Acampamento reúne milhares de fiéis na Canção Nova

Mais de 10 mil peregrinos devem passar pela Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), neste fim de semana, de 30 de maio a 1º de junho de 2025, para o Acampamento Fé e Milagres.
Estarão presentes no encontro: frei Josué Pereira de Sousa, cofundador da Comunidade Mel de Deus, de Luziânia (GO); o pregador católico Roberto Tannus e Márcio Mendes, missionário da Comunidade Canção Nova, que fará pregações no sábado (31), às 9h20 e no domingo (1º), às 8h30.
Com o tema: “Levanta-te e vai! Tua Fé te salvou!” (Lc 17, 18), serão três dias de oração, Adoração ao Santíssimo Sacramento, pregações e missas.
As celebrações serão presididas pelo Frei Josué, no Santuário do Pai das Misericórdias, sexta-feira (30/05), às 20h; e no Centro de Evangelização, sábado (31/05), às 16h, e domingo (01/06), às 15h.
A programação completa está disponível no link:
Canção Nova realiza “Acampamento Fé e Milagres”




MARCADOS COM O SELO DO ESPÍRITO SANTO!

 

Tente enviar uma carta sem o selo! Simplesmente, não vai chegar. Aliás, nem chega a sair. Faltando o selo, a carta não segue o seu destino. O selo é a garantia da carta. Ainda que seja um selo de apenas R$ 0,01 (um centavo), para carta social.

Como uma carta, nós temos um destino e um destinatário e, alcançá-los significa a maior realização para a vida.

Que carta você é? Qual é o seu destino e destinatário? Qual é o seu selo? Qual é o seu carteiro?

“Nossa carta de recomendação são vocês mesmos, carta escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. De fato, é evidente que vocês são uma carta de Cristo, da qual nós fomos o instrumento; carta escrita, não com tinta, mas nas tábuas de carne do coração de vocês” (2Cor 3,2-3).

“A meta é que todos juntos nos encontremos unidos na mesma fé e no conhecimento do Filho de Deus, para chegarmos a ser o homem perfeito que, na maturidade do seu desenvolvimento, é a plenitude de Cristo” (Ef 4,13).

“Deus nos marcou com um selo e colocou em nossos corações a garantia do Espírito” (2Cor 1,22).

“Em Cristo, também vocês ouviram a Palavra da verdade, o Evangelho que os salva. Em Cristo, ainda, vocês creram, e foram marcados com o selo do Espírito prometido, o Espírito Santo” (Ef 1,13).

Sendo a carta garantida pelo selo, o que é que garante o nosso destino? Com que selo alcançaremos o ponto de chegada?

Assim como a carta, nós precisamos de garantia, precisamos de um selo para a nossa realização na vida e na fé.

Fomos marcados com o selo do Espírito Santo! Nossa vida a um sopro se assemelha. Estamos vivos porque o sopro de Deus subsiste em nós. Isso é um graça incomensurável. Nossa história não é um acaso. Pelo contrário. A vida, como primeiro chamado de Deus é a garantia de que a sua comunicação, conosco, corresponde ao seu desejo cotidiano e permanente de Salvação (Gn 1,26;2,7; 2Cor 1,21-23; Ef 1,13-14; 2Tm 2,19-21).

Ora, tudo, na vida, é dom de Deus e está de acordo com o seu plano de amor e sua promessa de salvação. Somente quando reconhecemos isso é que conseguimos avançar e dar passos.

Nossa História mistura alegrias e tristezas, saúde e doença, conquistas e derrotas, vida e morte e, nem sempre, isso está tranqüilo dentro de nós. Surgem os medos, as inseguranças, os temores, as fraquezas e os conflitos pessoais e familiares! O que fazer? A quem apelar? O que esperar?

Não existe solução mágica em nenhuma situação da vida humana. Mas, uma coisa é certa: a maioria dos nossos problemas advém do fato de que nós nos distanciamos das nossas fontes. Por isso, além de conhecer e enfrentar os problemas, para resolvê-los, é preciso voltar às fontes para restaurar a vida que foi negada. Trata-se de refazer o caminho, retomar valores, readmitir princípios e reacender a chama.

Pesa muito, para todos nós, ter que voltar atrás numa palavra, numa decisão, numa escolha…! Mas, para o bem da fé e o sentido da vida, é preciso fazer disso a ponte para a verdadeira felicidade porque, voltar atrás significa tomar atitude de conversão.

Portanto, sem voltar às fontes; sem voltar atrás; sem a conversão, não existe salvação. Então, voltemos às fontes! Voltemos a Deus! Voltemos à Trindade Santa, pelo poder do Espírito Santo. Ele é o selo que nos garante chegar até o fim de nossa caminhada.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Dia Mundial Sem Tabaco: em 20 anos, cigarro eletrônico pode causar epidemia global de câncer, alerta oncologista

 

 

A indústria do tabaco evoluiu, mas os danos continuam os mesmos — ou até piores. Cigarros eletrônicos, vaporizadores e dispositivos aquecidos têm ganhado espaço principalmente entre os jovens, reacendendo um alerta global sobre os riscos do consumo de nicotina e a necessidade urgente de políticas de prevenção mais eficazes. Apesar de muitas vezes vendidos como alternativas “mais seguras” ao cigarro convencional, os dispositivos vêm se tornando porta de entrada para o vício em nicotina — e podem ser o estopim de uma futura epidemia de câncer.

“Se mantivermos o ritmo atual de consumo entre adolescentes e jovens adultos, em 20 anos estaremos enfrentando uma nova onda global de câncer, especialmente de pulmão. É uma repetição do que vimos no século passado com o cigarro tradicional, mas agora sob um novo disfarce”, alerta o oncologista William Nassib William Jr, líder nacional da especialidade tumores torácicos da Oncoclínicas&Co.

Em uma entrevista à GloboNews, que viralizou nas redes sociais, a pneumologista Margareth Dalcomo fez um alerta que reforça ainda mais o cenário: “Temos atendido adolescentes de 15, 16 anos com danos nos pulmões que estamos acostumados a ver em pessoas que fumam há 40, 50 anos”. Ela explicou ainda que esses dispositivos são consumidos continuamente, com altas doses de nicotina e outras centenas de substâncias químicas, muitas vezes sem qualquer controle de fabricação.

De símbolo de status a ameaça invisível

A Geração Z, nascida entre 1997 e 2012, estava prestes a ser a primeira a se afastar definitivamente do cigarro. No entanto, a chegada dos dispositivos eletrônicos mudou esse cenário. Com apelo tecnológico, sabores atrativos e forte presença nas redes sociais, os vapes conquistaram os jovens — e já preocupam a comunidade médica.

“Hoje, temos adolescentes que sequer experimentaram um cigarro tradicional, mas já são dependentes de nicotina. Isso representa um retrocesso grave em termos de saúde pública”, afirma o oncologista.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o uso do cigarro eletrônico aumenta em mais de quatro vezes a chance de um não fumante passar a consumir o cigarro convencional. Para o especialista, trata-se de um ciclo vicioso altamente perigoso.

“A falsa sensação de segurança em relação aos dispositivos eletrônicos cria um terreno fértil para o vício. Precisamos agir com urgência para evitar que uma nova geração sofra as consequências que já conhecemos tão bem”, complementa.

Redes sociais: a vitrine digital do vício

O alcance dos cigarros eletrônicos entre os jovens não seria tão expressivo sem a força das redes sociais. Influenciadores, vídeos chamativos, desafios virais e anúncios disfarçados ajudam a naturalizar — e até glamourizar — o uso dos vapes entre adolescentes e jovens adultos. Esse cenário acendeu o alerta das autoridades.

Recentemente, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) notificou plataformas como Instagram, YouTube, TikTok, Mercado Livre e Enjoei para que retirem do ar, em até 48 horas, conteúdos e anúncios que promovam ou comercializem cigarros eletrônicos e outros produtos derivados do tabaco cuja venda é proibida no Brasil desde 2009.

A determinação surgiu após o Conselho Nacional de Combate à Pirataria identificar mais de 1.800 conteúdos ilegais, sendo a imensa maioria no Instagram. Contas de vendedores e influenciadores que promovem os produtos somam quase 1,5 milhão de seguidores — o que revela o tamanho da influência digital por trás da nova epidemia de nicotina.

Riscos ainda pouco compreendidos — mas cada vez mais evidentes

Embora os efeitos de longo prazo do cigarro eletrônico ainda estejam sendo estudados, os indícios atuais já são preocupantes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), adolescentes que utilizam vapes têm maior propensão a se tornarem fumantes na vida adulta. Além disso, há registros crescentes de lesões pulmonares associadas ao uso dos dispositivos — algumas, inclusive, fatais.

“Estamos apenas começando a entender os efeitos dos cigarros eletrônicos. Sabemos que causam inflamações pulmonares, prejuízos cardiovasculares e danos à saúde bucal. Mas é provável que as consequências mais severas, como o aumento de tumores, só apareçam nas próximas décadas. Isso exige ação preventiva imediata”, ressalta o oncologista.

Parte da gravidade do problema está no potencial viciante dos vapes: dispositivos com aparência inofensiva podem conter doses de nicotina equivalentes a até cinco maços de cigarro comum. “A nicotina por si só não causa câncer, mas ela é o que sustenta o vício. E quanto maior o vício, maior a exposição a substâncias que, essas sim, são cancerígenas”, explica.

Muitos não reconhecem os sinais do vício nem compreendem o impacto que o uso frequente pode ter na saúde a longo prazo. Essa banalização do consumo torna ainda mais difícil interromper o ciclo antes que ele se consolide, reforçando a necessidade de campanhas educativas que falem a linguagem dessa nova geração. “É fundamental que as autoridades, escolas, famílias e profissionais de saúde se mobilizem. A batalha contra o cigarro tradicional foi longa e salvou milhões de vidas. Não podemos perder essa guerra agora para os cigarros eletrônicos”, finaliza William Nassib William Jr.

Sobre a Oncoclínicas&Co  Oncoclínicas&Co é o maior grupo dedicado ao tratamento do câncer na América Latina, com um modelo hiperespecializado e inovador voltado para a jornada oncológica. Com um corpo clínico formado por mais de 2.900 médicos especialistas em oncologia, a companhia está presente em 40 cidades brasileiras, somando mais de 140 unidades. Com foco em pesquisa, tecnologia e inovação, o grupo realizou nos últimos 12 meses cerca de 682 mil tratamentos. A Oncoclínicas segue padrões internacionais de excelência, integrando clínicas ambulatoriais a cancer centers de alta complexidade, potencializando o tratamento com medicina de precisão e genômica. Parceira exclusiva no Brasil do Dana-Farber Cancer Institute, afiliado à Harvard Medical School, adquiriu a Boston Lighthouse Innovation (EUA) e possui participação na MedSir (Espanha). Integra ainda o índice IDIVERSA da B3, reforçando seu compromisso com a diversidade. Com o objetivo de ampliar sua missão global de vencer o câncer, a Oncoclínicas chegou à Arábia Saudita por meio de uma joint venture com o Grupo Al Faisaliah, levando sua expertise oncológica para um novo continente. Saiba mais em




O celular está destruindo sua paz mental? Psicanalista explica como fazer o detox digital

 

Certamente, a vontade de ficar sem celular para sempre, já deve ter passado pela cabeça de muitas pessoas que se sentem exaustas mentalmente.

Não raro, o dia mal começou e já são dezenas de mensagens, notificações, ligações, áudios, entre outros estímulos que aceleram a mente e acionam um alerta para os impactos dessa conectividade intensa.

Segundo a psicanalista Andrea Ladislau, a constância no uso de dispositivos eletrônicos é uma das causas, conforme pesquisas recentes, do adoecimento mental de milhares de pessoas, de todas as idades. Insônia, ansiedade, depressão, isolamento social, estresse crônico, são alguns dos efeitos colaterais da hiperconectividade.

“Além disso, nota-se a diminuição do foco, o desconforto da necessidade de comparação e o desejo de perfeição, e ainda o ritmo acelerado provocado pelo alto índice de informações, despejadas a cada segundo nas redes”, explica Andrea.

O consumo digital excessivo, impacta negativamente na saúde mental e pode provocar gatilhos que geram problemas de autoimagem, diminuição da autoestima, menor interação presencial com as pessoas, estimulação da fobia social, maior exposição a Fake News e Cyberbullying, alterações do sistema mental de recompensas, entre vários outros prejuízos.

“E os sinais de alertas são bem evidentes: fobias e ansiedade por não estar conectado (Nomofobia); esgotamento e exaustão mental sem motivo aparente; alterações de humor e de sono; falta de rotina e planejamento do tempo; dificuldade de concentração em atividades cotidianas e pouca ou nenhuma, priorização das necessidades básicas diárias (comer, dormir, tomar banho…). Por isso, limitar o tempo de uso do celular e das redes sociais é fundamental para introduzir o hábito do Detox Digital. Pausas estratégicas e orquestradas para evitar esses sintomas indesejáveis, através de uma mudança comportamental, independente, da idade. Do contrário, o estímulo à doenças físicas e emocionais será inevitável, já que se não tratadas a tempo, podem ser irreversíveis”, explica Andrea.

A especialista complementa que fazer pausas constantes e periódicas do celular e das redes, é uma das medidas mais assertivas e que traz resultados rápidos, diminuindo a ansiedade digital e a depressão.

“As pausas são necessárias e não precisam ser tão radicais, podendo ser iniciadas aos poucos, dando pequenos passos em prol do bem estar. Os momentos off line ajudam a desacelerar e podem ser acionados por ações simples, como: celular no modo “não perturbe” nos momentos de necessidade de concentração e foco; desconexão no período noturno, nos fins de semana e em momentos de lazer; priorização do descanso e da interação social e familiar; substituição das telas por leitura, exercícios físicos e pelo contato com a natureza”, explica.

Andrea finaliza lembrando que a regra é desconectar para conectar. Desligar-se diminui e evita a dependência provocada pelas alterações cerebrais impulsionadas pelo uso das telas, o que impacta, negativamente, no bem estar físico e psicológico.

“Substituir as telas por um livro físico, uma boa conversa com amigos, saborear e degustar um alimento, apreciando cada nota de sabor, ouvir uma música relaxante ou deitar e descansar sem pensar em nada, são dicas que podem facilitar o equilíbrio mental”, finaliza.

  • Andrea Ladislau é doutora em Psicanalise Contemporânea, Neuropsicóloga. Graduada em Letras – Português/ Inglês, Pós graduada em Psicopedagogia e Inclusão Digital, Administração de Empresas Administração Hospitalar. É palestrante, membro da Academia Fluminense de Letras e escreve para diversos veículos. Na pandemia, criou no Whatsapp o grupo Reflexões Positivas, para apoio emocional de pessoas do Brasil inteiro./ Instagram: @dra.andrealadislau 



Espíritas convidam para palestra neste sábado

A USE Intermunicipal de Assis, órgão da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, convida para a palestra que será realizada neste sábado (31), às 20 horas, na sede do Centro Espírita “Joana D’Arc”, localizado à Rua José de Alencar, 421, Vila Xavier.

Ceres Costa, de Presidente Prudente, falará sobre o tema “Os ensinamentos do Cristo na construção do amor”.

Haverá, também, apresentação musical com Ricardo Pitzke.




Uma taça por dia pode salvar seu coração? Entenda os riscos e benefícios do vinho

 

Presente em festividades e refeições há milhares de anos, o vinho é uma bebida que ocupa uma linha tênue entre prazer e preocupação. Mas, afinal, tomar uma taça de vinho por dia faz bem ou mal à saúde? Dayanne Maynard, professora de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica que o vinho contém propriedades nutricionais importantes e pode sim ser benéfico, desde que consumido com moderação.

De acordo com a nutricionista, o vinho tinto, em especial, contém polifenóis como o resveratrol, que têm ação antioxidante. Esses compostos ajudam a neutralizar os radicais livres, elementos que contribuem para o envelhecimento celular e o surgimento de doenças crônicas. “Estudos também apontam que o consumo moderado da bebida pode beneficiar o coração, aumentando os níveis de HDL, o colesterol considerado bom, que auxilia na eliminação do LDL, o ruim”, destaca a docente, lembrando que o excesso de LDL nas artérias é um dos fatores que elevam o risco de infarto e AVC.

Como produto da uva, o vinho oferece vitaminas do complexo B, além de minerais como ferro, potássio e magnésio, mas também contém álcool, que tem alto valor calórico: cada grama equivale a cerca de 7 kcal. Assim, a docente do CEUB alerta que o limite entre o benefício e o dano é estreito. “Quando inserido com equilíbrio na alimentação saudável, o vinho pode funcionar como ‘remédio’: uma taça diária para mulheres, até duas para homens. Porém, em excesso, os prejuízos à saúde como danos hepáticos, neurológicos e maior risco de dependência e câncer, superam qualquer possível ganho.”

Apesar dos efeitos positivos, a especialista alerta que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça que nenhuma quantidade de álcool é totalmente segura, desaconselhando o consumo de bebidas alcoólicas como estratégia de promoção da saúde. De acordo com Dayanne Maynnard, quem evita o álcool ou tem contra indicações médicas para consumir este tipo de bebida, não precisa abrir mão dos compostos benéficos presentes na bebida, basta consumir a fruta in natura.

“O resveratrol e outros antioxidantes também são encontrados em uvas, frutas vermelhas e no suco de uva integral. Essas são alternativas mais seguras para obter os mesmos efeitos sem os riscos do álcool. O vinho pode sim compor uma alimentação equilibrada, desde que consumido com responsabilidade e dentro dos limites recomendados”, completa a nutricionista do CEUB.




LIGUE-SE AO BEM

 

            Evite reclamações.

Cada pessoa colhe exatamente aquilo que semeou.

Ninguém é culpado pelas adversidades que hoje cercam seus passos. Existe, afinal, uma Lei Soberana que governa nossos destinos.

Ligue-se ao Bem pelas suas atitudes diárias e você estará envolto nas manifestações do próprio Bem.

O mal existe porque o homem ignora seus efeitos.

O mal gera sofrimentos e embaraços; mas o Bem, originário de Deus, é comportamento e prêmio, ação e reação.

Ligue-se ao Bem e você terá por recompensa o próprio Bem.

PASTORINO

Do livro “Minutos de Luz” – Psicografia: Ariston S. Teles

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO

 




Doença do silicone leva mulheres a repensarem o uso da prótese e aumenta a procura por cirurgia de explante

 

O implante de silicone ainda é a cirurgia plástica mais realizada no mundo, com cerca de 50 milhões de mulheres com próteses mamárias. No entanto, nos últimos anos, um movimento em sentido contrário vem ganhando força. Segundo informações da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em 2018, cerca de 14,6 mil mulheres retiraram os implantes, em 2019, esse número subiu para 19,4 mil.

No Brasil, líder mundial em cirurgias plásticas, a tendência também se confirma e um levantamento recente divulgado pela Federação Brasileira de Hospitais indica que o país realizou 25 mil cirurgias de explante apenas em 2020, um aumento de 31,6% em relação ao ano anterior.

“O que antes era uma exceção, hoje virou uma demanda recorrente no consultório”, afirma o explica Dr. Washington Lima, diretor técnico do CRMA e especialista em microcirurgia reconstrutiva. “Nos últimos anos, a procura por explante cresceu aqui na clínica. Parte das pacientes está motivada por questões estéticas, buscando mais naturalidade. Outras chegam com sintomas importantes que nos fazem indicar a retirada por razões de saúde”, explica ele.

Um número crescente de mulheres relatam sintomas associados à chamada Doença do Silicone, termo popular que se refere a uma série de reações autoimunes que podem surgir após a colocação dos implantes e que ganhou espaço ao ser compartilhada em grupos de mulheres que vivem com a prótese de silicone. “Estudos sugerem que o silicone pode desencadear uma resposta inflamatória no organismo, que pode surgir ao longo dos anos. Quando a doença se manifesta, o corpo passa a atacar tecidos saudáveis por considerar a prótese um corpo estranho”, explica Dr. Washington.

Os sintomas mais comuns da doença podem incluir: fadiga persistente; dores musculares e articulares; confusão mental e perda de memória; queda de cabelo; insônia e ansiedade e até depressão e dificuldade de concentração.

Como a doença ainda é uma demanda nova nos consultórios, o diagnóstico é feito por exclusão, ou seja, é feito após eliminar outras possíveis causas clínicas. “Quando outras doenças são descartadas e a paciente tem uma melhora significativa após o explante, reforça-se o vínculo entre os sintomas e a presença da prótese”, completa o especialista.

Sobre o CRMA

Em seu centro de reconstrução mamária, Dr. Washington oferece uma reconstrução mais natural e duradoura, sem a necessidade de implantes. A microcirurgia, além de proporcionar resultados estéticos superiores, garante uma solução permanente, sem a necessidade de revisões periódicas. Localizado em São Paulo, o CRMA oferece diversos serviços focados em reconstrução mamária e saúde da mulher como: retalho DIEP, retalho PAP, lipoenxertia, implantes mamários, mamoplastia redutora e mastopexia, reconstrução mamária, mastectomia preventiva, explante mamário e construção de auréola.

A abordagem personalizada do seu centro de reconstrução, o CRMA, permite que ele adapte as opções de tratamento às necessidades e expectativas de cada paciente, sempre com foco na qualidade de vida e bem-estar psicológico.

Saiba mais em: https://www.reconstrucaomamaria.com.br/




Ar-condicionado: um “aliado estratégico” contra doenças respiratórias no outono

 

 

Com a chegada do outono e suas variações de temperatura, muitas pessoas sentem o impacto direto na saúde respiratória. Rinites, sinusites, gripes e alergias tendem a se intensificar nesta estação. O que poucos sabem é que o ar-condicionado, usado de forma correta, pode ser um grande aliado na prevenção desses problemas.

De acordo com a médica otorrinolaringologista Cristiane Passos Dias Levy, especialista em alergias respiratórias do Hospital Paulista – instituição referência em saúde de ouvido, nariz e garganta –, o ar-condicionado pode contribuir diretamente para a melhoria da qualidade do ar nos ambientes fechados. “Um aparelho bem higienizado atua como um filtro protetor, eliminando impurezas, ácaros, fungos e partículas irritantes que afetam o sistema respiratório”, explica a médica.

Nesse sentido, ela destaca que a tecnologia tem evoluído para tornar isso ainda mais eficiente. Modelos mais modernos já vêm equipados com filtros HEPA — os mesmos utilizados em hospitais — capazes de reter até 99,97% das partículas suspensas no ar, incluindo vírus e bactérias, além de sistemas de purificação com ionizadores e luz ultravioleta.

“Essas tecnologias transformam o ar-condicionado em um verdadeiro purificador de ar, promovendo um ambiente mais saudável, especialmente importante para quem sofre de alergias ou doenças respiratórias crônicas”, reforça Cristiane.

Olho na manutenção!

Por outro lado, o uso e manutenção corretos desses equipamentos são fatores essenciais para garantir que essas funções de purificação realmente funcionem, conforme destaca Romenig Bastos, especialista em engenharia elétrica e instrutor de Pesquisa & Desenvolvimento da Gree Electric Appliances – líder mundial em vendas de ar-condicionado.

Ele recomenda que a limpeza dos filtros seja feita mensalmente, e que os componentes mais sensíveis, como os HEPA ou de luz UV, sejam inspecionados conforme recomendação do fabricante. “Além da saúde, a boa manutenção melhora o desempenho e reduz o consumo de energia”, explica.

Outro ponto importante é o equilíbrio na temperatura. Especialistas recomendam manter o ambiente entre 22 °C e 24 °C, para garantir conforto térmico sem ressecar demais o ar. “Com pequenos cuidados, o ar-condicionado pode ser uma verdadeira ferramenta de bem-estar — filtrando o ar, controlando a temperatura e ajudando a manter a saúde respiratória em dia”, conclui Cristiane Passos Levy.

 




O PERIGO DA RAIVA!

 

Antes de ser um pecado, a raiva é um sentimento humano; uma emoção que surge como resposta diante de situações diversas e adversas.

A raiva é um dos sentimentos mais traiçoeiros que existe porque, se por um lado ela apareça instintivamente quando somos contrariados, ofendidos, humilhados, maltratados e injustiçados, por outro lado, se não a dominamos ela acaba com a gente, fazendo-nos perder a razão, o juízo, a sabedoria, o direito, a decência, a ética, a moral e até mesmo a própria humanidade.

Sentir raiva não é, por si mesmo, o problema; o problema é o que fazemos mediante a raiva; como agimos e o que decidimos depois de ter sido tomados por ela.

Sob a raiva ninguém tem condições de agir com liberdade. A raiva deixa a pessoa ceda e tudo o que ela faz ou decide não pode ser considerado como decisão, mas, como reação intempestiva que deve ser contemporizada.

A Palavra de Deus nos ensina:

“O tolo mostra logo a sua raiva, mas a pessoa esperta disfarça a ofensa” (Pr 12,16). “Quem age com raiva e insolência tem fama de arrogante e presunçoso” (Pr 21,24). “Seja qual for a ofensa, não guarde ressentimento contra o próximo, e não faça nada levado pela raiva” (Eclo 106).

Aprofundando a temática:

“Vocês estão com raiva? Não pequem; o sol não se ponha sobre o ressentimento de vocês.” (Ef 4,26). “Afastem de vocês qualquer aspereza, desdém, raiva, gritaria, insulto, e todo tipo de maldade” (Ef 4,31) . “Agora, porém, abandonem tudo isso: ira, raiva, maldade, maledicência e palavras obscenas, que saem da boca de vocês” (Cl 3,8). “Vocês já sabem, meus queridos irmãos: cada um seja pronto para ouvir, mas lento para falar, e lento para ficar com raiva” (Tg 1,19). “Porque a raiva do homem não produz a justiça que Deus quer” (Tg 1,20).

Fazendo discernimentos: sermão da montanha (Mateus 5,21-24.32-42

Ofensa e reconciliação. “Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: ‘Não mate! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, lhes digo: todo aquele que fica com raiva do seu irmão, se torna réu perante o tribunal. Quem diz ao seu irmão: ‘imbecil’, se torna réu perante o Sinédrio; quem chama o irmão de ‘idiota’, merece o fogo do inferno. Portanto, se você for até o altar para levar a sua oferta, e aí se lembrar de que o seu irmão tem alguma coisa contra você, deixe a oferta aí diante do altar, e vá primeiro fazer as pazes com seu irmão; depois, volte para apresentar a oferta. Se alguém fez alguma acusação contra você, procure logo entrar em acordo com ele, enquanto estão a caminho do tribunal; senão o acusador entregará você ao juiz, o juiz o entregará ao guarda, e você irá para a prisão. Eu garanto: daí você não sairá, enquanto não pagar até o último centavo.”

Juramento e verdade. Vocês ouviram também o que foi dito aos antigos: ‘Não jure falso’, mas ‘cumpra os seus juramentos para com o Senhor’. Eu, porém, lhes digo: não jurem de modo algum: nem pelo Céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o suporte onde ele apóia os pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. Não jure nem mesmo pela sua própria cabeça, porque você não pode fazer um só fio de cabelo ficar branco ou preto. Diga apenas ‘sim’, quando é ‘sim’; e ‘não’, quando é ‘não’. O que você disser além disso, vem do Maligno.”

Violência e resistência. “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente!’ Eu, porém, lhes digo: não se vinguem de quem fez o mal a vocês. Pelo contrário: se alguém lhe dá um tapa na face direita, ofereça também a esquerda! Se alguém faz um processo para tomar de você a túnica, deixe também o manto!  Se alguém obriga você a andar um quilômetro, caminhe dois quilômetros com ele! Dê a quem lhe pedir, e não vire as costas a quem lhe pedir emprestado.”

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS