Uma conquista que celebra talento e dedicação

 

A atleta MiKaelly Freitas foi eleita Atleta Revelação da LBF 2026 (Liga de Basquete Feminino), reconhecimento que destaca sua evolução, dedicação e o excelente trabalho realizado ao longo da temporada. 

A conquista tem um significado especial para o Instituto UniAssis e a Unimed Assis, que acompanham com orgulho a trajetória da atleta. MiKaelly foi integrante do Projeto CTU-Unimed e, atualmente, é atleta do Sesi Araraquara. 

Sua história no esporte começou cedo, aos seis anos, em Paraguaçu Paulista, onde deu os primeiros passos no basquete por meio do Projeto CTU-Unimed. Desde então, vem construindo uma trajetória marcada por dedicação, disciplina, talento e constante evolução. 

A premiação na LBF 2026 é resultado desse caminho e reforça a importância do trabalho realizado desde a base. Mais do que um reconhecimento individual, a conquista representa um incentivo para que a atleta continue trabalhando, evoluindo e buscando novos desafios. 

Para o Instituto UniAssis e a Unimed Assis, é motivo de grande orgulho ver uma atleta que fez parte do Projeto CTU-Unimed alcançar o reconhecimento nacional. A conquista de MiKaelly reforça o compromisso com o incentivo ao esporte e com a criação de oportunidades para que novos talentos possam desenvolver seu potencial e transformar sonhos em conquistas. 




Troféu SME-Assis de Atletismo reúne 1.500 estudantes em dia de aprendizado e superação

 

Foto Noticia Principal Grande

Foto pequena 2 0
Foto pequena 2 1
Foto pequena 2 2
Foto pequena 2 3
Foto pequena 2 4
O Estádio Municipal Antônio Viana (Tonicão) recebe nesta segunda-feira (24) o 12º Troféu SME-Assis de Atletismo, que reúne cerca de 1.500 alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. Mais do que disputar colocações, a iniciativa foca em oferecer às crianças uma vivência prática do esporte, estimulando a autossuperação, o trabalho em equipe e o respeito às regras.

As provas foram adaptadas para atender o desenvolvimento motor e etário de cada faixa:

•    Categorias: Sub-05, Sub-06, Sub-07, Sub-08, Sub-09, Sub-10 e Sub-12.
•    Provas Individuais: Corridas de 35m, 40m, 75m e 100m, além de salto em distância e arremesso de peso.
•    Provas Coletivas: Revezamentos mistos 10 x 40m e 4 x 100m.

Oportunidade e Experiência Pedagógica

O programa utiliza a prática do atletismo como ferramenta educacional, transformando a competição em um ambiente de desenvolvimento pessoal:

•    Desenvolvimento Individual: O foco principal está na superação dos próprios limites e na melhoria contínua, encorajando os alunos a lidarem com erros e vitórias de forma construtiva.
•    Espírito de Equipe e Fair Play: Os revezamentos reforçam a importância da cooperação, enquanto a convivência na pista estimula o respeito aos adversários, árbitros e regras da modalidade.
•    Formação Cidadã: A participação em um evento deste porte proporciona aos alunos a oportunidade de desenvolver disciplina, empatia e coragem perante novos desafios.




Final Estadual dos Jogos Paralímpicos do Estado será em setembro

 

 

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcD) e a Secretaria de Esportes anunciam que as datas da final estadual dos Jogos Paralímpicos do Estado de São Paulo (Paresp) 2026 serão nos dias 25, 26 e 27 de setembro.

As provas de atletismo serão realizadas no Ícaro de Castro Mello, nos dias 25 e 26 de setembro, e as de natação no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB) no dia 27.

As finais estavam previstas originalmente para este próximo final de semana, mas foram remarcadas em função da reforma na pista de atletismo no CTPB e adequação com a agenda de eventos do estádio olímpico do Ibirapuera.

Essa final estadual envolve os atletas que atingiram os melhores índices nas quatro etapas regionais dessas modalidades, que aconteceram entre os meses de abril e julho.

“Acompanhar a final estadual dos Jogos Paralímpicos do Estado de São Paulo é um excelente programa, que agora pode ser agendado com antecedência. A entrada no Ícaro de Castro Mello e no Centro Paralímpico é gratuita, dando aos espectadores a oportunidade de assistir modalidades que podem ainda não ter conhecido, presenciando o protagonismo das pessoas com deficiência no esporte”, disse Marcos da Costa, secretário Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Sobre o Paresp

Os Jogos Paralímpicos do Estado de São Paulo (Paresp) consolidam-se como ferramenta estratégica para o fortalecimento do esporte paralímpico nos municípios paulistas. A competição busca ampliar a competitividade regional e criar oportunidades de participação para pessoas com deficiência.

“O Paresp é uma importante ferramenta para fortalecer o esporte paralímpico em todo o Estado de São Paulo, ampliando oportunidades para que atletas com deficiência possam competir, evoluir e representar seus municípios. A realização da final estadual também valoriza o trabalho desenvolvido ao longo das etapas regionais e reforça o compromisso do Governo de São Paulo com a inclusão, a formação esportiva e a valorização dos nossos atletas”, afirma Claudia Carletto, secretária de Esportes do Estado de SP.

A edição de 2025 mobilizou mais de 1.800 atletas vindos de todas as regiões do estado. Na classificação geral, São José dos Campos conquistou o tricampeonato do Paresp, reafirmando sua hegemonia na competição. Sorocaba ficou com o vice-campeonato, enquanto Presidente Prudente completou o pódio em terceiro lugar.

Na disputa feminina, Sorocaba liderou com desempenho superior nas provas, conquistando o primeiro lugar. Santos ficou na segunda posição, e São José dos Campos garantiu a terceira colocação.

Já na categoria masculina, São Bernardo do Campo levou o título estadual. Sorocaba assegurou o segundo lugar, enquanto São José dos Campos fechou o pódio na terceira posição.




Novo piso do Ginásio Jairão é concluído e já recebe primeiros treinos de basquete

 

Foto pequena 2 0
Foto pequena 2 1

Foi concluída a instalação do novo piso esportivo de madeira flutuante no Ginásio Municipal de Esportes Jairão, melhoria que moderniza a estrutura e proporciona melhores condições para treinamentos e competições.

Com a instalação finalizada, o espaço já recebeu o primeiro treino de basquete na nova estrutura. A prefeita de Assis, Telma Spera, esteve no ginásio para acompanhar de perto a atividade e conferir o resultado da intervenção.

O novo piso representa um investimento de mais de R$ 500 mil, viabilizado por meio da articulação da Prefeitura de Assis junto à Pacaembu Construtora. Desenvolvido especialmente para a prática esportiva, o sistema de madeira flutuante oferece maior absorção de impactos, contribuindo para mais conforto e segurança aos atletas.

A melhoria faz parte das ações de modernização da infraestrutura esportiva do município e amplia a qualidade do espaço utilizado por atletas e equipes de diferentes modalidades.

Com a conclusão da obra, o Jairão passa a contar com uma estrutura ainda mais adequada para receber treinamentos, competições e eventos, fortalecendo o esporte e oferecendo melhores condições para atletas de Assis.




Assis faz valer mando e vence etapa dos Jogos Regionais do Idoso em casa

 

 

Sede da etapa da 7ª Região Esportiva dos Jogos Regionais do Idoso (Jomi), Assis fez valer o mando e fechou sua participação na liderança da classificação geral.

O município marcou 244 pontos, contra 129 do vice-líder Álvares Penteado. Presidente Prudente, com 102 pontos, ficou na terceira colocação geral. Assis venceu 11 disputas, com destaque para o basquete 3×3, onde levou o ouro em três das quatro categorias.

“A participação de Assis nesta etapa do Jomi aconteceu na melhor forma possível. Além da diferença de 115 pontos para o segundo colocado, classificamos dez modalidades para a final estadual”, afirma Elton Henrique, secretário municipal de Esportes de Assis, que atribui o bom desempenho ao “fator casa”. “Tivemos muito apoio em nossos jogos, principalmente nas modalidades coletivas. O fator casa ajudou bastante”, acrescenta.

A etapa de Assis contou com 1.297 atletas de 46 municípios. Agora, o Jomi faz uma breve pausa e volta em setembro com mais três etapas: Taubaté (do dia 2 ao dia 7), Monte Alto (do dia 3 ao dia 9) e Avaré (do dia 10 a dia 15).

Confira o top-10 da etapa da 7ª Região Esportiva do Jomi:

1º – Assis – 244 pontos

2º – Álvares Penteado – 129 pontos

3º – Presidente Prudente – 102 pontos

4º – Marília – 96 pontos

5º – Ourinhos – 63 pontos

6º – Tupã – 53 pontos

7º – Cândido Mota – 50 pontos

8º – Tarumã – 45 pontos

9º – Salto Grande – 43 pontos

10º – Adamantina – 41 pontos

 




O peso do hexa: campanha da seleção brasileira pode fazer o torcedor ganhar até 2 kg durante a Copa do Mundo

 

Qual seria o peso da sexta estrela na camisa da seleção brasileira? Impossível mensurar. Mas a campanha que pode culminar no hexacampeonato da Copa do Mundo pode acrescentar até 2 kg a mais na balança do torcedor. Foi o que apontou um estudo inédito do Bolavip Brasil, que comparou a alimentação habitual com os tradicionais churrascos que acompanham os jogos da Seleção.

Cada jogo pode significar um excesso de calorias

O levantamento considerou a ingestão média de calorias de um homem adulto de 35 anos nas principais refeições do dia — almoço e jantar — e comparou esses valores com a estimativa de consumo durante churrascos de aproximadamente quatro horas realizados para assistir aos jogos do Brasil na Copa do Mundo de 2026.

Foi estimado que o consumo de calorias no almoço e na janta é de, em média, 800 e 650 kcal, respectivamente, em condições normais.

Na Copa do Mundo, os torcedores com o hábito de participar de churrascos substituem uma dessas refeições por churrascos que podem representar a ingestão de 3.243 kcal, caso ele ocorra no horário do almoço, com a ingestão de 600g de carnes, 250g de acompanhamentos e 1,8 litro de cerveja, o equivalente a 5 latas de 350ml.

A análise revelou que substituir uma refeição convencional por um churrasco, com o consumo de carnes, acompanhamentos e cerveja, pode representar uma ingestão de até 4,3 vezes mais calorias do que o habitual.

Horários dos jogos influenciam o consumo

O calendário da Seleção também interfere diretamente na quantidade de comida consumida. Os horários das partidas determinam qual refeição é substituída pelo churrasco e até mesmo o tempo de confraternização.

Caso o Brasil confirme presença na decisão do Mundial, serão oito partidas ao todo: quatro disputadas à noite, uma no horário do almoço — a vitória sobre o Japão — e outras três durante a tarde, incluindo a final, marcada para às 16h (horário de Brasília).

Os jogos da tarde são os com o maior potencial de gerar ganho de peso, uma vez que possibilitam um maior consumo de carne e bebida em churrascos que devem substituir a janta, refeição onde geralmente o consumo de calorias é menor, em comparação com o almoço. Quando o jogo é à noite, como foram as partidas da primeira fase, o consumo no churrasco tende a ser menor, o que implica num menor ganho de peso.

Hexa pode custar até 2 kg na balança

Com quatro jogos já realizados e outros quatro previstos em caso de classificação até a final, o estudo estima que o torcedor acumule um superávit calórico de 17.430 kcal, desde que mantenha inalteradas sua rotina de atividades físicas e a alimentação no restante do dia.

Na prática, esse excedente energético equivale a um ganho potencial de aproximadamente 2 kg ao longo da campanha da Seleção.

Impacto pode ser ainda maior para parte da população

O estudo destaca ainda que mulheres e pessoas mais velhas, que normalmente apresentam metabolismo mais lento, podem registrar um ganho de peso ainda superior ao estimado para um homem adulto de 35 anos.

 




Hino Nacional Brasileiro é eleito o mais bonito da Copa do Mundo 2026

 

O Brasil tem praias mundialmente conhecidas, uma culinária que mistura influências de vários continentes e festas populares que atraem turistas do mundo inteiro. Ainda assim, poucos símbolos parecem despertar tanto orgulho quanto o Hino Nacional. Prova disso foi a reação dos brasileiros após o jornal norte-americano The New York Times eleger o hino brasileiro como o melhor entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. “Um dos melhores hinos do mundo”, escreveu o jornalista Tim Spiers ao destacar a composição, elogiando especialmente a introdução orquestral de 28 segundos.

O elogio viralizou nas redes sociais e reacendeu um sentimento conhecido: o orgulho de ser brasileiro. Mas, em um país tão diverso e cercado por tantos outros símbolos culturais, esportivos e digitais, por que uma canção criada há mais de um século continua sendo capaz de emocionar, unir e representar milhões de pessoas?

Para especialistas, o reconhecimento ganha tanta atenção porque fortalece a forma como os próprios brasileiros enxergam sua cultura e seus símbolos nacionais. O publicitário e professor do curso de Design da Estácio, Guilbert Macedo, destaca que os hinos são tão importantes por causa do papel que desempenham na construção da identidade coletiva.

“Os símbolos oficiais funcionam porque são institucionalizados. Ao contrário da culinária ou dos sotaques, que mudam de região para região, esses símbolos foram criados para ficar acima das diferenças locais. Eles constroem o que a sociologia chama de comunidade imaginada: uma identidade única que faz com que milhões de pessoas que não se conhecem sintam que pertencem ao mesmo país e se reconheçam no mundo”, explica.

O especialista destaca a percepção que os brasileiros têm de si mesmos, que também é muito influenciada pelo olhar estrangeiro. “A nossa autoimagem como nação depende muito de como o mundo nos enxerga. Quando um símbolo soberano, como o hino, ou grandes conquistas culturais, ganham destaque internacional, ocorre uma legitimação externa. Esse reconhecimento diminui aquela velha tendência de desvalorizarmos o que é nosso e transforma o aplauso estrangeiro em orgulho e união por aqui”, avalia.

A força da música

Mais do que um símbolo político ou institucional, os hinos também possuem um poderoso componente emocional. A música é capaz de conectar pessoas, criar memórias e despertar sentimentos compartilhados. “Na comunicação, a música é uma das ferramentas mais poderosas para gerar conexão imediata. Ela ativa nossas emoções de forma direta e cria um fenômeno que as ciências sociais descrevem como ‘efervescência coletiva’”, explica Guilbert.

Isso explica, por exemplo, porque, seja dividindo um fone de ouvido ou cantando em um festival com milhares de desconhecidos, o ritmo e a letra ajudam a despertar a sensação de coletividade. “A música cria a sensação de que todos fazem parte de um único organismo”, observa Guilbert. Essa força simbólica costuma ficar ainda mais evidente em eventos esportivos de grande alcance, como Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, quando milhões de pessoas acompanham atletas representando o país e cantam juntas os versos do hino nacional.

Se antes os hinos estavam presentes principalmente em cerimônias oficiais, hoje eles também circulam pelas redes sociais, em vídeos, memes e transmissões esportivas. Para Guilbert, a internet não enfraqueceu esses símbolos, mas transformou a forma como as novas gerações se relacionam com eles.

“A internet e os conteúdos rápidos não mataram os hinos, mas mudaram a forma como os jovens interagem com eles. Hoje, o Hino Nacional aparece nas redes em momentos de nacionalismo performático, como na Copa do Mundo ou nas Olimpíadas. O comportamento digital transformou o hino em conteúdo partilhável, muitas vezes gerando brincadeiras e comparações com músicas populares, por exemplo. Mas o símbolo sobrevive, porque as novas gerações continuam a precisar desses marcos de pertencimento”, conclui.

E o Hino estadual?

A discussão também abre espaço para a importância dos símbolos regionais. O docente reforça a importância de valorização dos símbolos estaduais para manutenção dessa identidade. “Sem um trabalho forte de educação e divulgação nas escolas e mídias, o hino acaba restrito a eventos burocráticos, enquanto a cultura popular assume o verdadeiro papel de identidade”, avalia.

Mais do que melodias executadas em cerimônias oficiais, os hinos continuam funcionando como instrumentos de memória, identidade e conexão coletiva. E, conforme demonstra a imprensa estrangeira, ainda são capazes de emocionar pessoas dentro e fora do país.




Vini Jr. supera Tostão e Ronaldo na média de participações diretas em gols em Mundiais; veja ranking histórico

 

Depois de mais uma atuação decisiva de Vini Jr. pela seleção na Copa do Mundo de 2026, dessa vez contra a Escócia, o Bolavip Brasil decidiu vasculhar a história do futebol pentacampeão para saber se algum jogador conseguiu ter uma média superior a do camisa 7, que possui oito participações diretas em gol do Brasil em sete partidas de Mundiais. E descobriu que a resposta é apenas três: Leônidas da Silva, Ademir Menezes e Pelé

O levantamento descobriu ainda que Vini Jr, que estava empatado com Tostão e Ronaldo Fenômeno, ambos com média de uma participação direta em gol por jogo, superou os dois ídolos do futebol brasileiro e se isolou como o quarto jogador mais decisivo para o Brasil em Copas do Mundo. A média de Vini Jr. agora é de 1,14 participação direta por partida.

Neymar entra em campo e abaixa sua média

Vini Jr. entrou em campo contra a Escócia já à frente do maior jogador brasileiro da última década, Neymar, no quesito participações diretas em gols por partida nas Copas do Mundo. Com o retorno do camisa 10 aos gramados sem gols ou assistências, a diferença entre os dois aumentou.

Enquanto Vini chegou a oito participações diretas em sete jogos, Neymar tem 11 em 14 partidas. A média do camisa 7 é de 1,14; já a do camisa 10 foi para 0,78.

Entenda como trio no topo do ranking pode ter números subdimensionados

Para chegar aos números que colocam Vini Jr. no patamar dos maiores ídolos da história da seleção brasileira, o levantamento consultou a platafoma de dados Otpa, considerou os 20 jogadores com mais gols marcados pela seleção nas Copas e mais os 20 jogadores com mais assistências pelo Brasil em Mundiais. Ao somar os números e considerar a quantidade de partidas disputadas por cada um, a média foi alcançada.

Um detalhe importante não pode passar despercebido: as estatísticas de assistências só existem com precisão a partir da Copa do Mundo de 1966. Como consequência disso, o número de participações diretas de jogadores que atuaram nos Mundiais até 1962 pode estar subdimensionado.

O topo do ranking de participações diretas em gols por partida em Copas do Mundo é ocupado por três jogadores dessa era pré-1966. Leônidas da Silva fez oito gols em cinco jogos e ninguém sabe quantas assistências o craque deu nos Mundiais de 1934 e 1938.

Atrás dele está Ademir Menezes, autor de nove gols em seis partidas na Copa de 1950. O número de passes para gol que o atacante fez na campanha do vice-campeonato é um mistério. Foram 22 gols marcados pelo Brasil no total na competição.

Em terceiro lugar está Pelé. O Rei do Futebol soma, até onde se sabe, 18 participações diretas em 14 partidas de Copas do Mundo. O número não considera oito gols marcados em que Pelé estava em campo e que, por isso, pode ter sido o autor do passe para o gol. Ou seja, Pelé pode ter somado até 26 participações diretas em 14 jogos de Copa do Mundo.

Os dez jogadores mais decisivos para o Brasil em Copas do Mundo (média de participações diretas em gol por partida):

1 – Leônidas da Silva* (1934, 1938): 1,6 participação direta por jogo

2 – Ademir Menezes* (1950): 1,5 participação direta por jogo

3 – Pelé* (1958, 1962, 1966 e 1970): 1,28 participação direta por jogo

4 – Vini Jr. (2022, 2026): 1,14 participação direta por jogo

5 – Ronaldo (1994, 1998, 2002, 2006): 1 participação direta por jogo

6 – Tostão (1966, 1970): 1 participação direta por jogo

7 – Chico* (1950): 1 participação direta por jogo

8 – Vavá (1958, 1962): 0,9 participação direta por jogo

9 – Careca (1986, 1990): 0,88 participação direta por jogo

10 – Roberto Dinamite (1978, 1982): 0,8 participação direta por jogo




Abertura da 28ª edição dos Jogos da Melhor Idade será nesta sexta-feira 

 

Foto Noticia Principal Grande

A Prefeitura realiza nesta sexta-feira (26) às 17 horas, no Ginásio Municipal Jairo Ferreira dos Santos – Jairão, a cerimônia de abertura da 28ª edição dos Jogos da Melhor Idade (JOMI), com entrada gratuita para toda a população.

Entre os dias 26 de junho e 1º de julho, Assis será sede da competição da 7ª Região Esportiva do Estado de São Paulo, que reunirá atletas de mais de 45 municípios para disputas em diversas modalidades esportivas por equipes da melhor idade.

Além de incentivar a prática esportiva, a convivência social e a qualidade de vida, o tornio também deve movimentar a economia local, com a presença de delegações, equipes técnicas e visitantes durante os dias de competição.

A Prefeitura convida toda a população para prestigiar a abertura e participar deste importante momento para o esporte regional, celebrando a integração, a superação e a valorização da melhor idade.




Brasil x Escócia: César Sampaio lembra 1998 e diz que seleção ‘vai precisar ser relisiente para vencer os europeus’

 

César Sampaio abriu o placar contra a Escócia no jogo inaugural da Copa do Mundo de 1998. Crédito: Alamy

O ex-volante César Sampaio tem muita história para contar sobre a Copa do Mundo. E o próximo adversário do Brasil, a Escócia, nesta quarta-feira (24), é uma velha conhecida. Em 1998, o titular daquela equipe brasileira viveu tarde de herói e vilão no Mundial na França.

Em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, Sampaio contou como foi a experiência daquele jogo. Além de ser seu primeiro duelo em uma Copa do Mundo, a partida marcava a estreia da Seleção como a atual campeã em 1998. E o jogador teve uma montanha-russa de emoções.

“Eu me lembro disso como um sonho que se tornou realidade, tentando assimilar tudo o que estava acontecendo. Tínhamos um histórico fantástico naquele ciclo. Um filme passou pela minha mente, desde a minha infância até, de repente, me tornar protagonista no cenário mundial. Assim que começou a partida, foi uma das emoções intensas. Marquei o primeiro gol da Copa do Mundo em uma jogada ensaiada que havíamos treinado meticulosamente com Zagallo, na qual Júnior Baiano deveria desviar a bola no primeiro poste”, emocionou-se.

Porém, em seguida, César cometeu pênalti que colocou a Escócia novamente no jogo. O erro rendeu muita bronca de seu maior torcedor: o próprio pai. No final, um gol contra salvou o triunfo brasileiro.

“Liguei para meu pai logo após o jogo, e ele imediatamente começou a me dar uma bronca por causa do pênalti que cometi. Ele sequer mencionou o gol que marquei! Apenas me deu uma bronca e tanto. A preparação antes do jogo tinha sido incrivelmente tensa, uma noite sem dormir. Todos sabíamos que, se cometêssemos um erro, seria uma gafe de proporções mundiais. Mas, felizmente, tudo acabou bem e vencemos por 2 a 1”, revelou com bom humor.

Dicas para encarar a atual Escócia

Ao que tudo indica, a Seleção Escocesa que vai entrar em campo diante do Brasil é mais cascuda do que a de 1998. Com muitos jogadores com destaque no futebol europeu, César prevê um confronto mais técnico do que aquele de 1998.

“Com a Escócia, o modelo padrão é aquele futebol inglês. É mais jogando por uma bola, tentando um jogo mais direto. São jogadores, parte deles na defesa, os dois laterais, todos com experiência. E o goleiro que atua na Premier League. São jogadores com experiências e vivências que podem contribuir bastante para a evolução da seleção na competição. Mas, creio que está bem parecido. É um futebol inglês, mais de força e técnica”, analisou, destacando um nome em individual:

“Eles têm, no meio-campo, o McGinn também, o capitão, que é um diferencial técnico no Aston Villa. Mas é mais aquele jogo direto, de posição física, bola parada perigosa, um jogo mais de contato. Uma equipe que, na grande maioria das vezes, joga compacta e reativa nas transições”, concluiu.

Para Sampaio, mesmo sendo uma Escócia mais forte do que a de 1998, o Brasil mantém total favoritismo. Se vencer, o Brasil pode encerrar o Grupo C na liderança. O empate pode deixar os pentacampeões em primeiro ou segundo lugar do grupo, dependendo do resultado da partida entre Marrocos e Haiti.

“Enfim, é um jogo mais lógico. Vejo mais dificuldades com Marrocos do que com a Escócia. Mesmo assim, o Brasil jogando bem, sim, é o favorito. A Escócia é mais próxima daquilo que a gente já viu, um jogo apertado, um jogo de pouco espaço. O Brasil é melhor, mas vai precisar ser resiliente”, completou.

Pela Seleção Brasileira, César Sampaio atuou em 47 partidas e marcou sete gols. Na Copa do Mundo de 1998 foram três gols assinalados.