Médica alerta quanto ao uso responsável de telas e tecnologias por crianças e adolescentes

 

O uso de tecnologias por crianças e adolescentes cresce de forma rápida e descontrolada. É fascinante esse mundo imediato que oferece milhares de possibilidades na busca de informações, comunicação, conexão com o mundo e diversão. Bem-vindo a esse universo, conhecido como ambiente digital: o “on-line”, das interações virtuais, que teima em superar o “off-line”, das interações reais.

Na opinião da pediatra Betina Lahterman, presidente do Departamento de Saúde Escolar da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), as crianças e adolescentes têm o direito de “passear” pelo ambiente digital. “Entretanto, na qualidade de pais, adultos responsáveis e como sociedade, temos o dever de promover e garantir o acesso saudável e seguro, com proximidade, supervisão e muito diálogo”, aponta a médica.

Conforme explica Betina, recomenda-se que crianças menores de 12 anos não possuam smartphone próprio. “Um assunto um tanto polêmico, mas é necessária a abordagem entre as famílias. Reforçando que cada família tem um papel importante, como modelo, na convivência on-line”, afirma, ressaltando que os acordos sobre tempo de telas precisam ser claros e o adulto precisa participar ativamente do que foi definido como momentos “on-line” e momentos “off-line”. “Nos momentos “on-line”, o uso criativo e compartilhado de conteúdos, jogos e séries aproxima diferentes gerações e os olhares se complementam.

O perigo da exposição nas mídias sociais

Um tema recorrente e atual reacende a discussão sobre a exposição de crianças e adolescentes nas mídias sociais. Na maioria das vezes, despretensiosa e inocente. Pais e/ou filhos postam sobre o dia a dia, passeios e viagens; entram em trends (dancinhas para se divertirem). Esses vídeos e imagens são entregues, pelos algoritmos das plataformas, indiscriminadamente, e podem ser deturpados por quem consome. “A Inteligência Artificial colabora com essa nova realidade”, observa a médica.

“A partir da IA, geram-se conteúdos impróprios através da distorção de imagens reais. O que se torna atraente para quem só tem um objetivo: monetização e lucro, alimentando uma rede de crimes contra crianças e adolescentes”, avalia a pediatra. Por isso, ela diz que é fundamental promover diálogo e reflexão com as crianças e adolescentes sobre os riscos e benefícios do uso das telas. “Esse comportamento previne riscos, estimula o autoconhecimento e fortalece as relações”, afirma a especialista.

Para ela, é necessário monitorar sempre o uso dos dispositivos móveis e verificar com frequência a utilização de todas as plataformas consumidas por crianças e adolescentes. “Como proteção e não punição. O estabelecimento de regras claras, limites e conversas sistemáticas são ações que garantirão o direito a uma navegação segura no ambiente digital saudável. Fiquemos atentos com quem e onde estão sendo compartilhados vídeos e imagens pessoais. Eles merecem todo esse cuidado”, conclui Betina.




Governo do Brasil e MPF recomendam que X impeça geração e circulação de conteúdos sexualizados indevidos por meio do Grok

 

O Governo do Brasil, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), em colaboração com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) e o MPF (Ministério Público Federal) expediram recomendações à empresa controladora da plataforma digital X diante de denúncias sobre o uso do Grok, assistente de inteligência artificial integrado à rede. Usuários apontaram a geração de conteúdos sintéticos de caráter sexualizado a partir de imagens de pessoas reais.

Segundo as acusações, baseadas em reportagens veiculadas na imprensa nacional e internacional e por testes realizados pelas instituições, a ferramenta tem sido utilizada ilegalmente por usuários para a produção de deepfakes, técnica de inteligência artificial que cria imagens falsas a partir de pessoas reais. Esses conteúdos têm caráter sexualizado, erótico e com conotação pornográfica, envolvendo mulheres e crianças e adolescentes reais.

Também foram reportados casos de imagens de mulheres e crianças nuas ou com roupas íntimas, acessíveis a qualquer usuário, ampliando a exposição indevida e os riscos de danos às pessoas retratadas.

ATUAÇÃO COORDENADA — A gravidade dos fatos noticiados nas denúncias motivou a atuação coordenada da ANPD, do MPF e da Senacon do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Dada a seriedade das ocorrências, elas podem impactar, de forma concomitante, a proteção de dados pessoais, as relações de consumo, a dignidade da pessoa humana e outros direitos difusos, coletivos e individuais indisponíveis, em especial de mulheres, crianças e adolescentes.

RECOMENDAÇÕES — Entre as recomendações conjuntas, está a de que sejam implementadas, de forma imediata, medidas destinadas a impedir que o Grok gere novas imagens, novos vídeos ou novos arquivos de áudio que representem crianças e adolescentes em contextos sexualizados ou erotizados. As recomendações também buscam impedir a geração de conteúdos que representem pessoas naturais maiores de idade identificadas ou identificáveis, em contextos sexualizados ou erotizados, sem sua autorização.

Essas medidas devem valer para todos os planos, as versões e as modalidades da ferramenta.  Além disso, as instituições também recomendaram à empresa:

  • Criar, no prazo máximo de 30 dias, procedimentos técnicos e operacionais claros e eficazes para identificar, revisar e remover conteúdo desse tipo que já tenham sido produzidos e ainda estejam disponíveis na plataforma X, quando gerados pelo Grok a partir de comandos feitos por usuários.

  • A suspensão imediata das contas envolvidas na produção, via Grok, de imagens sexuais ou erotizadas tanto de crianças e adolescentes, quanto de maiores de idade sem sua autorização, aplicando com efetividade os termos de uso que a própria empresa anuncia como vigentes para a plataforma. Essa medida, a ser implementada desde logo e em caráter contínuo, deverá ser comprovada às instituições autoras da Recomendação por meio de relatórios mensais apresentados pela empresa, como evidência de cumprimento de seu dever de evitar a prática de condutas especialmente graves no ambiente digital que controla.

  • Implementar mecanismo transparente, acessível e eficaz para que titulares de dados possam exercer seus direitos, incluindo o envio de denúncias sobre uso irregular, abusivo ou ilegal de dados pessoais, especialmente nos casos de criação de conteúdos sintéticos sexualizados ou erotizados sem consentimento, assegurando resposta adequada e em prazo razoável.

  • Elaborar relatório de impacto à proteção de dados pessoais específico para as atividades de geração de conteúdo sintético a partir da manipulação de fotos, imagens, vídeos ou áudios enviados por usuários ao Grok, sempre que esses dados permitam identificar direta ou indiretamente uma pessoa natural.

OUTRAS MEDIDAS — Caso as recomendações não sejam acatadas ou acabem implementadas de modo insuficiente para amenizar os riscos identificados, outras medidas poderão ser consideradas e adotadas pelas três instituições. Essas medidas poderão ser adotadas em sede administrativa e em sede judicial, para garantir a proteção adequada dos cidadãos e cidadãs do país, especialmente de mulheres, de crianças e de adolescentes.

As recomendações foram expedidas no âmbito das competências de cada uma das instituições, que seguirão com seus procedimentos próprios, analisando as respostas e as providências eventualmente adotadas pela empresa que controla a plataforma X.




Cidades Digitais do Centro-Oeste Paulista, incluindo Assis, abrem agenda de programação da RCD

Um encontro virtual nesta terça-feira (20), às 10 horas, promovido pela Rede Cidade Digital (RCD), vai reunir gestores e servidores da região do Centro-Oeste Paulista, às 10 horas, para tratar da transformação digital dos serviços públicos.

O primeiro WebinarRCD do ano, que abre as atividades da Rede Cidade Digital em 2026, vai mostrar como as prefeituras paulistas investem na melhoria dos serviços públicos através de investimentos em tecnologia.

Entre os convidados estão o coordenador de programas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Estado de São Paulo, Sirlei Gonçalves, que apresenta o Programa de Apoio Tecnológico aos Municípios – PATEM, a prefeita de Assis, Telma Spera, o secretário de Tecnologia e Inovação da Prefeitura de Marília, Rodrigo Ramos dos Santos e o diretor de Tecnologia da Informação da Prefeitura de Tupã, Alvino de Oliveira Junior.

Outro convidado confirmado é o doutor em Engenharia Elétrica e Computação, mestre em Ciência da Computação e professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Rodolfo Miranda de Barros, que fala sobre a importância do Plano Diretor de TI e da Governança em TI para a Administração Municipal. Segundo ele, a tecnologia precisa ser colocada como eixo estratégico aos interesses de desenvolvimento das administrações municipais.

Barros argumenta que o planejamento estratégico em TI é um passo importante para a implantação das cidades inteligentes. “Com esse Plano Diretor, a Prefeitura permite a definição de projetos e de prioridades, o acompanhamento das ações e o controle dos investimentos”, argumenta.

O diretor da RCD, José Marinho, explica que o encontro virtual, apresentado pela jornalista Jeniffer Amaral, busca trazer ideias, políticas públicas disponíveis e modelos implantados nas cidades visando estimular o investimento em tecnologia e inovação.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo https://sympla.com.br/rcd

Desde 2020, durante a pandemia de covid-19, o WebinarRCD mostra, de norte a sul do país, a evolução das cidades digitais e inteligentes. Reconhecido como um dos principais espaços virtuais para a troca de experiências sobre o tema, já envolveu mais de 2.800 prefeituras de todos os estados brasileiros. A TVRCD, o canal oficial da Rede Cidade Digital no YouTube se tornou o maior acervo sobre o tema. As edições anteriores estão disponíveis pelo YouTube: https://youtube.com.br/redecidadedigital.




Segurança digital simplificada: 4 práticas essenciais que qualquer empresa pode adotar hoje

 

 

À medida que golpes digitais e tentativas de invasão se multiplicam, empresas de todos os segmentos buscam maneiras rápidas e acessíveis de reforçar a proteção de seus ambientes digitais. 

Mesmo sem estruturas robustas de tecnologia, muitas organizações têm encontrado soluções práticas, baseadas em ajustes de rotina e adoção de ferramentas simples, que reduzem vulnerabilidades de forma imediata. A ideia de uma segurança digital simplificada ganha força justamente por permitir que equipes pequenas consigam aplicar medidas eficazes.

A abertura de portas remotas, o uso de dispositivos pessoais e o armazenamento fragmentado de informações aumentam a exposição a riscos, tornando os cuidados diários parte fundamental da proteção interna. Confira quatro práticas que sua empresa pode adotar desde já:

1- Senhas fortes, autenticação e controle de acessos

Uma das práticas mais difundidas é a criação de senhas mais robustas. Investir em combinações de letras, números e símbolos, além da troca periódica desses dados, são algumas das orientações A adoção da autenticação em dois fatores também se tornou um hábito comum, garantindo uma camada extra de proteção em logins de e-mails, sistemas internos e plataformas de gestão.

Outro ponto que ganhou atenção é o controle de acessos. Pequenas empresas passaram a revisar quem tem permissão para visualizar documentos, editar arquivos ou acessar ferramentas específicas. Esse ajuste reduz o risco de uso indevido e evita que informações estratégicas circulem sem necessidade.

Essas medidas, apesar de simples, estão entre as mais apontadas como capazes de bloquear grande parte dos ataques oportunistas, que exploram configurações frágeis ou descuidos de rotina.

2- Atualizações e cuidados com dispositivos

Dispositivos desatualizados se tornaram um alvo frequente para invasores. Por isso, muitas empresas têm orientado funcionários a manter sistemas, navegadores e softwares em suas versões mais recentes. Atualizações automáticas passaram a ser habilitadas em computadores corporativos, reduzindo o tempo entre a identificação de vulnerabilidades e a aplicação de correções.

O mesmo vale para celulares utilizados no trabalho. O compartilhamento de informações entre aplicativos, especialmente quando não há separação clara entre uso pessoal e profissional, pode expor dados sensíveis. Por essa razão, orientações simples também já norteiam as empresas, como evitar redes Wi-Fi públicas, não instalar aplicativos desconhecidos e usar bloqueios de tela mais seguros.

Além disso, o uso de antivírus e firewalls básicos, disponíveis em versões acessíveis ou gratuitas, tem sido adotado como forma de criar barreiras iniciais contra arquivos maliciosos e acessos indevidos.

3- Backup frequente e organização das informações

Outra prática que vem ganhando espaço é a rotina de backup. As empresas podem buscar armazenar cópias de seus dados em locais separados do ambiente principal, seja por meio de serviços em nuvem, seja em dispositivos físicos protegidos. A organização dessas informações também passou a ser revista, com a criação de pastas específicas e políticas sobre o que deve ou não ser compartilhado.

Ao estruturar esse processo, os negócios evitam perdas irreversíveis em caso de apagamentos acidentais, falhas de equipamento ou ataques que buscam sequestrar informações. A prática se mostra especialmente importante para setores que dependem de registros contínuos, como escritórios de serviço, lojas virtuais e empresas de atendimento.

4- Conscientização interna e comunicação mais vigilante

Mesmo com ferramentas básicas, muitos problemas ainda se originam de comportamentos de risco. Para reduzir esse tipo de falha, é importante adotar treinamentos curtos, alertas por e-mail e orientações semanais. A intenção é manter as equipes atentas a golpes por phishing, mensagens suspeitas e solicitações incomuns.

Ao transformar a comunicação interna em um instrumento constante de prevenção, organizações conseguem identificar e interromper tentativas de fraude antes que causem danos. Essa abordagem também fortalece o hábito de questionar situações duvidosas e pedir validação das áreas responsáveis.

Segurança como rotina diária

A adoção dessas práticas mostra que a proteção digital não depende apenas de grandes investimentos, mas de medidas simples aplicadas continuamente. O fortalecimento das defesas internas ocorre à medida que as equipes incorporam esses cuidados ao seu dia a dia, reduzindo vulnerabilidades e evitando interrupções que poderiam impactar diretamente a operação.

Quanto mais cedo as empresas adotarem essas rotinas, menor será o impacto de ataques que exploram falhas evitáveis. No centro dessa estratégia está a ideia de que segurança digital pode e deve ser integrada de forma prática, acessível e imediata, garantindo que negócios de qualquer porte protejam seus dados e mantenham suas atividades com mais estabilidade.




Educação digital passa a ser obrigatória nos municípios em 2026

As cidades que recebem recursos do VAAR (Valor Aluno Ano por Resultados), do novo Fundeb, precisam correr para não perder recursos em 2026, quando passa a ser obrigatória a inclusão do ensino digital e computacional na grade curricular visando melhorar a gestão e os resultados educacionais.

Especialista no tema, o CEO da CyberGênios, Guilherme Tafelli, explica que os municípios que recebem ou querem receber os recursos do VAAR precisam ter a BNCC da Computação do ensino infantil ao fundamental 2 a partir de 2026 nas escolas. “É um montante significativo, principalmente para as cidades de pequeno porte. Todos os municípios de Minas Gerais e do Brasil estão aptos a receber esse recurso e quem não se enquadrar à Lei poderá inclusive receber sanções”, afirma.

As normas estabelecidas pelo MEC incluem o uso de plataformas digitais e implementação de metodologias de aprendizagem e gamificação. De acordo com Tafelli, o planejamento das Secretarias Municipais de Educação também precisa aliar infraestrutura, currículo e a formação de docentes.

Embora a Política de Inovação Educação Conectada tenha sido instituída em 2021 e as normas sobre Computação na Educação Básica publicadas e incorporadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foi em julho deste ano que a metodologia de avaliação para as cidades acessarem recursos do VAAR foi aprovada pelo Ministério da Educação (MEC).

O CEO destaca que o ensino da computação vai além do laboratório de informática nas escolas e abrange o ensino do letramento digital, destacando como a criança convive em sociedade e se comporta em assuntos como segurança digital e cyberbullying.

Uma pesquisa do Institute for the Future também aponta que em menos de uma década, 85% das profissões vão ser novas e diretamente ligadas à tecnologia.




Sebrae-SP ensina como a Inteligência Artificial fortalece marcas no agronegócio

 

O Sebrae-SP está recebendo inscrições para uma palestra sobre inovação no setor de agronegócios. A ação ocorre às 19 horas do dia 17 de novembro, na avenida Antônio Zuardi, 970, Vila Cambuí. A iniciartiva irá explicar como a embalagem do produto pode se tornar uma ferramenta de marketing para o agronegócio e, também, como construir a marca com a Inteligência Artificial. A inscrição gratuita é pelo link https://forms.office.com/r/kPzeSrS4GS?origin=lprLink . 

A palestra vai destacar a importância das embalagens e dos rótulos para a comercialização de produtos. Faz ainda uma análise de como é possível construir uma identidade utilizando a IA e como uma embalagem aliada à IA pode construir e fortalecer a marca no agronegócio. 

 Trata-se de uma parceria com a prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Associação Comercial e Industrial, Sindicato do Comercio Varejista, Fundação Educacional do Município e Sebrae Aqui.  

Serviço

Público: Produtores Rurais e expositores da Vila Agro

Data: 17 de novembro

Horário:19h

Local: Associação Comercial de Assis – Av. Antônio Zuardi, 970 – Vila Cambuí

Inscrição no link: https://forms.office.com/r/kPzeSrS4GS?origin=lprLink




Corrida pela visibilidade: como as marcas disputam espaço nas lojas de aplicativos?

Com mais de cinco milhões de aplicativos disponíveis globalmente, as lojas digitais se tornaram arenas competitivas para empresas que buscam visibilidade e engajamento. Na App Store, da Apple, e na Google Play, do Google, conquistar destaque vai muito além de desenvolver um bom produto. As marcas precisam adotar estratégias sofisticadas de marketing, otimização de conteúdo e análise de comportamento do usuário para garantir que seus aplicativos sejam encontrados e escolhidos pelos consumidores.

Otimização como pilar estratégico

A otimização para lojas de aplicativos, conhecida como App Store Optimization (ASO), é um dos principais instrumentos nessa disputa. Assim como o SEO funciona para sites, o ASO ajusta títulos, descrições, palavras-chave, capturas de tela e ícones para aumentar a visibilidade do app nas pesquisas internas das lojas. 

A escolha de palavras-chave relevantes, combinada com elementos visuais atrativos, pode elevar significativamente o número de downloads e melhorar a posição do aplicativo nos rankings.

Campanhas de marketing

Além da otimização, campanhas de marketing desempenham papel essencial. Promoções pagas dentro das próprias lojas, anúncios em redes sociais e ações em plataformas digitais direcionadas a públicos específicos ajudam a gerar tráfego e reforçar a notoriedade do app. 

O investimento em estratégias de aquisição de usuários é indispensável para aplicativos em categorias altamente competitivas, como fintechs, jogos e plataformas de delivery.

Experiência do usuário

A experiência do usuário também interfere diretamente na visibilidade. Avaliações, comentários e taxas de retenção influenciam algoritmos de classificação das lojas. 

Aplicativos com pontuações altas e comentários positivos tendem a ser recomendados com maior frequência, enquanto aqueles com índices de rejeição elevados sofrem queda de relevância. Por isso, empresas investem em atendimento eficiente, atualizações regulares e correção de falhas para manter a reputação e incentivar avaliações favoráveis.

Conteúdo personalizado

Outro aspecto importante é a personalização de conteúdo. Aplicativos que utilizam dados de comportamento do usuário para ajustar ofertas, notificações e recomendações proporcionam experiências mais relevantes, aumentando o engajamento e o tempo de uso. 

Essa abordagem não apenas fortalece a retenção, mas também melhora o desempenho do app nos critérios de relevância das lojas, que privilegiam experiências consistentes e satisfatórias.

Métricas e recursos extras

A análise de métricas avançadas é uma ferramenta indispensável para tomar decisões estratégicas. Dados sobre downloads, taxa de conversão, engajamento por funcionalidade e abandono ajudam a identificar oportunidades de melhoria e ajustar campanhas de marketing. Empresas que combinam essas informações com tendências de comportamento digital conseguem otimizar seus investimentos e aumentar a eficiência das ações promocionais.

As lojas de aplicativos também incentivam o uso de recursos multimídia para atrair atenção. Vídeos demonstrativos, animações e imagens de alta qualidade ajudam a destacar funcionalidades e benefícios, facilitando a decisão de download. Em mercados saturados, esse tipo de diferencial visual pode ser decisivo para superar concorrentes e conquistar novos usuários.

Antecipar tendências e garantir seu destaque

Concorrer por visibilidade nas lojas de aplicativos exige ainda antecipação de tendências. Lançamentos de novas funcionalidades, integração com tecnologias emergentes e adaptação a mudanças nos algoritmos das plataformas são fatores que determinam a competitividade a longo prazo. 

A corrida pela visibilidade evidencia que, no ambiente digital, não basta apenas desenvolver um bom produto. A combinação de estratégias técnicas, atenção à experiência do usuário e investimento em marketing é o caminho para conquistar espaço, engajamento e relevância, garantindo que o aplicativo não apenas seja encontrado, mas também escolhido e mantido pelos usuários.




Fema convida para seu Inovatech, que ensina sobre tecnologia de forma prática

A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) convida a comunidade para participar do “Inovatech – Programação, dados e IA”, iniciativa gratuita que acontece no dia 1º de novembro (sábado), das 13 às 15 horas em seu campus.

A proposta faz parte do Projeto de Curricularização da Extensão do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS), e conta com a orientação dos professores Dr. Almir Rogério Camolesi, Dr. Fábio Éder Cardoso, Me. Bruno Carazato De Oliveira, Me. Guilherme de Cleva Farto e Domingos de Carvalho Villela Junior. O objetivo é aproximar o público da área de tecnologia de forma prática e acessível.

O Inovatech é voltado a jovens e adultos de 15 a 29 anos que desejam entender melhor como a tecnologia pode facilitar o dia a dia, mesmo para quem não é da área de computação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de outubro, pelo link https://forms.gle/tpQXNopMENHs2stS8.

Durante o seminário, os participantes poderão escolher entre quatro minicursos práticos, ministrados pelos próprios estudantes de ADS, nos laboratórios de informática da FEMA:

  • IAs Generativas: Introdução e Demonstração
  • Introdução ao Desenvolvimento de Jogos com Scratch
  • Programação Básica em Python: Conceitos de programação e desenvolvimento
  • Excel Básico: Dominando o Essencial para o Dia a Dia

A proposta é introduzir conceitos de tecnologia de forma descomplicada e interativa, permitindo que os participantes aprendam na prática ferramentas que podem ser aplicadas tanto em estudos quanto no trabalho.

As vagas são limitadas. Quem quiser dar os primeiros passos no mundo da programação e da inteligência artificial, é só garantir a inscrição e participar do Inovatech na FEMA.




USP inscreve para curso gratuito de análise de dados usando a linguagem de programação SQL

 

O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, está com inscrições abertas para um curso gratuito de análise de dados usando a linguagem de consulta estruturada (SQL) <https://www.ibm.com/br-pt/think/topics/structured-query-language> . A atividade é voltada a estudantes e interessados em ciência de dados que já tenham conhecimentos básicos de programação.

Promovidas pelo grupo de extensão DATA <https://data.icmc.usp.br/> , as aulas serão realizadas semanalmente, às quintas-feiras, das 16 às 18 horas, de 28 de agosto a 30 de outubro. Os encontros ocorrerão presencialmente no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, do ICMC, mas também há a possibilidade de acompanhar todo o conteúdo de forma online no canal do DATA no YouTube <https://www.youtube.com/@DataICMC> .

A iniciativa tem como objetivo fazer com que os participantes sejam capazes de consultar, manipular e interpretar informações em bancos de dados relacionais. A proposta é desenvolver competências práticas no uso da linguagem SQL, de modo que os alunos possam resolver problemas reais e identificar padrões, contribuindo para tomadas de decisão mais assertivas em diferentes contextos.

Não é necessário se inscrever para participar do curso, já que as aulas são abertas. Mas quem deseja receber certificado de participação precisa ter ao menos 70% de presença e preencher este formulário: https://icmc.usp.br/e/cae06 <https://icmc.usp.br/e/cae06> .

Texto: Sinara Martins, da Fontes Comunicação Científica

Mais informações

Inscreva-se: https://icmc.usp.br/e/cae06 <https://icmc.usp.br/e/cae06> Canal do DATA no YouTube: www.youtube.com/@DataICMC <http://www.youtube.com/@DataICMC>

Siga o grupo no Instagram: instagram.com/data.icmc <http://instagram.com/data.icmc> Participe também do canal no Telegram: t.me/+kGDWcY5xlW03ZTkx <http://t.me/+kGDWcY5xlW03ZTkx> Dúvidas? Escreva para [email protected] <mailto:[email protected]>




Marcado o II Fórum de Tecnologia e Direito do Vale Paranapanema

Nos dias 14 e 15 de agosto, a Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), em parceria com a Fomenta Vale, promove o II Fórum de Tecnologia e Direito do Vale Paranapanema em seu campus.

As inscrições estão abertas no Sympla. 

A participação é gratuita, mediante doação de alimentos não perecíveis, como arroz, feijão, café, leite, macarrão, entre outros, que serão serão destinados à APAE de Assis.

A proposta do fórum é oferecer um espaço de discussão qualificada sobre os impactos éticos, legais e sociais das tecnologias emergentes, reunindo especialistas, estudantes, profissionais e representantes do setor empresarial. Com uma programação dinâmica, trará temas atuais que atravessam os cenários digital e jurídico, promovendo conscientização, capacitação e engajamento do público.

Entre os temas das plenárias estão: “Dados como ativos estratégicos para os negócios”, “A continuidade do negócio depende da Segurança da Informação”, “Medidas administrativas e técnicas para proteção dos dados”, “O uso (ir)responsável da IA” e “Desafios da intersecção entre neurociência e tecnologia”.

A programação também terá com ações complementares. Na tarde do dia 14, haverá oficinas práticas sobre a aplicação de conceitos em contextos reais. Já no dia 15, também à tarde, acontecerá o lançamento oficial da obra “Inovações Digitais”, reunindo autores e leitores em um momento de celebração e troca de ideias.

O II Fórum de Tecnologia e Direito do Vale Paranapanema tem apoio institucional da OAB/SP (Subseções de Assis, Cândido Mota, Garça, Marília, Ourinhos, Santa Cruz do Rio Pardo, Palmital, Paraguaçu Paulista e Piraju), ACIA, FATEC Assis, UNESP Assis e CIT Assis.