Novo guia gratuito orienta pais sobre uso de telas por crianças de até 6 anos

 

Capa do guia gratuito (Imagem: Divulgação INCT-ECCE)
Um guia digital gratuito com orientações práticas sobre o uso de telas nos seis primeiros anos de vida foi lançado no dia 4 de setembro por pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE), sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Baseado em evidências científicas, o livro “Crescendo em um mundo digital: Um guia para o uso saudável de telas por crianças pré-escolares” tem 32 páginas, linguagem acessível e design de fácil leitura. O objetivo é apoiar famílias que têm dificuldade em estabelecer limites e monitorar o uso de telas, especialmente em dispositivos móveis. O material está disponível no Portal de Livros Abertos da Universidade de São Paulo (USP).

O guia foi desenvolvido por Andréia Schmidt, professora do Departamento de Psicologia da USP, junto a sua equipe do Laboratório de Estudos Básicos e Aplicados em Análise do Comportamento (LEBAC), no âmbito do INCT-ECCE. Apoiado em estudos conduzidos em diferentes países, inclusive pelo LEBAC, e em diretrizes de organizações de saúde e pediatria de todo o mundo, o material recomenda estratégias práticas para evitar o excesso de telas.

Algumas medidas sugeridas são mais restritivas, como estabelecer limites e rotinas, reservar horários livres de telas e evitar seu uso durante as refeições e antes de dormir. O livro, porém, reconhece a sobrecarga dos pais, o contato cada vez mais precoce das crianças com dispositivos e o apelo das plataformas, que favorecem o uso. Os autores, então, não propõe eliminá-las, mas explicam que os mecanismos de controle das próprias plataformas digitais, embora importantes, não substituem o acompanhamento humano.

“A segurança digital das crianças depende de uma parceria: a tecnologia faz a filtragem inicial, mas são os pais e professores, no dia a dia, que orientam o olhar das crianças para transformar a tela em uma ferramenta de lazer seguro e conhecimento”, resume Rafael Julio Magrini Cunha, doutorando em Psicobiologia e coautor do guia. Outras estratégias incluem a seleção criteriosa de conteúdos adequados à idade – com ritmo moderado e sem violência ou publicidade – e a mediação ativa, em que os pais assistem aos programas e interagem com a criança. O guia propõe ainda critérios práticos e perguntas para avaliar vídeos e verificar se o conteúdo rotulado como “educativo” realmente ensina algo substancial.

Por que o guia foi criado

O guia explica que o uso excessivo de telas pode reduzir interações sociais e físicas essenciais ao desenvolvimento infantil, prejudicando a aquisição de linguagem, habilidades cognitivas, motoras, socioemocionais, além do sono. Outro problema discutido é o conteúdo. Vídeos com violência, ritmo acelerado, publicidade velada e formatos de poucos segundos, como Shorts do YouTube e TikTok, podem afetar atenção e memória, incentivar o consumo, prejudicar o controle de impulsos e dificultar a tolerância à frustração.

Segundo Ana Julia do Nascimento Silva, doutoranda em Psicobiologia na USP e coautora do guia, a publicação nasceu da experiência de pesquisa acumulada pelo LEBAC e de três dificuldades identificadas nas famílias na era digital. A primeira é conciliar a tecnologia com a rotina familiar. “Ao longo de nossas pesquisas, identificamos que equilibrar a rotina e garantir um uso saudável da tecnologia é um desafio constante para os pais”, afirma.

A segunda é encontrar orientações confiáveis. “Cuidadores se preocupam e buscam se informar, mas diante do volume de conteúdo disponível na internet, pode ficar difícil para eles selecionarem orientações e informações baseadas em ciência”, acrescenta Janine Albuquerque Nogueira, mestranda em Psicobiologia na USP e também coautora. Nascimento observa ainda que além de muitas famílias não terem acesso direto à produção acadêmica, muitas delas não sabem como aplicar essas informações no dia a dia. Daí a terceira dificuldade que o guia busca solucionar: transformar informação em ação.

O guia está disponível para download gratuito no Portal de Livros Abertos da USP, mantido pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP. Baixe agora e leve essas orientações para o dia a dia da sua família: https://doi.org/10.11606/9786588082287.

Texto produzido por Vanessa Ayres Pereira – bolsista de Jornalismo Científico financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e vinculada ao INCT-ECCE (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comportamento, Cognição e Ensino).




Canção Nova celebra Memória Litúrgica de Santa Teresinha e prepara filme inédito para 2027

Em 1º de outubro de 2026, abrindo o mês missionário, a Igreja celebra a memória litúrgica de Santa Teresinha do Menino Jesus, Doutora da Igreja e padroeira das missões. Na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), os Carmelitas Mensageiros do Espírito Santo, que adotam e difundem a espiritualidade da “Pequena Via” de Santa Teresinha, conduzem nesse dia a tradicional Quinta-Feira de Adoração, cujo tema central é um pensamento conhecido da santa: “A santidade não consiste em grandes coisas, mas em amar muito.”

Além das pregações no Rincão do Meu Senhor, a missa no Santuário do Pai das Misericórdias, às 16h, será presidida pelo Frei José e concelebrada pelo Frei Rodrigo, que fará a homilia. As primeiras celebrações eucarísticas do dia serão presididas por sacerdotes da Comunidade Canção Nova: às 7h, padre Wagner Ferreira, presidente da Fundação João Paulo II, e às 12h, padre Vagner Baía. O Sistema Canção Nova de Comunicação transmitirá toda a programação.

Na Capela de Reposição Eucarística do Santuário do Pai das Misericórdias, dedicada à Santa Teresinha, há uma imagem da santa –  obra-prima esculpida em resina de alta qualidade, com 60 cm de altura e cores vibrantes –, doada por ocasião da visita de suas relíquias de primeiro grau, em setembro de 2024.

Filme “Simplesmente Teresinha de Lisieux”

Está em fase de gravação a mais nova produção dramatúrgica da Canção Nova: “Simplesmente Teresinha de Lisieux”. O filme inédito, focado na vida, missão e espiritualidade da “Santa das Rosas”, tem previsão de estreia para 2027 e estará disponível gratuitamente na plataforma de streaming CN Plus.

O projeto nasceu após uma marcante experiência de fé nos bastidores da comunidade. Marinélia dos Santos Vieira Cara, responsável pelo departamento de dramaturgia, não era devota da santa francesa até vivenciar a inesperada alta hospitalar de seu pai gravemente enfermo, exatamente durante uma missa com as relíquias de Teresinha na Canção Nova. Tocada pela graça que se assemelhava à própria vivência de Santa Teresinha com o pai, São Luís Martin, Marinélia decidiu que a obra seria o próximo projeto da equipe: “Em todos esses anos de dramaturgia, nunca pedi para fazer um filme de um santo da minha devoção. Mas quando cheguei, disse: Já sei o santo que nós vamos fazer: Santa Teresinha!”.

Gravações na França e a rosa do jardim de Lisieux

Proporcionar realismo a uma obra de época exige superar grandes desafios financeiros e logísticos. Para garantir a fidelidade histórica e espiritual da produção, a equipe da Canção Nova viajou até a França em peregrinação e pôde gravar em cenários reais por onde a santa passou, incluindo a cidade e o convento em Lisieux.

A passagem pela França rendeu um dos momentos mais marcantes da produção. Ao visitarem a casa onde viveu a santa, a equipe colheu um pequeno broto da roseira do jardim, na esperança de utilizá-lo nas filmagens no Brasil. De forma surpreendente, exatamente no dia em que a cena estava programada para ser gravada, o broto floresceu em uma única rosa. A flor será destaque em uma das cenas mais importantes do longa-metragem, momento em que será pronunciada a frase mais conhecida de Santa Teresinha.

Além das imagens em solo francês, a providência manifestou-se na doação inesperada de todo o acervo de figurinos de época necessários para representar as diferentes fases da vida da protagonista (infância, juventude e vida religiosa). “Nesses anos todos de dramaturgia, a gente nunca ganhou figurinos. Umas semanas depois, recebi um pacote imenso de vestidos próprios da época. Teresinha já mandou os vestidos sabendo que a gente não ia ter dinheiro para fazer”, destaca a missionária.

As gravações seguem de forma gradativa, respeitando o fluxo de doações e a infraestrutura do departamento, com o objetivo de entregar ao público uma narrativa emocionante, cheia de sensibilidade e sinais de fé.

Evangelização acessível a todos

Fiel à sua missão de evangelizar pelos dos meios de comunicação, a Canção Nova disponibilizará o longa-metragem no catálogo do CN Plus, plataforma oficial de streaming da instituição. O acesso gratuito ao conteúdo é viabilizado graças à fidelidade dos Sócios Evangelizadores, que sustentam a obra e apoiam produções evangelizadoras como essa.




TER MAIS, SER MENOS: O PREÇO DO PROGRESSO

 

Há sempre alguém que diz: “Antigamente era bem melhor do que agora!” Essa frase parece fruto de puro saudosismo, mas, pensando bem, em muitos aspectos ela guarda uma verdade incômoda. Vejamos.

Hoje a vida ganhou mais facilidade, mais acesso a tudo, mais conforto, mais oportunidades, mais recursos financeiros, mais conquistas materiais, mais transporte. Comparado a algumas décadas atrás, é inegável que, em termos de estrutura, estamos bem melhor. Em poucos anos, ganhamos muitas coisas. Mas não ganhamos mais ser.

Tudo o que pode ser enquadrado no rol do ter vem acompanhado de muitas ilusões e de pouca visão. Quanto mais acumulamos, mais nos distanciamos do essencial. O excesso de opções rouba a profundidade das escolhas; o excesso de conforto afasta a coragem que a vida exige; o excesso de conexão digital isola da presença real de quem está ao nosso lado.

Com menos coisas, há um bom tempo atrás, as pessoas tinham mais visão. Tinham tempo para conversar sem pressa, para olhar nos olhos, sem o celular por perto. Tinham menos recursos, mas mais raízes. Menos posses, mas mais propósito.

Isso não significa idealizar o passado nem recusar os avanços do presente. O ponto não é voltar no tempo, mas resgatar algo que se perdeu no caminho: a capacidade de discernir entre o que realiza a vida e o que apenas ocupa espaço.

O verdadeiro progresso não deveria ser medido apenas pelo que somos capazes de comprar, mas pelo que somos capazes de ser diante das dificuldades, das relações e do silêncio. Uma sociedade pode ter tecnologia de ponta e, ao mesmo tempo, empobrecer profundamente em sabedoria, paciência e vínculos verdadeiros.

Talvez o desafio da nossa geração não seja ter menos, mas ser mais. Recuperar a arte de viver com sentido, mesmo em meio à abundância. Porque de nada adianta ganhar o mundo inteiro em posses e recursos se, no caminho, perdemos a nós mesmos.

Essa reflexão não é um convite à culpa, mas ao exame sincero. Vale perguntar: o que tenho cultivado com mais empenho, o ter ou o ser? Tenho investido tempo em adquirir coisas ou em construir caráter?

Recuperar a visão perdida talvez comece com gestos simples: desligar a tela por um momento, sentar-se à mesa sem pressa, ouvir de verdade quem fala conosco. São pequenos atos que, somados, reconstroem aquilo que o acúmulo desordenado corrói silenciosamente.

No fim, a pergunta que fica não é se tínhamos mais ou menos antigamente, mas o que estamos dispostos a fazer, hoje, para que o progresso material não continue custando o nosso empobrecimento interior.

 

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Café aumenta a pressão? Entenda o que acontece no organismo depois da bebida

 

Café aumenta a pressão? A resposta depende do que acontece nos minutos e horas seguintes ao consumo. A cafeína pode elevar a pressão arterial de forma aguda, principalmente em pessoas que não têm o hábito de consumi-la. Em quem consome café regularmente, porém, essa resposta tende a ser menor, já que o organismo desenvolve tolerância à substância.

A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial de 2025 aponta que o consumo habitual e moderado de café não parece aumentar a pressão arterial nem o risco de desenvolver hipertensão. O efeito da cafeína, porém, pode ser diferente logo após o consumo, especialmente em pessoas não habituadas à substância.

Uma revisão publicada em 2026 na revista BMC Cardiovascular Disorders analisou 38 estudos, com 2.856.002 participantes, e reforçou que a relação entre cafeína e saúde cardiovascular não é simples. Os pesquisadores observaram associações como infarto do miocárdio, AVC e arritmias, indicando que os efeitos da bebida precisam ser avaliados considerando quantidade, frequência e características individuais.

Segundo o cardiologista e coordenador de Cardiologia da Afya Educação Médica Rio de Janeiro, Tiago Costa Bignoto, a elevação da pressão causada pela cafeína não significa que o consumo habitual de café necessariamente leve à hipertensão.

“A cafeína bloqueia os receptores de adenosina e aumenta temporariamente a atividade do sistema nervoso simpático, o que pode elevar a pressão arterial. Esse efeito tende a ser mais evidente em quem não está acostumado ao consumo e costuma diminuir com o uso habitual, porque o organismo desenvolve uma tolerância. Por isso, é importante diferenciar uma elevação transitória da pressão de um aumento sustentado relacionado à hipertensão”, explica o cardiologista.

O que acontece com a pressão depois do café?

A cafeína começa a agir relativamente rápido após ser consumida. Ao bloquear a ação da adenosina, que participa do relaxamento dos vasos sanguíneos, pode provocar aumento da atividade cardiovascular e uma elevação temporária da pressão.

A intensidade dessa resposta varia de pessoa para pessoa. Quem raramente toma café pode perceber o efeito com mais facilidade, enquanto consumidores habituais tendem a apresentar uma resposta menor. A quantidade de cafeína ingerida também faz diferença, e uma xícara pequena não necessariamente oferece a mesma exposição que uma bebida maior ou mais concentrada.

Isso explica por que não existe uma resposta única para a pergunta “café aumenta a pressão?”. Em algumas pessoas, a alteração após o consumo pode ser perceptível; em outras, especialmente entre consumidores habituais, o efeito pode ser pequeno.

O efeito passa ou pode virar um problema?

A elevação provocada pela cafeína é, em geral, transitória. Isso é diferente de um aumento sustentado da pressão arterial, que está relacionado à hipertensão. Por isso, uma alteração observada logo depois de tomar café não deve ser interpretada, isoladamente, como sinal de que a bebida está causando a doença.

A diferença entre esses dois efeitos também ajuda a explicar por que o hábito de consumo importa. Para quem já está acostumado à cafeína, a resposta tende a ser menor, enquanto pessoas que raramente consomem café podem apresentar uma elevação mais perceptível.

E quem tem pressão alta precisa abandonar o café?

Não necessariamente. Para a maioria das pessoas, o consumo moderado e habitual de café não precisa ser eliminado apenas pelo diagnóstico de hipertensão. A recomendação, porém, deve levar em conta o controle da pressão, a quantidade de cafeína consumida e a resposta individual.

Quem percebe aumento da pressão, palpitações ou outros sintomas após tomar café pode precisar reduzir a quantidade ou discutir o consumo com o médico.

Também é importante evitar medir a pressão imediatamente após o café e interpretar esse valor isolado como se representasse o controle habitual da hipertensão. Como a cafeína pode provocar uma elevação transitória, a avaliação deve seguir as condições adequadas de aferição e considerar medidas realizadas em diferentes momentos.

Café, energético e refrigerante entram na mesma conta?

Apesar de algumas dessas bebidas conterem cafeína, elas não são equivalentes. A concentração, o volume, a quantidade de açúcar e os demais ingredientes podem variar bastante.

No caso dos energéticos e de algumas bebidas adoçadas, por exemplo, a pessoa pode combinar cafeína e uma quantidade elevada de açúcar na mesma bebida. Por isso, para quem precisa controlar a pressão, não basta olhar apenas para a presença de cafeína: é necessário considerar o conjunto da composição e a frequência de consumo.

Para Tiago Bignoto, a escolha mais importante não é transformar o café em um alimento proibido, mas entender como ele se encaixa na rotina.

“Não há motivo para transformar em vilão ou considerar que toda pessoa com hipertensão precisa abandonar a bebida. O mais importante é observar a quantidade consumida, a resposta de cada organismo e o que acompanha esse café. Reduzir o açúcar adicionado é uma mudança simples que pode melhorar a qualidade da alimentação, enquanto pessoas sensíveis à cafeína podem precisar de uma avaliação individual sobre o consumo”, afirma.

Assim, mais do que perguntar se o café “faz mal” para a pressão, é importante entender como o organismo responde à cafeína. A bebida pode provocar uma elevação temporária da pressão, principalmente em quem não tem o hábito de consumi-la, enquanto o consumo habitual e moderado não parece aumentar o risco de hipertensão. A quantidade ingerida e a resposta individual também precisam entrar nessa avaliação.




Sistema Canção Nova de Comunicação transmite Vigília de São Miguel Arcanjo no Mangueirão 

O Sistema Canção Nova de Comunicação, mantido pela Fundação João Paulo II, transmite ao vivo, direto de Belém (PA), a Vigília de São Miguel Arcanjo, nos dias 26 e 27 de setembro de 2026, no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. O evento, que está com ingressos esgotados, marca o encerramento dos 40 dias com São Miguel conduzidos pelo Frei Gilson. A cobertura tem início no sábado (26), às 22h30, com o show de Frei Gilson.

A programação segue pela madrugada de domingo, 27 de setembro, com a celebração da Santa Missa à meia-noite, o show da cantora Eliana Ribeiro, às 2h, e a oração do Santo Rosário, às 3h50.

Os fiéis poderão acompanhar todos os momentos de oração, louvor e celebração pela Rádio e TV Canção Nova, e por suas plataformas digitais. O sinal da emissora está disponível no território nacional com 365 retransmissoras. Nas TVs por assinatura, está presente na Sky: 8; Oi TV: 27; Claro TV: 19; Vivo TV: 233 – mais canais podem ser conferidos na página: Como Sintonizar. O Canção Nova Oficial – YouTube e CN Plus, streaming gratuito da emissora, são outras opções disponíveis.




FAZE ASSIM

 

No mundo, inúmeros fatores conspiram contra a tua paz interior.

A fim de manter o equilíbrio, é aconselhável anotar alguns procedimentos que podem ajudar:

Ante as acusações, humildade sempre.

Ante a partida de entes queridos para o Além, a certeza de que a vida não começa no berço e não termina no túmulo.

Ante as dificuldades que surgem de surpresa, a serenidade que ajuda a resolvê-las.

Ante a enfermidade do corpo, a confiança em Deus e a paz por dentro, para bem superar a prova de agora.

Em todas as situações de dor ou dificuldade, mantém a paz interior, elegendo o Pai por amparo maior e sempre presente.

Do livro “A Mensagem do Dia” – Psicografia: Clayton Levy – Editora Allan Kardec 

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO




Primavera e alergias: alimentação, exercícios e outros cuidados que podem fazer diferença

 

Na primavera, muitos começam a sentir os efeitos das alergias sazonais, principalmente devido ao aumento de pólen no ar, liberado por plantas, flores e árvores.

“Isso ocorre porque, ao entrar em contato com certas substâncias, o sistema imunológico pode identificá-las como uma ameaça, desencadeando uma resposta exagerada. O corpo então libera histamina e outros compostos que causam os sintomas típicos da alergia, como espirros, coriza e coceira nos olhos”, explica o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, Membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife.

Reforce sua imunidade

Como o processo alérgico envolve o sistema imunológico, para prevenir e controlar as alergias, além de evitar a exposição a alérgenos, é importante investir em maneiras de fortalecer a resposta imunológica com uma alimentação equilibrada e rica em antioxidantes como a vitamina C. “Um estudo publicado no Journal of the American College of Nutrition mostra que níveis adequados de vitamina C podem ajudar a reduzir a liberação de histamina e acelerar sua degradação, aliviando sintomas como coriza e coceira nos olhos”, comenta o nutrólogo.

Também é fundamental manter bons níveis de vitamina D, essencial para o bom funcionamento do sistema imunológico.

Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition apontou que a suplementação com certos tipos de probióticos reduziu os sintomas e melhorou a qualidade de vida dos participantes durante a temporada de alergias. Isso acontece porque os probióticos ajudam a equilibrar o microbioma intestinal, que desempenha um papel importante na regulação da imunidade. “Não se esqueça de consumir boas quantidades de fibras, que servem de alimento para que os probióticos desempenhem sua função no intestino”, lembra o nutrólogo.

Mantenha um estilo de vida saudável e ativo

A prática de exercícios físicos moderados também ajuda a fortalecer o sistema imunológico e a controlar a inflamação, o que pode reduzir a intensidade das alergias. Mais um motivo para se exercitar regularmente.

Lembre-se ainda de que o estresse crônico pode enfraquecer o sistema imunológico, assim como dormir poucas horas. Portanto, invista em práticas de relaxamento, como meditação e yoga, e, se achar necessário, busque apoio psicológico. Além disso, crie uma rotina diária que permita dormir sempre no mesmo horário, de sete a oito horas por noite.

Atenção ao ambiente

Para prevenir as crises alérgicas comuns na primavera, mantenha as janelas fechadas nos dias com alta concentração de pólen e use filtros de ar para reduzir a quantidade de alérgenos no ambiente interno.

Mantenha a casa limpa, evitando o acúmulo de poeira e ácaros, que também podem desencadear crises alérgicas. É recomendável usar aspiradores com filtro HEPA, que capturam até as menores partículas de poeira, e utilizar um pano úmido para limpar o pó fino, evitando produtos de limpeza com fragrâncias.

Para mais informações, acesse www.Herbalife.com




Casar de novo? Quase metade dos homens bem-sucedidos prefere relacionamentos sem planos de casamento

 

Foto: Magnific

Após uma união longa ou experiências que não terminaram como esperado, a ideia de começar tudo novamente, inclusive passar pelo altar, parece estar perdendo espaço entre homens ricos. Um levantamento do MeuPatrocínio, maior plataforma de relacionamentos de alto padrão da América Latina, mostra que 46,7% dos 3.698 homens entrevistados afirmam não ter o casamento como objetivo em uma nova relação.

Para esses homens, o relacionamento pode envolver companhia, intimidade, viagens, experiências e até acordos financeiros, sem necessariamente evoluir para casamento ou para o modelo tradicional de construção de uma vida a dois. Na prática, 36,2% dos entrevistados até pensam em ter um relacionamento sério, mas que não seja monogâmico. Outros 10,5% afirmam não querer compromisso sério.

Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio, afirma que as pessoas estão cada vez mais abertas a relacionamentos leves e flexíveis. “Vale lembrar que relacionamento Sugar e não monogamia não são a mesma coisa. Como qualquer outro relacionamento, o Sugar envolve duas pessoas que, alinhadas com suas expectativas, decidem a melhor forma de tocar a relação”, destaca.

Dados do Censo 2022 divulgados pelo IBGE mostram que, pela primeira vez, as uniões consensuais passaram a ser a forma mais comum de união no Brasil: representavam 38,9% das uniões conjugais em 2022, contra 37,9% dos casamentos civis e religiosos. O percentual de pessoas que já haviam vivido uma união conjugal, mas não estavam em uma no momento do Censo, também aumentou de 11,9% em 2000 para 18,6% em 2022.

A monogamia ainda é o ideal?

Uma pesquisa publicada em 2020 pelo YouGov mostra que 56% dos entrevistados disseram que a monogamia completa era o seu ideal de relacionamento, uma queda de 5% em relação à pesquisa anterior, feita em 2016. “A relação não monogâmica é uma tendência que veio para ficar. Isso significa ter mais consciência sobre o desejo da outra pessoa para além de nós, para além da relação amorosa e do que essa pessoa possa sentir afetivamente e sexualmente por cada um de nós”, explica a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.

Depois da separação, a busca por leveza

Segundo o Colégio Notarial do Brasil, 2021 foi marcado pela realização de 80.573 divórcios em cartório, número recorde da série histórica iniciada em 2007 e 4% maior em relação a 2020, quando foram registrados 77.509.

Para Bittencourt, depois de enfrentarem as dores de cabeça da separação, essas pessoas passam a buscar praticidade. “Eles evitam complicações, preferindo a simplicidade e a leveza que são facilmente encontradas nos relacionamentos Sugar. Isso porque é um estilo de vida sem cobranças, oferecendo uma convivência mais descontraída entre um Sugar Daddy e uma Sugar Baby”, afirma.

“Neste tipo de relacionamento, em vez de presumir que um vínculo precisa seguir uma sequência, os casais estabelecem o que procuram e o que estão dispostos a oferecer. O resultado são relações que podem ser duradouras e significativas, mas que não necessariamente têm o casamento como destino”, acrescenta.

 

 




Londrina desfruta dos prazeres das massagens sensuais

 

Considerada a “Pequena Londres” do estado do Paraná, a cidade oferece
excelente qualidade de vida, aliada à modernidade das metrópoles, além de
espaços verdes e cultura. Somando-se a isso, entra também no rol das
terapias sensoriais, com diversidade de técnicas orientais e contemporâneas
que promovem bem-estar físico, mental e emocional

Londrina reúne características que fazem da cidade uma das mais agradáveis do Sul do Brasil. Com 580 mil habitantes, o município conta com moderno planejamento urbano, áreas verdes, oferta cultural diversificada e uma economia dinâmica que contribuem para uma elevada qualidade de vida. Com isso, cresce também o interesse da população por práticas voltadas ao equilíbrio físico e emocional, impulsionando a procura por diferentes modalidades de massagem e terapias corporais.

A demanda por bem-estar deixou de ser uma tendência passageira para se tornar um hábito incorporado à rotina de muitas pessoas. Em meio à correria do dia a dia, jornadas de trabalho extensas e ao uso constante de dispositivos eletrônicos, terapias que promovem relaxamento e consciência corporal conquistam cada vez mais adeptos. Não por acaso, a expressão “massagem em Londrina” aparece com frequência entre as pesquisas realizadas por moradores e visitantes interessados em melhorar a qualidade de vida.

Nos últimos anos, clínicas, spas e centros especializados ampliaram a oferta de tratamentos corporais na localidade. O objetivo não é apenas aliviar tensões musculares, mas também proporcionar momentos de desaceleração e autocuidado. A valorização da saúde mental e a maior compreensão sobre os efeitos do estresse têm contribuído para essa mudança de comportamento.

Especialistas apontam que o crescimento do setor acompanha transformações observadas em todo o país. Cada vez mais pessoas entendem que cuidar da saúde envolve uma abordagem ampla, que inclui aspectos físicos, mentais e sociais.

Em Londrina, essa tendência encontra terreno fértil. A cidade oferece infraestrutura moderna sem renunciar a áreas de lazer e contato com a natureza. Parques, lagos e espaços públicos ajudam a criar um ambiente favorável para hábitos saudáveis, complementados por atividades como yoga, meditação, pilates e massagens terapêuticas.

Dessa maneira, a massagem passou a ser vista como um momento de conforto e uma ferramenta importante para combater os impactos da rotina acelerada. Nesse ambiente, as sensoriais e sensuais vêm caindo no gosto dos praticantes.

Tailandesa

Entre as técnicas mais conhecidas está a massagem tailandesa, uma prática originária da Ásia e desenvolvida ao longo de séculos. Diferentemente de muitas massagens ocidentais, ela combina alongamentos, pressões em pontos específicos do corpo e movimentos que lembram exercícios de flexibilidade.

Muitos praticantes relatam sensação de revitalização após as sessões. A metodologia costuma ser pesquisada por pessoas que passam longos períodos sentadas ou que desejam melhorar a mobilidade corporal. A popularidade da massagem tailandesa cresceu significativamente no Brasil nas últimas décadas, acompanhando o interesse por terapias orientais e abordagens integrativas de saúde.

Californiana

Outra modalidade que ficou em evidência é a massagem californiana. Desenvolvida nos Estados Unidos durante os anos 1970, ela se caracteriza por movimentos amplos, lentos e contínuos, que percorrem grandes áreas do corpo. Seu principal diferencial está na proposta de promover relaxamento profundo por meio de toques suaves e ritmados.

Muitos profissionais consideram esse método especialmente indicado para pessoas que enfrentam elevados níveis de estresse ou que buscam uma experiência de desconexão das pressões cotidianas. Em Londrina, a massagem californiana integra o cardápio de diversos centros de bem-estar e é frequentemente associada a programas voltados ao relaxamento físico e mental.

Tântrica

Essa massagem também desperta curiosidade entre muitas pessoas. Frequentemente cercada por interpretações equivocadas, ela possui origem ligada a tradições filosóficas orientais que valorizam a consciência corporal, a respiração e a atenção às sensações físicas.

Profissionais que trabalham com essa abordagem ressaltam que a técnica visa incentivar o autoconhecimento e a percepção corporal. Por isso, muitas pessoas procuram essa modalidade como complemento a práticas voltadas ao equilíbrio emocional e à redução da ansiedade. O aumento da informação disponível sobre terapias corporais tem contribuído para uma compreensão mais ampla dessas práticas, diminuindo preconceitos e ampliando o debate sobre seus objetivos e aplicações.

Nuru

Entre as modalidades mais conhecidas internacionalmente está a massagem nuru, originária do Japão. Ela utiliza um gel específico produzido a partir de algas marinhas, permitindo movimentos mais fluidos durante a aplicação. O procedimento é frequentemente citado em reportagens e conteúdos relacionados ao universo das massagens devido às suas características diferenciadas.

Especialistas destacam que, como em qualquer terapia corporal, é fundamental buscar profissionais qualificados e estabelecimentos que atuem de forma ética e responsável. O interesse por métodos vindos de diferentes culturas demonstra como esse mercado se tornou globalizado, incorporando influências orientais e ocidentais em uma mesma oferta de serviços.

Rotina contemporânea

Independentemente da massagem escolhida, a principal motivação dos praticantes costuma ser a mesma: encontrar momentos de pausa em meio às exigências da vida moderna. A sobrecarga de informações, os compromissos profissionais e a conectividade permanente criam desafios para os praticantes.

Assim, as massagens são uma alternativa para promover relaxamento, reduzir tensões acumuladas e estimular uma relação mais consciente com o próprio corpo. Além disso, muitas pessoas relatam melhora na qualidade do sono após as sessões.

O crescimento do mercado de massagens em Londrina reflete uma mudança cultural mais ampla. O autocuidado deixou de ser encarado como um privilégio ocasional para se tornar parte integrante de uma rotina saudável.

Ao combinar infraestrutura urbana, qualidade de vida e uma oferta cada vez mais diversificada de terapias corporais, a cidade paranaense consolida-se como um local que acompanha as transformações comportamentais. A procura por massagens e outras práticas voltadas ao relaxamento demonstra que a população está cada vez mais interessada em investir na própria saúde física e emocional.

A expansão desse segmento evidencia que o conceito de qualidade de vida vai muito além da ausência de doenças. Ele envolve estabilização, tempo para si mesmo e experiências que contribuam para o bem-estar cotidiano. A demanda por massagem em Londrina continua crescendo, acompanhando uma tendência global de valorização da saúde integral e do autocuidado.




Pediatra defende que o melhor presente é o tempo de brincar junto

 

 

Tiago Simões Leite alerta: 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas a telas diariamente. Neste Dia das Crianças, escolha o presente mais valioso: o tempo de brincar junto!

 

A menos de um mês para o Dia das Crianças e o varejo já se prepara para a data. O setor de brinquedos faturou R$ 10,39 bilhões em 2025, segundo o Anuário da Abrinq 2026, e o comércio eletrônico deve levantar R$ 10,16 bilhões apenas nos 14 dias que antecedem o 12 de outubro, projeta a ABIACOM. Na última pesquisa de intenção de compra da CNDL e do SPC Brasil, sete em cada dez consumidores disseram que pretendiam comprar ao menos um presente, com gasto médio de R$ 297. Brinquedos lideravam a preferência, com cerca de metade das escolhas. O pediatra e gestor de saúde Tiago Simões Leite tem uma proposta para quem vai às lojas: antes de escolher o presente, escolher o tempo que vai brincar com a criança.

O pediatra, que estuda evolução da obesidade infantil no Brasil, vem falando em entrevistas sobre o impacto das telas. Os números justificam a preocupação. O Panorama da Primeira Infância, levantamento da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal com o Datafolha, mostrou que 78% das crianças de 0 a 3 anos são expostas diariamente a telas. Na faixa de 4 a 6 anos, o índice chega a 94%. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda zero telas até os 2 anos e, no máximo, uma hora por dia entre 2 e 5 anos, no documento #MenosTelas #MaisSaúde, atualizado em 2024.

“Como tirar as crianças das telas se nós, os pais, também estamos fascinados por elas? A pergunta certa é o que oferecer no lugar. E a resposta é simples: o chão da sala, um jogo de tabuleiro, uma bola. O brincar disputa espaço com a tela e ganha quando o adulto participa”, ensina Tiago Simões Leite. Pai de um menino de 2 anos e uma bebê de 4 meses, ele sente na rotina os dilemas das famílias modernas. “É uma escolha diária achar tempo para trabalhar, brincar, conversar com a minha esposa e embalar a Sara. Algumas coisas precisam ficar para depois e está tudo bem. Faz parte da vida do adulto escolher e se responsabilizar”, avalia.

Brincar é importante para criar vínculo e o caminho da aprendizagem

O brincar não é passatempo. O relatório The Power of Play, da Academia Americana de Pediatria, reafirmado em janeiro de 2025, é direto: brincadeiras adequadas à idade, com pais e colegas, são uma oportunidade única para desenvolver habilidades socioemocionais, cognitivas, de linguagem e de autorregulação, que constroem a função executiva e o que os pesquisadores chamam de cérebro pró-social.

Em janeiro de 2026, a própria AAP voltou ao tema no centro de conhecimento First 1000 Days para lembrar que o brincar sustenta o desenvolvimento saudável, fortalece relações e ajuda a amortecer o estresse tóxico. Brincar é também o caminho mais natural de aprender. É no faz de conta que a criança ensaia papéis, resolve problemas e cria hipóteses sobre o mundo.

“Brincar é uma das formas mais potentes de aprender. Quando a criança empilha blocos, está fazendo matemática. Quando inventa uma história, está construindo linguagem. O brinquedo é o material didático da infância”, explica Tiago Simões Leite, sentado no chão, brincando com Isaac.

Para Tiago, o vínculo vem antes do desenvolvimento. “Criança não precisa de mais um brinquedo. Precisa de alguém que sente no chão com ela. O vínculo se constrói nesses minutos de atenção inteira, sem celular na mão do adulto. Isso nenhuma loja vende.”

Cuidado na hora de presentear

Para tios, avós e padrinhos que vão às compras, Tiago Simões Leite reforça o básico que muita gente ignora. Todo brinquedo vendido no Brasil para crianças de até 14 anos deve ter o selo do Inmetro, que atesta que o produto passou por ensaios de segurança. O alerta vale também para as compras online. “É importante também conferir a faixa etária indicada na embalagem e desconfiar de preços muito abaixo do mercado”, ensina o pediatra.