Com bolsas de R$ 10 mil, Jornada Paulista de Dança inscreve grupos e companhias do Estado de São Paulo

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A biblioteca digital do MEC Livros foi organizada a partir de critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística e conta com uma série de ferramentas voltadas para facilitar a experiência do usuário. Foto: Divulgação/MEC Livros
Aplataforma gratuita de livros digitais MEC Livros teve o seu acervo ampliado de 8 mil para 25 mil obras disponíveis. O anúncio foi feito pelo Governo do Brasil durante cerimônia em comemoração ao Dia Mundial do Livro nesta quinta-feira, 23 de abril, junto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Desde o seu lançamento, há pouco mais de duas semanas, o MEC Livros já atingiu a marca de mais de 586 mil usuários cadastrados e mais de 276 mil obras alugadas. Os livros disponibilizados são nacionais e internacionais, contando com lançamentos e best-sellers, além de obras do acervo do domínio público e de parcerias, que podem ser convertidas de arquivos em PDF para o formato ePub, melhorando a experiência de leitura digital.
“Precisamos fomentar a leitura no Brasil, a leitura de autores brasileiros e a leitura sobre a história do país. É muito importante para a nossa soberania que a gente se identifique com os livros, se identifique com nossa literatura, que a gente leia nossos autores e conheça nossa história”, apontou o ministro da Educação, Leonardo Barchini, durante a cerimônia.
NOVO MECANISMO — Além da ampliação do acervo, a plataforma passará a contar, nos próximos dias, com um novo mecanismo de empréstimo e devolução. Usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo valerá para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo. Antes, a devolução só podia ser feita após 14 dias, independentemente da conclusão da leitura. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por CPF.
“O processo de ampliação e melhoria do MEC Livros é contínuo. A maior reclamação que a gente recebeu foi que as pessoas liam rápido e queriam devolver o livro para poder pegar outro e ler mais ainda. Então, o empréstimo não se limitará ao prazo de 14 dias. Você também poderá começar a ler o seu livro e, se não gostou, devolver e pegar outro”, explicou o ministro da Educação.
ACESSO À CULTURA — Segundo o presidente Lula, o aplicativo cumpre o dever do Estado de garantir a produção e o acesso à cultura. “Este é o papel do Estado: dar condições para que vocês produzam cultura, para que vocês escrevam livros, e para que vocês, que querem ler, tenham acesso. Ninguém vai comprar um livro se não tiver dinheiro para o básico. Então, nós temos que fazer as pessoas lerem, mesmo quando não podem comprar um livro, e o MEC Livros é exatamente para isso”, afirmou.
MEC LIVROS — A biblioteca digital foi organizada a partir de critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística e conta com uma série de ferramentas voltadas para facilitar a experiência do usuário, como agente de IA para tirar dúvidas e oferecer sugestão de leituras e um painel de acompanhamento das obras acessadas. A plataforma também tem foco na acessibilidade, com opções de ajuste de fonte e contraste, suporte para pessoas com dislexia e compatibilidade com leitores de tela.
Além de permitir a personalização da leitura e o uso de notificações automatizadas sobre as obras, o aplicativo separa os exemplares por categorias, que permitem uma navegação mais assertiva. A biblioteca digital conta com quase 20 editorias e gêneros, que vão de romance e ficção a histórias em quadrinhos e literatura de cordel.
HÁBITO DE LEITURA — A cerimônia do Dia Mundial do Livro também marcou outra iniciativa para o incentivo ao hábito de leitura: a assinatura da portaria que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026-2036, que estabelece metas para ampliar o número de leitores no país até 2036. O novo plano foi elaborado de forma conjunta entre o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura. Entre os principais objetivos, está aumentar de 47% para 55% a proporção da população com hábito de leitura, além de ampliar o acesso a livros e fortalecer as políticas públicas voltadas à prática.
A Prefeitura de Assis, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, lançou quatro editais de chamamento público com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), voltados ao fortalecimento da cultura no município.
Instituída pela Lei Federal nº 14.399/2022, a PNAB tem como objetivo ampliar o acesso à cultura em todo o país, incentivando a produção cultural e valorizando artistas, coletivos e agentes culturais locais.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de forma online, entre os dias 27 de abril e 26 de maio de 2026, até às 17h, por meio da plataforma: https://criarte.grupogorki.com.br/. Para garantir o acesso democrático, a Secretaria Municipal de Cultura também disponibilizará suporte presencial para inscrição, com datas e locais a serem divulgados.
O Edital 01/2026 — Fomento a Projetos Culturais — Demais Áreas irá selecionar projetos de diversas linguagens culturais, desde ações formativas até grandes eventos.
O Edital 02/2026 — Áreas Periféricas é voltado a iniciativas culturais em regiões com maior vulnerabilidade social, fortalecendo a descentralização do acesso à cultura.
Já o Edital 03/2026 — Cultura Viva contempla iniciativas de Pontos e Pontões de Cultura, valorizando ações já desenvolvidas por coletivos culturais do município.
Por fim, o Edital 04/2026 — Mestres e Mestras dos Saberes reconhece agentes culturais com trajetória relevante em Assis, destacando sua contribuição para a cultura local.
A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Assis com a valorização da cultura, o incentivo à produção artística e a ampliação do acesso às políticas públicas culturais em todas as regiões da cidade.
Em celebração ao Dia Mundial do Livro, comemorado nesta quarta-feira (23), a Prefeitura de Assis, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizou o projeto “Leia Mais na Praça”, reforçando a importância da leitura como instrumento de conhecimento, cidadania e transformação social.
A ação aconteceu em frente à Biblioteca Pública Municipal Nina Silva, com a distribuição gratuita de livros da reserva técnica, proporcionando à população acesso facilitado à cultura e incentivando o hábito da leitura no dia a dia.
Ao longo do dia, o público compareceu em grande número, com pessoas de todas as idades participando da iniciativa e levando para casa novas histórias, saberes e oportunidades de aprendizado.
A data reforça o valor do livro como ferramenta essencial na formação educacional e no desenvolvimento pessoal, e ações como essa aproximam ainda mais a comunidade dos espaços culturais do município.
A Secretaria de Cultura destaca que novas edições do projeto serão realizadas ao longo do ano em diferentes pontos da cidade. A população pode acompanhar as redes sociais oficiais para ficar por dentro das próximas ações.
Cena de ‘Boi Material’ (Crédito: Higor Arco)
A companhia rio-pretense Cênica estreia em Paraguaçu Paulista o espetáculo BOI MATERIAL, resultado da parceria artística com o encenador e dramaturgo convidado Pedro Kosovski, fundador d’Aquela Cia de Teatro (Rio de Janeiro). O artista assina direção e dramaturgia, essa em coautoria com Fagner Rodrigues. A montagem faz sessão gratuita no Ponto de Cultura Salão Cultural, dia 25 de abril (sábado), às 20h, com acessibilidade em Libras.
BOI MATERIAL se passa em uma feira de exposição, quando um grupo de artistas é contratado para entreter o espetáculo e se percebe como parte da complexa engrenagem que reproduz um jogo de poder, cujos movimentos incidem diretamente contra as existências vivas do planeta. Durante um leilão de gado, que ironicamente perpassa a iconografia do boi na história da pintura brasileira, o grupo subverte o jogo, ora assumindo o papel dos donos da terra, ora especulando sobre um levante.
O elenco conta com Andrea Capelli, Beta Cunha, Christina Martins, Deivison Miranda, Fabiano Amigucci, Geovanna Leite, Glauco Garcia, Mayk Ricardo, Simone Moerdaui e Vanessa Palmieri. Na direção musical e composições inéditas, Felipe Storino. A direção vocal é de Everton Gennari e a direção de movimento, de Mayk Ricardo.
O ponto de partida para BOI MATERIAL foi a investigação sobre o paradoxal e complexo signo do boi. De um lado, ele representa o poder fundado na lógica patriarcal, machista, autoritária, predatória e exploradora que se impõe sobre as diversas formas de existência, consideradas meros recursos dos quais “se aproveita até o berro”. De outro, representa uma potência coletiva, criativa e transgressora, que pode ser observada no modo como a cultura popular, as comunidades menorizadas e a arte invertem e subvertem as normas vigentes para continuarem existindo e pulsando como vida.
“A figura do boi também cria um horizonte de visibilidade e debate sobre o lugar dos artistas no interior, também inscrito nessas ambivalências. A distância dos grandes centros de cultura os aparta sob alguns aspectos, especialmente pela manutenção de estereótipos que fazem subestimar suas potencialidades. Contudo, ajuntamentos artísticos interioranos seguem resistindo e desorganizando tais estereótipos por meio da sua arte, de seus modos de produção e da criação e fortalecimento de redes de articulação e afeto”, considera a equipe artística de forma conjunta.
A cenografia (por Lidia Kosovski) e os figurinos (Fabiano Amigucci) iniciais contribuem para a sobreposição de outra camada de significação do espaço e do grupo de artistas ao apresentarem uma visualidade que remete a um frigorífico – mais uma estação desse sistema, que denota assepsia e ordem, onde artistas são artistas, são trabalhadores, são os próprios bois.
A partir do momento em que elementos do grupo assumem o papel de figuras que alegorizam os donos da terra e, por outro lado, figuras míticas de poder, surge mais uma camada de atuação, também expressa nas transparências presentes em seus figurinos estilo agro, inspiradas nos cortes de carne bovina e que evidenciam partes dos corpos dos atuantes.
A dramaturgia não possui um caráter linear, entretanto se equilibra sobre um fio cujo percurso está enunciado nos corpos, nos figurinos e nas transformações que acontecem com e sobre o espaço, cujo sentido é a imaginação de um mundo possível.
Bate-papo e oficina
Após a sessão de BOI MATERIAL, acontece o bate-papo “Sobre mundos possíveis”, entre artistas e público, num diálogo para tratar sobre o espetáculo, seus temas e o processo de criação.
Na mesma data (25 de abril), às 14h, na Associação Cultural Maestro Cícero Siqueira, a companhia Cênica também oferece em Paraguaçu a oficina gratuita “BOI MATERIAL – reflexões e práticas sobre a potência da coletividade”. Na oportunidade, a atriz Beta Cunha compartilha procedimentos artísticos desenvolvidos a partir do encontro entre o elenco criador e Pedro Kosovski, numa ação voltada a artistas, grupos, estudantes de teatro e pessoas interessadas a partir de 16 anos. As inscrições são pelo formulário https://forms.gle/DnArViDNXmJ6vxaNA.
O conjunto de ações faz parte do Projeto BOI MATERIAL – Interior capital, contemplado pelo Edital Fomento CultSP – PNAB nº 27/2024, Difusão e circulação de projetos artísticos culturais, que prevê 12 apresentações por cidades paulistas, que também receberão as demais atividades. Ainda está previsto o encontro online “Território de confluência”, com artistas convidadas.
Em Paraguaçu, a iniciativa acontece com a parceria da Cia. Bambolina e com o apoio do Ponto de Cultura Salão Cultural e da Associação Cultural Maestro Cícero Siqueira.
Parceria
Essa é a segunda parceria da companhia com Kosovski. Em julho de 2019, a convite da Embaixada da França no Brasil/Instituto Francês do Brasil e do FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, a Cênica foi dirigida por Pedro Kosovski na leitura dramática de J’ai bien fait? (Fiz bem?), de Pauline Sales, traduzido por ele para o português. Na ocasião, surgiu o desejo mútuo por um novo encontro artístico mais amplo e profundo. Deste desejo, somado ao desejo da Cênica de seguir investigando seu “sertão” e ao de Kosovski de se debruçar sobre o “interior”, nasceu BOI MATERIAL.
Sobre a Cênica
Coletivo teatral de repertório fundado em 2007 por Fagner Rodrigues, a Cênica conta atualmente com aproximadamente 25 integrantes e 11 espetáculos em circulação, concebidos para palco, rua, espaços alternativos e ambiente virtual. Ao longo de sua trajetória, suas pesquisas têm sido pautadas no teatro popular, na dramaturgia autoral, na música ao vivo enquanto elemento dramatúrgico e na ocupação de ruas e espaços não convencionais. Seu mais recente trabalho, Cheese and Guava or Romeo and Juliet, integrou em 2025 a programação do Fringe, maior festival de artes do mundo, em Edimburgo, capital da Escócia. Para além de suas produções artísticas, a companhia realiza a Mostra Cênica Resistências e mantém, em sua sede, o Ponto de Cultura Território Cênico, voltado à pesquisa, formação e difusão artístico-cultural.
Sobre Pedro Kosovski
Dramaturgo, diretor teatral e professor de artes cênicas da PUC-RIO e do Teatro O Tablado. Funda, em 2005, a Aquela Cia de Teatro, núcleo de criação e pesquisa da linguagem teatral. Concentra seus esforços artísticos em uma dramaturgia que está no trânsito entre os conceitos de memória coletiva e fabulação. Suas obras foram apresentadas nos principais festivais do Brasil, em Portugal, Colômbia e está prevista, em 2022, na França. Recebeu indicações e foi vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do Brasil como Shell, APCA, Cesgranrio, Questão de Crítica, APTR, Aplauso Brasil, Zilka Salaberry. Três de suas peças que formam a “Trilogia Carioca” (“Cara de Cavalo”, “Caranguejo Overdrive”, “Guanabara Canibal”) estão publicadas pela editora Cobogó.
Sinopse:
BOI MATERIAL se passa em uma feira de exposição, quando um grupo de artistas é contratado para entreter o espetáculo. Durante a Expô, esses artistas se percebem como parte da complexa engrenagem, um jogo de poder cujos movimentos incidem diretamente contra as existências vivas do planeta. Em meio ao leilão de gado, que ironicamente perpassa a iconografia do boi na história da pintura brasileira, o grupo subverte o jogo, ora assumindo o papel dos donos da Terra, ora especulando sobre um levante.
Ficha técnica:
Dramaturgia e direção: Pedro Kosovski
Dramaturgia e assistência de direção: Fagner Rodrigues
Elenco: Andrea Capelli, Beta Cunha, Christina Martins, Deivison Miranda, Fabiano Amigucci, Geovanna Leite, Glauco Garcia, Mayk Ricardo, Simone Moerdaui e Vanessa Palmieri
Direção musical e composições inéditas: Felipe Storino
Direção vocal: Everton Gennari
Direção de movimento e coreografias: Mayk Ricardo
Cenografia: Lidia Kosovski
Figurinos: Fabiano Amigucci
Assistente de figurinos e Reprodução da obra “O Minotauro ou Mánhene (O Veneno do Mundo)”, de Denilson Baniwa: Deivison Miranda
Costura: Lab Veste (William Frati, Jorge Oliveira) e Vergínia Santana
Perucaria: Gaia do Brasil
Concepção audiovisual: Elissa Pompônio, Vinicius Dall’ Acqua, Robo.Art
Operação audiovisual: Elissa Pompônio
Iluminação: Luis Fernando Lopes
Operação de luz: Ícaro Negroni e Luis Fernando Lopes
Operação de som: Marcus de Marchi
Assessoria de imprensa: Graziela Delalibera
Coordenação e Produção: Cênica
SERVIÇO
Espetáculo – BOI MATERIAL
Quando: 25 de abril – sábado, 20h
Onde: Ponto de Cultura Salão Cultural – Av. São Paulo, 206, Vila Gammon – Paraguaçu Paulista/SP
Ingressos: grátis, com retirada 1h antes do início do espetáculo
Autoclassificação: 16 anos
Duração: 90 minutos
Acessibilidade: Libras
Instagram: _cenica
Oficina – BOI MATERIAL – reflexões e práticas sobre a potência da coletividade
Quando: 25 de abril, sábado, 14h
Onde: Associação Cultural Maestro Cícero Siqueira – Rua Armando Sales de Oliveira, 345, Centro (esquina de baixo do Tiro de Guerra) – Paraguaçu Paulista/SP
Duração: 2 horas
Público-alvo: artistas, grupos teatrais, estudantes de teatro e demais pessoas interessadas a partir de 16 anos
Inscrições gratuitas: https://forms.gle/DnArViDNXmJ6vxaNA
O projeto Feijão Letrado, um dos maiores distribuidores de livros para instituições e escolas públicas do estado de São Paulo, realizará uma série de ações culturais e educacionais em duas instituições de Assis. A iniciativa prevê a doação de livros e a realização de atividades que estimulam o interesse das crianças pelo universo da leitura.
As ações acontecerão no dia 27 de abril com apresentações em duas escolas municipais da cidade.
Cada escola participante receberá uma estante artística personalizada, criada pelo artista plástico Filiage, além de um acervo de livros infantis. A programação inclui ainda oficina de brinquedos recicláveis e contação de histórias, promovendo uma experiência lúdica e educativa para os alunos.
O projeto chega à sua 5ª edição, com 138 instituições atendidas, 30 mil livros doados, e é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) do Ministério da Cultura, com o patrocínio da Regional Telhas. Em Assis serão doados 430 livros.
Criado durante a pandemia pelos produtores culturais Reginaldo Menegazzo e Genivaldo Amorim, o Feijão Letrado surgiu como resposta à necessidade de garantir o acesso à leitura mesmo durante o isolamento social.
“Pensamos em ampliar o acesso à leitura e criamos um projeto que pudesse levar uma quantidade maior de livros a escolas e entidades. Com as estantes coloridas, os livros e as oficinas, conseguimos despertar nas crianças a curiosidade e o prazer de ler”, destaca Reginaldo Menegazzo, idealizador do projeto.
Além da entrega dos livros, o Feijão Letrado oferece atividades interativas que contribuem para o desenvolvimento intelectual e emocional das crianças. Unindo literatura, arte e brincadeira, o projeto colabora para a formação de leitores mais críticos, sensíveis e conscientes.
ASSIS/SP
Patrocínio: Regional Telhas
27/04/2026 – 08h
Emeif João Luiz Galvão
Rua Fernando Salinas, 50 – Jardim 3 Américas II
27/04/2026 – 14h
Emeif José Santilli Sobrinho
Rua Xavier de Vasconcelos, 130 – Vila Maria Izabel

Conhecido por sua trajetória marcante na atuação, o morador de Palmital, Pedro Tirolli dá mais um passo consistente em sua carreira musical com o lançamento de sua nova faixa, “A Gente Combinou”. A música chega às plataformas digitais nesta quinta-feira, acompanhada de clipe oficial no YouTube a partir das 21h, com a participação da atriz global Clara Galinari.
O lançamento reforça o momento de transição e amadurecimento artístico de Pedro Tirolli, que vem consolidando sua identidade também na música, depois de atuar como Chitãozinho em “As Aventuras de José e Durval”, do Globoplay, e interpretar Bruno Senna em “Senna”, do Netflix. Seu mais recente trabalho como ator está prestes a estrear nos cinemas. Em “Chorão: Só os Loucos Sabem” ele interpreta Champignon, baixista e melhor amigo do protagonista Chorão, vivido por José Loreto.
A canção “A Gente Combinou” é assinada pelos compositores de sucesso Luiz Henrique Paloni e Matheus Marcolino, trazendo uma proposta leve, envolvente e contemporânea, explorando as conexões afetivas de forma simples e verdadeira. Com uma sonoridade atual e refrão marcante, a música aposta em uma narrativa que fala sobre sintonia — aquelas combinações que fazem sentido quase sem explicação.
Com este lançamento Pedro Tirolli reafirma sua versatilidade artística e convida o público a embarcar em mais um capítulo de sua trajetória — agora ainda mais conectado com a música e com suas próprias histórias
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Grupos e companhias do Estado de São Paulo podem se inscrever pelo site da SPED. Foto: Iari Davies, Acervo SPED |
| A São Paulo Escola de Dança, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, com gestão da Associação Pró-Dança e direção artística e educacional de Inês Bogéa, abre inscrições para o segundo tempo da Jornada Paulista de Dança de 2026, que acontece do dia 6 a 11 de julho, voltado às apresentações e trocas de saberes entre diferentes companhias de dança do Estado. Grupos e companhias podem se inscrever até o dia 15 de maio pelo site da São Paulo Escola de Dança, na seção de Oportunidades e Projetos Especiais.
Dez propostas artísticas de grupos e companhias serão selecionadas pelo edital, que prevê, ainda, uma bolsa-artística de R$10 mil para cada. Além disso, oito grupos de fora da região metropolitana de São Paulo receberão, também, uma ajuda de custo para contribuir com deslocamento, hospedagem e transporte ao longo dos dias do encontro. Os valores, proporcionais ao número de integrantes dos grupos, variam entre R$12 mil e R$48 mil. A Jornada acontece na São Paulo Escola de Dança e na Estação Motiva Cultural, no Complexo Cultural Júlio Prestes, no bairro da Luz. Nestes locais, os selecionados terão uma experiência imersiva e colaborativa no mundo da dança, que se apresenta como uma oportunidade para explorar a riqueza, os percursos vividos de cada grupo ou coletivo e a diversidade da dança no estado de São Paulo. O projeto se constitui como um espaço de encontro para os artistas envolvidos e convidados, incentivando a partilha de experiências. Inês Bogéa, diretora artística e educacional da SPED, destaca que a Jornada Paulista de Dança já conquistou lugar cativo entre os grupos do Estado e o público da capital. “A Jornada Paulista de Dança chega à sua terceira edição consolidando-se como um importante espaço de encontro, troca e fortalecimento da arte da dança no Estado. É uma ‘jornada’ artística que promove conexões, descobertas e união entre os participantes, celebrando a diversidade e a potência da dança do Estado de São Paulo”. A edição deste ano inaugura o novo formato em dois tempos e o Primeiro Tempo (29 e 30 de maio de 2026) e reunirá grandes nomes da dança para coaching e masterclasses de balé clássico, jazz dance e dança contemporânea – com nomes como Cecília Kerche, Erika Novachi, Yoshi Suzuki e Binho Pacheco – na sede da SPED. Cecília foi primeira bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde também atuou como diretora. Erika é diretora artística e coreógrafa da Galpão 1 Cia. de Dança, uma das referências do lyrical jazz no Brasil. Suzuki é solista da São Paulo Companhia de Dança, onde atua há 18 anos e recentemente iniciou sua carreira como coreógrafo. E Pacheco é bailarino e coreógrafo com obras com obras assinadas para o Conservatório Nacional de Lisboa e São Paulo Cia de Dança, entre outras. As inscrições para o Primeiro Tempo ainda estão abertas pelo site da SPED até o dia 22 de abril. Jornada Paulista de Dança A iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, sob direção de Inês Bogéa, celebra a diversidade e a riqueza artística da cena da dança paulista e nasceu do desejo de criar um espaço de encontro e troca entre artistas e entusiastas da dança, fortalecendo a comunidade artística e promovendo aprendizado coletivo. A 1° Jornada Paulista de Dança aconteceu em 2024 e contou com a presença dos grupos e companhias: Plataforma 23, de Ribeirão Preto, Corpo de Baile de Caraguatatuba, Companhia de Dança Vanessa França, de Campinas, Cia. Jovem de São José dos Campos, Cia. Mudança de Presidente Prudente, CLP Cia Municipal de Dança de Campo Limpo Paulista, Balé da Cidade de Taubaté, Avant Scéne, de Sorocaba e Intuição Companhia de Dança e Grupo Divinadança, ambos de São Paulo. Na segunda edição do evento, em 2025, foi a vez dos grupos e companhias: Reflexa Coletiva, de Osasco Ogawa Butoh Center, de São Simão Núcleo Experimental de Dança Teatro, de São José dos Campos Independente Grupo de Dança Claudia Pereira, de Campinas Corpo de Baile de Caraguatatuba, Cia. de Dança de São José dos Campos, Cia. Socleson Dantas, de Jundiaí Cia. Avant Scène, de Sorocaba, Núcleo Estopim de São Paulo e Cia. Experimental Raça, de São Paulo. Serviço: Jornada Paulista de Dança – Segundo Tempo Inscrições: até 15 de maio pelo site da SPED Publicação do Resultado: 5 de junho Jornada: 6 a 11 de julho das 10h30 às 22h Locais: Estação Motiva Cultural e São Paulo Escola de Dança SÃO PAULO ESCOLA DE DANÇA A São Paulo Escola de Dança é um espaço de escuta, criação e transformação. Criada em 2021 pelo Governo do Estado de São Paulo, é um equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas, gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa — doutora em artes, bailarina, documentarista e escritora — cuja trajetória traduz o espírito integrador que move a Escola. Comprometida com a construção do conhecimento por meio da dança e de seus múltiplos diálogos com outras linguagens artísticas, a SPED é um território onde a arte pulsa, os saberes se entrelaçam e cada corpo encontra voz e pertencimento. Aqui, a formação técnica caminha lado a lado com a escuta atenta às diferenças. Nosso propósito é formar artistas e cidadãos; democratizar o acesso à linguagem da dança; incentivar a criação, a produção e a reflexão crítica, com cursos — Regulares, Livres, de Extensão e de Especialização — 100% gratuitos. A escola oferece também residências artísticas, intercâmbios culturais e bolsas de estudo e realiza anualmente a Jornada Paulista de Dança — uma mostra de 10 grupos do Estado de São Paulo. DIREÇÃO ARTÍSTICA E EDUCACIONAL Inês Bogéa é uma líder multifacetada na dança e na educação, com vasta experiência na gestão, criação e implementação de projetos culturais, sociais e educacionais de grande impacto. Desde 2008, atua como diretora artística da São Paulo Companhia de Dança, criada pelo Governo do Estado de São Paulo, onde já dirigiu mais de 1.300 espetáculos em 20 países e recebeu 8 prêmios, certificações e indicações nacionais e internacionais. É diretora artística e educacional da São Paulo Escola de Dança, criada pelo Governo do Estado de São Paulo, que se destaca pela inclusão social e formação de mais de 1.300 estudantes, sendo 50% oriundos de vulnerabilidade social. Colaboradora regular em veículos como a Revista Concerto, é cocriadora da coluna ‘Dança em Diálogo’. Na área acadêmica, leciona na USP e na FURB. Foi responsável por iniciativas inovadoras, como o curso Dança para Educadores do Sesc-SP e a Mostra Internacional de Dança de SP, em parceria com o Itaú Cultural. Reconhecida com a Medalha Tarsila do Amaral, foi também nomeada pela Critic’s Choice of Dance Europe e condecorada com o título de Chavalière de L’Ordre des Arts et des Lettres pelo Ministério da Cultura Francês. |
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB), divulgou a lista de 67 cidades selecionadas para a 18ª edição do programa Viagem Literária. Contemplando todas as regiões administrativas do estado, o projeto leva encontros com escritores e contações de histórias para as bibliotecas municipais e também apoia a realização de feiras, festas e festivais literários.
“A Viagem Literária é um programa já consolidado nas bibliotecas paulistas, que permite a circulação não só das obras mas também dos próprios autores, o que fomenta não apenas o interesse pela leitura, mas também a vocação da escrita, inspirando a formação de novos escritores, além do apoio fundamental a feiras e festivais literários”, afirma Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
Nesta 18ª edição, estão contemplados os municípios de Araçatuba, Birigui, Lourdes, Penápolis, Valparaíso, Buritama, na região de Araçatuba; na região de Barretos, a Viagem Literária chega a Colina e, na região de Bauru, às cidades de Bauru, Guaiçara, Lençóis Paulista, Lins, Pederneiras, Sabino; em Campinas, as cidades contempladas são Itatiba, Leme, Mococa, Monte Mor, Pinhalzinho, Santa Bárbara d’Oeste, Várzea Paulista, Vinhedo e, na região de Marília, os municípios de Assis, Garça, Marília, Santa Cruz do Rio Pardo, Tarumã, Vera Cruz.
Na região de Presidente Prudente, estão contempladas as cidades de Lucélia, Narandiba, Presidente Venceslau e Rancharia; já na região de São José do Rio Preto, temos as cidades de Catanduva, Fernandópolis, São José do Rio Preto, Ubarana e Votuporanga. Em São José dos Campos, recebem o projeto as cidades de Campos do Jordão, Caraguatatuba, Ilhabela, Lorena, Pindamonhangaba, São Bento do Sapucaí, São José dos Campos, São Sebastião, contemplando o Vale do Paraíba e o litoral norte. Em Sorocaba, por sua vez, estão as cidades de Ibiúna, Itapetininga, Itu e Tatuí.
No litoral, na região da Baixada Santista, Cubatão e Itanhaém recebem a Viagem Literária. Já na região metropolitana de São Paulo, os municípios de Caieiras, Cotia, Diadema, Ferraz de Vasconcelos, Itapevi, Pardinho, Ribeirão Pires, Santana de Parnaíba e a capital paulista.
Outras cidades que também recebem o programa são Ibaté (RA Central); Registro (RA Registro); Fartura (RA Itapeva); Franca e Ribeirão Corrente (RA Franca); e Jaboticabal, Monte Alto e Ribeirão Preto (RA Ribeirão Preto).
De todas essas cidades, apenas Buritama e Itapetininga não recebem o módulo de encontro com escritores e contação de histórias, recebendo apoio ao Festival Literário de Buritama e à Feira Literária da Academia Itapetiningana de Letras (FLAIL), respectivamente. O módulo de apoio a festivais, feiras e festas literárias paulistas também apoia, neste ano, Semana Afonso Schmidt (Cubatão), Festival Literário e Artístico de Lins (Lins), Festival Literário de Narandiba (Narandiba), Festival Literário de Registro – FLIR (Registro), Feira Literária de Santa Bárbara d’Oeste – FLIS (Santa Bárbara d’Oeste), Festa Literária do Interior Paulista Eugênia Sereno – FLIPES (São Bento do Sapucaí), Encontro Literário #CaiuNaRedeÉCultura (São Paulo) e 3º Festival de Literatura (Ubarana).
O edital recebeu, ao todo, 120 inscrições completas, representando 108 municípios paulistas. O processo seletivo levou em conta critérios técnicos e de participação institucional, incluindo o desempenho na edição anterior do programa, o cumprimento das contrapartidas exigidas, o cadastro atualizado na plataforma Bibliotecas Paulistas e o engajamento das equipes nas ações formativas do SisEB, como capacitações e o Seminário Internacional Biblioteca Viva. Também foram avaliados os serviços oferecidos pelas bibliotecas, sua programação cultural e os dias e horários de funcionamento.
A lista completa de cidades e bibliotecas contempladas pode ser acessada em https://siseb.sp.gov.br/.
Estudantes GURI do curso de violão. Foto de: Nathan Rodrigues.
Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.
Além dos cursos presenciais nos polos abertos em todo o Estado, o GURI também oferece cursos na modalidade Ensino à Distância. A iniciativa amplia o acesso à educação musical e alcança novos públicos, incluindo educadores da área da música. Ao todo, são 24 cursos EaD para adolescentes e adultos, mas quem estiver interessado precisa correr para se matricular que restam as últimas vagas. Basta acessar o site do GURI.
O prazo termina no dia 10 de abril e as aulas começam em maio. Os encontros semanais ao vivo com professoras e professores acontecem via plataforma Zoom e cada aula tem uma hora de duração. Quem completar 75% ou mais de presença, recebe o certificado. Em caso de vagas esgotadas do EaD, a alternativa é procurar o polo de ensino do GURI mais próximo e se matricular num curso de canto ou instrumento. São muitas opções em todo o Estado e tudo de graça.
Cursos à distância
Para quem deseja aprender ou aperfeiçoar a prática musical no Ensino à Distância, há cursos voltados à apreciação e escuta de instrumentos, de história da música e cursos para formação de educadores, como de iniciação musical coletiva na prática, iniciação à regência musical e música brasileira na sala de aula.
GURI 4.0
Os Cursos EaD fazem parte do GURI 4.0, plano que visa aumentar o alcance da educação musical ao público de forma criativa, prática e inovadora. Com propósito de democratizar o acesso à cultura musical, a iniciativa desenvolve novas oportunidades artísticas e educativas para o aprendizado de alunas e alunos, além de fomentar aspectos sociais. O programa também inclui workshops, master classes, apresentações musicais e muito mais, visando incentivar a criatividade e a inovação, posicionando-se como um espaço de desenvolvimento pleno e contínuo.
Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America; Tauste Supermercados; SABESP; Instituto Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; WEG; BASF; Chiesi Farmacêutica; Prata: Novelis; Caterpillar; MAHLE; Usina Santa Maria; DM; Sicoob; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; Instituto athié | wohnrath; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; ACIF-Franca; Apoio Cultural: Ipiranga Agroindustrial; Yamaha; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma; Paulispell; e Ibiuna Investimentos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.
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