SEMEIA, SEMEIA…

 

A alma humana é como um celeiro abençoado.

Quando abastecida de ensinos superiores, transforma-se em manancial de luz, saciando a fome de consolação da humanidade sofredora.

Vazia, porém, fica sujeita à poeira da inércia e ao mofo do desânimo.

Se já reúnes as sementes do Evangelho em tua alma, não as guardes só para ti.

Vai ao mundo e semeia, semeia…

Ainda que a ventania da indiferença as disperse pelo espaço, semeia, semeia…

Mesmo que a erosão do egoísmo as arraste para longe, semeia, semeia…

Ainda que o solo estéril do desamor as impeça de se desenvolverem, semeia, semeia…

Onde quer que estejas e com quem estejas, semeia, semeia…

Não exijas, porém, em tempo algum, a colheita farta e rápida porque, se cada espécie vegetal no mundo obedece ao ciclo próprio de desenvolvimento, cada alma humana também tem o tempo certo para despertar e sublimar-se.

SCHEILLA

  Do livro “A Mensagem do Dia” – Psicografia: Clayton Levy – Editora Allan Kardec

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ELE ESTÁ VIVO!

Nesta semana, ao transitar a esmo por uma rede social, alguns vídeos me deixaram atônito. No primeiro deles, um jovem baleado agonizava ao lado de uma moto, tentando se levantar, mas perdendo rapidamente as forças. Então começou a lançar golfadas de sangue aos borbolhões, enquanto a plateia ao seu redor gritava palavras histéricas, como “Morre logo, desgraçado; levanta agora, se é homem; como é, vai morrer ou não; cadê sua valentia?” E o jovem sucumbiu com o rosto todo coberto pelo próprio sangue. Noutro vídeo, três jovens também baleados, morriam entrelaçados, um tentando segurar o outro, mergulhados numa poça de sangue única. Um deles ainda balbuciou: “Meus filhos!”. Mas as palavras da plateia eram quase idênticas às da outra cena. Compraziam-se na sede de vingança. Faziam justiça com as próprias mãos!

Enquanto isso, outro vídeo dominava a rede. Era a cena de enforcamento de um assassino iraniano, também em praça pública. Com a corda no pescoço, o pobre réu clamava perdão. Então se aproximou do condenado uma senhora, mãe de sua vítima. Depois de lhe desferir um bem dado tapa no rosto, nos segundos finais, tirou-lhe a corda e o perdoou. Segundo as leis do País, só a família da vítima tem poder para perdoar um condenado à morte. E essa mãe o fez com galhardia, cara a cara, olho no olho, nos minutos finais… O que mais espanta não é o quase inusitado da cena, mas as primeiras palavras do ex condenado, após o perdão maternal: “Eu queria que alguém me tivesse esbofeteado no rosto, quando sai carregando uma arma”.

Cenas de uma santa semana! Pouco difere dos acontecimentos do Gólgota, onde ladrões também eram justiçados pelo povo, ao som de muita ironia e gritos sarcásticos. Mas lá existia um inocente! O mesmo inocente que perdoou o ladrão arrependido, prometendo-lhe o paraíso. O mesmo inocente que suportou a injustiça humana para nos falar da justiça dos céus, da misericórdia divina. O mesmo inocente que, crucificado, morto e sepultado, superou o ódio, venceu a morte e voltou à carga com seu apelo constante: “Segue-me!”

A Páscoa cristã nos lembra o quão patéticas são as tentativas humanas de se fazer justiça. Em meio ao purismo religioso de muitos estão os algozes do próprio Cristo, os insofismáveis guardiões das leis e dos bons costumes, capazes de longos jejuns e abstinências, de fidelidade ao dízimo até da hortelã, do cominho, de perfumes franceses e iguarias culinárias sofisticadas, mas que de nada entendem do perdão, da compreensão, de oportunidade, de misericórdia… Então viva a lei do dente por dente, do olho por olho, da bala por bala, do desafio a ferro e sangue que grassam em nossas ruas! O mais incrível é ouvir o favoritismo crescente dos que se manifestam a favor da pena capital. Pior ainda: é saber que grande parte dos que defendem a pena de morte se diz cristãos. Cristãos nunca! Porque na lei do amor defendida por Cristo não há espaço para a vingança. Porque há sempre uma segunda oportunidade, um segundo bofetão, na vida pregressa dos que hoje estão à margem e são crucificados ao lado do próprio Cristo.

Sua ressurreição aponta para uma nova etapa de vida: vencer a morte, o pecado. “Coragem, eu venci o mundo!” Essa é a compreensão maior do mistério pascal, a notícia mais alvissareira que ouvidos humanos puderam ouvir: “Não procurem entre os mortos aquele que é Senhor da Vida. Ele está vivo!” Esse é o maior tapa que as lógicas humanas receberam da vida de Cristo: na aparente derrota de um condenado resplandece a luz da vida nova! Se foi assim com Jesus, por que não com os redimidos por seu sangue, nós pecadores, cuja sede e fome de justiça vem de Deus, não dos homens? Eis que outra Senhora, só ela, nos tira uma corda do pescoço: “Façam tudo o que Ele vos disser” E o milagre da transformação acontece.

20 anos de Palavras de Esperança. Publicado em 20 abril de 2014.

 

WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]

 

 




Corridas de rua ganham espaço e movimentam a cidade com treinos gratuitos e muita saúde

 

 

Nos últimos meses, as corridas de rua têm conquistado cada vez mais espaço na cidade, conquistando pessoas de todas as idades que buscam sair do sedentarismo, melhorar a saúde e fazer novas amizades. A prática, que vai muito além de colocar um tênis e sair correndo, virou um estilo de vida para muitos — e agora promete movimentar ainda mais a cidade com um acontecimento especial.

Pensando em fortalecer essa onda do bem, os grupos Caçadores de KM e Captom Running, conhecidos por incentivar a prática da corrida de forma inclusiva e descontraída, se uniram para realizar um treinão aberto e gratuito, que acontecerá no Parque Buracão, dia 21 às 8 horas.

Podem participar os veteranos das corridas e aqueles que estão querendo dar os primeiros passos. A ideia é simples: promover a saúde, o bem-estar e a integração entre pessoas que compartilham do mesmo objetivo — viver melhor.

Após o treino, todos os participantes estão convidados para uma confraternização em uma padaria da cidade, onde um café da manhã coletivo. “Queremos mostrar que correr pode ser leve, divertido e acolhedor. Nosso objetivo é unir, não competir”, comentam os organizadores.

“Se você está pensando em começar a correr ou apenas quer fazer uma atividade física diferente no feriado de Tiradentes, essa é a sua chance. Leve seu tênis, sua garrafinha de água e muita disposição. O resto, a gente corre atrás”, acrescentam.




MAIS DO QUE MATÉRIA, SÍMBOLO!

 

Todos os anos nos vemos envolvidos por festas e eventos religiosos. Em alguns lugares mantém sua força e vivacidade, noutros foram incorporadas ao mercantilismo (compra e venda) e, em outros lugares, ainda, foram transformadas em folclore e, assim se esvaziaram.

Não obstante às várias formas de tratar, encarar, vivenciar e comunicar as coisas da fé e da religião, elas, de alguma forma, acabam sobrevivendo no inconsciente religioso e cultural do povo. Podemos dizer, então, que a força dos símbolos e sinais da fé e da religião cruzam fronteiras e superam o tempo e o espaço.

De fato, na religião, os símbolos comunicam algo mais que a materialidade de um objeto, de um gesto ou de uma palavra.  Não se trata de uma representação banal. Porque, a linguagem da religião nunca é apenas descritiva.  É principalmente evocativa.  Veja bem, diante de uma montanha posso descrever sua história bilenar, sua composição físico-química, mas além desta dimensão verdadeira, a montanha me evoca a grandeza, a majestade, a imponência, a solidez, a eternidade. Ela evoca Deus que foi chamado de Pedra. A pedra está a serviço da solidez, da imponência, da majestade e da grandeza. Ela se faz símbolo destes valores. Evoca-os. Eis porque as pessoas levam e traz, ganham e dão objetos religiosos.

Na páscoa cristã, aparecem vários símbolos, gestos e palavras que precisam ser entendidos e situados num contexto maior de sua materialidade.

* PEIXE: É um dos símbolos mais antigos dos primeiros cristãos ao se referirem a Cristo Ressuscitado. A palavra peixe, (ICTYS) escrita em grego, passou a ser lida como: “Jesus Christus Teós Yiós Soter” ou “Jesus Cristo Filho de Deus Salvador.”

* OVO. Símbolo das origens,  que lembra a vida escondida em seu interior.   O túmulo traz escondido a vida nova do Cristo ressuscitado.

* COELHO. Um símbolo posterior que significa a fecundidade, a fertilidade, de vida abundante. O coelho reproduz em muitas crias. Cristo é o Senhor da vida em abundância.

* ALELUIA. É um dos símbolos mais expressivos das aclamações de louvor e de alegria. É uma expressão hebraica: Hallelui-yah derivada do nome de Deus YAHWEH, que significa: “Louvai a Javé” ou “Salvai-nos Javé”. Na Bíblia, encontramos, por exemplo, em Tb 13,22; Sl 111; Sl 104; Sl 135; Ap 19,1.

* GIRASSOL. É um dos símbolos pascais menos conhecidos. É uma planta que, para sobreviver precisa ter a sua corola voltada para o sol; do sol nascente ao poente. Também os cristãos, da aurora ao ocaso de suas vidas, precisam estar voltados para o Sol-Cristo: “Sem mim vocês não podem fazer nada (Jo 15,5).

A Páscoa é bem maior que algumas horas no relógio ou um dia no calendário. A Páscoa é a memória viva da Ressurreição do Cristo.

Disto resulta esta esperança anunciada por São Paulo: “Ora, se nós pregamos que Cristo ressuscitou dos mortos, como é que alguns de vocês dizem que não há ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, então Cristo também não ressuscitou; e se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia e também é vazia a fé que vocês têm. Se os mortos não ressuscitam, então somos testemunhas falsas de Deus, pois estamos testemunhando contra Deus, ao dizermos que Deus ressuscitou a Cristo. Pois, se os mortos não ressuscitam, Cristo também não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, a fé que vocês têm é ilusória e vocês ainda estão nos seus pecados. E desse modo, aqueles que morreram em Cristo estão perdidos. Se a nossa esperança  em Cristo é somente para esta vida, nós somos os mais infelizes de todos os homens. Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos como primeiro fruto dos que morreram (1Corítinios 15,12-20).

É por isso que precisamos e podemos dizer em alto e em bom som: que a Páscoa de Cristo alcance o Brasil e os Brasileiros neste tempo de trevas e túmulo!

Viva Jesus ressuscitado!

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Transplante capilar em mulheres eleva autoestima ao resolver problema genético igual ao de Xuxa

 

 

 

Os avanços tecnológicos e cirúrgicos aliados à preocupação estética têm elevado a procura por transplante capilar realizado em mulheres. A principal causa da calvície feminina é a doença chamada alopecia androgenética, que também afeta os homens, mas pode atingir cerca de 5% das mulheres. E foi esse conjunto de fatores que levou a apresentadora Xuxa Meneghel a realizar o procedimento recentemente. A técnica mais utilizada tem sido a FUE (Follicular Unit Extraction), ou conhecida como fio por fio, que é pouco invasiva, indolor, sem cicatrizes aparentes, tem rápida recuperação e resultados mais naturais.

“A alopecia androgenética é mais comum do que a gente imagina e as mulheres não precisam ficar sofrendo por causa da calvície. Hoje em dia é muito simples de resolver o problema e o fato de uma artista como a Xuxa ter feito e falar sobre o assunto ajuda a desmistificar o procedimento”, explica o cirurgião plástico Julian Gorini (foto), da Clínica Gorini. O médico é o maior especialista no assunto e maior referência em cirurgias de transplante capilar em Londrina e todo o Norte do Paraná. De acordo com ele, a incidência da alopecia androgenética, que tem causas hereditárias, se dá com mais frequência em mulheres com mais de 50 anos. A reposição hormonal pode ser um fator de potencializa a doença.

Xuxa, por exemplo, contou em entrevistas recentes que a mãe dela sempre teve pouco cabelo, com maior perda na parte de cima da cabeça, mesma condição que ela tem. Entretanto, sentiu que o cabelo começou a cair mais após realizar a reposição hormonal. E decidiu fazer o procedimento por não se sentir bem com a calvície. “A cirurgia de transplante capilar é um fato determinante para elevar a autoestima das pacientes, porque ajudam a resolver um problema genético que tem solução”, afirma o cirurgião.

O médico orienta um planejamento para poder realizar o transplante até a recuperação e crescimento total dos fios, que pode levar de seis meses a um ano a partir da cirurgia. Julian afirma que o transplante capilar FUE, em primeiro lugar, extrai os folículos da área doadora, normalmente da nuca e das laterais, com um instrumento chamado “punch”. Em seguida, é preciso separar e preparar os folículos, ordenando-os de acordo com a quantidade de fios de cada um e conforme a grossura ou a finura dos fios. Depois, é realizado o implante dos folículos na área receptora.

Além de não invasiva e de proporcionar uma recuperação mais rápida, a técnica FUE é altamente eficaz porque, de acordo com o médico cirurgião plástico, realiza o implante com folículos capilares que não têm predisposição para calvície. De acordo com ele, além de cuidar do pós-operatório, o paciente deverá continuar tomando as medicações indicadas pelo especialista, sejam relacionadas à queda capilar ou às vitaminas necessárias para o fortalecimento dos fios.

Clínica Gorini

A Clínica Gorini oferece procedimentos estéticos em busca de saúde e bem-estar há mais de 15 anos. Entre os procedimentos cirúrgicos estão face lifting, blefaroplastia, transplante capilar, otoplastia, maxtopexia, prótese de mama, lipoescultura HD, abdominoplastia e renuvion para retração pele. Já os não cirúrgicos são diversos laseres, toxina botulínica, fios de PDO e preenchedores. Além do centro cirúrgico moderno, onde são realizados os procedimentos, outros serviços também são ofertados, como Nutrologia, Spa Capilar, Clínica de Injetáveis (reposição de vitaminas) e tecnologias de fortalecimento muscular, como Emsculpt Neo, Emtone e Emsella. Enquanto esperam atendimento, os pacientes podem desfrutar de uma massagem relaxante, além de contar com serviço de motorista para pós-operatório, sem se preocupar com quem o transporte.

 



ESPAÇO  ESPÍRITA

 

“Paz seja convosco.” JESUS (João, 20:19)

Não te atormentes, filho meu, quando as situações da vida se te apresentem qual nuvem sombria sobre o céu das tuas melhores esperanças.

Conserva-te em paz, asserena o teu coração e fixa tua mente nos bons propósitos que desejas atingir.

Por mais que as dificuldades surjam em teus caminhos, por mais que as dores se te apresentem inamovíveis, por mais que a tristeza ou o desespero insistam em permanecer conturbando o teu viver, conserva-te em paz e assegura o equilíbrio interior.

Sem paz não haverá segurança nos caminhos a percorrer. Não, porém, a paz que vem de fora, mas a paz que souberes construir dentro de ti, nas entranhas da própria alma, apesar do que aconteça à tua volta.

Lágrimas vertidas com insistência, embora muitos te digam que precisas desabafar, não haverão de restaurar-te a paz.

A verdadeira paz só se consegue quando aliada à fé. Entrega, pois, os teus problemas mais graves a Deus, mas permanece firme nos propósitos de buscar, com as próprias mãos, as soluções de que estejas necessitando.

A pretexto de confiar, não permaneças na inércia. Mantém o pensamento elevado e prossegue esforçando-te, que os Bons Espíritos continuarão a agir em teu favor.

Nenhum fruto deve ser colhido antes do tempo. Da mesma forma, haverás de colher os frutos do teu esforço no momento que se fizer necessário para o teu bem.

Não te desesperes, pois, e aceita com paciência ilimitada tudo o que tiveres de passar, até que vejas concretizados os teus melhores sonhos de realizações que te enobreçam diante de Jesus.

IRMà MARIA  DO  ROSÁRIO

Extraído do livro “Na cura da alma” – Psicografia: Lúcia Cominatto – Editora EME

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A MORTE NÃO EXISTE

 

            Arriscar a negativa da morte, diante de sua evidência e ação constante, seja ela física, psicológica ou moral, é quase que uma insanidade. Mas hoje assino essa afirmativa com tranquilidade e paz de espírito. A morte não existe para aqueles que dão vivas ao Ressuscitado, o Cristo Jesus.

Como tomar para si uma verdade contraditória com tantos e tantos sinais de morte que afetam o cotidiano e os sonhos de vida longa, ao menos, dos que ainda teimam em sobreviver em meio ao caos de um mundo cruelmente real?  Como aceitar uma realidade oposta à brevidade da vida terrena? São perguntas que nos surgem de chofre, pois que o mundo nos mostra um caminho inverso, ou seja, a realidade da morte.

Pois bem, o cristianismo é a única doutrina completa, a nos provar o contrário. Para quem acredita na ressurreição, a morte é uma mera passagem.

Assim, assim, sem mais nem menos, a negação da morte se torna loucura, conversa de fanáticos. Ao longo de uma experiência concreta com as promessas do nazareno, com sua história única, amorosa, fantástica, nos sobra uma esperança: a loucura do amor de Deus, sintetizada na vida de seu Filho, é maior que nossa vã objetividade terrena. Senão, de que nos valeriam afirmativas como “Eu vim para que todos tenham vida (não citou a morte) e vida em abundância”. Ou “Nosso Deus é o Senhor da Vida” (não citou a morte). Ou “Para onde iremos nós, se só tu tens palavras de vida eterna?”. Aqui entra a grande pergunta dos que ao menos se posicionam ao lado da auto definição de Cristo: Caminho, Verdade e Vida (não citou a morte).

Nossa grande dificuldade é compreender a magnitude da promessa que o bojo da doutrina cristã oferece ao mundo. A vida está acima da morte. A vida é luz e esta sempre vence as trevas. “Quem anda nas trevas, não me vê”. Também não o sente, nem o compreende. Pois tudo em Cristo foi, é e sempre será palpitante, transformador, duradouro. Tudo vive. Tudo é glória e louvor, ação de graças à criação, da qual nossa ciência um dia afirmou: “na natureza nada se cria, tudo se transforma”. Ou, como disse o poeta, nosso Bilac: “Vive até no seu sono a pedra bruta… Tudo vive! E, alta noite, na mudez de tudo, – essa harmonia que se escuta correndo os ares, na amplidão perdida, essa música doce é a voz, talvez, da alma de tudo, celebrando a Vida”. Ou seja, a voz do Deus vivo, o Deus da Vida!

Portanto, não afirmamos uma utopia, mas uma realidade transformadora, que nos conduz à compreensão da Eternidade. A fé é exatamente essa ponte que nos une com a fonte criadora de tudo, personificada na certeza de nossa volta ao Pai que tudo criou. Sinais aparentes de morte são apenas etapas de um caminho, nada mais. Inserir-se nesta perspectiva é rejeitar a morte, é acreditar que um dia também faremos parte da gloriosa promessa do Cristo: “Ninguém vai ao Pai senão por mim”.

Agora, para os que se distanciam da luz da ressurreição, põem em dúvidas os mistérios dessa passagem (páscoa) ou preferem os caminhos finitos e limitados da objetividade carnal, não há esperança, a morte realmente existe. Estes se colocam no rol dos que zombaram e ainda zombam das manifestações divinas entre nós, das aparições do Cristo na Galileia e de suas revelações à Igreja peregrina, desde então. Morrerão, com certeza, ou melhor, já são mortos-vivos, pois que todos seus ideais, sonhos, ambições, terminarão à beira de um sepulcro, quando muito. A estes se aplicam as palavras mais tristes do Senhor da Vida: “Melhor seria que não tivessem nascido!” Pois “Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos: porque todos vivem para ele.” (Lc 20,38).

20 anos de Palavras de Esperança. Publicado em 15 de abril de 2009.

 

WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Ronco excessivo sem acompanhamento médico aumenta risco de doença cardiovascular

 

Crédito: Freepik

Dormir bem é essencial para a saúde. Cada organismo tem necessidades específicas de descanso para manter o equilíbrio interno. Muitas vezes, o sono vem acompanhado de ronco, o que pode ser um problema sério. “O ronco só é considerado aceitável, quando transitório devido a um resfriado, por exemplo. Fora isso, é importante procurar um médico para avaliar se há apneia do sono”, explica a Dra. Raquel Rodrigues, otorrinolaringologista do HOPE – Hospital de Olhos de Pernambuco.

A médica explica que a apneia do sono são as pausas respiratórias que ocorrem durante o sono. Quando dormimos, relaxamos a musculatura da garganta e, naturalmente, há a queda da língua com o deslocamento da mandíbula, provocando uma obstrução da garganta que impede a passagem do ar, conhecida como apneia. “Essa doença pode ser do tipo central, que é quando ocorre uma falha no comando respiratório, e pode ser obstrutiva, sendo a mais comum, na qual ocorrem as pausas respiratórias durante o sono. Mas algumas pessoas podem ter apneia mista, ou seja, essas irão apresentar tanto a central quanto a obstrutiva”, completa a Dra. Raquel.

É necessário um exame médico para diferenciar um ronco comum de uma apneia. “Somente a polissonografia pode afirmar se existe ou não a doença. Esse teste consiste em avaliar o sono, utilizando gravação de áudio e vídeo enquanto o paciente dorme. Além disso, são colocados alguns sensores sobre a pele”, diz a otorrinolaringologista.

Para pessoas com histórico de ronco, o acompanhamento com um otorrinolaringologista é essencial. Segundo a Dra. Raquel, “na maioria dos casos, com o tratamento adequado, é possível melhorar a apneia. No entanto, quando não tratada, a condição pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, elevando significativamente as chances de infarto. Além disso, a apneia pode causar alterações nos níveis de colesterol e impactar o humor. Muitas vezes, o cansaço persistente está diretamente ligado a um quadro de apneia não tratada.”

O tratamento da apneia vai variar de acordo com a gravidade e as repercussões que está causando naquele paciente. “Cada histórico deve ser avaliado individualmente, podendo incluir desde uma fonoterapia para fortalecer a musculatura, uso de aparelho intraoral, cirurgias e, em alguns casos, a utilização do CPAP, que joga o ar com força, mantendo a via aérea aberta e eliminando a apneia.”

Além do tratamento médico, algumas mudanças no estilo de vida podem contribuir para a melhora da apneia do sono. “Manter um peso adequado, evitar o consumo de álcool e sedativos antes de dormir, praticar atividades físicas regularmente e adotar uma posição adequada para o sono são algumas medidas que podem reduzir os episódios de apneia. Além disso, a reeducação respiratória e exercícios para fortalecimento da musculatura da garganta podem ser aliados importantes no combate ao problema. O mais importante é que o paciente busque ajuda especializada o quanto antes, evitando complicações que possam comprometer sua qualidade de vida e bem-estar”, finaliza a Dra. Raquel Rodrigues.

 

 




GRUPO DE JOVENS ESCALADA APRESENTA ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO NESTE DOMINGO

 

O Grupo de Jovens Escalada, da Paróquia São Nicolau de Assis, convida a comunidade para prestigiar a encenação da Paixão de Cristo, que acontece neste domingo, 13 de abril, a partir das 20h, no estacionamento da Igreja São Nicolau, conhecida como Igreja Redonda.

A apresentação, que já se tornou uma tradição na paróquia, retrata os momentos mais marcantes da vida de Jesus Cristo, desde sua caminhada rumo à cruz até a ressurreição. Com emoção, fé e espiritualidade, os jovens do grupo dão vida a essa história que é um dos pilares da fé cristã.

A encenação é aberta ao público e promete uma noite de reflexão e conexão espiritual na preparação para a Semana Santa.

Para acompanhar as novidades e atividades do grupo, siga o perfil no Instagram: @escaladasn.




Acampamento Semana Santa terá oito dias de programação na Canção Nova

A Páscoa é a data litúrgica mais importante para os cristãos e, em preparação para esta Festa, a Igreja vive a Semana Santa. Na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), neste ano, as atividades programadas acontecem durante oito dias, de 13 a 20 de abril de 2025. É o Acampamento Semana Santa, que tem início domingo (13), às 9h, com procissão e a Missa de Ramos, presidida pelo padre Wagner Ferreira, presidente da Canção Nova, no Santuário do Pai das Misericórdias.

Frei Gilson, da congregação Irmãos Carmelitas Mensageiros do Espírito Santo, fará pregação nesse dia, às 14h30, e, em seguida, participa da Adoração ao Santíssimo Sacramento. Ao longo da semana, ele conduzirá o Rosário da Madrugada, com início às 3h45, no Rincão do Meu Senhor. A cofundadora da comunidade, Luzia Santiago, participará do Rosário na quinta-feira (17).

O bispo da diocese de Lorena (SP), Dom Wladimir Lopes Dias, preside missa no Santuário do Pai das Misericórdias na segunda-feira (14), às 15h30. Na Quarta-feira acontece a Procissão do Encontro e o Sermão das Sete Palavras, a partir das 17h, com condução do missionário da Canção Nova, diácono Nelsinho Corrêa.

A Missa da Ceia do Senhor, presidida por Frei Gilson, na Quinta-Feira às 20h, será no Centro de Evangelização. Na Sexta-feira (18), única data do ano que não tem missa, haverá a Celebração da Paixão de Cristo, às 15h, e a tradicional Via Sacra conduzida por Luzia Santiago e Eugênio Jorge, a partir das 20h30.

No Sábado Santo, tradicionalmente, celebra-se a missa da Vigília Pascal, às 20h, presidida pelo padre Roger Luis. Mas não para por aí. A programação segue madrugada afora com momentos de louvor, pregação do padre Adriano Zandoná, às 1h10: “Ele venceu a morte!”; show de Páscoa, às 2h e oração do rosário às 3h45, com Frei Gilson, que preside missa, às 7h, encerrando o Acampamento Semana Santa.

A expectativa de público para o evento (oito dias) é de 84 mil pessoas.

Serviço 

Evento: Acampamento Semana Santa – tema: “Na esperança da cruz, encontramos o ressuscitado”

Data: 13 a 20 de abril 2025

Local: Canção Nova

End.: Av. João Paulo II, s/nº, Alto da Bela Vista – Cachoeira Paulista (SP).

Entrada: Gratuita