Mês das noivas pede atenção redobrada com a pele

Maio é tradicionalmente conhecido como o mês das noivas e, junto com a emoção dos preparativos, vem a busca por uma pele perfeita para essa data especial. A dermatologista Giana Campoi reforça que os cuidados devem começar com antecedência, especialmente para quem quer tratar manchas, uniformizar o tom e melhorar a textura da pele. “Temos os lasers específicos para isso e os peelings, tanto químicos quanto mecânicos”, explica. Para peles muito claras, os procedimentos podem ser mais intensos e rápidos; já para peles morenas, o processo deve ser mais delicado e progressivo. “Dependendo do tipo de pele, podemos ser mais agressivos ou precisamos ir com mais calma, para evitar riscos”, alerta.

A especialista também recomenda atenção especial à região dos olhos. “Olheiras e bolsas melhoram muito com lasers mais agressivos e tratamentos com plasma”, destaca. Já no caso de noivas com pele acneica, ela sugere uma medida preventiva. “Um comprimido de Roacutan por semana, algumas semanas antes do casamento, pode evitar surpresas indesejadas”, emenda.

Para quem está contando os dias para subir ao altar há alternativas eficazes e seguras. “Existem tratamentos que podem ser feitos até na semana do casamento e que trazem viço imediato, como o LHA Peel, o laser de 1064nm e o peeling de diamante”, indica Giana.

E os cuidados não devem se limitar ao rosto. “Áreas como o colo e as costas também merecem atenção, principalmente se houver manchas ou acne. Nestes casos, gosto de realizar peelings seriados com antecedência”, completa ela, que ainda entrega um dos segredos para uma maquiagem impecável. “Um bom laser para fechar os poros. A pele fica linda”, garante a médica.

Vale lembrar que os noivos também estão cada vez mais atentos à estética. “Hoje, os homens também se cuidam. Tratamos o que incomoda e deixamos a pele mais uniforme, prevenindo acnes e até herpes, que pode surgir em momentos de estresse”, conclui.




Na semana do Dia das Mães, especialista explica sobre os benefícios gerados pela prática de atividades durante a gestação e cuidados que devem ser tomados

 

São Paulo, maio de 2025 – Se no passado a prática de atividades físicas durante a gravidez era vista como um perigo, nos dias de hoje ela já é comprovadamente uma grande aliada para a saúde das mamães de plantão – quando realizada com orientação e acompanhamento adequado. E para que os benefícios sejam observados e monitorados a longo prazo, um bom acompanhamento médico e profissional também pode ser complementado com dados de wearables esportivos, como relógios inteligentes e sensores de frequência cardíaca. A Polar, fundada em 1977 a partir do primeiro frequencímetro cardíaco do mundo, segue como referência na precisão do monitoramento de batimentos cardíacos e esportes em geral, auxiliando atletas de todos os níveis, gestantes ou não, a se exercitarem com mais orientação e segurança.

Com o avanço da medicina e pesquisas científicas, fica claro que manter-se minimamente ativa ajuda a minimizar desconfortos comuns ao longo dos nove meses de gestação, contribuindo, ainda, para um trabalho de parto mais saudável. Ainda assim, dúvidas sobre os benefícios e riscos desse tipo de esforço físico durante a gravidez são comuns, fazendo com que muitas mulheres se afastem de sua rotina ativa ou perpetuem hábitos não tão saudáveis, com longos períodos de inatividade.

A educadora física e especialista em treinamento para gestantes e mães de recém-nascidos, Lucy Young, explica que um dos maiores receios das mulheres que desejam manter uma rotina ativa no início da gestação é o medo de sofrer um aborto espontâneo, e que tal receio não condiz com os mais recentes estudos. “Pesquisas modernas sugerem que abortos espontâneos, principalmente aqueles que ocorrem no primeiro trimestre, não teriam qualquer ligação com a prática de exercícios físicos”, explica Young. Por outro lado, entre os benefícios gerados pela prática de atividade física durante a gestação – seja ela uma atividade aeróbica, treino de força, ou até mesmo uma corrida – estão a melhora do humor, aumento de energia e disposição, redução do risco de diabetes gestacional, melhora do condicionamento físico, do sono e até mesmo uma melhor recuperação no pós-parto.

Apesar de tudo isso, para que nada saia do controle é necessário um monitoramento consciente e preciso no que diz respeito à intensidade e volume dessas atividades, além de se permanecer em alerta para possíveis complicações, como dores de cabeça e no peito, fraqueza muscular, dor na panturrilha e vazamento de líquido amniótico, que não devem ser ignoradas de forma alguma. A especialista ressalta que a atividade física na gravidez requer essa atenção sim, mas não é uma “sentença de morte” para quem quer manter uma rotina ativa, e que com pequenos ajustes tudo pode caminhar de maneira saudável e segura. “Existem duas medidas principais para monitorar a intensidade dos exercícios durante a gravidez: a frequência cardíaca e a escala de esforço percebido. Ajustando essas variáveis às suas condições físicas e orientação médica, você poderá usufruir de todos os benefícios da endorfina, com toda segurança necessária para este momento”, conclui Young.




POR QUEM OS SINOS DOBRAM

 

            Vivi em 2009 uma experiência missionária inusitada. Diferente talvez para um pregador em território de maioria católica, mas não para tantos outros em territórios desse mundo quase sem Deus. Melhor: sem Deus não, mas sem fé. Brasil, um país católico! Será? Pois minha experiência foi conhecer exatamente o oposto, quando visitei a cidade de Nova Santa Rosa, diocese de Toledo, no sudoeste do Paraná. Quando chego a uma pequena cidade do interior, a primeira referência que busco é a praça central, onde sempre se encontra a igreja católica. Lá estava…, bela e portentosa, a praça central, com sua igreja em destaque. Estacionei meu carro bem ao lado, procurando em seguida a casa paroquial. Ao me aproximar, percebi: era uma igreja luterana.

Mas logo ao lado descobri outra igreja enorme. Seria aquela? Também não, pois ali era a matriz dos presbiterianos. Logo percebi que naquela rua, a cada quarteirão, existiam enormes igrejas, mas todas elas evangélicas. Busquei informações e me indicaram então, dentre tantas igrejas, a católica, a antepenúltima daquela rua. O padre já me esperava à porta.

Durante o almoço ele me falou de seus três anos naquela comunidade, de suas experiências em outras comunidades, de seus desafios pastorais e missionários anteriores. Nada igual aos que enfrentava agora naquela comunidade majoritariamente evangélica (70%), onde os católicos professam sua fé não porque estejam embalados pelo testemunho da maioria evangélica, mas porque valorizam conscientemente o batismo que receberam de seus pais. Por isso são mais autênticos. Por isso são amados e respeitados pelos irmãos das outras denominações. Não se envergonham da fé que possuem!

À tarde, pude me reunir com as lideranças da comunidade católica. Entre eles também estavam alguns representantes da comunidade evangélica. A riqueza dos questionamentos não evidenciou, em momento algum, qualquer divergência que os levasse a maiores discussões. A convivência fraterna entre eles era o grande sinal de partilha que a fé em Cristo nos convida a salientar. É esta a maior riqueza que o cristianismo autêntico pode oferecer ao mundo. Isso eles já sabiam. Isso eles me provaram na prática!

Quando me preparava para a primeira Celebração da Partilha, às 19:00, eis que repicam os sinos. Um toque característico nas comunidades do interior, mas ali… Ali o som era especial. Primeiro badalaram os sinos da igreja luterana, convidando seus fiéis ao culto. Em seguida, os sinos católicos reforçavam o convite, anunciando nosso encontro eucarístico. Os sinos chamavam o povo, qual canto materno para o recolhimento do dia, o momento de se dar graças… Fiquei com aqueles sons em minha mente por vários dias. Por quem os sinos dobram?

Por Jesus… Mas cada qual convidando suas ovelhas, porquanto eram muitos os redis. A equipe do canto já se posicionava no átrio da Paróquia de Santa Rosa de Lima, a primeira santa latino-americana! Mais um sinal profético, ser esta a padroeira da paróquia, da cidade que me acolhia como missionário… Missionário leigo e católico!  Santa Rosa, a primeira rosa… Mas o padre já me apresentava os membros de sua equipe, apesar de estar absorto ainda, anestesiado pelos sinos, pelas reflexões, pelas revelações de uma autêntica experiência ecumênica. “Alguns dos membros dessa equipe também fazem parte de corais evangélicos”, deixou escapar meu anfitrião.  E minha reflexão foi acrescida de uma novidade: aquelas vozes, aqueles abnegados instrumentistas, que durante a missa cantavam loas a Maria e glórias ao Cristo Eucarístico, também partilhavam seus dons cantando hinos à fé cristã entre irmãos de outro aprisco! Pé em duas canoas? Não, porque a barca de Cristo é uma só.

20 anos de Palavras de Esperança. Publicado em 01 de maio de 2012.

            WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]




“Profeta mirim”: o que está por trás do caso Miguel? Psicóloga aponta riscos emocionais e alerta sobre adultização precoce

 

O caso do “profeta mirim” Miguel, de apenas 14 anos, repercutiu em todo o Brasil e reacendeu debates sobre religiosidade, infância, responsabilidade familiar e limites da exposição pública. Enquanto muitos discutem a postura do adolescente, a psicóloga Danny Silva chama a atenção para um ponto essencial: os riscos emocionais invisíveis por trás da fama precoce e da superexposição digital.

Segundo a especialista, o jovem não tem maturidade psicológica para lidar com tamanha visibilidade e críticas, e pode estar sofrendo impactos profundos em sua construção de identidade.

Consequências emocionais da fama precoce

A psicóloga Danny Silva, especialista em desenvolvimento humano e saúde emocional, vem acompanhando com preocupação a comoção em torno do jovem Miguel. Tornado conhecido nacionalmente como “profeta mirim”, o adolescente tem sido alvo de debates intensos, memes e opiniões divididas nas redes sociais — mas pouca atenção tem sido dada ao que essa experiência pode estar gerando internamente.

“Apesar dos fatos que envolveram o caso, é preciso lembrar que estamos falando de um adolescente de apenas 14 anos, que ainda não possui maturidade emocional para absorver tamanha carga de responsabilidade, elogios ou críticas”, analisa Danny Silva.

Entre os principais riscos apontados pela psicóloga estão:

  • Prejuízo ao desenvolvimento cognitivo e emocional: a ausência escolar e a dedicação exclusiva ao ministério religioso podem ter comprometido áreas essenciais de sua formação pessoal e social.
  • Distorção da autoimagem: a hiperexposição midiática, aliada a elogios desproporcionais no passado e à rejeição atual, dificulta a construção de uma identidade saudável.
  • Consequências psíquicas graves: Miguel pode enfrentar sentimentos de confusão, ansiedade, baixa autoestima, medo de ser esquecido e cristalização precoce de um papel que não deveria ocupar tão jovem.

Danny destaca que os últimos acontecimentos, como a proibição do exercício do ministério religioso pelo Conselho Tutelar e a viralização de conteúdos ridicularizando o menino, podem causar traumas significativos.

“Ele passou de ‘idolatrado’ a motivo de escárnio. Isso pode gerar humilhação pública, fobia social, retraimento e até risco de depressão”, alerta.

Além disso, a psicóloga observa que o papel desempenhado por Miguel pode estar regulando emocionalmente não apenas a si mesmo, mas também sua família e a comunidade religiosa à sua volta — algo que extrapola sua capacidade de compreensão e gestão emocional nessa fase da vida.

“O dom espiritual de Miguel pode estar sendo usado como regulador emocional da família e da igreja, colocando sobre ele uma responsabilidade que não cabe ao seu estágio de desenvolvimento. O sintoma não está em Miguel, mas nas estruturas que reforçaram seu papel precoce e deixaram de protegê-lo como criança e adolescente”, explica Danny Silva.

Recomendações terapêuticas: um caminho para o reequilíbrio

A psicóloga propõe ainda um plano de suporte psicológico que pode contribuir com o reequilíbrio emocional de Miguel, com foco na reestruturação dos papéis familiares e na recuperação de sua infância:

  1. Terapia Familiar Sistêmica – reorganizar os papéis dentro da família e devolver a Miguel o lugar que lhe cabe como adolescente.
  2. Terapia Individual com foco em identidade e trauma – reconstrução da autoimagem e superação de experiências traumáticas como a humilhação pública.
  3. Reinserção escolar com apoio psicopedagógico – promover o retorno ao convívio com jovens da mesma idade e atividades fora do contexto religioso.
  4. Orientação a pais e líderes espirituais – sensibilização sobre os riscos da adultização precoce e reforço da importância da proteção integral.

Mais do que fé, é sobre infância

O caso Miguel escancara a urgência de refletir sobre os limites entre fé, fama e infância. Mais do que discutir se o adolescente deve ou não exercer o ministério, é preciso garantir que ele seja, acima de tudo, protegido em sua integridade emocional e desenvolvimento como ser humano

Danielle Silva é psicóloga e especialista em terapia sistêmica familiar, pós graduada pela (PUC) em TEA, TDAH e inclusão: Saúde, Família e Sociedade. Com uma abordagem humanizada, atua no acompanhamento de famílias e indivíduos, ajudando-os a superar desafios emocionais e comportamentais. Seu trabalho tem impactado a vida de diversos pacientes, promovendo o autoconhecimento e o fortalecimento das relações interpessoais.

CRP:05/67277

 




Queda de cabelo sazonal: por que seus fios estão indo embora e ninguém está falando o real motivo

 

Você acorda, prende o cabelo. Vai tomar banho, passa os dedos e pronto, lá vem ele. De novo. Fio por fio, como se cada um estivesse dizendo silenciosamente: “está na hora de partir”. E o mais assustador: você nem sabe o porquê.

Mas calma. Existe um motivo. Ou melhor, vários.

Explica o tricologista e cirurgião capilar Dr. Marcos Mendes: “A queda de cabelo que se intensifica entre o outono e o inverno tem uma explicação mais profunda do que os clichês de “falta de vitaminas” ou “ciclo natural do cabelo”. A verdade é que essa época do ano é um combo de gatilhos para o couro cabeludo, e boa parte das pessoas está passando por isso sem nem perceber.”

É o clima? É o banho? É o corpo falando?

Sim, o frio chega e traz com ele hábitos e condições que desregulam completamente o ciclo capilar:

  • O sol desaparece. A vitamina D despenca. E, junto com ela, o suporte hormonal que mantém os fios firmes na raiz.
  • Os banhos ficam mais quentes. A água escaldante remove a proteção natural do couro cabeludo, enfraquece a raiz e resseca a fibra capilar.
  • A alimentação muda. Trocam-se frutas e saladas por massas e industrializados, diminuindo a ingestão de nutrientes essenciais para o cabelo.
  • O estresse acumulado do início do ano começa a bater. E seu couro cabeludo sente isso antes de você admitir.

“É uma época em que muitos fatores se somam silenciosamente. O corpo entra em modo de adaptação, e o cabelo, que não é prioridade metabólica, responde com queda. Não é um colapso, é um alerta”, destaca o Dr. Marcos Mendes.

Queda sazonal: não é mito, mas também não é desculpa

Existe, sim, uma queda de cabelo fisiológica, chamada eflúvio telógeno sazonal, que tende a se manifestar nos meses mais frios. O ciclo do cabelo entra em uma espécie de “reorganização”: mais fios migram da fase de crescimento para a fase de queda. Resultado? Um volume visivelmente maior de fios no travesseiro, no pente, no ralo.

Mas isso não justifica toda e qualquer queda, nem deve ser usado como argumento para normalizar situações que fogem do esperado.

Quando a queda ultrapassa o que é fisiológico e começa a afetar a densidade, o contorno capilar ou durar mais do que três meses, é hora de investigar. Pode existir uma deficiência oculta, um desequilíbrio hormonal, uma sobrecarga emocional ou até uma predisposição genética que está sendo ativada.

Ninguém fala, mas o couro cabeludo sofre no frio

Todo mundo se preocupa com a pele no inverno, mas quase ninguém pensa no couro cabeludo. Ele é pele também. E sofre.

A água quente, os xampus agressivos, o uso excessivo de toucas, a falta de ventilação, o ressecamento do ar e até a diminuição na transpiração afetam diretamente o microambiente onde os fios nascem. Um couro cabeludo inflamado, desidratado ou abafado pode se tornar solo fértil para a queda capilar e ninguém percebe até que a situação fique visível demais.

“O que eu faço então?”

Talvez a pergunta seja: “do que o seu corpo está tentando te avisar?”

Em vez de sair desesperadamente comprando shampoos antiqueda ou tomando suplementos sem indicação, o mais inteligente é observar o contexto. Seu corpo está pedindo socorro em silêncio e o cabelo é só o primeiro a gritar.

“A queda de cabelo é um sintoma, não uma sentença. E muitas vezes, tratar o cabelo é tratar a rotina. Dormir melhor. Comer de forma mais consciente. Olhar os exames. Reduzir os excessos. E sim, quando necessário, entrar com protocolos clínicos para restaurar o ciclo capilar com segurança”, afirma Dr. Mendes.

Se você precisa de respostas…

O primeiro passo é sair do piloto automático.

➡ ️ Exames de sangue para avaliar ferro, vitamina D, zinco, vitamina B12, ferritina, hormônios da tireoide e até níveis de estresse oxidativo podem revelar mais do que você imagina.

➡ ️ Consultar um tricologista é fundamental para diferenciar uma queda passageira de uma alopecia em estágio inicial. Tratar cedo pode evitar a perda definitiva dos fios.

➡ ️ Em alguns casos, protocolos como LED capilar, PRP (plasma rico em plaquetas), microinfusão de ativos, uso de minoxidil tópico e implantes subcutâneos para bloquear o DHT podem ser indicados.

O Dr. Marcos Mendes conclui: “A queda de cabelo no outono e no inverno é real, mas não é destino. É um convite à escuta. Porque o corpo avisa, o couro cabeludo sinaliza, e o cabelo obedece. E enquanto você se preocupa com a roupa da estação ou com o skincare da vez, o seu couro cabeludo só quer um pouco de atenção, menos água quente e mais consciência.”




Sono e saúde mental: por que dormir bem é essencial para o bem-estar?

 

Dormir bem vai muito além de descanso: é um dos pilares fundamentais da saúde mental. A psiquiatra Bianca Bolonhezi, CEO do Instituto Macabi, destaca que a privação de sono pode ser tanto consequência quanto causa de transtornos mentais como depressão, ansiedade, bipolaridade e até psicoses.

“Gosto de dizer que temos sete pilares na saúde mental: exercício físico, alimentação, rede de apoio, espiritualidade ou autocuidado, psicoterapia, medicação e sono. O sono é uma necessidade básica. É durante ele que o cérebro faz uma espécie de faxina: regula emoções, equilibra hormônios, fortalece o sistema imunológico e consolida memórias”, explica a médica.

Bianca alerta que menos de seis horas de sono por noite pode aumentar significativamente o risco de desenvolver transtornos mentais. “Quando não dormimos o suficiente, o córtex pré-frontal e a amígdala — áreas responsáveis pelo controle emocional — ficam desregulados. Isso se traduz em mais irritabilidade, medo, impulsividade e tristeza.”

Segundo a especialista, tanto a insônia quanto o excesso de sono podem ser prejudiciais. “Ambos são fatores de risco para transtornos mentais. A insônia pode ser sintoma isolado ou indicativo de condições como depressão, ansiedade ou bipolaridade. No transtorno bipolar, por exemplo, alterações no sono podem sinalizar o início de um episódio de mania ou hipomania”, afirma.

Durante o sono profundo, especialmente na fase REM, ocorrem processos restaurativos essenciais: “Nessa fase, o cérebro reduz os níveis de cortisol — o hormônio do estresse —, aumenta o hormônio do crescimento e regula as emoções. A privação crônica ou a fragmentação do sono impedem que esses mecanismos funcionem, comprometendo a neuroplasticidade e aumentando a reatividade emocional”.

Além disso, em quadros como a esquizofrenia, alterações na arquitetura do sono — como a redução das ondas lentas e a fragmentação do sono REM — podem agravar déficits cognitivos e sintomas negativos.

Para a psiquiatra, cuidar do sono é também um ato de autocuidado. “Dormir bem não impede que transtornos mentais ocorram, mas reduz um importante fator de risco. O ideal para adultos é dormir entre 6 e 8 horas por noite. Dormir menos ou mais do que isso pode afetar o funcionamento do cérebro e como lidamos com as emoções”, finaliza. (Foto: internet).

A psiquiatra Bianca Bolonhezi




SILÊNCIO  E  TRABALHO

 

Quando o cristão se decide a viver os ensinamentos de Jesus, transformando-lhe a vida, ele não encontra mais tempo para discutir, tergiversar, criticar ou levantar polêmicas inúteis.

Ele simplesmente arregaça as mangas e se põe a trabalhar incessantemente em favor do próximo, porque sabe quanto tempo já perdera em sua vida com os braços ociosos e com os lábios repletos de queixumes e reclamações.

Cristão que muito reclama está com o coração vazio do Cristo.

Avancemos na estrada do serviço útil ao nosso próximo e o Senhor prosseguirá nos sustentando os passos.

BEZERRA DE MENEZES

Do livro “Recados do meu Coração” – Psicografia: José Carlos De Lucca

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO

 

 

 

 




Parabólica tradicional sai do ar: saiba como solicitar a nova parabólica digital de graça antes que termine o prazo

 

Se você já ouviu falar sobre a necessidade de substituir a parabólica tradicional pela parabólica digital, mas vive deixando para depois, é importante ficar atento. O prazo para solicitar a troca vai até as 20 horas (horário de Brasília) do dia 30 de junho.

Famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal (CadÚnico) e que assistem à TV pela parabólica tradicional têm direito ao kit gratuito com a nova parabólica digital. Todo o processo, do agendamento à instalação, é de graça.

A iniciativa faz parte do programa Siga Antenado, administrado pela Entidade Administradora da Faixa (EAF), empresa não governamental e sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para viabilizar a implantação do 5G no Brasil. Mais de 4,9 milhões de kits gratuitos já foram entregues em todo o país.

“O fim da parabólica tradicional já começou, e quem não fizer a troca a tempo ficará sem sinal. A nova parabólica digital é a única forma de continuar assistindo à TV via satélite, com mais qualidade, som nítido e uma programação ainda mais ampla. Os agendamentos podem ser feitos até 30 de junho, às 20h, no horário de Brasília”, alerta Leandro Guerra, presidente da Siga Antenado.
Maria das Marcês, de 59 anos, procurou a Siga Antenado e já teve seu kit instalado em casa. “Fiquei sabendo da Siga Antenado por uma amiga. Ela que agendou para mim. Foi rápido! Em menos de 15 dias a antena chegou à minha casa. Não teve custo nenhum. O técnico chegou, instalou e só isso!”, conta ela.

Quem não fizer a substituição poderá ficar sem acesso à programação da TV aberta via satélite. Canais de grande audiência já interromperam ou estão prestes a encerrar suas transmissões na parabólica tradicional.

Vantagens

Além de garantir a continuidade do sinal, a parabólica digital oferece diversos benefícios. A nova tecnologia transmite a imagem com qualidade superior, em alta definição (Full HD), e o som fica mais nítido, sem interferências. A recepção do sinal também se torna mais estável, reduzindo falhas na transmissão. Outro grande avanço é a ampliação da grade de programação, que pode alcançar 140 canais, entre regionais e nacionais.

O Ministério das Comunicações (MCom) acompanha a execução do programa e acredita que a implementação da política pública de substituição da parabólica antiga pela nova parabólica digital terá um grande impacto social no país por garantir que famílias de menor renda possam fazer essa adaptação sem custo algum.

A Anatel fiscaliza a implantação da Siga Antenado. Para o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, desligar a parabólica tradicional não é só uma mudança tecnológica, mas também um passo estratégico para o futuro do Brasil: “Liberar essa faixa de frequência é fundamental para que o 5G funcione sem interferências, levando internet ultrarrápida a todo o país. Estamos executando esse processo com planejamento e responsabilidade, para que a população faça essa adaptação sem prejuízos.”

Para saber se tem direito ao kit gratuito com a nova parabólica digital, basta procurar a Siga Antenado, por meio de seus canais de atendimento: o site www.sigaantenado.com.br e o telefone 0800 729 2404 (esse número também recebe mensagens via WhatsApp).

Sobre a EAF/Siga Antenado

A Entidade Administradora da Faixa (EAF) é uma instituição não governamental criada por determinação da Anatel, formada pelas operadoras Claro, Tim e Vivo, vencedoras dos lotes nacionais do leilão do 5G com as licenças da faixa dos 3,5 GHz. Sem fins lucrativos, a entidade é a responsável pelo programa Siga Antenado, que tem o objetivo de apoiar a população de menor renda durante a migração do sinal de TV utilizado pelas parabólicas tradicionais para o sinal das parabólicas digitais. A mudança acontece porque a faixa de frequência usada pelas parabólicas tradicionais está sendo liberada para a tecnologia 5G.

 




TUDO PASSA, O AMOR NÃO!

 

A consciência sobre a efemeridade das coisas e da própria vida permite que amadureçamos e descubramos o sentido definitivo de nossa existência nesta terra. Isso significa que precisamos reaprender a viver de modo harmônico no meio de alegrias e tristezas, vida e morte, perdas e ganhos, problemas e soluções, fartura e miséria.

Os Problemas passam. Nenhum problema é eterno e, por mais que um problema seja grande e assustador, não é capaz de nos vencer. Não existe problema sem solução. Seus dias são contados. Um problema só permanece quando nos acomodamos a ele. Os dias passam, os problemas vão e vêm. Se um problema toma conta de toda a nossa vida, que tempo teremos para enfrentar as outras coisas? A vida não é somente problemas!

As alegrias passam. A alegria é sempre bem-vinda. Quem tem alegria está a meio caminho da felicidade. “A alegria do coração é a saúde do homem… a alegria aumenta os seus dias” (Eclo 30,22). Mas, é preciso não se descuidar; não perder a medida e a sensatez na alegria, para não se tornar um “bobo alegre” ou um fanfarrão. As alegrias passam e, se com elas não procuramos construir a felicidade, o que adiantou cercar-se de festas, comida, bebida, riso, luxo, roupas…? Tudo não passou de coisa momentânea e vazia.

O dinheiro passa. Dinheiro é bom e necessário para manter as condições de vida digna: saúde, alimentação, moradia, educação, lazer… todo acumulo gera a vaidade que atrai o pecado: a ganância, a corrupção, a rivalidade, a violência, a morte… O dinheiro não é culpado dos desvios, mas, certamente, o provoca.

Com ou sem dinheiro passamos por dificuldades. Mas somos mais importantes do que o dinheiro que temos ou podemos ter. O dinheiro não é tudo na vida. Há quem tem muito dinheiro, mas, não tem paz, amor, amigos e felicidade. O dinheiro não compra anos de vida. O dinheiro passa. E quem o usa como único apoio, passa com ele. “Não confie em suas riquezas, nem diga: ‘elas resolvem tudo’. Não siga o seu instinto nem a sua força, para satisfazer os seus caprichos” (Eclo 5,1-2).

As derrotas passam. Todos nós queremos ganhar na vida. Ninguém admite a possibilidade de perder. O jogador sabe que precisa jogar para vencer; sabe, também, que nem toda partida tem vitória. E mesmo sabendo disso não suporta perder. Impomos sobre nós o dever de ganhar sempre. Isso não é justo! Onde ficam as limitações pessoais, as circunstâncias, as surpresas? E…? Toda derrota passa. Mas, quando não a admitimos, brigamos; viramos a mesa. E, para o derrotista, tudo é perda. Mas, não! Somos maiores do que as nossas perdas! Pode acreditar!

A morte passa. Diz o ditado que, “ninguém fica para semente”. De fato, nesta terra, a vida é passageira, têm os seus dias contados. Nós passamos! Mas, “o homem não conhece o dia da própria morte: ele é como os peixes, que são pegos na rede, ou como os pássaros que caem presos na armadilha. Da mesma forma é surpreendido pela desgraça que cai sobre ele de improviso” (Ecle 9,12). Não é justo esperar a morte como se fosse o fim de tudo. A morte não é o fim de tudo! A morte passa! Aliás, nós passamos pela morte para alcançar a vida plena e infindável; para alcançar a Deus que é eterno.

“O amor jamais passará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência também desaparecerá. (…) Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porém, é o amor” (1Cor 13,8-13). Encontramos nisso a nossa iluminação: só Deus permanece! Deus é amor! O amor permanece!  Logo, só no amor permaneceremos.

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




O encontro “Mães que oram pelos filhos” terá missas na Canção Nova com os padres Marcelo Rossi e Reginaldo Mazotti

 

Neste feriado prolongado, de 1º a 4 de maio, mais de 60 mil mães estarão reunidas na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP) para o 4º Encontro Internacional “Mães que Oram pelos Filhos”, e 11º Encontro Nacional, com o tema “Vida Interior em Tempos de Combate”. Pelo segundo ano consecutivo, presidem missas no evento os padres: Marcelo Rossi, na sexta-feira (02/05), às 20h, e Reginaldo Manzotti, no domingo (04/05), às 15h.

A novidade do encontro deste ano é a “Cidade das Mães”, que consiste em atividades simultâneas para os maridos, no auditório São Paulo; os filhos jovens, no Rincão do Meu Senhor; e para as crianças, no Espaço Kids. Assim, toda a família participará de atividades específicas, num ambiente de comunhão e crescimento espiritual. Para todas essas, é necessário inscrição prévia, conforme links disponíveis na página eventos.cancaonova.com/encontro-internacional-movimento-maes-que-oram-pelos-filhos/

A programação do “Mães que oram pelos filhos” será no Centro de Evangelização e contará com a presença da sua fundadora, Angela Abdo; da cantora Eliana Ribeiro; da irmã Maria Raquel, do Instituto Hesed; dos bispos: Dom Mário Marquez, da diocese de Joaçaba (SC); Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias, de Lorena (SP); e Dom Ângelo Mezzari, auxiliar da Arquidiocese de São Paulo; do vice-presidente da Comunidade Canção Nova, padre Donizete Heleno, entre outros membros como o diácono Nelsinho Corrêa e as missionárias e mães Paula Guimarães e Sônia Venâncio; do padre Vicente de Paula Neto, da Comunidade Bethânia; e a presença internacional do sacerdote Fr. Rob Galea, da Austrália.

No sábado (03/05), às 16h, missa presidida por Dom Mário Marquez; às 18h, acontece a tradicional procissão luminosa com a imagem de Nossa Senhora de La Salette e, na sequência, às 20h, a “Noite Oracional”.

A entrada é gratuita e a programação completa está disponível no link: eventos.cancaonova.com/encontro-internacional-movimento-maes-que-oram-pelos-filhos/