5 dicas para se proteger do suor e odor em dias quentes

 

São Paulo, dezembro de 2024 – Em dias de calor intenso, a preocupação com o suor e odor se torna ainda maior. Nada mais incômodo do que realizar tarefas cotidianas com a famosa “pizza” debaixo dos braços e com mau odor. Algumas sugestões simples ajudam a garantir a proteção nas axilas mesmo em jornadas longas e de temperaturas elevadas.

Primeiramente, vale saber por que o suor aumenta para muitas pessoas no calor. Em dias mais quentes, há uma elevação da temperatura corporal e nosso corpo produz suor como uma forma de “refrescar” o corpo e regular a temperatura corporal, que deve se manter entre 36 e 37 graus celsius.

A transpiração maior no calor é algo natural e, quanto mais suor, maior a chance de sentirmos o indesejável “cecê”. No entanto, é possível controlar o suor e evitar o mau cheiro nas axilas mesmo com o sol a pino.

Veja algumas dicas para proteger as axilas nas altas temperaturas:
1 – Aplicação correta do desodorante faz MUITA diferença

A aplicação correta do antitranspirante, de forma que haja uma camada de produto por toda a área da axila, vai potencializar a proteção contra o suor e odor. Por isso é muito importante se atentar sobre o modo correto de aplicação. Veja alguns:

Aplique o seu antitranspirante Rexona preferido com as axilas secas. A eficácia do produto se torna mais completa com a pele seca debaixo do braço, criando uma camada protetora na axila que diminui a transpiração excessiva e ainda previne os maus odores.

Não exagere na quantidade de produto. Além do desperdício, isso pode causar o acúmulo de resíduo na pele e nas roupas. Cerca de 2 segundos em cada axila são suficientes para alcançar a proteção contra o suor e odor, mantendo uma distância mínima de 15cm da pele. Agite o produto antes de aplicar.

Apenas uma aplicação de Rexona já garante proteção eficaz contra o mau cheiro.

2 – Aplique o antitranspirante Rexona antes de dormir

A eficiência do desodorante antitranspirante Rexona aumenta quando o produto é aplicado antes de dormir.

Como dito na dica anterior, a fixação do produto é ainda melhor com a pele seca. E quando estamos acordados, a produção de suor – especialmente em áreas como as axilas – é maior. Já durante o sono, a produção de suor diminui, auxiliando a eficácia do produto na pele. O desodorante antitranspirante pode ser utilizado antes de dormir com segurança.

É importante ressaltar, ainda, que bactérias causadoras do mau odor não “dormem”, por isso ainda que você não vá realizar esforço físico durante o sono, é possível que a transpiração continue de forma excessiva, resultando em mau odor nas axilas mesmo durante o descanso.

3 – Use antitranspirante com formulação 3x mais proteção contra suor e odor

Muitos não sabem, mas existem produtos criados especialmente para agir com muito mais intensidade contra o suor e odor, indicados para quem tem transpiração excessiva, para quem encara jornadas longas e movimentadas, assim como para momentos de tensão, seja uma prova importante, uma entrevista de emprego, um date, entre outras situações que fazem suar frio.

Produtos da linha Rexona Clinical, por exemplo, oferecem proteção 3x mais proteção contra o suor e odor, cuja formulação tem como objetivo reduzir a liberação do suor através de uma camada protetora e controlar as bactérias causadoras do mau odor, tudo isso com fragrância que deixa um cheirinho bom nas axilas.

4 – Evite soluções caseiras

Receitas caseiras de desodorantes podem conter substâncias ácidas e abrasivas, como o limão e bicarbonato de sódio, entre outros, que podem alterar o pH da pele, favorecendo vermelhidão, irritação, alergia e desconforto na pele. Sem formulação testada e aprovada, desodorantes feitos em casa podem favorecer a proliferação de bactérias na região da axila, o que contribui para maior odor, sendo ineficaz na proteção do suor e ainda causar irritação na pele.

“É essencial que os antitranspirantes passem por testes rigorosos, de modo a atestar a eficácia e a garantir que sua formulação seja eficiente e também segura para a pele. Os desodorantes e antitranspirantes industrializados, seguem as regras de segurança, estabelecidas pelo órgãos regulatórios”, destaca Alessandra Rebouças, Coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento para Produtos de Cuidados Pessoais de Unilever.

5 – Escolha roupas leves e confortáveis

Roupas mais pesadas dificultam ainda mais a ventilação no corpo, gerando mais calor. Para compensar esse aumento de temperatura por baixo da camisa e manter regulada a temperatura corporal, as glândulas sudoríparas produzem mais suor, fazendo com que transpiremos mais, consequentemente.

Para os dias mais quentes, escolha roupas mais leves e confortáveis para permitir melhor ventilação no corpo. Evite tecidos sintéticos, como o poliéster, que não permite a respirabilidade para a região das axilas, fazendo com que o suor não evapore. A combinação de roupas mais leves, hidratação e aplicação correta de antitranspirantes de qualidade comprovada, como os de Rexona, fortalece a proteção contra suor e odor, mesmo em dias de calor e atividades intensas.




Sexo na Terceira Idade: confira 7 dicas para quebrar tabus e ter uma vida sexual saudável e prazerosa

 

 

 

 

A Terceira Idade é cercada por crenças que nem sempre são verdadeiras. Para a faixa etária de 60 anos ou mais, que representava cerca de 10,9% da população brasileira, segundo o Censo do IBGE de 2022, há a ideia de incapacidade para o trabalho, lazer e prazer. No que diz respeito à sexualidade, esse é um dos temas que mais desperta tabus e estereótipos, principalmente devido às transformações corporais durante o envelhecimento.

“As mudanças físicas e hormonais, como a diminuição da testosterona nos homens e a menopausa nas mulheres, podem reduzir a libido e afetar a função sexual, como disfunção erétil ou secura vaginal. No entanto, é possível contornar esses desafios”, explica a profissional da área de Geriatria e Clínica Médica do AmorSaúde, Haydeia Leite Ciraulo. Apesar dessas transformações, existem modos e tratamentos que ajudam os idosos a exercer sua sexualidade sem intercorrências ou tabus.

Principais mitos e tabus

Quando se fala em sexualidade na Terceira Idade, está disseminado pelo senso comum que idosos não têm ou sentem prazer. De acordo com a médica, essa crença é um dos diversos mitos que rondam o tema. “A sexualidade pode ser mantida ativa e prazerosa na terceira idade. Além disso, existe o tabu de que os idosos não têm mais capacidade de reprodução ou desejo sexual, o que ignora a diversidade de experiências de vida sexual ativa na terceira idade”, salienta.

Haydeia adiciona que essas ideias no imaginário popular são reforçadas pois acredita-se que a sexualidade está atrelada somente à juventude. “O prazer sexual não tem idade. Embora os corpos mudem com o tempo, o prazer está ligado a fatores emocionais, psicológicos e físicos que podem ser mantidos em qualquer fase da vida”, pontua.

Tratamento e medicações

Mesmo com as mudanças fisiológicas, existem tratamentos médicos que auxiliam na libido e na lubrificação, como reposição hormonal e medicamentos para disfunção erétil. A profissional do AmorSaúde também indica o uso de lubrificantes e outros tratamentos para aliviar a secura vaginal.

“Para a disfunção erétil, é importante que o médico avalie a causa subjacente (como problemas cardiovasculares) antes de prescrever qualquer tratamento. No caso da reposição hormonal, também é essencial considerar os riscos e benefícios, pois nem todos os idosos são candidatos adequados. O acompanhamento médico é fundamental para garantir a segurança e eficácia desses tratamentos”, explica. Ainda sobre essa questão, a médica acrescenta que a supervisão médica é indispensável pois a recomendação não é para todos os idosos já que podem possuir efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

Dicas para manter a saúde sexual

Além dos tratamentos médicos, é possível incorporar outros hábitos ou meios para manter a saúde sexual na Terceira Idade e evitar possíveis disfunções ou problemas com a lubrificação vaginal, conforme aponta a médica.

  • Saúde física: o combo de atividades físicas regulares e alimentação balanceada é benéfica para o idoso, pois melhora a saúde cardiovascular e hormonal, controla o sobrepeso e reduz as chances de desenvolver obesidade;
  • Tabagismo e álcool: o abuso dessas substâncias interfere diretamente na circulação e a função sexual;
  • Comunicação: de acordo com a Ciraulo, falar abertamente com o parceiro sobre as expectativas e desejos auxilia na melhora da experiência sexual para ambos. Os medos e as inseguranças também podem ser compartilhados, de forma que a comunicação seja respeitosa, empática, acolhedora e sem julgamentos;
  • Experimentação: uma das estratégias para estimular e aproveitar a sexualidade é experimentar novas formas de prazer e intimidade, adaptadas às mudanças do corpo;
  • Saúde emocional: além da parte física, é essencial o cuidado com o emocional. Segundo a médica, sentimentos de ansiedade, depressão ou baixa autoestima podem diminuir o desejo sexual. “A autoestima, especialmente à medida que envelhecemos, está diretamente relacionada à libido, pois pessoas que se sentem confortáveis e confiantes com seu corpo tendem a ter uma vida sexual mais satisfatória”, destaca;
  • Ajuda profissional: seja no âmbito físico ou emocional, buscar amparo de profissionais auxilia na manutenção de uma vida sexual plena ao longo do envelhecimento;

Educação sexual: Haydeia ressalta a relevância da educação sexual também entre os idosos, principalmente para prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Mesmo durante a Terceira idade, os usos de preservativo e lubrificantes devem ser estimulados. Além disso, ela aponta que, por meio da educação sexual, é possível desmistificar certas crenças e oferecer informações sobre como lidar com as mudanças físicas e emocionais relacionadas ao envelhecimento.




Diocese de Assis

 

Antigamente, quando alguém estreava numa atividade profissional ou esportiva, ou iniciava uma mudança de vida, dizia-se que estava recebendo seu batismo de fogo naquela área ou simples iniciação. Receber um batismo de fogo era quase uma festa, merecedora de aplausos e congratulações. Momento de muita euforia para aquele que atingia um clímax na realização de um sonho ou de muita expectativa para quem desejasse vida nova, mudança de rumos.

Mais ou menos essa era a definição que Joao Batista fez de sua atividade profética às margens do rio Jordão. Dizia ser aquele tempo um momento de transformação, a hora das mudanças. A conduta social daquele povo exigia nova mentalidade para se criar os vínculos da fraternidade e solidariedade entre eles. “Quem tiver duas túnicas dê uma…” Era preciso respeitar as leis, mas igualmente fazer por merecer aquilo que se conquistava com o próprio suor. Os impostos devidos só seriam justos se não ultrapassagem os critérios estabelecidos. Respeitar o direito do outro, suas posses e bens honestamente conquistados. “Não tomeis à força dinheiro de ninguém…” Nunca se deveria levantar falso testemunho, pois era esse o grande pivô da discórdia e instabilidade nas relações comunitárias. Continua sendo.

Então João declarou a todos, em alto e bom som: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte,,, Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo” (Lc 3, 16). Estava estabelecida a diferença entre um batismo para iniciantes e a imersão maior e definitiva do Batismo que Jesus iria nos oferecer: o Fogo! Eis porque a Igreja denomina o gesto sacramental do batismo como rito de iniciação cristã. Início que culmina com o sacramento do Crisma, o rito da maioridade na fé. Somente após a unção sagrada do crisma é que podemos nos dizer adultos na caminhada cristã. Somente após a vinda do Espírito, em Pentecostes, é que os discípulos de Jesus assumiram com profissionalismo e destemor os desafios e as exigências da vida cristã. Tornaram-se destemidos defensores daquilo que acreditavam e testemunharam em vida. Receberam o verdadeiro Batismo de Fogo, a força necessária para perseverarem na fé e defesa dos valores cristãos. As luzes e bolas de fogo que pairavam sobre eles durante Pentecostes não eram mero simbolismo ou força de retórica evangélica, mas realização de uma promessa: “A palha, ele a queimará no fogo que não se apaga” Tudo aquilo que é supérfluo e insignificante para nossa vida de fé será posto de lado, destruído e abandonado à beira do caminho, pois o que nos interessa é maior que tudo o que aqui temos e vemos.

“A paz de Deus, que ultrapassa todo o entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus” (Fl 4, 7) Isso sim, é fogo! O fogo de todas as nossas paixões purificadas e canalizadas para o verdadeiro Amor. Esse é o verdadeiro batismo anunciado às margens daquele rio no deserto. Virá então Cristo Jesus, Senhor e Diretor de nossas almas, nossas vidas em constante busca de seu significado e razão de ser e nos dará as respostas que buscamos. Para tanto, estejamos preparados. Com o coração puro e a alma aberta ao entendimento dos mistérios que cercam nossas vidas. Assim, atentos, mereceremos o diploma que sonhamos, a graça de sermos chamados filhos de Deus com a unção de seu Batismo de Fogo… o fogo do verdadeiro Amor.

WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]




Espaço Espírita

 

Natal! – enquanto enfarpelas

Teu salão aurifulgente,

Desfilam, junto às janelas,

As dores de muita gente.

 

Natal!… Um pobre foi visto,

Passando sobre pedradas.

Soube, depois, que era o Cristo

Batendo a portas fechadas.

 

Natal! Quem foge ao preceito

De repartir o seu pão

Carrega um calhau no peito,

Em forma de coração.

 

O Natal em toda idade

É sempre nova alegria,

Mas nos dons da caridade,

O Natal é todo dia.

 

Natal!… Festeja esquecendo

Quaisquer preconceitos vãos…

Natal é Jesus dizendo

Que todos somos irmãos.

LEÔNCIO  CORREIA

Do livro “Antologia Mediúnica do Natal” – Editora FEB

Psicografia: Francisco Cândido Xavier

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO




Psicanalista comenta sobre a pressão das redes sociais e a idealização da felicidade

 

Uma nova tendência no Instagram, intitulada “Como posso estar triste se em 2024 eu…”, tem chamado a atenção ao reunir momentos felizes e conquistas marcantes em carrosséis de fotos. Apesar da proposta positiva de celebrar as boas memórias do ano que passou, a psicanalista Fabiana Guntovitch, especialista em Comportamento, alerta para os riscos dessa prática quando usada para invalidar emoções difíceis, como a tristeza.

Segundo Fabiana, há uma pressão implícita nas redes sociais para idealizar a vida, o que pode levar muitas pessoas a acreditarem que emoções negativas não têm espaço em um cenário aparentemente perfeito. “Quando tentamos justificar nossa tristeza comparando-a com momentos felizes, criamos um conflito interno que pode gerar culpa e até nos afastar de uma vivência mais autêntica das nossas emoções”, explica.

Para a psicanalista, a saúde emocional não consiste em suprimir ou evitar sentimentos difíceis, mas em acolhê-los como parte da experiência humana. “A vida real é feita de altos e baixos. Tentar mascarar a tristeza com fotos de conquistas não elimina o sentimento, apenas o reprime, o que pode trazer mais sofrimento no futuro”, afirma.

Fabiana também destaca a importância de entender o feed do Instagram como apenas um recorte idealizado da realidade, e não um reflexo completo da realidade das pessoas. “É importante lembrar que momentos felizes e tristes coexistem, e ambos têm seu valor. Abraçar essa dualidade é essencial para a construção de uma narrativa mais autêntica e saudável, tanto nas redes quanto fora delas”, pontua a especialista.

Por fim, ela reforça que celebrar as alegrias da vida é importante, mas não deve ser usado como forma de invalidar o que sentimos em momentos mais difíceis. “Aceitar nossas sombras e vulnerabilidades é um ato de coragem e, paradoxalmente, faz parte do processo de aprendizado e evolução, que inclui autoconhecimento, autoconfiança, autoestima e amor próprio, indispensáveis para uma vida mais plena e mais feliz. Encontrar uma felicidade mais genuína”, garante ela.




Vila portuguesa bate recorde em casos de xenofobia contra brasileiros

 

Uma pequena vila em Portugal, Castelo de Paiva, registrou um aumento alarmante no número de casos de xenofobia, racismo e bullying, muitos deles direcionados a brasileiros que vivem na região. Em três anos, nunca houve tantos relatos de discriminação, de acordo com o comandante da GNR (Guarda Nacional Republicana) local, Gilberto Monteiro. Ele revelou que quatro processos foram abertos recentemente, um número recorde para o local. No entanto, muitos casos ainda não são formalmente denunciados, especialmente no ambiente escolar.

“Há muitos casos de bullying, até mais do que de racismo e xenofobia. Mas o problema começa dentro das escolas, e é essencial que as pessoas venham prestar queixa. Sem participação ativa das instituições de ensino, é difícil combater essa realidade,” destacou Monteiro.

Comunidade reage

Os atos de discriminação têm gerado indignação entre líderes locais e levantado questionamentos sobre os valores de inclusão e acolhimento da comunidade. Almiro Moreira, Presidente da Assembleia Municipal de Castelo de Paiva, repudiou veementemente os episódios:

“Enquanto Presidente da Assembleia Municipal, pai e, acima de tudo, cidadão, condeno veementemente qualquer ato de violência, discriminação ou humilhação, como o ocorrido recentemente na nossa comunidade escolar, que reflete comportamentos de xenofobia, racismo e bullying absolutamente inaceitáveis. Acredito que este seja um caso isolado e confio que não reflete a nossa sociedade amiga e acolhedora.”

Ele destacou ainda a importância de reforçar a educação e a formação cívica como ferramentas fundamentais para promover o respeito mútuo e a valorização da diversidade.

O Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, por sua vez, reforçou o compromisso da região em combater a discriminação e construir uma sociedade mais igualitária:

“Venho manifestar o meu mais profundo repúdio a qualquer forma de racismo, discriminação e bullying. Acredito firmemente que a comunidade paivense não se revê nesses atos condenáveis. Somos um povo que preza pela solidariedade e pela convivência harmoniosa. Apelo a todos para que promovamos uma cultura de tolerância, inclusão e dignidade para todos.”

Brasileiros entre as principais vítimas

Brasileiros que vivem em Portugal frequentemente relatam episódios de xenofobia, especialmente em escolas, onde jovens enfrentam apelidos pejorativos, exclusão e comentários discriminatórios. Embora os números sejam alarmantes em Castelo de Paiva, a situação reflete uma problemática mais ampla que afeta diversas comunidades de imigrantes em Portugal.

Especialistas apontam para a necessidade de conscientização nas escolas e na sociedade como um todo. Programas educativos que promovam a tolerância e o respeito às diferenças são fundamentais para combater o preconceito.

O papel da denúncia

Autoridades locais incentivam as vítimas a denunciarem casos de xenofobia, racismo e bullying. O comandante Gilberto Monteiro fez um apelo direto:

“As pessoas precisam prestar queixa, inclusive nas escolas. Só assim poderemos combater efetivamente este problema.”

A situação em Castelo de Paiva destaca um desafio que exige ações imediatas e coordenadas para proteger imigrantes e promover uma convivência harmoniosa em Portugal. Enquanto os números assustam, a esperança reside no compromisso de líderes locais e da comunidade em reverter esse cenário e garantir um ambiente mais acolhedor e inclusivo.




Dicas essenciais para manter a pele saudável no verão e como se proteger das altas temperaturas

 

Com a chegada do verão e das festas de fim de ano, adotar uma rotina de cuidados com a pele torna-se essencial para enfrentar o calor e a exposição solar de forma saudável. Nesse contexto, hábitos simples em casa, como manter a hidratação e proteger a pele adequadamente, podem fazer toda a diferença.

Segundo a especialista em estética e harmonização orofacial, Dra. Karina Moreno, a hidratação, tanto com ingestão adequada de água quanto com o uso de produtos leves, é primordial durante os dias quentes. Além disso, é importante evitar o uso de ácidos que possam sensibilizar ainda mais a pele ao calor e à exposição solar, priorizando sempre a fotoproteção, especialmente nos horários de maior incidência de radiação.

Quando o assunto é procedimentos técnicos, o verão exige cuidados especiais devido aos riscos da exposição ao sol e ao calor. Procedimentos como preenchimentos e botox, por exemplo, devem ser realizados com pelo menos 15 dias de antecedência ao verão para evitar hematomas e inchaços, que podem ser agravados pela vasodilatação causada pelo mormaço.

“A exposição solar pode causar hiperpigmentação, manchas e irritações em áreas tratadas, comprometendo os resultados e a saúde da pele. Por isso, a fotoproteção rigorosa é essencial nesse período, assim como a escolha de tratamentos que respeitem as limitações da estação”, explica.

Entre as opções recomendadas estão os peelings específicos para o verão, microagulhamento superficial, bioestimuladores e o ultrassom microfocado. Esses tratamentos, menos agressivos, proporcionam resultados eficazes sem comprometer a saúde da pele, mesmo em temperaturas elevadas.

A doutora também  destaca que, para garantir uma pele saudável e radiante durante o verão, é necessário criar uma rotina equilibrada que, além de cuidados diários, envolve o acompanhamento de tratamentos estéticos profissionais. Esses cuidados contínuos são essenciais para preparar e manter a pele protegida e rejuvenescida durante as festas e toda a temporada de calor.

Karina Moreno




Exageros e automedicação no fim de ano podem comprometer a saúde do fígado

 

O fim de ano traz uma rotina agitada, com presentes para comprar, confraternizações e mudanças nos hábitos alimentares. Em meio a isso, exageros na alimentação, no consumo de álcool e na automedicação podem trazer sérias consequências para o organismo, especialmente para o fígado.

A farmacêutica da Prati-Donaduzzi, Ianca Mendes, destaca que os alimentos consumidos e os horários das refeições influenciam diretamente na eficácia e segurança de um tratamento. “De forma geral, a interferência ocorre na absorção do medicamento ou na potencialização de seu efeito. A presença de alimentos no estômago pode atrasar o efeito de determinados medicamentos. Por isso, o ideal, na maioria dos casos, é ingerir o medicamento uma ou duas horas após a refeição. Mas isso não se aplica sempre. Quem faz uso de anti-inflamatórios ou metformina (usada por pacientes com diabetes) deve se alimentar antes, já que esses medicamentos podem agredir o estômago”, explica.

Escolha dos alimentos

Certos alimentos podem interferir na eficácia dos medicamentos. A pectina, encontrada em frutas como maçã e goiaba, pode atrasar a absorção do paracetamol. O cálcio do leite e seus derivados reduz a ação de antibióticos como tetraciclina, enquanto as fibras do feijão e da lentilha podem afetar a digoxina, usada no tratamento de insuficiência cardíaca.

Quando a mistura envolve medicamentos e bebidas alcoólicas, o maior risco é a sobrecarga do fígado, que precisa metabolizar ambos. “A sobrecarga do fígado pode comprometer o funcionamento adequado dos medicamentos. Além disso, o álcool pode reduzir a absorção do medicamento no trato gastrointestinal, diminuindo sua concentração no sangue e, consequentemente, sua eficácia”, alerta Ianca.

Cuidados com horários

Outro problema comum durante dias mais corridos é esquecer de tomar os medicamentos nos horários corretos. Nesses casos, o ideal é ingerir o medicamento assim que lembrar, mas nunca dobrar a dose. “De maneira geral, não existe um horário universalmente melhor para tomar medicamentos. O importante é manter a regularidade — especialmente no caso de antibióticos, que exigem intervalos rigorosos para garantir a eficácia do tratamento”, finaliza a farmacêutica.

Para garantir um tratamento seguro e eficaz, é essencial seguir as orientações médicas, respeitar os horários dos medicamentos e evitar misturas prejudiciais, especialmente com bebidas alcoólicas. Cuidados simples podem fazer toda a diferença para a sua saúde durante o fim de ano.




Escolha a cor certa para a virada: dicas de roupas para o Ano Novo

 

Com a chegada das festas de fim de ano, o dilema sobre como usar as cores para a virada continua presente na mente de muitas pessoas. A escolha vai além do estilo: para muitos, cada cor carrega um significado especial para atrair diferentes energias no ano que começa.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Moda (IBModa), o branco continua sendo a cor mais escolhida no Réveillon no Brasil, representando paz e renovação. No entanto, núcleos como dourado, prata e tons pastéis estão ganhando espaço, refletindo tendências globais e desejos mais específicos.

Segundo a professora do curso de design de moda da Estácio, Ana Carolina de Santana, a procura pela cor ideal para passar a virada de ano virou uma tradição entre os brasileiros. “A cor que escolhemos para a virada reflete nossos desejos para o ano seguinte. É uma forma de expressar intenções através da moda, que vai além da estética”, explica.

Os significados das cores são universais: branco para pureza, amarelo para alegria e prosperidade, vermelho ou rosa para atrair o amor desejado, verde para saúde e o azul para tranquilidade e saúde mental. “Vale lembrar que a escolha das cores não precisa ser limitada a uma única peça. Acessórios são uma ótima forma de combinar tendências e simbolismos. Por exemplo, roupas brancas podem ser complementadas com acessórios coloridos, como contas e miçangas, que estão em alta”, acrescenta a professora.

Além das cores tradicionais, as tendências de moda para 2025 trazem novidades que prometem marcar presença na virada. O Instituto Pantone, referência mundial em cores, elegeu o Mocha Mousse como a cor do ano 2025. Trata-se de um tom marrom terroso, que representa aconchego, acolhimento e conforto. “Os tons terrosos, como marrom e bege, vêm com força nesta temporada, oferecendo sofisticação e uma conexão com a natureza, alinhada ao clima de renovação do Ano Novo”, destaca Ana Carolina.

Os tons pastel gelados também são apostas certeiras para a virada, especialmente o verde menta, amarelo manteiga e azul céu. “Essas cores suaves são perfeitas para quem deseja um look leve e fresco, combinando com o verão brasileiro e com o simbolismo de tranquilidade e harmonia”, sugere a professora.

Personalize o visual

A professora ainda fala sobre a possibilidade de inserir acessórios para deixar o look mais divertido. “Você pode brincar com acessórios para trazer outras cores. Por exemplo, se o vestido for branco, um colar ou pulseira vermelha pode adicionar um toque de paixão ao visual”, indica. Além disso, estampas como o animal print que sempre estão em alta e são as protagonistas da moda do verão, trazendo ousadia e estilo para quem busca um look mais marcante.

Os lenços são um dos acessórios-chave para 2025, com inspiração nos anos 70 e 90, trazendo um toque de nostalgia e conexão com o que é natural e artesanal. Eles podem ser usados de diversas formas para compor o look da virada. “Os lenços na cintura, usados como cintos, são um detalhe prático e estiloso, principalmente com vestidos ou peças de alfaiataria em tons neutros. Já a sobreposição de lenços em blusas ou como acessórios para o cabelo adiciona personalidade ao visual, com um ar despojado e sofisticado ao mesmo tempo”, recomenda.

Independentemente da cor escolhida, Ana Carolina destaca que o mais importante é sentir-se bem e confortável. “A moda é sobre se expressar. A virada do ano é um momento especial, a roupa deve refletir a sua identidade e os seus desejos para o futuro. O importante é escolher peças que tragam confiança e leveza para começar o novo ciclo da melhor maneira possível”, finaliza.




Cigarro: eletrônico ou “analógico”, é preciso se livrar dele!

 

Que cigarro faz mal, isso todo mundo sabe. Só que, parar de fumar, também é uma missão difícil a quem tem essa dependência. É por isso que tanta gente, em vez de buscar logo o tratamento adequado, prefere antes recorrer a “estratégias paralelas”, digamos assim, na tentativa de minimizar gradativamente a compulsão causada pela nicotina, ou mesmo de promover uma redução dos danos ocasionada por esse mau hábito.

Cigarro de palha, cachimbo, fumo de mascar, cigarro eletrônico… Essas costumam ser as “opções” que os fumantes inicialmente procuram na ilusão de driblar o vício, sem ter que, de fato, abandoná-lo. Como se um alcoólatra, por exemplo, trocasse a cachaça pelo vinho. Ou seja, uma forma de encontrar uma solução que não seja propriamente a de parar com tudo. Mas que, infelizmente, não existe.

De certo, é que o consumo de tabaco, seja por qual meio for, é sempre prejudicial e deve ser evitado – conforme explicam os otorrinolaringologistas Dr. Rui Imamura e Dra. Cristiane Adami, ambos do Hospital Paulista – referência nacional em saúde de ouvido, nariz e garganta.

Fumo de mascar

No caso do fumo de mascar (ou chewing tobacco, como também é chamado), o Dr. Rui explica que, embora ele não seja inalável, esse tipo de produto em nada ajuda a quem deseja superar o vício da nicotina, além de também oferecer riscos à saúde.

“Mascar tabaco também expõe as mucosas da boca e da garganta a mais de 20 tipos de substâncias tóxicas que, da mesma forma que o cigarro comum, podem levar a doenças gengivais, problemas dentários e mesmo a tumores da boca e da garganta”, enfatiza o médico.

Cigarro eletrônico

Já no caso do cigarro eletrônico (também conhecido como Vape ou e-líquido), a Dra. Cristiane destaca que, além dos riscos já sabidos, existe um agravante, que é a falta de informações acerca da composição dos líquidos utilizados.

“O grande problema, a meu ver, está nos componentes que não são verdadeiramente informados nos rótulos e possuem alta capacidade cancerígena. Dentre os mais frequentemente encontrados, estão a nicotina, o propilenoglicol, a glicerina, o 2-clorofenol, o polônio-210 e inúmeros metais pesados”, elenca a médica.

Os problemas, segundo a especialista, não param por aí: “Além desses elementos citados, ainda há os produtos de degradação no processo de aquecimento do líquido para criar um aerossol inalável, que são o formaldeído, o acetaldeído e acroleína. Todos esses representam grande risco à nossa saúde e denotam o quanto o cigarro eletrônico é extremamente prejudicial, pois afetam vários órgãos do nosso corpo, como via aérea, cérebro e coração”.

No caso das vias aéreas, em especial, a Dra. Cristiane acrescenta que tais substâncias causam inflamação nas gengivas, nos seios paranasais, na garganta, na laringe e nos pulmões, que podem, inclusive, ensejar quadros de câncer, além de induzir lesões nas pregas vocais que causam rouquidão persistente e alteração na qualidade vocal. “É uma modinha que definitivamente não podemos entrar”, opina a especialista.

Cuidados

Seja de qual forma for o consumo da nicotina, os médicos do Hospital Paulista recomendam atenção a certos sintomas que servem de sinal de alerta a possíveis doenças relacionadas.

Pacientes que tenham rouquidão em período maior que suas semanas, principalmente quando associada à dor de garganta, dor para engolir, dor irradiada para o ouvido, pigarro constante, ou com sangue, dificuldade ou barulho ao respirar devem procurar o médico.

Por fim, quanto a melhor forma de prevenção a essas doenças, a número 1 é: parar de fumar – como todos já sabem. A propósito, nesta semana celebramos o Dia Mundial Sem Tabaco. Um momento, portanto, oportuno a quem deseja finalmente superar esse vício em definitivo.Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Fundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia possui cinco décadas de tradição no atendimento especializado em ouvido, nariz e garganta e durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial.

Referência em seu segmento e com alta resolutividade, conta com um completo Centro de Medicina Diagnóstica em Otorrinolaringologia. Dispõe de profissionais de alta capacidade oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.