Maior encontro de arte na pele do mundo, a 12ª Tattoo Week começa nesta sexta em SP
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Foto: Acelera.xyz
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Na perspectiva humana, valores monetários são inflados pela cotação diária de uma bolsa ilusória. Há um lastro a ser seguido, de acordo com os humores e oscilações do mercado. Seu peso e medida nunca são os mesmos, dependendo da ótica daqueles que regem ou administram os interesses financeiros dum mundo globalizado. São os donos da bolsa, os que ditam as regras! Um cofre com fundo falso…
Mas na perspectiva divina a realidade é outra. Nesta não existe ostentação, nem ilusões passageiras, nem moedas virtuais. Os valores são outros. Imaginem então a cena que se segue. “Jesus estava sentado no templo, diante do cofre de esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre” (Mc 12,41). Penso no quão triste era para Ele essa observação. Quanta decepção! Ali acontecia um desfile de exibicionistas diante de uma multidão que se dizia cumpridora das leis. Grandes quantias eram as provas cabais de uma proteção dos céus, que envaideciam os mais ricos, exatamente aqueles que gostavam “das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes”. Vaidade, pura vaidade!
Então, timidamente, eis que se aproxima uma pobre viúva. Envergonhada e cabisbaixa, deposita “duas pequenas moedas, que não valiam quase nada”, e se afasta com rapidez, temendo ser interpelada por alguém ou coisa assim.
De imediato, Jesus chama a si seus discípulos, apontando a mulher. “Estão vendo essa pobre coitada! Nesse templo, hoje, ela fez a maior de todas as ofertas, pois depositou de sua miséria, deu tudo o que tinha para sobreviver”!
Esse é o real valor de uma oferta. Dar não o que nos sobra, mas o que nos pode fazer falta, aquilo que julgamos essencial para nos manter vivos! Essa é a perspectiva com que Deus avalia nossos gestos de oferta diante de seus altares, a coragem de apresentar uma oferta maior do que nossos tesouros materiais, nossas ilusórias riquezas corroídas pela traça e ferrugem. O que temos não importa a Deus, mas o que somos, sim. Porque na integridade de uma alma sensível e disposta a agradar a Deus é que residem os maiores valores da essência humana. Esse é o dom maior, a verdadeira riqueza donde podemos tirar a maior das ofertas que os olhos misericordiosos de Jesus esperam de nós: dar da nossa pobreza, oferecer da nossa insignificância. Um gesto de amor capaz de agradar muito mais do que nossa prepotência de nos julgarmos donos do mundo, senhores do universo. Nada disso somos, nada disso temos. Ao contrário, se não nos abandonarmos plenamente nas mãos do Criador, para que Ele realize em nós seus projetos, em vão serão nossas conquistas terrenas. Insignificantes as nossas ofertas. Mais do que ofertar das “sobras”, precisamos ofertar nossas “misérias”.
Não se trata de uma simples inversão de valores num ato de oferta que fazemos diante de Deus. Se recebemos mais, se temos melhores condições para gestos concretos de doações, não podemos fugir dessa responsabilidade maior. Quem tem mais, deve sim ser mais generoso. Mas não está dando mais do que aquele que recebeu menos. Pois, na medida de Deus, o que conta não é o valor depositado, mas a generosidade do coração que doa. E, para este, não existe dinheiro que pague um gesto de amor. Quem recebeu mais não estará dando mais do que aquele que recebeu menos. A medida de Deus é a medida do coração que ama.
WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]
De uma feita, um Pai de Família pede-lhe, chorando, um óbolo, uma ajuda em dinheiro para enterrar o corpo de sua esposa, que desencarnara, deixando-lhe os filhos menores doentes e famintos.
Bezerra procura algo nos bolsos e nada encontra. Comove-se! E sua comoção era uma Prece!
E por intuição, desapegado das coisas materiais, tira do dedo o anel simbólico de Médico e o entrega ao Irmão necessitado, dizendo-lhe, com carinho e humildade:
– Venda-o e, com o dinheiro apurado, enterre o corpo de sua mulher e, depois, compre o de que precisa. Que Maria Santíssima o ajude e abençoe!
RAMIRO GAMA
Do livro “Lindos casos de Bezerra de Menezes” – Editora LAKE
USE INTERMUNICIPAL DE ASSIS
ÓRGÃO DA UNIÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
Numa cultura de machistas e destemidos, a vida é tratada como um grande ringue para a propaganda e a exibição de falsos lutadores, de falsas lutas e de falsas vitórias. O que se pretende na “vida-ringue” é ocultar o medo.
Medo? Sim! Medo! O medo é a única razão pela qual as pessoas vivem como estão vivendo: mergulhadas no absurdo, tristes, mal amadas, amarguradas, violentas, indiferentes, insensíveis, inconsequentes…
Todos vivemos com medo de tudo e de todos. Desenvolvemos relações de medo. E, por causa das relações de medo, nos situamos na autodefesa, na autopreservação, na autoproteção… como se estivéssemos em estado de guerra permanente. O medo é uma doença atroz.
Você tem medo? Medo do que? Por que o medo? O que se pode esperar de alguém que vive no medo e do medo? Alguém com medo transforma a sua própria vida e a dos outros num verdadeiro inferno. Um inferno na própria vida porque vive retraído, reprimido, infeliz, deprimido, inseguro, insatisfeito, sem iniciativas… Um inferno na vida dos outros porque, por sentir-se sempre perseguido, agride, mente, desconfia, dissimula, calunia, difama…
De onde vem o medo? O medo pode vir de experiências pessoais traumáticas, de foro íntimo, como perdas e de foro externo como uma violência, uma agressão. O medo sempre faz entrever uma situação de intimidação. Isso significa que, invariavelmente, o medo se mantém porque há uma ‘força’ que subjuga o indivíduo. As vezes é um sentimento de culpa; outras vezes uma lembrança, um acontecimento, uma situação, uma pessoa, uma estrutura, uma crença, uma ideologia. Mas, nem sempre, as pessoas admitem que vivem no medo e do medo.
O grande mal do medo é que instala, na pessoa, uma sensação constante de desintegração, de tal forma que, mediante qualquer possibilidade de mudança sente-se ameaçada e, por isso, encapsula-se e isola-se.
O medo tem cura? Como é uma “doença existencial” a cura do medo implica mudança de critérios, atitudes e mentalidade. Uma necessária rearticulação da própria existência sobre outras bases e visão. Inicia-se com a identificação dos “intimidadores” que instalaram o medo e agem para o enfraquecimento do poder sobre si mesmo, até chegar à aceitação da vida e de si mesmo. A aceitação da vida, como uma luta permanente, sem ringues, mas de muitas batalhas. A aceitação de si mesmo, como um lutador sem substitutos que, tem como arma suas convicções, seus valores, seus princípios, sua fé, seu amor, sua esperança e, ao seu favor, tantos quantos lhe querem bem, mesmo quando, para ajudar na luta precisam “puxar-lhe as orelhas” ou indicar outros caminhos e métodos.
O medo só tem espaço porque, falta o temor e sobra o destemor. Neste sentido, algumas leituras bíblicas podem nos ajudar a repensar o modo como temos vivido: se no temor ou no destemor. Vivido no temor, quando agimos com amor e respeito a Deus e aos outros; descobrimos e aceitamos o que nos rege e, ao mesmo tempo, nosso próprio lugar, ação e missão. Vivido no destemor, quando perdemos a noção de limites: tempo e espaço; agimos como se fôssemos os únicos no mundo, de modo individualista; não respeitamos, não amamos e não reconhecemos o outro.
Eis o que diz a Palavra: Gn 3,10: “ouvi teus passos no jardim: tive medo, porque estou nu, e me escondi.” Ex 14,13: “Não tenham medo. Fiquem firmes, e verão o que Javé fará hoje para salvar vocês.” Is 51,7: “Escutem o que eu digo, vocês que conhecem a justiça, gente que traz a minha lei no coração: não tenham medo dos insultos dos homens, nem se rebaixem com suas caçoadas.” Jó 9,35: “Então eu poderia falar sem medo; do contrário, não sou dono de mim mesmo.” Eclo 34,14: “Quem teme ao Senhor não tem medo de nada e não se assusta, porque o Senhor é a sua esperança.” 1Jo 4,18: “No amor não existe medo; pelo contrário, o amor perfeito lança fora o medo, porque o medo supõe castigo. Por conseguinte, quem sente medo ainda não está realizado no amor.”
PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS
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O médico e terapeuta sexual João Borzino diz que a atividade sexual é capaz de reduzir a enxaqueca Quem nunca viu um filme ou novela que a personagem deixa de transar por estar com dor de cabeça. Mas o sexo pode ser uma anagélsico natural para a enxaqueca. Ainda é possível, o contrário. Alguns indivíduos se queixam de cefaléia pós-coito. “O sexo pode, de fato, aliviar dores de cabeça para algumas pessoas. Estudos mostram que durante o orgasmo, há um aumento na produção de endorfinas, conhecidas como “hormônios da felicidade.” Essas substâncias têm efeitos analgésicos, ou seja, ajudam a reduzir a percepção da dor. De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Münster, na Alemanha, cerca de 60% dos participantes com enxaqueca relataram que a atividade sexual proporcionou algum alívio das dores. Esse efeito se deve principalmente ao aumento do fluxo sanguíneo no cérebro e à liberação de endorfinas, que atuam no sistema nervoso central reduzindo a dor e trazendo uma sensação de bem-estar”, explica o médico e terapeuta sexual João Borzino. Borzino enfatiza que esse alívio não atinge todas as pessoas. “Os efeitos do sexo sobre a dor de cabeça variam de pessoa para pessoa. O alívio da dor de cabeça por meio da atividade sexual é mais comum em pessoas com dores de cabeça tensionais e enxaquecas. No entanto, não é uma solução universal. Para algumas pessoas, especialmente aquelas que lidam com enxaquecas crônicas, a relação sexual pode não ter efeito algum ou até piorar o quadro. Segundo um estudo publicado na *Cephalalgia*, cerca de 33% das pessoas com enxaquecas experimentam um agravamento da dor após o sexo, o que sugere que o efeito da prática sexual sobre a dor é bastante individualizado e depende de fatores como a intensidade da dor pré-existente, o estado emocional e o ambiente no qual a relação ocorre”. No entanto, o sexo, ao invés de melhorar, pode também causar dores de cabeça. “É comum para algumas pessoas experimentarem dores de cabeça pós-coito, conhecidas como cefaleias coitais. Essas dores geralmente surgem durante o clímax ou logo após o orgasmo e podem variar de uma leve pressão na cabeça a dores intensas e agudas. Esse tipo de dor é mais comum em homens do que em mulheres e pode ter uma explicação fisiológica: o aumento da pressão arterial e a tensão muscular durante o sexo podem desencadear uma resposta dolorosa no cérebro” Ele ressalta que sempre há de se fazer o principal e mais grave diagnóstico diferencial. “Aneurisma Cerebral. Sempre que há queixa de cefaléia no orgasmo temos que descartar a possibilidade de tal enfermidade. Sempre”, alerta. João Borzino afirma que em alguns casos, a dor de cabeça pós-sexo pode ser relacionada a fatores psicológicos, como ansiedade ou estresse. “A antecipação de desempenho, preocupações com o relacionamento ou outras inseguranças podem contribuir para o aumento da tensão muscular e vascular, o que culmina em uma dor de cabeça após o ato”. O terapeuta elencou algumas estratégias que podem ajudar a prevenir ou aliviar as dores de cabeça relacionadas ao sexo: 1. Aquecimento gradual: Antes de atingir o clímax, vá devagar e tente prolongar a fase de excitação para permitir que o corpo se ajuste às mudanças de pressão e tensão. 2. Técnicas de relaxamento: Pratique exercícios de respiração profunda ou meditação antes da atividade sexual para reduzir a tensão muscular e acalmar o sistema nervoso. 3. Manter-se hidratado: A desidratação pode contribuir para dores de cabeça; por isso, beba água antes e depois do sexo. 4. Cuide da postura e da respiração: Posturas que reduzam a pressão nos músculos do pescoço e uma respiração constante podem minimizar a tensão durante o sexo, reduzindo o risco de dores de cabeça. 5. Faça exercícios regularmente: Estudos mostram que pessoas com hábitos de vida ativos tendem a ter menos crises de dores de cabeça, incluindo aquelas relacionadas ao sexo. Atividades como ioga e alongamentos focados no fortalecimento do core ajudam a reduzir a tensão muscular. “A atividade sexual, quando saudável e prazerosa, pode ser um excelente método natural para o alívio da dor. Contudo, é importante lembrar que se você experimenta dores de cabeça frequentemente durante ou após o sexo, deve procurar ajuda médica. A cefaleia coital é uma condição que pode, em raros casos, indicar problemas de saúde como hipertensão ou alterações vasculares”, completa.. João Borzino salienta que é fundamental que cada pessoa conheça e entenda seus limites. “A prática de autoconhecimento e a comunicação com o parceiro(a) são elementos essenciais para um relacionamento íntimo saudável e para que o sexo possa ser, de fato, uma atividade prazerosa e até terapêutica”, finaliza.. |

A USE Intermunicipal de Assis, órgão da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, convida para a palestra que será realizada nesta 6ª feira (8), às 20 horas, na sede do Centro Espírita “Joana D’Arc”, localizado à Rua José de Alencar, 421, Vila Xavier.
Orson Peter Carrara, escritor e palestrante da cidade de Matão, abordará o tema “Fascinação – Causas e consequências”.
Haverá, também, apresentação musical com o Grupo Cores em Canto
A entrada é franca!
Amigos do coração:
Quando a doença nos visitar e sentirmos nossas forças combalirem, façamos uma pausa para meditar em Jesus e na sua vitória sobre a cruz, a fim de que o desalento não acabe por minar as forças que ainda nos restam.
O Mestre virá ao nosso encontro, e novamente escutaremos sua voz amiga repetindo o que dissera outrora: “Tenho-vos dito, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”.
BEZERRA DE MENEZES
Do livro “Recados do meu Coração” – Psicografia: José Carlos De Lucca
USE INTERMUNICIPAL DE ASSIS
ÓRGÃO DA UNIÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
A humildade cristã nos ensina a reconhecer nossos pecados, mas também ambicionar as virtudes dos santos. Porque ser santo é – ou deveria ser – a primeira grande vocação do povo de Deus. Porém, esse mesmo povo é conhecido historicamente pelos momentos de infidelidade ao próprio Deus e pelos grandes contra testemunhos de desamor e injustiça com seus semelhantes, irmãos da estrada nessa caminhada terrena. Onde, pois, está a santidade do povo de Deus?
Acontece que santos existem. E são muitos. Acontece que a todo instante esbarramos neles e sequer damos conta desse privilégio nos dias de hoje. Outros tantos são reconhecidos publicamente e levados aos altares como exemplos a serem seguidos ou imitados. Outros pela própria humildade e simplicidade de vida evitam a publicidade em torno do que fazem como mera obrigação de fé, simples prática da perfeição que experimentam em vida. Quem não conhece um santo ou uma santa desse naipe em seu círculo de amigos, de colegas, de familiares, de irmãos? Quem nunca desejou ser como um destes? “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”. Já na primeira bem-aventurança Cristo nos apresenta o primeiro passo para se alcançar a graça da santidade: pobreza de espírito! Mas todo o evangelho de Mateus, em seu quinto capítulo (5,1-12s). nos dá pistas para alcançarmos a santidade.
Ei-las, então: além da necessária pobreza de espírito, é preciso reconhecer que a aflição contra os desvios que o maligno constrói terá o consolo do bem maior; que a mansidão em oposição às tribulações é que nos dá legitimidade de domínio sobre os males dessa terra; que nossa fome e sede por justiça sacia essa busca por perfeição; que só os misericordiosos terão a misericórdia do Pai, só os puros de coração contemplarão o rosto divino, mas só os promotores da paz, os construtores de um mundo em harmonia total com Deus e entre nós é que merecerão a herança dos filhos diletos, o maior título que um humano possa merecer, “porque deles é o Reino dos Céus”.
Então as consequências dessa opção se tornam a bem-aventurança crucial. Serão perseguidos, injuriados, injustiçados. Serão aqueles aos quais se dirigem falsas acusações, mentiras, difamações, “todo tipo de mal contra vós por causa de mim”. A estes, somente a estes, estará reservada a maior das consolações: “Alegrai-vos e exultai, porque será grande vossa recompensa nos céus”. Santos esses que descobriram em vida o privilégio do sofrimento por causa da fé que professam. Santos de todos os tempos, de todos os rincões, de todas as raças e classes sociais, mas que têm em comum somente a alegria de ser um “com Cristo, por Cristo e em Cristo” no tempo que lhes foi dado neste mundo. O privilégio da santidade não é um mundo à parte da realidade deste mundo, mas começa aqui! Somos pecadores, sim, bem o sabemos. Mas também somos santos e merecemos esse título pela graça da redenção que nos devolveu a certidão de um novo nascimento: filhos de Deus hoje somos. Acorde, povo Santo! O céu nos aguarda de portas abertas. Ser santo é um direito nosso, pois a primogenitura, a herança celeste, nos custou o sangue de um Justo. Então nada mais justo que assumirmos essa nossa identidade de filhos diletos de Deus. Povo santo por escolha… e por mérito da graça sobre nós.
WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]