Diocese de Assis

 

Uma das realizações do agricultor – senão a maior – é poder colher o que um dia semeou com alegria e esperança. “Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice”… o machado, a máquina, a colheitadeira que seja! De uma forma ou de outra, a expectativa de uma colheita farta é sempre inspiradora de uma alegria própria, um momento de júbilo, mantenedor de sonhos e vida renovada. É o momento da paga por tanto suor um dia derramado. Por que não também sangue, lágrimas? Só Deus para avaliar o quanto custou um prato cheio na mesa de um operário, um lavrador justo e honesto naquilo que faz!

Num país propício à agricultura, onde “em se plantando tudo dá”, o assunto esbarra no privilégio dos grandes latifúndios e dos muitos sem terra a sonhar com seu quinhão. Não vamos aqui limitar nossa reflexão, posto que o cerne da parábola de Cristo era a temática do Reino de Deus, não dos reinados humanos. Aqui entra um porém: se quisermos vislumbrar as riquezas do Reino de Deus entre nós é preciso espalhar a semente do bem, da justiça, do amor, da fraternidade, da solidariedade, da igualdade, e afastar tudo aquilo que nos segrega e nos diferencia no direito de bem viver! Numa sociedade de desiguais não há colheita de fartura e bonança para todos! Nada se colhe em terreno ressequido, em solo infértil… Da mesma forma em coração empedernido, em mente obcecada pela ambição desmedida, em almas congeladas pela insensibilidade, desamor…

A uns muitos, a outros nada? Esse é o diferencial do fiel na balança na colheita que Deus quer fazer, no dia do grande juízo. A menor das sementes, o grão de mostarda por Ele semeado em nossos corações, a fé e esperança em um novo Reino, aparentemente, está sufocada entre muitas cizânias e ervas daninhas que deixamos crescer em nossas vidas. Todavia, é a mostarda a maior das hortaliças “e estende ramos tão grandes  que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra” (Mc 4, 32). Quem nos conta essa parábola quer nos apresentar a grandiosidade da obra criadora, seus mistérios, suas dádivas em prol daqueles que derramam o suor do trabalho em vistas do bem comum, a mesa farta, a recompensa pessoal de cada esforço por uma vida digna. Assim o Reino de Deus acontece entre nós!

Pudéssemos penetrar mais fundo na singeleza dessa história quase infantil e os doutores da comunidade humana haveriam de se corar pela vergonha de suas teses, teorias e ciências sociais! Quantas asneiras já se disse e se impôs no campo das relações humanas. Quantos “ismos” a definir relações políticas, fronteiras territoriais, limites geográficos e propriedades privadas que nada produzem! O egoísmo faz crescer cizânias, espinheiros, ervas venenosas… mas poucos, pouquíssimos frutos que alimentem ou acolham os “pequeninos”, os pássaros feridos e famintos a rodear muitos quintais, muros e cercados elétricos de nosso mundo retalhado, quadriculado, dimensionado por posses e títulos patrimoniais. Ou mesmo fronteiras reclamadas como pátria amadas! Não é esse o Reino que Deus sonhou para seus filhos. Nem a pátria “amada, idolatrada” que sonhamos… Pois bem, o tempo da colheita se repete ciclicamente, hoje e sempre, desde sempre. O que Jesus nos ensina é separar o joio do trigo, é deixar amadurecer a semente boa, o bem entre nós, para que um dia possamos sentar à mesa da reconciliação universal e brindar à vida com mais igualdade e solidariedade. Acreditem! A mostarda dará sabor a esse banquete.

WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]




Diocese de Assis

 

As pessoas se identificam umas com as outras. E, em maior ou em menor grau, passam a adotar para si o que é do outro: o estilo, a linguagem, os costumes, os hábitos, os modos, as amizades, os lugares, as ideias, as tendências, as referências, os comportamentos…

Não existe uma só pessoa no mundo que não se inspire em algo ou em alguém. É próprio do ser humano “identificar-se com”.

Na vida, cada um elege seus ídolos e ideologias, segundo o grau de identificação, mas, não sem riscos.

Na fé, identificação tem outro nome: “configurar-se a”.

O Cristão é chamado a se configurar-se a Cristo. Quer dizer: tornar-se um outro Cristo, não segundo uma identificação externa mas, interna, ontológica, essencial. Só na fé isso é possível. Por que só na fé? Porque trata-se algo profundo e, não um simples verniz que fica bonito, mas, para a aparência.

Tudo o que é humano, só fica bom se atingir a profundidade da pessoa, senão, é gasto e não investimento; é perda e não ganho; é ilusão e não esperança.

O texto a seguir é do Tratado sobre a verdadeira imagem do cristão, de São Gregório de Nissa, bispo, século IV e dá uma visão excelente sobre o configurar-se a Cristo. Leia!

“Paulo sabe quem é Cristo, mais acuradamente do que todos. Com efeito, por suas atitudes mostrou como deve ser quem recebe o nome do Senhor, porque o imitou tão exatamente que revelou em si mesmo o próprio Senhor. Por tal imitação cheia de amor, transferiu seu espírito para o Exemplo, de modo que não mais parecia ser Paulo e sim Cristo, como ele mesmo bem o diz, reconhecendo a graça em si: ‘Quereis uma prova daquele que em mim fala, o Cristo’. E mais: ‘Vivo eu, já não eu, mas é Cristo quem vive em mim’.

Manifestou, então, para nós que força possui este nome de Cristo, ao dizer que Cristo é a Virtude de Deus, a Sabedoria de Deus e deu-lhe os nomes de Paz, Luz inacessível onde Deus habita, Expiação, Redenção, máximo Sacerdote e Páscoa, Propiciação pelas almas, Esplendor da glória e Figura de sua substância, Criador dos séculos, Alimento e Bebida espirituais, Pedra e Água, Fundamento da fé e Pedra angular, Imagem do Deus invisível, grande Deus, Cabeça do Corpo da Igreja, Primogênito da nova criação, Primícias dos que adormeceram, Primogênito entre os mortos, Primogênito entre muitos irmãos, Mediador entre Deus e os homens, Filho unigênito coroado de glória e de honra, Senhor da glória, Princípio das coisas e Rei da justiça, e ainda de Rei da paz, Rei de tudo, Possuidor do domínio sobre o reino que Dão tem limites.

Com esses e outros nomes do mesmo gênero designou o Cristo, nomes tão numerosos que não se pode contá-los com facilidade. Se forem combinadas e enfeixadas as significações de cada um, eles nos mostrarão o admirável valor e majestade deste nome, Cristo, que é impossível de traduzir-se por palavras, mas pode ser demonstrado, na medida em que conseguimos entendê-lo com nosso espírito.

Por ter a bondade de nosso Senhor nos concedido primeiro, o maior e o mais divino de todos os nomes, o nome de Cristo, nós somos chamados ‘cristãos’.

É necessário, então, que se vejam expressos, em nós, todos os outros nomes que explicam o nome do Senhor, para não sermos falsamente ditos ‘cristãos’, mas o testemunhemos com nossa vida.”

PE. EDIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Série sobre Jesus Cristo será lançada nos congressos de 2024 das Testemunhas de Jeová

 

Réplicas historicamente precisas de Jerusalém, Caná da Galileia, Cafarnaum e Nazaré —regiões visitadas pelo profeta mais notável que já viveu — foram construídas em um cenário de 75 mil metros quadrados em Nova Gales do Sul, na Austrália. Como? Uma equipe de mais de 500 voluntários está produzindo uma série de vídeos épicos, retratando a vida e os ensinamentos de Jesus. O primeiro episódio será lançado em 14 a16 de junho  de 2024 em nossa região.

A série A História e o Ministério de Jesus terá 18 episódios e trata-se de um olhar abrangente sobre a vida e o ministério de Jesus Cristo — sua personalidade e interação com as pessoas. O episódio inicial será lançado no programa do congresso ‘Declare as Boas Novas!’, das Testemunhas de Jeová. Os próximos episódios serão lançados no futuro.

“Estamos entusiasmados em divulgar essa série ao público depois de anos de planejamento e construção do cenário”, disse o porta-voz local das Testemunhas de Jeová, Gilberto dos Santos]. “Nós realmente acreditamos que essa série tocará o coração de milhões de pessoas de uma forma que nenhum outro filme sobre Jesus jamais fez”, conclui.

Com um elenco também formado por voluntários, as câmeras começaram a rodar em maio de 2022 na sede nacional das Testemunhas de Jeová, na Austrália. Para aumentar o realismo, os cenários ainda trazem animais mencionados na Bíblia, como burros, ovelhas, pombos e camelos. Algumas cenas foram filmadas no deserto da Judeia, em Israel.

O congresso ‘Declare as Boas Novas!’ apresentará o Episódio 1 — A Verdadeira Luz do Mundo em duas partes (na sexta-feira e no sábado do programa de três dias). O trailer do episódio 1 já está disponível no jw.org, site oficial das Testemunhas de Jeová.

“Qualquer pessoa que tenha conhecimento, curiosidade ou interesse em algo predito por todos os profetas ficará intrigado e cativado pela série A História e o Ministério de Jesus”, disse Gilberto dos Santos. “Convidamos todos para assistirem ao congresso e aproveitarem esse lançamento emocionante!”.

As Testemunhas de Jeová são uma religião cristã e estão presentes em cerca de 240 países e territórios, sendo uma das maiores educadoras bíblicas voluntárias sem fins lucrativos e produtoras de conteúdo baseado nas Escrituras, incluindo longas-metragens.

Todas as reuniões, congressos, estudos bíblicos e vídeos das Testemunhas de Jeová são gratuitos e estão disponíveis ao público. Nenhuma coleta é feita. Para encontrar uma reunião ou um congresso perto de você, visite o site oficial das Testemunhas de Jeová, jw.org, e procure o link apropriado na guia Quem Somos. Para assistir ao trailer da série A História e o Ministério de Jesus: Episódio 1 — A Verdadeira Luz do Mundo, visite jw.org > Quem Somos > Congressos.

Porta-voz das Testemunhas de Jeová

Gilberto dos Santos

Contato: [email protected]




Espaço Espírita

 

Se caíste, não desanimes. Tenta de novo a caminhada.

Se choras, não desesperes. Tenta de novo ser feliz.

Se sofres, não te rebeles. Tenta de novo compreender.

Se te ofendem, não revides. Tenta de novo perdoar.

Se problemas antigos reaparecem, não te aflijas. Tenta de novo resolvê-los.

Se te sentes abandonado, não te perturbes. Tenta de novo um novo amigo.

Se a ingratidão te fere, não descreias do bem. Tenta de novo semeá-lo.

Se o fracasso surge, não te entregues. Tenta de novo e vencerás.

Tenta de novo e, ao teu lado, ombreando contigo, terás sempre Jesus, o Amigo Fiel de todas as horas, que nunca perde a esperança de que, um dia, possas ascender ao Reino da Paz e do Amor inalteráveis.

ALBINO TEIXEIRA

Do livro “Páginas de Fé” – Editora IDEAL – Psicografia: Francisco Cândido Xavier e

Carlos A. Baccelli

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO  DA  UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO

 

 

 




Diocese de Assis

 

Não queria estar na pele de Jesus quando uma multidão o cercou furiosa, curiosa e até mesmo esperançosa em dele receber alguma atenção. Era tanta gente que Ele, discípulos e familiares sequer podiam entrar na casa que os abrigava. Os próprios “parentes de Jesus saíram para agarrá-lo, porque diziam que estava fora de si” (Mc 3,21). Os que o perseguiam para incriminá-lo por injúria ou blasfêmia contra a ordem e a lei, não tinham dúvidas: Ele estava possuído por um demônio! A confusão era geral. Alguns buscavam cura para seus males, outros provas para silenciar as esclarecedoras revelações daquele Mestre sem diploma algum. Através de Belzebu é que expulsava a corja satânica, diziam seus inimigos.

Pode um reino destruir-se a si próprio, satanás ir contra si mesmo? “Se um reino se divide contra si mesmo, ele não poderá manter-se”, afirmou categoricamente o próprio Cristo. Da mesma forma uma família que se divide. Não se sustentará por muito tempo. Da mesma forma aquele que conduz sua fé e esperança no lastro indestrutível da família trinitária, fonte de todo o bem que possamos desejar ou merecer em vida. Não. Quem é de Deus nunca será vencido por Satanás. “Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo…” Oh, coitado! Esse nunca será salvo. Eis o pecado sem perdão. A falta mais grave daquele que ouve a palavra, percebe a presença divina em sua vida, recebe uma revelação de fé, um sopro do Espírito… e se nega a aceitar a verdade que se abre à sua frente, em sua vida. Aqui o homem se autodestrói, por conta e risco de sua arrogância, de se achar senhor e diretor de si próprio. Triste realidade dos tempos modernos, a negação da fé!

Mas se existe o pecado sem perdão, existe também o perdão sem limites! A misericórdia de Deus é infinita e vai além da nossa compreensão. Atribuir uma possessão demoníaca à fala e ação de Jesus, é ignorância pura, posto que a multidão que a fé cristã atrai ao redor de seu Mestre é maior e mais diversa do que imaginamos ou contabilizamos em nossos átrios de fé. “Quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”, disse um dia, referindo-se à sua morte de cruz. Essa atração diversa é a seara da ação de Deus no mundo. O Evangelho aqui citado nos mostra essa diversidade de público e o detalhe de que nem a própria família e seus discípulos mais fiéis compreenderam a dimensão do Reino por Ele anunciado. Por isso o consideraram um demente, um louco varrido! Por isso Jesus os alertou contra o perigo do pecado sem perdão. E conclamou a todos a abrirem mente e coração ao grande apelo que ali lhes fazia: tomarem parte na família trinitária, a grande família de Deus que constitui seu povo eleito. “Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Quem faz a vontade de Deus…” (Mc 3,34-35), faz parte da família de Jesus neste mundo.

O convite é desafiador. Se quisermos afastar de nosso caminho a sedução destrutiva do Inimigo, aquele que se julga poderoso, senhor desse mundo, é preciso fazer parte da família cristã. Reconhecer sua origem divina, seu Pai, sua Mãe, seus irmãos… Inserir-se nessa casa de Deus no mundo, sua Igreja, seu Povo escolhido! Deixar-se purificar nas águas do Batismo, no sangue do Cordeiro. Alimentar seu Espírito com a verdade de suas Palavras, lembrando sempre que o Pão não é tudo, mas “toda a Palavra que sai da boca de Deus”… E esta, quem nos fala é Jesus. Então, sim: “esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. Palavra da salvação.

WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]




GRUPO DE JOVENS ESCALADA ORGANIZA CARAVANA PARA O ACAMPAMENTO PHN 2024

 

O Grupo de Jovens Escalada, da Paróquia São Nicolau de Assis, convida jovens e adultos para participar do Acampamento PHN 2024, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista. Restam as últimas vagas na van do grupo, que partirá no dia 11/07 e retornará no domingo, 14/07. O custo da van é de R$270,00, com pagamento facilitado.

Os interessados devem entrar em contato com Flávia Lima pelo WhatsApp (18) 99625-2609 para obter mais informações e formas de pagamento.

Para saber mais sobre as atividades do PHN 2024, acesse eventos.cancaonova.com/edicao/acampamento-phn-10.

Acompanhe as novidades do Grupo de Jovens Escalada São Nicolau no Instagram @escaladasn.




Congresso de três dias promete boas notícias!

 

 

 

Poderia ser uma sessão de cinema e compras no shopping, um passeio à praia ou uma visita a parentes em outra cidade. Num fim de semana, não faltam opções para a família Souza. No entanto, Eduardo   e  Silvelene  e seus dois filhos têm outros planos. Estão todos ansiosos à espera de um evento de três dias que reunirá milhares de pessoas em torno do mesmo objetivo — ouvir boas notícias emocionantes!

“Não é só mais uma reunião”, diz Eduardo, da cidade de Bauru SP. “Esse é um momento para estarmos unidos com nossa família e amigos, fazendo parte de algo que nos trará mais alegria e esperança. Também é uma ótima maneira de aproveitar o fim de semana aqui nesta cidade.”

Em um mundo bombardeado constantemente com más notícias por meio das redes sociais, da TV e do rádio, as Testemunhas de Jeová apresentarão seu congresso anual com o novo tema ‘Declare as Boas Novas!’, que iniciará no dia 14 -16 de junho  a 09 de setembro 2024.

Milhões de pessoas assistirão ao evento, que será realizado em diversos locais ao redor do mundo, incluindo em Arapongas – PR, no Salão de Assembleia das Testemunhas de Jeová. O programa, muito aguardado, trará encorajamento e consolo para o público.

O porta-voz das Testemunhas de Jeová, Gilberto dos Santos, disse: “Esses eventos são o ponto alto do ano para milhares de pessoas que desejam ter uma experiência positiva em suas vidas. Ficamos felizes de aproveitar o programa em uma cidade hospitaleira e acolhedora.

O congresso ‘Declare as Boas Novas!’ apresentará vídeos baseados na Bíblia, palestras e entrevistas com temas como:

  • “‘Boas novas eternas’ — O que significam?”
  • “Por que não temos medo de más notícias”
  • “‘Apeguem-se firmemente às boas novas’ — Por que e como?”

No sábado, haverá o batismo de estudantes da Bíblia habilitados das cidades vizinhas. Um filme dividido em duas partes irá cativar o público nas manhãs da sexta-feira e do sábado. Antes de eventos como esse, as Testemunhas de Jeová promovem uma campanha para convidar todas as pessoas de sua cidade e região.

No ano passado, mais de 12 milhões de pessoas participaram dos cerca de 6 mil congressos realizados em todo o mundo.

Você e sua família estão convidados para assistir ao congresso ‘Declare as Boas Novas!’. A entrada é gratuita e não são realizadas coletas. Para mais informações a respeito do programa ou para encontrar outras datas ou locais do evento, acesse jw.org e clique em Congressos, na aba Quem Somos.

Serviço

O quê: Série de congressos de 2024 com o tema ‘Declare as Boas Novas!’, apresentada pelas Testemunhas de Jeová.

Quando: 14/06/2024 a 06/09/2024

Hora: Sexta-feira, das 9h20 às 16h55; Sábado das 9h20 às 16h55; Domingo, das 9h20 às 15h35.

Onde: Rua Perdiz do Mar, 359, Lote 25, Jardim Aeroporto – Arapongas, PR

Quem: Todos na comunidade estão convidados. A participação no evento é gratuita.

Mais informações: Cada dia tem um intervalo de 1h20 para almoço. Serão apresentadas palestras baseadas na Bíblia, entrevistas e vídeos. Para mais informações, acesse jw.org.

 

Porta-voz das Testemunhas de Jeová

Gilberto Dos Santos

Contato: [email protected]




Diocese de Assis

 

 

Dia da Santificação

Dia 07 de junho, dia do Sagrado Coração de Jesus é, também, o dia de oração pela Santificação do Clero. Em virtude disso conclamamos a todos para que rezem por nós, padres, mas, de modo particular, rezem pelo padre que lhe dá assistência em sua paróquia. A Igreja escolheu a festa do Sagrado Coração de Jesus, o Bom Pastor, como um dia especial de orações pela santificação de todos os ministros ordenados. A vocação à santidade é universal. “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts 4,3).

Mutirão de Oração

Este mutirão de oração será para confirmar a vocação e eleição de cada consagrado, realizada por Deus, no seio da comunidade de fé: “Todo sumo sacerdote, escolhido entre os homens, é constituído para o bem dos homens nas coisas que se referem a Deus. Sua função é oferecer dons e sacrifício pelos pecados. Desse modo, ele é capaz de sentir justa compaixão por aqueles que ignoram e erram, porque também ele próprio está cercado de fraqueza; e, por causa disso, ele deve oferecer sacrifícios, tanto pelos próprios pecados como pelo pecado do povo” (Hb 5,1-3).

Santidade e não perfeição

A santidade não é uma busca de alguns privilegiados e escolhidos. Todos nós somos chamados a ser santos porque esta é a vontade de Deus. A santidade é o que devemos querer todos os dias porque, a santidade é possível e nos humaniza; porque o pressuposto da santidade é a nossa condição humana (grandezas e misérias); porque a graça supõe a natureza (Lv 11,45; 19,2; 20,7.26).

A busca de perfeição, ao contrário, só leva ao derrotismo e à frustração porque, por mais que façamos, não atingimos perfeição.  Porque, na verdade, perfeito, só Deus. Quem nos torna perfeitos é Deus (Hb 13,21) em seu amor e bondade.

Santificação, um caminho longo, mas necessário

O caminho da santificação é porta apertada que exige dos consagrados, não apenas desempenho no campo moral, no fazer, mas, também, no campo existencial, no ser. Isso implica configuração com o Cristo; ou seja, “ser outro um Cristo” no mundo.

A carta aos Filipenses 2,5-8 faz a grande proclamação: “Tenham em vocês mesmos os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo”.

Compromisso de todos

Aqueles que foram escolhidos para o serviço do povo de Deus, que receberam a imposição das mãos e foram ungidos para esta missão, têm um dever especial de ser sinais da santidade. Entretanto, a santidade dos consagrados não é algo que acontece fora da comunidade; fora das relações de vida comunitária. Por isso, no que depender de cada um, que o padre não fique sem oração. Porque a santificação não é, simplesmente, ‘uma coisa’ de quem se consagrou por uma vocação específica, mas um compromisso de todos os que, pelo batismo, receberam a marca da Trindade Santa.

Diz-nos, São Pedro, em sua carta que, santificação é um processo de libertação para a vida nova: “Por isso, estejam de espírito pronto para agir, sejam sóbrios e ponham toda a esperança na graça que será trazida a vocês quando Jesus Cristo se manifestar. Como filhos obedientes, não devem mais viver como antes, quando ainda eram ignorantes e se deixavam guiar pelas paixões. Pelo contrário, assim como é santo o Deus que os chamou, também vocês tornem-se santos em todo o comportamento, porque a Escritura diz: ‘sejam santos, porque eu sou santo’. Pois vocês sabem que não foi com coisas perecíveis, isto é, com prata nem ouro, que vocês foram resgatados da vida inútil que herdaram dos seus antepassados. Vocês foram resgatados pelo precioso sangue de Cristo, como o de um cordeiro sem defeito e sem mancha. Por meio dele é que vocês acreditam em Deus, que o ressuscitou dos mortos e lhe deu a glória, de modo que a fé e a esperança de vocês estão em Deus” (1Pd 1,13-21).

PE. DIVALDO PEREIRA DOS SANTOS




Diocese de Assis

 

Há grande diferença entre a lei dos homens e a Lei de Deus. A legislação humana vem acrescida de detalhes e pormenores próprios que se adaptam aos costumes e modismos de cada geração. Anseia sempre pela perfeição que não temos, mas buscamos constantemente. Por isso nossas leis exigem mais do que pensamos praticar ou merecer. Buscamos, através das nossas leis mutáveis e flexíveis, a justificação de um padrão de dignidade que pensamos ter. Já a Lei de Deus que muitas vezes menosprezamos  ou desdenhamos, prima por sua simplicidade e objetividade. Dez em um: amar a Deus e ao próximo. Como deveríamos amar-nos a nós mesmos!

Bem nos lembra uma verdade cristã: “A lei foi feita para o homem e não o homem para a lei”. Essa sutil diferença entre os preceitos humanos e os mandamentos divinos é que dá a grandiosidade do amor divino por suas criaturas. O conceito do certo e errado é Ele quem dimensiona, abrindo nossos corações e consciência para o melhor caminho a seguir. A medida e a diferença entre preceito e mandamento está diretamente relacionada com nossos conceitos de fé e razão. Deixa de ser as excessivas exigências das leis humanas para submeter-se ao peso do coração, símbolo do amor sem medidas, generosidade, perdão e compreensão. Um coração que ama é nosso melhor juiz.

Não seja você o juiz do seu irmão. Ao contrário, estenda-lhe a mão, nunca o chicote. A cura de um homem com a mão seca, naquela sinagoga onde se discutia o peso das leis, não foi mera coincidência. A pergunta ficou sem as respostas dos doutores da lei: “É permitido  no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida  ou deixa-la morrer?” (Mc 3,4). Era preciso estender-lhe a mão… Mais uma vez, o alerta subliminar da doutrina de Cristo privilegia a dignidade humana, não a frieza dos letrados, a dura lei do farisaísmo mundano. “Dura lex, sed lex”, ainda gritam seus guardiões. Os mesmos que decretaram a morte daquele galileu insubmisso aos braços da lei dos homens. Dura era a lei, mas era lei, preconizavam os poderosos.

Afinal, qual a diferença entre uma e outra, entre a constituição dos poderes e a constituição do amor?  Preceitos continuam como regras do proceder humano diante de suas condutas sociais, formalidades institucionais. É a doutrina da ordem imposta. Não vamos rasgar nossas constituições por tão pouco, mas respeitá-las com o devido senso da justiça humano-cristã. Já um mandamento divino tem a bênção celestial de uma voz de comando superior a tudo, a todos. Também é preceito, uma vez que se revestiu como um decálogo sagrado, princípio básico de um povo em busca de sua liberdade e soberania. Vale lembrar que, mesmo com sua simplicidade e objetividade, de dez leis suscintas e perfeitas que eram, o decálogo do Sinai, ao longo dos séculos, foi acrescido de seiscentos e tantos novos itens pelos guardiões da lei. Por isso Jesus o resumiu drasticamente. Basta um: o amor. Amor a Deus e ao próximo! O resto… o resto virá por acréscimo. Eis nossa lei, o preceito do amor, o mandamento novo… Isso nos basta!

          WAGNER PEDRO MENEZES [email protected]




ESPAÇO  ESPÍRITA

 

Somente de Deus pode vir a solução para os intrincados problemas que nos envolvem em decorrência da Justiça Divina atuando em nossa consciência.

Como Deus é amor, conforme nos apresentou o Evangelista João, é forçoso concluir que somente o amor tem o poder de nos libertar do sofrimento que se abateu sobre nós.

Um pedaço de pão a quem passa fome na rua pode ser a porta que se abre aos canais da provisão divina atenuando nossas dores.

Jamais nos esqueçamos, filhos, das palavras liberadoras do apóstolo Pedro: “O amor cobrirá a multidão de pecados”.

BEZERRA DE MENEZES

Do livro “Recados do meu Coração” – Psicografia: José Carlos De Lucca

USE  INTERMUNICIPAL  DE  ASSIS

ÓRGÃO DA UNIÃO  DAS  SOCIEDADES  ESPÍRITAS  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO