Museu de Arte Primitiva de Assis: um tesouro cultural bem no coração do Parque Buracão!

Você sabia que Assis é casa de um dos museus mais importantes de arte primitivista do Brasil? O MAPA – Museu de Arte Primitiva de Assis “José Nazareno Mimessi” está de portas abertas para receber a comunidade com entrada gratuíta, oferecendo cultura, arte e história em um espaço especial que valoriza a identidade e criatividade!

Onde fica?
O museu está localizado no Parque Ecológico João Domingos Coelho (Parque do Buracão), na Avenida Antônio Zuardi, 895 – Vila Operária.

Quando visitar?
O MAPA funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com acesso gratuito a todos os visitantes. Em ocasiões especiais, o espaço também abre à noite e aos finais de semana para eventos, exposições e projetos culturais.

O Museu é reconhecido como referência na preservação da arte popular e primitivista, mostrando produções únicas que dialogam com a sensibilidade, a imaginação e a diversidade cultural do Brasil.

Destaques do acervo
Obras de artistas consagrados como Heitor dos Prazeres, Djanira, Antonio Poteiro, Maria Auxiliadora, Zica Bergami, José Vieira Madalena, entre outros grandes nomes da arte naïf.
Espaço dedicado ao artista regional Ranchinho, exaltando talentos que revelam nossa identidade cultural.

Mais informações
Para agendamento de visitas guiadas ou grupos escolares, entre em contato:
(18) 3324-5874
[email protected] | [email protected] | [email protected]

Convite especial
O MAPA é um espaço de todos — uma vitrine da arte popular, um patrimônio cultural e uma oportunidade de aproveitar momentos de aprendizagem e lazer aqui pertinho de casa.




O cinema brasileiro em ascensão: Um olhar sobre a carreira de Rodrigo Patrício

 

 

O cenário cinematográfico brasileiro vem apresentando uma diversidade de talentos que estão conquistando espaço e reconhecimento. Um desses talentos é Rodrigo Patrício, diretor, ator, roteirista e produtor que tem se destacado por suas produções heterogêneas e reflexivas.

Com uma trajetória que inclui participações em festivais renomados, como o Cine Urutu e o Cine Monstro, onde recebeu o prêmio de melhor filme regional, Rodrigo busca criar narrativas que desafiem a linearidade e lógica, gerando reflexões profundas e atraindo a atenção do público.

Seus trabalhos incluem filmes como “As Aventuras do Tio João” e curtas-metragens como “CAPACETE”, dirigido por Michael Douglas. Além disso, Rodrigo trabalhou com o diretor Brunno Branni em três curtas-metragens que foram selecionados em festivais internacionais, incluindo um festival na Itália.

Com projetos em diferentes fases de produção, como “Yara”, “Post Mortem”, “TOXICOMANÍACO” e “O Silêncio que Habita em Nós”, Rodrigo pretende consolidar sua carreira no cinema e se tornar um nome de sucesso. Sua paixão pela sétima arte e sua dedicação em contar histórias que impactem e emocionem o público certamente o levarão a alcançar seus objetivos.

Com um olhar único e uma abordagem criativa, Rodrigo Patrício é um talento promissor no cenário cinematográfico brasileiro, cujas obras refletem não apenas sua habilidade técnica, mas também sua sensibilidade para explorar as complexidades e nuances do comportamento humano.




Ator vence mostra regional de curtas metragens

O cineasta e ator Brunno Branni (foto) acaba de conquistar seu 17º prêmio, desta vez na II Mostra de Curtas do Sudoeste Paulista, com o filme Sargento Getúlio. A vitória, a mais recente da carreira de Brunno Branni, reforça sua presença no cenário cultural de São Paulo e reafirma sua importância para o cinema brasileiro como um todo.

Antes da conquista paulista, Brunno Branni venceu também o 2º Festival de Curtas do Espaço Cultural Teatro de Quintal, em Pernambuco, com o filme Amo Como o Amor Ama, ampliando sua presença em diferentes regiões do país. O artista soma agora 17 prêmios nacionais e internacionais, entre eles Melhor Diretor e Melhor Ator Estrangeiro no 7º Festival-Concorso Internazionale Città di Chivasso TCC Corticinema, na Itália, em 2024. Em 2025, na mesma mostra europeia, Brunno Branni teve três filmes selecionados: Sargento Getúlio, Fogo Contra Fogo e Satã: O Pecado Original. O cineasta também já está indicado ao maior festival de cinema de São Paulo, previsto para 2026.

A projeção nacional de Brunno Branni ganhou força com Sargento Getúlio, que já havia vencido o Corvo de Gesso 2025. Brunno Branni comenta que a experiência de interpretar o personagem de João Ubaldo Ribeiro o conectou profundamente às raízes brasileiras retratadas na obra, ressaltando também sua vivência pessoal no Nordeste.

Ele iniciou sua trajetória nos palcos em 2014, com a peça Pequenos Burgueses, e ganhou ampla visibilidade entre 2020 e 2021 ao interpretar mais de cem personagens em seu canal no YouTube. Em 2022, protagonizou dois longas-metragens de destaque nacional e, entre 2023 e 2025, dirigiu e protagonizou mais de vinte filmes. Entre esses trabalhos, destaca-se o longa Ondas da Vida, realizado de forma totalmente independente por Brunno Branni no Nordeste.

Elogiado por Mauro Alencar, maior especialista em telenovelas do Brasil, que o definiu como “ótimo diretor e um especialista na arte de interpretar”, Brunno Branni também alcançou reconhecimento ao interpretar Fernando Pessoa nos filmes Um longa-metragem sobre Fernando Pessoa, Os Heterônimos e no documentário Expondo Pessoa, todos premiados. O longa dedicado a Fernando Pessoa rendeu a Brunno Branni o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema na Faixa, em Sergipe, em 2024.

Em 2024, Brunno Branni protagonizou o filme Entre Sombras e Esperança, da Record TV e Univer Vídeo, e recebeu convite do mesmo diretor para protagonizar a novela Quando A Casa Fala, prevista para 2026. Como dramaturgo e roteirista, Brunno Branni é autor da peça Pessoa, que deve ser montada em 2026, e do longa inédito Cidade das Flores.

Além disso, em 2023, Brunno Branni venceu como Melhor Ator no Festival do Minuto, interpretando Shakespeare, demonstrando sua versatilidade artística.

Com uma trajetória sólida, crescente e premiada, Brunno Branni reafirma sua relevância no cinema paulista e nacional, consolidando-se como uma das vozes mais originais e influentes do audiovisual brasileiro.




Escritora assisense lança “A Casa de Nossos Nomes”, seu primeiro romance, nesta quarta-feira

A assisense Otávia Silla lança oficialmente nesta quarta-feira seu primeiro livro. A obra “A Casa de Nossos Nomes”, que marca sua estreia no mercado literário com um romance contemporâneo e sensível, foi publicada pela editora Ipê das Letras. No texto, a autora conduz o leitor por gerações de uma família em que o amor e a dor se entrelaçam, revelando as cicatrizes invisíveis deixadas por segredos e escolhas que atravessam o sangue.

O lançamento ocorre a partir das 19 horas no Urso Rock Bar, localizado na rua José Vieira da Cunha e Silva, nº 334, no centro de Assis. Durante o evento, haverá comercialização de exemplares, apresentação da autora e sessão de autógrafos. A obra está disponível na livraria online da Ipê das Letras e no site da Amazon, em versões impressa e digital pela plataforma Kindle.

Com estilo de prosa poética, ritmo cinematográfico e personagens que oscilam entre força e vulnerabilidade, Otávia Silla alerta desde o início que o livro contém “conteúdos sensíveis”, demonstrando cuidado ao tratar de temas como abuso, luto e violência emocional. Cada capítulo tem como título uma música de artistas como The Doors, Fleetwood Mac, Fiona Apple, Arctic Monkeys e Gal Costa, criando uma trilha sonora emocional que dialoga com a narrativa.

Sinopse

“A Casa de Nossos Nomes” é ambientado na fictícia cidade de Capitolina e atravessa gerações, expondo fragilidades humanas dentro de uma família marcada por segredos, amores proibidos e heranças emocionais. Narrado majoritariamente por Marianna, o livro mergulha nas relações entre ela, sua mãe Marcela e Dante, homem que representa tanto salvação quanto destruição. A obra aborda o peso do amor, a culpa que persiste entre silêncios e a luta pela reconstrução após traumas e perdas.

Inspirado na colônia de imigrantes italianos que se estabeleceram no Vale do Paranapanema e fundaram o município de Pedrinhas Paulista, o romance transita entre Brasil e Itália, combinando lirismo, erotismo contido e crítica social. “Capitolina não surgiu do nada. Ela vem desse chão, desses sobrenomes, desse sotaque e desse silêncio de cidade pequena que esconde mais do que mostra”, explica a autora.

Otávia destaca ainda a simbologia da loba Capitolina, presente na praça de Pedrinhas, como inspiração para o nome da cidade fictícia. “Eu queria um símbolo de cuidado, mas também de violência. Porque as minhas mulheres são mais lobas do que santas. No livro, elas sustentam impérios silenciosamente, enquanto o mundo acredita que quem manda são os homens”, afirma.

Segundo a escritora, “A Casa de Nossos Nomes” é o primeiro volume de uma trilogia de romance psicológico e mafioso ambientada no interior paulista. “A parte rural é o começo. No segundo livro, Capitolina vem para o centro, para a igreja, para a praça, para o coração da cidade”, antecipou. A obra é dedicada “às mulheres da sua vida”, evidenciando uma conexão afetiva com o feminino e com a força da memória.

Perfil

Otávia é filha de Helena e Roberto Manoel, que por muitos anos mantiveram a locadora Spot Vídeo, na rua 9 de Julho, próxima à Rádio Difusora, onde ela teve seus primeiros contatos com a arte cinematográfica. Formou-se em Letras pela Unesp de Assis e em Artes Cênicas pela UEL de Londrina, adquirindo sólida formação humanística e cultural. Desde jovem, esteve envolvida em movimentos e eventos artísticos diversos.

Por muitos anos, fez curso de teatro com Marli Pedraza, primeira atriz a receber registro profissional (DRT) em Assis. Na música, integrou grupos de pop/rock como cantora e atualmente mantém projeto próprio com ênfase em vocais femininos. Casada com Rafinha Barreiros, reside em Palmital desde 2015.

Em material de divulgação, a editora Ipê das Letras a apresenta como “escritora brasileira contemporânea, conhecida por sua escrita sensorial e visceral”, que entrega “uma narrativa marcada por profundidade psicológica, diálogo com a música e a literatura, e temas sociais e emocionais densos”.

Mais informações pode ser consultadas no Instagram @otaviasilla.




GURI lança publicação didática com repertório para coral infantil

 

Ana Yara Campos com o Coral Infantil do GURI. Foto de: Robs Borges.

O GURI faz 30 anos. Criado em 1995 como política pública pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e gerido pela Santa Marcelina Cultura, o programa oferece mais do que ensino de música. O GURI é arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano e já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens. E para celebrar o aniversário, lança agora o método de ensino Cancioneiro para Coro Infantil que reúne obras para esta formação. O conteúdo já pode ser baixado de graça, no site do GURI.

Em parceria com a regente Ana Yara Campos, maestra convidada nas temporadas do Coral Infantil do GURI, o caderno de partituras traz arranjos e composições autorais de canções natalinas e tradicionais do nordeste brasileiro. O material traduz décadas de experiência da autora, aliando sensibilidade pedagógica, criatividade musical e profundo conhecimento da voz infantil.

A publicação reúne seis obras da regente, cuja trajetória se entrelaça com a história do canto coral no Brasil. São pequenas composições, arranjos, dinâmicas criativas, versões adaptadas em português de obras de grandes compositores e criação de letras para músicas instrumentais.

Destaque para a obra Leve como um pássaro, de 1988, escrita para o Coral Infantil do Festival de Inverno de Campos do Jordão daquele ano, e Gloria e para Belém, arranjo para canções tradicionais do nordeste brasileiro. Completam o repertório da publicação: Batuque Natalino do Menino Só, Embarque na Melodia, Estrela de Natal e a obra O que é o que é?.

O material elaborado e aplicado por Ana Yara Campos ao longo de 45 anos de carreira, estava restrito apenas ao seu arquivo pessoal. Agora, não mais. “Que este primeiro caderno sirva de estímulo para que novos cancioneiros sejam produzidos e continuem a dar voz às crianças, a colaborar para uma educação musical de qualidade e um mundo melhor”, destaca Ana Yara em seu texto de apresentação

Mais do que um conjunto de partituras, este livro reafirma a música como ferramenta de educação, cultura e transformação social, convidando à construção de um espaço onde o canto é símbolo de encontro, aprendizado e expressão coletiva. Que esta publicação sirva de inspiração e apoio didático a todos os que fazem da música um ato de amor e compromisso com o futuro

A autora

Formada em música, Ana Yara Campos é pianista, tem mestrado em educação e participou intensamente do movimento coral paulista. Soma-se ao seu extenso currículo, cursos e participações em festivais de canto coral na Alemanha, Portugal, Itália e Estados Unidos. Desde pequena atraída pelos poemas, cantou por 30 anos em diversos coros. Escolheu o canto coral para poder se dedicar simultaneamente à música, à pedagogia e à escrita

Próxima publicação

Para 2026, o GURI prevê o lançamento da 2ª edição do método de ensino para violão, fruto do processo criativo coletivo de educadores e alunos do GURI, com composições como Minha história (Araçatuba), Mexicaninho (Itapeva), Memórias do Interior (Jundiaí), As trigêmeas (São José dos Campos) e Valsa dos girassóis (Sorocaba). O projeto nasceu da inspiração e da prática conduzida por Rafael Fajolli, supervisor de cordas dedilhadas da regional do GURI em São José dos Campos, que iniciou a experiência junto à Camerata de Violões do GURI São Luiz do Paraitinga.

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Diamante: CTG Brasil; Master: Bank of America; Instituto Ultra, Ultracargo e Ultragaz; Ipiranga; Tauste Supermercados e Toyota; Ouro: Arteris; Adufértil e Verzani & Sandrini; Prata: Itaú; Chiesi Farmacêutica; Smurfit Westrock; Novelis; BASF; WEG; Cipatex; Citrosuco; Capuani; Usina Santa Maria; Sicoob; Vitafor; Maza; Valgroup; Indústrias Colombo; Grupo Maringá; Bronze: Santos Brasil; e ACIF-Franca; Apoio Cultural: Frisokar; Ipiranga Agroindustrial; Mercedes-Benz; Paulispell; Tegma; Pirelli; Castelo Alimentos; Ibiúna Investimentos; Distribuidora de Alimentos Francisco Ikeda; e Instituto Center Norte, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.




Documentário narra a história da Coocassis

O Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa “Profa. Dra. Ana Maria Martinez Corrêa”/ CEDAP, da Faculdade de Ciências e Letras de Assis/Unesp, a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Assis e Região – COOCASSIS e os produtores Ana Luiza Tece e Marcelo Sampaio, farão quinta-feira (4) a sessão oficial de pré-estreia do documentário:”COOPERADOS”, que narra de maneira sensível os valores e a consciência dos cooperados acerca da história , trajetória e importância da cooperativa no município e em suas próprias vidas, alinhando pesquisa, memória e compromisso social.

Sua exibição integra as ações institucionais da FCL/Assis voltadas à promoção da cultura, da educação e do acesso ao conhecimento.

SERVIÇO

Data: 04/12/2025 (quinta-feira)
Horário: 16:30
Local: Auditório do CEDAP – Unesp/AssisAo término da sessão, será realizada uma roda de conversa para considerações e diálogo com representantes da Cooperativa, a




MIS Experience tráz exposição de São Paulo à cidade em realidade virtual

A Secretaria Municipal de Cultura, recebe a partir do dia 19, no Centro Cultural Dona Pimpa, a exposição “MIS Experience 360º – O Cinema de Billy Wilder”, uma versão digital e imersiva da megaexposição criada pelo Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS).

Com entrada gratuita, o público poderá viver uma experiência única por meio de óculos de realidade virtual, que permitem passear pelas principais salas da exposição captadas em 360°, explorar os bastidores e curiosidades de filmes clássicos do renomado diretor Billy Wilder, como Quanto Mais Quente Melhor, Sabrina e Se Meu Apartamento Falasse.

Além da experiência virtual, o espaço contará com quadros, fotos e uma maquete 3D inspirada no cenário original do longa Se Meu Apartamento Falasse, o que torna a mostra ainda mais envolvente.

Centro Cultural Dona Pimpa
De 19 de novembro a 17 de dezembro de 2025
Segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas
Entrada gratuita
Classificação: livre (recomendada a partir de 7 anos)




GURI celebra 30 anos em novembro e anuncia ampliação para 2026

 

Este mês o GURI completa 30 anos. Criado em 1995 como política pública pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, o programa oferece mais do que ensino de música. O GURI é arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano e já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens. Agora, anuncia novidades que vão proporcionar educação musical a mais jovens de todas as regiões do Estado já a partir do próximo ano.

Para aprimorar o atendimento e oferecer uma experiência artística completa, o GURI vai passar por uma reestruturação estratégica de seus polos abertos. A ampliação entra em vigor em 2026 e o programa passará a ter 634 polos de ensino – crescimento de 20% comparado com este ano e de 59% se olhar para 2022, quando eram 398 polos – e 120 mil vagas gratuitas para os cursos de música – aumento de 74% em quatro anos.

“O GURI está transformando vidas há três décadas. É uma política pública que une cultura, educação e desenvolvimento humano, e que já se consolidou como um dos maiores e mais consistentes programas de formação musical do país. Vamos continuar trabalhando para que o GURI possa crescer cada vez mais e seguir atendendo com excelência a população do estado de São Paulo”, afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

“Mais do que formar músicos, o GURI promove cidadania, desenvolvimento humano, inclusão social e democratização do acesso à arte e à cultura. Ao longo dessas três décadas, tornou-se referência internacional em educação musical, colocando sempre alunos e alunas como protagonistas de sua história”, destaca Paulo Zuben, diretor artístico-pedagógico da Santa Marcelina Cultura.

Ampliação

A rede de polos abertos passa a ser organizada em quatro modalidades:

Polos Harmonia – Oferece todos os cursos de instrumentos do programa, incluindo o de Iniciação Musical voltados a diferentes faixas etárias e formações. Com maior número de vagas e carga horária, são 11 polos de ensino localizados nas cidades-sede das regionais administrativas do GURI. Cada unidade já conta com um Grupo Musical.

Polos Polifonia – Cursos específicos de instrumentos a partir das demandas de cada território e da formação instrumental e/ou vocal do Grupo Musical mantido pelo programa nessas localidades. Também oferece cursos de Iniciação Musical voltados a diferentes faixas etárias e formações. São 16 polos desta modalidade também ligados a um Grupo Musical – em três localidades, o GURI vai criar uma nova formação musical para integrar a temporada de concertos.

Polos Acordes – Polos de ensino em municípios próximos onde há os Polos Harmonia e Polifonia para complementar a formação oferecida em cada território e conectar estudantes de diferentes cidades aos Grupos Musicais mantidos pelo GURI no entorno. Ao incorporar alunos e alunas dessas localidades à agenda de ensaios e temporada de concertos junto a uma bolsa-auxílio para transporte e alimentação, o GURI promove maior integração regional.

Polos Melodia – São os Polos concentrados em regiões de maior vulnerabilidade social e cultural de todo o Estado, oferecendo acesso democrático à educação musical, arte e cultura.

Outra novidade é a criação de três novos Grupos Musicais. Formados por crianças, adolescentes e jovens de diferentes cidades, matriculados nos cursos regulares, os conjuntos são responsáveis pela difusão artístico-musical do programa. Do instrumento ao canto, as formações são as mais diversas. Entre orquestras e bandas sinfônicas, cameratas, corais, big bands, grupos de choro, de percussão e de música instrumental brasileira, o GURI passa a ter 32 Grupos Musicais em 2026. Com uma agenda anual e regular de concertos, alunos e alunas têm a oportunidade de colocar em prática todo o aprendizado obtido nas aulas e ampliar a experiência cultural, dividindo o palco com regentes e artistas convidados.

Para 2026, o GURI também amplia suas atividades nas escolas. A iniciativa incorpora a educação musical à grade curricular da rede pública municipal e estadual de ensino, desenvolvendo habilidades cognitivas, culturais e socioemocionais nos estudantes. Em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, a previsão é que o GURI nas Escolas Estaduais atenda 200 unidades, ampliando ainda mais o alcance da política pública de música e desenvolvimento humano com aulas de canto, instrumentos e iniciação musical.

O GURI segue com sua atuação em 60 unidades da Fundação CASA, em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, com a oferta de educação musical e desenvolvimento humano a jovens em cumprimento de medida socioeducativa.

Agenda de aniversário 30 anos

Para celebrar esta trajetória, uma ampla programação com mais de mil concertos vai movimentar a capital e cidades da região metropolitana, interior e litoral do Estado, além de outras atividades artísticas e lançamentos que estão previstos. Tudo isso, em novembro (confira aqui mais informações).

Linha do tempo

1995: Inspirado na bem-sucedida iniciativa venezuelana El Sistema, é criado o Projeto Guri.

1996: Firmada parceria com a antiga FEBEM, atual Fundação CASA.

1997: Estudantes participam de shows de Milton Nascimento e Toquinho.

1998: Alunas e alunos participam do 29º Festival de Inverno de Campos do Jordão.

1999: Lançamento do primeiro CD, acompanhando o livro “Ouviram do Ipiranga”, do jornalista Marcelo Duarte, com apresentação de orquestra e coral no Theatro São Pedro.

2000: Lançamento do segundo CD, Herdeiros do Futuro, reconhecido como o Melhor Projeto de Fomento à Cultura pelo Prêmio Multicultural Estadão.

2001: Ampliação de 29 para 72 polos de ensino; e aumento de 8 mil para 18 mil vagas. Projeto Guri representa o Brasil na sessão especial da Assembleia Geral das Nações Unidas em Favor da Infância. Estudantes se apresentam com o cantor e compositor Toquinho no 32º Festival de Inverno de Campos do Jordão.

2002: Projeto Guri retorna à Assembleia da ONU para representar o Brasil.

2003: Projeto Guri recebe o Prêmio Ordem do Mérito Cultural, oferecido pela Presidência da República por indicação do Ministério da Cultura, em reconhecimento ao trabalho.

2004: É celebrado o primeiro contrato com organização social para a gestão do Projeto Guri.

2005: Início da transição do modelo de gestão do Projeto Guri, agora sob responsabilidade de uma organização social. São criados plano de cargos e salários, regulamento de compras, política de recursos humanos, entre outras ações.

2006: Em parceria com prefeituras municipais, o Projeto Guri abre 209 polos de ensino em cidades da região metropolitana da capital, interior e litoral do estado, ampliando a rede para 385 polos e 50 mil vagas em todo o Estado. Em dezembro, estudantes se apresentam sob a regência do maestro John Neschling, diretor artístico da Osesp, e com repertório autoral na Sala São Paulo.

2007: Coral do Guri faz participação no show de Roger Waters e estudantes cantam em evento de recepção ao Papa Bento XVI, em São Paulo.

2008: a organização social Santa Marcelina Cultura assume a gestão do Guri na capital e região metropolitana: são 46 polos e 13 mil jovens atendidos. A nova gestão também promove mudanças estratégicas, incluindo a criação de regionais administrativas.

2009: São criados os primeiros grupos musicais do Guri com o objetivo de potencializar o desenvolvimento artístico-pedagógico dos alunos como também de ampliar as experiências estéticas e novas construções de conhecimento.

2010: “Projeto Guri Convida” é finalista do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Álbum Infantil. São criados os primeiros Grupos de Referência, hoje Grupos Musicais.

2011: Projeto Guri participa do Festival SWU, sobe ao palco com o roqueiro Neil Young e a Banda de Música de Bauru se apresenta em Buenos Aires, na Argentina. Criação da série Horizontes Musicais, com o objetivo de ampliar os horizontes culturais dos alunos, suas famílias e comunidades. A Banda Infanto-Juvenil do Guri se apresenta em Salvador, em projeto de intercâmbio com o Neojibá e Olodum Mirim, como parte das atividades da Rede Ibero-Americana de Educação Musical e Inclusão Social.

2012: Estudantes participam da turnê do espetáculo Calungá, de Naná Vasconcelos, que resulta em DVD. Lançamento da nova Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil do Guri. Cinco alunos do Coral Juvenil do Guri foram para a Inglaterra representar o Brasil no Coral Jovem Internacional, formado por meio do projeto Youth Music Voices. Os alunos se apresentaram na Royal Opera House, Trafalgar Square, Parlamento Real Britânico, entre outros locais, como parte da programação das Olimpíadas Culturais de Londres 2012.

2013: A Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil foi regida pelo maestro George Stelluto, da Juilliard School, e o Coral Juvenil por Edward Milner, do Sage Gateshead Lançamento do álbum Cantos Novos do Coral Juvenil do Guri com participação do Coral Infantil.

2014: Intercâmbio com o Juilliard Ensemble com apresentação na série Horizontes Musicais e masterclasses nos CEUs Perus e Jambeiro.

2015: Grupos musicais do Guri se apresentam com grupos artísticos da EMESP Tom Jobim.

2016: Lançamento do CD Retratos Brasileiros da Camerata de Violões do Guri, sob regência do maestro Thales Maestre.

2017: O Coral Juvenil do Guri recebeu o grupo Mouthful e a Orquestra Sinfônica de Cordas realizou concertos com Leonard Evers do Ricciotti Ensemble. Alunos do Guri participaram da Orquestra Juvenil da América Latina e de uma residência artística de uma semana em Medellín, na Colômbia.

2018: O Regional de Choro Infanto-Juvenil do Guri viajou para o Rio de Janeiro para participar de um concerto comemorativo de Dia das Crianças no Museu de Arte do Rio – MAR.

2019: Com o objetivo de mensurar o impacto social do Guri na Capital e Grande São Paulo, a Santa Marcelina Cultura realizou estudo em parceria com o IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. O estudo evidenciou que o valor do impacto social gerado excede em 6,53 vezes o investimento realizado. Isso significa que para cada R$ 1,00 investido no Guri, são gerados R$ 6,53 de benefícios para a sociedade.

2020: Lançamento do GURI 4.0, com a oferta de aulas, oficinas e transmissões ao vivo dos concertos na internet. Foram publicados mais de 1.400 vídeos nos canais de comunicação do Guri com mais de 1 milhão de visualizações.

2021: Retomada gradual das atividades presenciais após a pandemia da Covid-19.

2022: Santa Marcelina Cultura vence chamamento público para a gestão do Projeto Guri interior, litoral e Fundação CASA e passa a administrar o programa em todo o Estado. As Orquestras Infanto-Juvenis participaram de intercâmbio com a Ricciotti Ensemble e o maestro Leonard Evers. Lançamento do Game do Guri em parceria com o Instituto Goethe. Lançamento da campanha de captação de recursos #SOUGURI na Sala São Paulo.

2023: O Projeto Guri passa por uma reestruturação de marca e passa a se chamar GURI. Lançamento do projeto-piloto Guri nas Escolas Municipais. Foram criados seis novos grupos musicais do Guri: Camerata de Violões do Guri de São Luiz do Paraitinga, Coral do Guri de Botucatu, Coral do Guri de São Vicente, Orquestra Popular do Guri de Indaiatuba, Orquestra Sinfônica do Guri de Ribeirão Preto e Orquestra Sinfônica do Guri de São José dos Campos.

2024: Intercâmbio com o grupo norte-americano The Beatbox House e a produtora brasileira BeatFellas, com apoio do Consulado dos Estados Unidos, com atividades no Polo Guri Campinas e Fundação CASA. Também foi realizado intercâmbio com Sing Up (Reino Unido), que é uma plataforma britânica que oferece recursos para educadores de canto em contextos de ensino infantil e infantojuvenil.

2025: Lançamento do Guri nas Escolas Estaduais. GURI completa 30 anos.
Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Diamante: CTG Brasil; Master: Bank of America; Instituto Ultra, Ultracargo e Ultragaz; Ipiranga; Tauste Supermercados e Toyota; Ouro: Arteris; Adufértil e Verzani & Sandrini; Prata: Itaú; Chiesi Farmacêutica; Smurfit Westrock; Novelis; BASF; WEG; Cipatex; Citrosuco; Capuani; Usina Santa Maria; Vitafor; Maza; Valgroup; Indústrias Colombo; Grupo Maringá; Bronze: Santos Brasil; e ACIF-Franca; Prata Apoio Cultural: Sicoob; Apoio Cultural: Frisokar; Ipiranga Agroindustrial; Mercedes-Benz; Paulispell; Tegma; Pirelli; Castelo Alimentos; Ibiúna Investimentos; Distribuidora de Alimentos Francisco Ikeda; e Instituto Center Norte, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.

Sobre o GURI

O maior programa de educação musical e desenvolvimento humano do Brasil, criado e mantido pelo Governo do Estado de São Paulo, sob gestão da Santa Marcelina Cultura, está completando 30 anos em 2025. Com oferta de arte e cultura, mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens já passaram pelo GURI, que beneficiou também suas famílias e comunidades. Com mais de 100 mil vagas gratuitas, o GURI está presente em mais de 500 polos de ensino espalhados por todo o Estado – capital, região metropolitana, interior e litoral de São Paulo. Do canto ao instrumento, do popular ao erudito, são inúmeras opções. Além dos Cursos Regulares – divididos entre Iniciais e Sequenciais, o GURI oferece atividades extracurriculares, como os Cursos Livres – Modulares, Iniciação Musical para Adultos e Luteria, e ainda o GURI 4.0 – que abrange os cursos EaD, as videoaulas e as transmissões ao vivo no canal @SouGURI no YouTube. Outra ação complementar é o GURI nas Escolas, que oferece atividades pedagógico-musicais dentro das escolas da rede pública de ensino. Aos alunos e às alunas do programa que buscam um aprimoramento mais avançado, também tem os 29 Grupos Musicais do GURI. Para saber mais, acesse souguri.art.br.

Santa Marcelina Cultura

Fundada em 2008, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo. Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura atua com a missão de formar pessoas por meio dos programas: Hospitais Musicais, Conexões Internacionais, GURI, Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) e Theatro São Pedro. Todas as atividades realizadas pela instituição são pautadas por seus três pilares de atuação: Formação Musical, Difusão Artística e Trabalho Social. O objetivo Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. No Theatro São Pedro, a organização vem desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no espaço. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica da instituição, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.

Foto Robs Borges.




Apresentações artístico-culturais encerram  3ª edição do Projeto Iandê

 

Ribeirão Preto (SP), 3 de novembro de 2025 – O Projeto Cultural Iandê encerra sua terceira edição com duas grandes apresentações públicas, que reúnem os alunos das oficinas realizadas ao longo do ano. Os eventos acontecem nos dias 5 e 26 de novembro, nas cidades de Macatuba e Quatá, respectivamente, com entrada gratuita.

Em Macatuba, o espetáculo será apresentado no dia 5 de novembro (quarta-feira, às 19h30), no Teatro Renata Lycia dos Santos Ludovico. Já em Quatá, o encerramento está marcado para 26 de novembro (terça-feira, às 19h30), no Anfiteatro Professora Bibiana Simões Nucci. As apresentações são abertas ao público e refletem a vivência de cerca de 600 crianças e adolescentes que participaram das atividades do projeto nas duas cidades.

Arte, movimento e cidadania

Durante o ciclo 2025, os alunos participaram de oficinas de capoeira, circo, danças urbanas, teatro e música, com orientação de uma equipe de arte-educadores experientes. As atividades buscaram desenvolver, além das habilidades técnicas, valores como cooperação, empatia e convivência.

O arte-educador João Lucas Folcato, artista circense, ator, malabarista, palhaço e professor, integra a equipe do Iandê e destaca o impacto das oficinas na formação das crianças. “Foi um privilégio participar deste projeto maravilhoso, que oferece às crianças uma diversidade de experiências culturais. Dentro das atividades circenses, trabalhamos desde acrobacias iniciais e malabarismos com bolas, pratos e bambolês até jogos cooperativos que fortalecem a convivência e o respeito”, explica. Para o professor, o circo dentro do projeto se tornou uma ferramenta de superação, amizade e paciência. “Preparamos um pocket show para o encerramento deste ano e vamos reunir todos os alunos em um momento de celebração coletiva”, relata Folcato.

O mestre de capoeira e arte-educador Paulo Soares Oliveira, conhecido como Mestre Charuto, preparou com os alunos uma mostra que une disciplina, ludicidade e consciência ambiental. “Apresentaremos  no espetáculo o treino geral da capoeira e uma atividade chamada Periquito Maracanã, que fala sobre a preservação desta ave”. O professor conta que o trabalho prioriza a inclusão, a convivência e o respeito. “O Iandê é fundamental porque concentra profissionais comprometidos em humanizar e oportunizar o jovem que, muitas vezes, está sem perspectiva. A capoeira ajuda a construir esse futuro”, comenta.

Projeto forma pessoas e comunidades

Para a coordenadora do projeto, Bárbara Scatena, o Iandê reafirma sua vocação de transformar a arte em instrumento de cidadania e integração social. “O engajamento dos alunos nos mostra o quanto este projeto é potente. Temos resultados individuais e coletivos expressivos, com trocas genuínas entre os arte-educadores e os participantes. As oficinas seguem até o fim de novembro, e o saldo é extremamente positivo”, avalia.

Com metodologia baseada em aulas práticas e dinâmicas, o Projeto Iandê estimula o desenvolvimento corporal, criativo e emocional das crianças e adolescentes. A proposta alia o aprendizado técnico à ludicidade, valorizando o diálogo entre brincadeiras e arte. Além disso, o projeto impacta as comunidades locais ao formar público e ampliar o acesso à cultura.

“Em muitas cidades, o Iandê é o primeiro contato das crianças e adolescentes com expressões artísticas. Isso amplia horizontes e fortalece vínculos comunitários”, completa Bárbara.

Identidade e significado

O nome Iandê, de origem tupi-guarani, significa “nós” ou “nosso”, e sintetiza a essência do projeto: o trabalho coletivo, o compartilhamento de saberes e a valorização das experiências em grupo. A terceira edição reforça esse propósito por meio da união de educadores, alunos, escolas e parceiros locais.

Em Macatuba, o projeto é desenvolvido em parceria com a Escola Municipal Trajano Maciel Filho, o Teatro Renata Lycia dos Santos Ludovico e a Organização Santo Antônio de Ação Social (OSAAS). Já em Quatá, a parceria é com a Escola Estadual Francisco Balduíno de Souza (Chiquinho).

O projeto é viabilizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo Federal, com patrocínio da Zilor Energia e Alimentos.

Serviço

Projeto Cultural Iandê – Apresentações de Encerramento da Terceira Edição

Macatuba
5 de novembro (quarta-feira) | 19h30
📍 Teatro Renata Lycia dos Santos Ludovico – Av. Coronel Virgílio Rocha, 525
🎟 Entrada gratuita

Quatá
26 de novembro (terça-feira) | 19h30
📍 Anfiteatro Professora Bibiana Simões Nucci (Fepasa)
🎟 Entrada gratuita

Sobre a Origem Produções

Fundada em 2007, a Origem Produções é uma empresa de consultoria e gestão de projetos criativos que atua nas áreas de cultura, educação, sustentabilidade, esporte e responsabilidade social. Com presença nacional e experiências internacionais, a produtora se destaca pela transparência e pela qualidade técnica, aliando suas ações às estratégias de negócios e comunicação de empresas e instituições. Como interface entre artistas, patrocinadores e comunidades, a Origem promove o acesso à cultura, o desenvolvimento humano e o fortalecimento das políticas corporativas de seus parceiros.




Curtas produzidos por estudantes da FEMA serão exibidos no Cine Piracaia

Os alunos do quarto ano do curso de Publicidade e Propaganda da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) estão vivenciando uma verdadeira imersão no universo do cinema. 

Sob a orientação do professor Marcus Gil, eles produzem curtas-metragens autorais como tarefa final da disciplina, passando por todas as etapas do processo criativo e técnico, da concepção do roteiro à gravação e finalização dos filmes.

A proposta vai além da sala de aula: busca reproduzir a dinâmica real de uma produção audiovisual. Por isso, a prática conta também com a participação dos alunos do terceiro ano de Publicidade e Propaganda, orientados pela professora Elissandra Marson, responsáveis pela criação dos cartazes oficiais dos curtas.

O projeto conta ainda com o apoio do Polo Audiovisual do Velho Oeste, que tem contribuído de forma significativa para o fortalecimento das práticas audiovisuais na região. Por meio do seu pilar de apoio à produção, o Polo disponibilizou equipamentos de seu almoxarifado para locação e uso dos alunos durante as filmagens, além de promover trocas enriquecedoras com profissionais do setor. 

Ao longo do ano, o Polo esteve presente na FEMA com a participação dos cineastas Priscila Sales e Guilherme Xavier, coordenadores da instituição, que compartilharam suas experiências e conhecimentos com as turmas do 3º e 4º ano.

O resultado é um movimento interdisciplinar e colaborativo, no qual os estudantes experimentam a integração entre diferentes áreas do fazer cinematográfico. A partir dessa vivência, eles compreendem que um filme é mais do que a obra em si; É o fruto de uma rede criativa que envolve roteiristas, produtores, designers, comunicadores e artistas.

As exibições dos curtas produzidos pelos alunos ocorrerão no Cine FEMA Piracaia, em Assis, no dia 5 de novembro, a partir das 19h30. A entrada é gratuita e esta será uma oportunidade para o público conhecer o talento e a criatividade dos futuros profissionais do audiovisual formados pela FEMA.