram de peixes e o coração do povo se encheu de fé. Assim nasceu a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Mãe que se manifesta entre os simples e faz das pequenas coisas sinais da presença de Deus.

O Brasil cresceu ao redor dessa devoção. Maria, que apareceu nas águas, tornou-se símbolo de unidade em meio à diversidade, presença materna que acolhe todos os filhos, independentemente de origem, cor ou condição. Em 1930, o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, reconhecendo nela o rosto materno de um povo que confia, reza e espera. Desde então, o Santuário Nacional de Aparecida é o coração espiritual da nação.

Os Maristas, filhos espirituais de São Marcelino Champagnat, sempre encontraram em Maria — a Boa Mãe — o modelo perfeito de ternura, zelo e fé ativa. Desde a chegada dos Irmãos Maristas ao Brasil, no século XIX, a devoção à Mãe Aparecida entrelaça-se à história da educação e da evangelização marista. O manto azul de Maria cobre nossas escolas, comunidades e obras sociais, inspirando cada educador a viver a fé com simplicidade e amor. Ser marista é viver sob o olhar de Maria e, como ela, dizer “sim” todos os dias ao chamado de Deus.

Essa presença mariana ganhou novo sentido para mim em maio de 2025 quando participei do 1° Encontro Nacional de Pastoralistas Maristas, realizado no Centro Marista São José das Paineiras, em Mendes (RJ). Foram dias de espiritualidade, partilhas e formação sob o tema “A Hermitage que habita em nós: pastoral em brasilidades”. Durante o evento, aconteceu uma romaria ao Santuário Nacional de Aparecida — e eu, que tantas vezes dizia que “um dia iria”, fui surpreendido por um chamado que não partiu de mim, mas do próprio coração da Mãe.

Ao entrar no Santuário, senti-me pequeno diante da grandeza daquele espaço sagrado. Quando alcancei a rampa da Imagem, pensei estar apenas em uma visita, mas me deparei com uma pequena capela iluminada, onde reluzia a imagem de manto azul e coroa dourada, presente da Princesa Isabel. Fui tomado por uma emoção que não se explica — apenas se vive. As lágrimas vieram, e sem conseguir contê-las, ajoelhei-me, e pensei em tantos milagres que aconteceram ali, diante daquela pequena imagem, de um povo sedento de Deus, sedento do céu e sedento de justiça com a esperança em uma mãe que intercede por um país inteiro. Pedi pela minha família e por um Papa segundo o Coração de Jesus. Às 13h10, enquanto eu me encontrava ao lado dos sinos do Santuário, eles começaram a tocar anunciando a fumaça branca na Capela Sistina. Entendi, naquele instante, que Maria havia transformado minha visita em um encontro especial.

Nossa Senhora Aparecida continua a ensinar ao Brasil que a fé nasce da confiança, que o amor é mais forte que o medo e que Deus se revela nos gestos simples. Ser devoto dela é assumir o compromisso de cuidar, educar e servir com o coração, assim como Champagnat o fez.

No dia 12 de outubro, celebramos não apenas a Padroeira do Brasil, mas a Boa Mãe que caminha conosco e cobre de ternura as escolas, os lares e as estradas da nossa história. Em Aparecida/SP, o Brasil encontra o seu coração, o rosto mais doce da missão que começou com um jovem padre francês e continua viva no amor de Maria.
Artigo de Fredson M. Rodrigues, pastoralista no Colégio Marista de Brasília.

 




ELES NÃO SABEM

 

 Não pares de trabalhar e servir porque essa ou aquela desilusão te amargou os sentimentos.

 

Os ingratos são portadores de moléstias da memória.

 

Os agressores carregam brasas no pensamento.

 

Os delinquentes são enfermos dos mais infelizes.

 

Quando semelhantes companheiros te surgirem na vida, perdoa sempre.

 

Eles não sabem quantas nuvens de dor estão amontoando sobre a própria cabeça.

 

EMMANUEL  

Do “Livro de Respostas” – Psicografia: Francisco Cândido Xavier

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO




MISSIONÁRIOS DE ESPERANÇA EM UM MUNDO DE CONTRADIÇÕES

 

Outubro, o Mês Missionário, nos convida a assumir o lema “Missionários de Esperança entre os povos” e a confrontá-lo com a realidade que nos cerca. Vivemos em um mundo de profunda contradição, onde o avanço da tecnologia e o acúmulo de riqueza coexistem com a pobreza extrema e a escassez de recursos básicos. Ser missionário de esperança hoje é mergulhar nesse paradoxo, sem fugir, e anunciar que a única resposta duradoura é a vida em Cristo.

O Espectro das Contradições.

O nosso tempo é marcado por contrastes desconcertantes:

– Contradição Social: De um lado, o consumo desenfreado e o excesso; do outro, a falta de água e a ausência de dignidade para milhões de irmãos e irmãs.

– Contradição da Informação: Onde há o acesso total à informação, floresce também a mentira (as fake news), minando a confiança e a busca pela verdade.

– Contradição da Fé: Há quem se diga religioso, mas é incapaz de praticar a caridade, a justiça e a partilha, tornando o Evangelho um discurso vazio.

Essas contradições geram desespero e apatia. A nossa missão, como Igreja, surge precisamente como um sinal de esperança diante dos inúmeros contra-testemunhos, frutos das enormes e gritantes contradições. A esperança cristã não é um otimismo ingênuo que ignora os problemas, mas a firme certeza de que, na cruz de Cristo, todas as contradições já foram vencidas.

A Resposta Missionária: O Triunfo da Coerência. O Missionário de Esperança é aquele que, em meio à confusão, oferece o antídoto da coerência.

Se o mundo é marcado pela contradição entre o que se diz e o que se faz, o missionário deve ser um sinal de unidade entre fé e vida. É o que chamamos de conversão.

A missão, portanto, é a nossa vocação à coerência. Ela nos impele a:

– Viver a Justiça. Não tolerar a contradição de ter tudo enquanto o próximo nada tem.

Anunciar a Verdade: Ser uma fonte de confiança em um mundo inundado pela desinformação.

– Praticar a Caridade: Transformar o discurso de fé em ação concreta, visitando, cuidando e se entregando, como nos ensina o amor-entrega de Jesus (João 15, 13).

O Compromisso de Superar o Paradoxo. Neste Mês Missionário, somos chamados a ser o fermento que desfaz a massa de contradições em nossas vidas e comunidades. A missão se manifesta na nossa capacidade de ser fraternos em um mundo individualista e de ser profetas em um mundo indiferente.

Onde há escuridão, levemos a luz. Onde há mentira, levemos a verdade do Evangelho. Onde há o clamor por água e dignidade, levemos o sinal concreto da solidariedade e da esperança.

A Missão é o nosso batismo em ação. Assumamos a responsabilidade de ser o reflexo da vida unida a Cristo, transformando as contradições do mundo em oportunidades de testemunho e esperança.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Você sabia que a panturrilha funciona como um segundo coração?

 

Muitas vezes esquecida nos treinos, a panturrilha exerce função vital para a circulação e vai muito além da estética. Conhecida como o “segundo coração” do corpo humano, ela atua como uma bomba que ajuda a impulsionar o sangue de volta ao peito, podendo ser decisiva na prevenção de varizes, trombose e até problemas cardiovasculares. A professora de Educação Física do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Leandra Batista, revela os impactos dessa musculatura sobre a circulação sanguínea e a saúde vascular.
Segundo Leandra, não fortalecer a musculatura da panturrilha pode gerar consequências que vão muito além do desconforto estético. Entre elas, a insuficiência venosa periférica, edemas nos pés e tornozelos, sensação de peso nas pernas ao final do dia e até maior risco de varizes e trombose venosa profunda. A imobilidade prolongada em viagens, longos períodos sentado ou hospitalização intensificam esse risco. “Uma panturrilha ativa diminui o inchaço, reduz cãibras noturnas e contribui diretamente para a saúde vascular”, ressalta a professora.
Se engana quem pensa que trabalhar a panturrilha interessa apenas a atletas ou fisiculturistas. De acordo com a professora de Educação Física do CEUB, o fortalecimento dessa musculatura é fundamental para trabalhadores sedentários ou que permanecem horas em pé, e para idosos, que sofrem com a perda natural de massa muscular. “Trata-se de um cuidado que garante autonomia, equilíbrio e previne quedas, além de proteger contra problemas circulatórios”, explica.
Como fortalecer?
A panturrilha é formada em grande parte por fibras de contração lenta, resistentes à fadiga, ideais para atividades de longa duração, como caminhar. Por isso, caminhar apenas não é suficiente para garantir hipertrofia. “Para fortalecer de verdade, é preciso incluir exercícios com maior intensidade, amplitude de movimento e, em alguns casos, sobrecarga. A orientação de um profissional faz toda a diferença para adaptar o treino a cada pessoa”, recomenda Leandra.
O fortalecimento pode ser feito de forma segura e eficiente com exercícios simples de elevação de calcanhar, realizados em pé, sentado ou em aparelhos específicos de academia. A especialista recomenda atenção ao controle do movimento, sobretudo na fase de descida. “Além dos treinos, hábitos cotidianos ajudam a ativar a chamada “bomba da panturrilha”, como caminhar alguns minutos a cada hora, realizar pequenas elevações na ponta dos pés durante o dia e elevar as pernas acima do coração ao final da jornada”, acrescenta a docente do CEUB.
Acrescente exercícios à sua rotina ou ao seu treino:
Elevação de calcanhar em pé
Fique de pé, apoie-se em uma parede ou cadeira, e suba na ponta dos pés. Segure 2 segundos e desça devagar. Repita 3 séries de 15 a 20 repetições.
Elevação de calcanhar sentado
Sente-se em uma cadeira, apoie os pés no chão e levante apenas os calcanhares, mantendo as pontas dos pés fixas. Ideal para trabalhar o músculo sóleo, profundo e essencial para resistência.
Degrau ou step
Faça o movimento de subir na ponta dos pés em cima de um degrau, deixando o calcanhar descer bem antes de subir novamente. Esse alongamento extra dá mais eficiência ao exercício.
Leg press
Na posição de leg press, empurre a plataforma apenas com a ponta dos pés, levantando e abaixando os calcanhares. Excelente para ganhar força com sobrecarga controlada.



Vício em apostas online: psicólogo explica sinais, vício cruzado e onde buscar ajuda

 

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A dependência em apostas online é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como transtorno mental e preocupa especialistas e famílias no Brasil. Levantamentos indicam que quase 40% dos apostadores têm risco de desenvolver o problema e que, entre adolescentes de 14 a 17 anos, 55% já estão em zona de risco. O assunto das apostas ganhou destaque após um jornalista afirmar que Neymar Jr., do Santos, estaria consumindo álcool e narguilé com frequência e jogando online, alegações negadas pelo atleta, que informou que adotará medidas judiciais.

Segundo o psicólogo Leonardo Teixeira, especialista no tratamento do vício e em psicologia do esporte, o vício em apostas funciona de forma semelhante à dependência em álcool ou drogas. “Cada vitória libera dopamina, o neurotransmissor do prazer. O cérebro passa a querer repetir essa sensação, mas exige apostas cada vez mais frequentes ou de valores maiores”, explica.

Além do risco entre jovens, a Associação Brasileira de Psiquiatria registra aumento superior a 300% nos atendimentos ligados a apostas nos últimos anos. Já o Instituto Locomotiva (2024) aponta que 86% dos apostadores acabam endividados e 64% ficam com o nome restrito.

Vício cruzado: quando um hábito reforça o outro 

O vício cruzado ocorre quando mais de uma dependência aparece ao mesmo tempo, por exemplo, apostas, álcool, narguilé e energéticos. De acordo com Teixeira, um comportamento potencializa o outro e dificulta a recuperação. “Em vez de aliviar a pressão, a pessoa fica ainda mais vulnerável”, afirma.

O psicólogo lembra que a pressão em atletas de alto rendimento pode servir de gatilho para buscar válvulas de escape.

“O atleta de alto rendimento é cobrado para sempre ser o melhor. Clube sob pressão, calendário intenso, expectativas. Essa pressão impacta a saúde mental e pode refletir em outros hábitos. É importante entender que, acima de tudo, eles também são seres humanos, submetidos a cobranças intensas”, completa.

Sinais de alerta 

Alguns indícios podem revelar que o jogo deixou de ser lazer e se tornou problema:

  • Preocupação constante com apostas;
  • Escalada: necessidade de arriscar valores maiores para sentir prazer;
  • Prejuízo financeiro: dívidas, empréstimos ou uso de dinheiro da família;
  • Ocultação: mentiras para esconder gastos ou tempo jogando;
  • Impacto funcional: queda no desempenho escolar, profissional ou social.

“Muitos acreditam que é ‘falta de vergonha na cara’. Esse mito é perigoso, porque atrasa a busca por ajuda. Estamos falando de um transtorno sério, reconhecido pela medicina”, reforça o psicólogo.

Onde buscar ajuda 

O tratamento está disponível em serviços públicos de saúde, como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), em grupos de apoio como os Jogadores Anônimos (JA) e também na rede privada. Em plataformas licenciadas, ative autoexclusão e limites de depósito/tempo. Em situação de crise, ligue 188 (CVV) ou procure a UPA/PS.

Além do atendimento clínico, Teixeira tem se dedicado a ampliar o acesso à informação e disponibiliza conteúdos gratuitos em seu canal no YouTube, com conscientização e dicas para quem enfrenta esse tipo de vício e para familiares.

“O vício tem tratamento. É possível, sim, retomar o controle da vida e reconstruir vínculos familiares”, conclui.

Quem é Leonardo Teixeira?  

É psicólogo clínico, especializado no tratamento do vício em apostas, com mais de nove anos de experiência na área. Criador do Programa Cartada Final, já ajudou dezenas de pessoas a romperem o ciclo da compulsão, reconstruírem sua autoestima e retomarem o controle da vida familiar e financeira.

 

Formado em Psicologia pela Universidade do Contestado (SC) e pós-graduado em Psicologia do Esporte, Leonardo também é especialista em Gestalt-terapia, o que lhe garante uma abordagem integrativa e humanista para lidar com os desafios complexos da dependência.




A TERAPIA DO AMOR

 

O amor continua sendo, filhos da alma, a receita que temos a oferecer àqueles que buscam o socorro espiritual para as suas problemáticas de saúde.

Por isso, podemos afirmar que:

O amor acalma e dissolve as tensões.

O amor alegra e tonifica o coração.

O amor vitaliza e fortalece as células de defesa do organismo.

O amor traz a esperança e recupera as células esgotadas.

Somente o amor dá sentido à vida e faz com que aquele que ama tenha fortes razões para continuar vivendo através da alegria em servir ao próximo.

Recordemos as sábias palavras de Paulo, em sua carta aos Coríntios: “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Que excelente terapia temos às mãos, filhos, através das palavras paulinas, adequadas para todos os problemas diários.

Perseveremos no tratamento com os abnegados médicos da Terra e não nos esqueçamos também de nos tratar com Jesus, através da terapia do amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e tudo vence.

BEZERRA DE MENEZES

Do livro “Recados do meu Coração” – Psicografia: José Carlos De Lucca

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