29/10, Dia Nacional do Livro: autores e obras que aparecem no Enem e vestibulares

 

São Paulo, 28 de outubro de 2025 – Nesta quarta-feira, 29 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro. A data homenageia a fundação da Biblioteca Nacional do Brasil, e é uma oportunidade para lembrar a importância da leitura, sobretudo dos escritores nacionais. Apesar da enorme riqueza literária brasileira, o hábito da leitura tem diminuído. De acordo com a 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, nos últimos quatro anos o País perdeu 6,7 milhões de leitores, e 53% da população não leu nenhum livro, nem mesmo parcialmente, em 2024.

Para estudantes que estão na fase dos vestibulares, ou que prestarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 9 e 16 de novembro, conhecer os principais autores e obras da literatura brasileira também é uma forma de ampliar a capacidade de raciocínio, e de argumentação, e conquistar uma boa nota para a sonhada aprovação na universidade

“No Enem e na maioria dos vestibulares, os textos literários aparecem em perguntas que exigem análise de trechos, comparação entre autores, reconhecimento de crítica social e interpretação simbólica. Muitos desses livros também fornecem repertório para o aluno argumentar na redação com profundidade e originalidade”, afirma Aline Souza Silva Santos, bibliotecária do Brazilian International School – BIS.

A bibliotecária elenca, abaixo, autores e livros que costumam ser citados no Enem e nos principais vestibulares nacionais. Muitos dos títulos já estão em domínio público ou foram adaptados em forma de filmes e séries, o que ajuda ainda mais ao aluno ter acesso e entender melhor as obras.
Aluísio Azevedo

Aluísio Azevedo (São Luís/MA, 1857 – Buenos Aires, Argentina, 1913) foi caricaturista, jornalista, romancista e diplomata. Tem sua obra marcada pela observação e análise dos agrupamentos humanos, a degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante, principalmente o português. Principais obras: O mulato (1881), Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890).
Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade (Itibira/MG, 1902 – Rio de Janeiro/RJ, 1987) levou uma existência aparentemente modesta e avessa aos holofotes enquanto criava uma vasta obra literária de poesia e crônica para jornais, marcando todas as gerações posteriores da literatura produzida no Brasil. Principais obras: Sentimento do mundo (1940), Antologia poética (1962).
Carolina Maria de Jesus

Carolina Maria de Jesus (Sacramento/MG, 1914 – São Paulo/SP, 1977) foi uma das primeiras escritoras negras do Brasil. Peregrinou com a mãe, vinda de sua cidade natal, em busca de trabalho pelas cidades do interior paulista, quando chegou à capital do estado em 1947 e se instalou na favela do Canindé, de onde saía diariamente para trabalhar como catadora de papel. Principal obra: Quarto de Despejo (1960).
Clarice Lispector

Clarice Lispector (República Popular da Ucrânia, 1920 – Rio de Janeiro/RJ, 1977) é considerada um dos maiores nomes da literatura brasileira, e hoje é amplamente traduzida e divulgada. Buscou a universalidade e a prospecção do próprio interior, produzindo uma literatura de excelência incontestável e estilo inimitável. Sua obra inclui também livros para o público infantojuvenil e um vasto número de crônicas. Principais obras: Laços de família (1960), A legião estrangeira (1964) e A hora da estrela (1977).
Conceição Evaristo

Conceição Evaristo (Belo Horizonte/MG 1946) é romancista, contista, poeta, e pesquisadora na área de literatura comparada. Estreou na literatura em 1990, e é um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea. Sua matéria-prima literária é a vivência das mulheres negras, e seu trabalho tem por base reflexões sobre as profundas desigualdades raciais brasileiras. Principais obras: Ponciá Vicêncio (2003), Olhos d’Água (2014) e Canções para ninar meninos grandes (2018).
Graciliano Ramos

Graciliano Ramos (Quebrangulo/AL, 1892 – Rio de Janeiro/RJ, 1953) foi romancista, contista e cronista. Parte considerável da obra do autor aborda sua preocupação com os desajustes sociais e políticos do Brasil de seu tempo, além de retratarem a cultura e a vida no sertão nordestino. Principais obras: Caetés (1933), São Bernardo (1934), Vidas secas (1938) e Memórias do cárcere (1953).
João Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG, 1908 – Rio de Janeiro/RJ, 1967) foi contista, novelista, romancista e diplomata. A obra do autor faz uso de material de origem regional para uma interpretação mítica da realidade, por meio de símbolos e mitos. É um dos escritores mais aclamados da língua portuguesa. Principais obras: Sagarana (1946), Corpo de baile (1956) e Grande Sertão: Veredas (1956).
Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida

Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida (Rio de Janeiro, 1862 – Rio de Janeiro, 1934) foi uma escritora, cronista, teatróloga e abolicionista brasileira. Atuou como colaboradora em diversos periódicos nacionais — uma atividade ainda incomum para mulheres em sua época — sempre defendendo causas relevantes, como a abolição da escravidão, a proclamação da República, o direito ao divórcio, a educação formal das mulheres e os direitos civis. Foi a única mulher entre os idealizadores da Academia Brasileira de Letras, embora tenha sido impedida de ocupar uma cadeira na instituição, que, à época, optou por manter sua composição exclusivamente masculina, seguindo o modelo da Academia Francesa. Principais obras: Memórias de Martha (1899) e A falência (1901).

 

Itamar Vieira Júnior

Itamar Vieira Júnior (Salvador/BA, 1979) é geógrafo e doutor em estudos étnicos e africanos. Sua ficção apresenta a perspectiva de indivíduos socialmente marginalizados, vítimas de violências estruturais como o racismo e o machismo. Principais obras: Torto arado (2019), um dos maiores sucessos de público e crítica da literatura brasileira das últimas décadas; e Salvar o fogo (2023).
Jeferson Tenório

Jeferson Tenório (Rio de Janeiro/RJ, 1977) é doutor em teoria literária e um dos mais proeminentes autores contemporâneos. Seus livros abordam o racismo estrutural e como ele impacta as esferas da vida em sociedade; além de temas como o pertencimento e a importância dos afetos e da memória. Principais obras: Estela sem Deus (2022) e O avesso da pele (2020).
Jorge Amado

Jorge Amado (Itabuna/BA, 1912 – Salvador/BA, 2001) foi jornalista, político, e um dos mais populares escritores brasileiros do século XX. Sua obra retrata os costumes, cultura e lutas sociais da Bahia do século XX. Seus livros receberam inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão. Principais obras: Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Gabriela, Cravo e Canela (1958), Dona Flor e Seus Dois Maridos (1966) e Tieta do Agreste (1977).
José de Alencar

José de Alencar (Fortaleza/CE, 1829 – Rio de Janeiro/RJ, 1877) foi advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo. Foi chamado de “o patriarca da literatura brasileira”, tendo contribuído para a nacionalização da literatura no Brasil e para a consolidação do romance brasileiro. Sua obra é reconhecida pela qualidade literária e retrata temas nacionalistas, históricos e da cultura popular, tendo inovado também por criar protagonistas femininas fortes e questionadoras. Principais obras: O guarani (1857), Iracema (1865) e Senhora (1875).
Machado de Assis

Machado de Assis (Rio de Janeiro/RJ, 1839 – Rio de Janeiro/RJ, 1908) foi jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo. É considerado o maior escritor da literatura brasileira. Seus livros têm como principal característica o diálogo entre o autor e o leitor, com uso de ironia e humor, explorando os aspectos psicológicos dos personagens para criticar os costumes da sociedade brasileira da época. Principais obras: Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891) e Dom Casmurro (1899).
Marcelo Rubens Paiva

Marcelo Rubens Paiva (São Paulo, 1959) é escritor, dramaturgo e roteirista. Seus livros abordam experiências pessoais e familiares em temas como a memória, a paternidade; e a história do Brasil sob a ditadura militar e da luta por verdade. Tem obras adaptadas para o cinema, teatro e séries de TV. Principais obras: Feliz Ano Velho (1982) e Ainda Estou Aqui (2015).
Mário de Andrade

Mário de Andrade (São Paulo, 1893 – São Paulo, 1945) foi um dos mais importantes escritores brasileiros do século XX, tendo também se destacado como crítico literário, musicólogo, folclorista e produtor cultural. Figura central da Semana de Arte Moderna de 1922, sua obra tem como pilar a valorização da identidade e da cultura brasileiras. Principais obras: Paulicéia Desvairada (1922) e Macunaíma (1928).
Rachel de Queiroz

Rachel de Queiroz (Fortaleza/CE, 1910 – Rio de Janeiro/RJ, 2003) foi escritora, jornalista, tradutora e dramaturga brasileira, a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, e a primeira mulher a receber o Prêmio Camões. Sua obra aborda tem raízes autobiográficas e aborda temas como a emancipação feminina; e questões sociais como a seca, a miséria e a luta pela sobrevivência do povo nordestino. Principais obras: O Quinze (1930) e Memorial de Maria Moura (1992).




Teatro Municipal exibe peça que recorda a trajetória de Helenira Rezende Barbosa

 

 

Espetáculo de dança Flores de Chumbo, do Coletivo 220, revisita a saga de Helenira Rezende, transformando memória e arquivo em gesto, silêncio em presença.

Foto: Piola Studio & CO

Entre o gesto e o arquivo, entre o corpo e a história, Flores de Chumbo instaura um espaço de evocação e insurgência. Criado pelo Coletivo 220, o espetáculo parte da trajetória de Helenira Rezende Barbosa — jovem originária de Assis,  militante, professora, atleta, vice-presidenta da UNE e guerrilheira do Araguaia, assassinada pelo regime militar brasileiro em 1972 — para elaborar uma coreografia que recusa a celebração vazia e convoca a presença política da memória.

Sob a direção e coreografia de Julia Daniel, e com dramaturgia de Cléber Tasquin, a cena se estrutura como um tecido em fricção: múltiplas camadas se entrelaçam para reconfigurar a narrativa de Helenira, convocando não apenas sua história individual, mas os ecos coletivos de uma geração que ousou sonhar com outro país possível. A orientação cênica de Vanessa Macedo amplia o gesto para além do corpo, operando cruzamentos entre paisagem, silêncio e fabulação.

No elenco, seis intérpretes — Julia Daniel, Laura Montagner, Nathalia Proença, Rafael Karnakis, Rogério Black e Taynara Rafaela — atravessam o tempo e os traumas da história brasileira recente, deslocando a biografia para uma zona de partilha simbólica e crítica. A trilha original, composta por Gabriel Guerra Pires, opera como eixo atmosférico e dramatúrgico, em diálogo com a cenografia de Beatriz Xavier Ribeiro, que ativa os vazios, os vestígios e os campos de apagamento que atravessam a cena.

Montado em Assis, com realização do Governo de Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústrias Criativas e apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Assis, cidade onde Helenira passou sua infância e juventude, Flores de Chumbo propõe uma revisão da história oficial a partir do território. A escolha de encenar esta memória no interior profundo não é aleatória: é um gesto político que reivindica o direito à memória e à justiça histórica como prerrogativas fundamentais da democracia. Mais do que revisitar uma biografia, trata-se de escavar um silêncio coletivo, abrindo fissuras por onde possa emergir uma escuta sensível, crítica e transformadora.

Em 2025, o espetáculo cumpre circulação pelo litoral e interior do estado de São Paulo e realiza sessão única no Teatro Municipal de Assis, no dia 18 de outubro, às 20h. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados via Sympla.

Sobre o Coletivo 220

Fundado em Assis (SP), o Coletivo 220 é um núcleo de criação artística que opera na fricção entre linguagens e territórios. O nome faz referência à voltagem elétrica e anuncia sua natureza energética, híbrida e pulsante. Atuando a partir do interior profundo, o coletivo desafia as hierarquias culturais, reafirmando a centralidade da arte como potência crítica, estética e comunitária.

Seu trabalho transita entre a dança, o teatro, a performance e as dramaturgias expandidas, assumindo o hibridismo como ética e estética de resistência. Para além da criação, o Coletivo 220 atua na formação de públicos, na experimentação de novas formas de produção e na escuta dos territórios onde habita, abrindo espaços para o exercício de uma arte comprometida com as urgências de seu tempo.

Ficha Técnica

Direção e coreografia: Júlia Daniel  

Dramaturgia: Cléber Tasquin  

Orientação cênica: Vanessa Macedo  

Elenco: Júlia Daniel, Laura Montagner, Nathalia Proença, Rafael Karnakis, Rogério Black e Taynara Rafaela  

Ensaiador: Caio Nespolo 

Direção de Produção: Cléber Tasquin  

Produção Executiva: Benedito Inácio e Caio Nespolo 

Direção Musical: Gabriel Guerra Pires  

Sonoplastia e Técnica Audiovisual: Ana Paula Bonafé 

Desenho de Luz: Cléber Tasquin e Ricardo Chocolate 

Técnico de Luz: Ricardo Chocolate 

Cenografia: Beatriz Xavier Ribeiro 

Cenotecnia: Taye Ritsuka

Figurino e Visagismo: Coletivo 220 

Costureira: Alessandra Teixeira Mariano 

Comunicação: Lucas Tasquin  

Design Gráfico: Lais Oliveira

Fotografia e vídeo: Piola Studio & CO  

Intérprete de Libras: Camila Viccioli Mafra  

Residência em Criação Cênica: Laura Tombolato Montagner  

Residência em Produção Cultural: Taye Ritsuka

Apoio: Secretaria Municipal de Cultura de Assis 

Realização: Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas. 

Serviço

Flores de Chumbo

Data: 18 de Outubro de 2025, às 20h.

Local: Teatro Municipal de Assis, localizado à Rua Floriano Peixoto, 757.

Ingressos: gratuitos via Sympla

Link: https://www.sympla.com.br/evento/flores-de-chumbo-assis/3156862?referrer=www.google.com&referrer=www.google.com#compartilhar-evento&share_id=copiarlink 

Duração: 45 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Instagram: @220coletivo




Teatro Municipal comemora o Dia das Crianças com espetáculo gratuíto domingo e segunda-feira

 

 

Companhia convida a comemorar o Dia das Crianças, com o espetáculo para as famílias “O Menino Maluquinho”, uma homenagem ao Ziraldo e seus personagens clássicos, faz únicas apresentações em Assis, nos dias 12 e 13 de outubro. Ingressos gratuitos.

 

O Menino Maluquinho – Lisonjeio ao Mestre. Foto: Adriano Liano Produções

 

“Era uma vez um menino maluquinho.

Ele tinha o olho maior do que a barriga

tinha fogo no rabo

tinha vento nos pés”

 

O Menino Maluquinho, de Ziraldo

 

Inspirado livremente na obra O Menino Maluquinho, de Ziraldo, e no vasto repertório do artista, o Grupo Trapiche de São Paulo, produz O Menino Maluquinho, espetáculo em que todos os personagens são meninas e meninos maluquinhos. Ambientada num ateliê fictício de Ziraldo, a peça sugere uma viagem ao seu universo de criações e referências artísticas fará duas únicas apresentações nos próximos dias 12 – domingo, às 16h e 13 – segunda-feira, às 9h30 no Teatro Municipal “Pe. Enzo Ticinelli”.

A peça se passa em um momento que Ziraldo precisa preparar uma edição especial em comemoração aos 45 anos de existência do Menino Maluquinho. Em meio a esse processo, ele recebe em seu ateliê a visita da turma do Maluquinho. Por meio de desenhos e brincadeiras, eles recordam juntos as obras mais divertidas e cheias de aventura criadas por Ziraldo, oferecendo ao público uma imersão no universo do autor. “O espetáculo é uma grande homenagem ao artista Ziraldo e sua obra mais conhecida e amada de todas”, reforça Ronaldo Liano.

O cenário é composto por um telão que lembra uma folha em branco – o papel de um artista antes de iniciar uma obra. Em seguida, o telão recebe projeções das páginas do Menino Maluquinho, um ensejo para que as crianças e Ziraldo conversem a respeito dessa e de outras obras.

Os figurinos de Elise Garcia trazem as cores e formas usadas mais comumente pelas personagens de Ziraldo, mas com recortes modernos que geram identificação entre a nova geração. A trilha sonora de Dicinho Areias é autoral e brinca com diferentes ritmos de sanfona.

“Criamos uma peça muito ligada à arte-educação e dizemos também uma reverência à literatura e às artes, de modo geral. A perspectiva do Ziraldo nos forneceu material para tratarmos dos assuntos que estão expressos na peça”, complementa Ronaldo Liano.

O diretor reforça que o espetáculo propõe a valorização das experiências da infância, a liberdade e direitos da criança de ser e brincar, a valorização da leitura, da literatura, das artes, do desenho, da escrita, da imaginação e da socialização na infância e da inclusão.

O Menino Maluquinho é um clássico da literatura infantil, com milhões de exemplares publicados, prêmios e adaptações para espetáculos teatrais, séries televisivas, longa metragem, ópera e até álbum infantil. Publicado em 1980, se tornou um fenômeno durante os anos de 1990 e 2000. Maluquinho é um menino alegre, cheio de imaginação e que adora aprontar e viver aventuras com os amigos. Uma de suas manias é usar uma panela na cabeça, o que o diferencia dos demais. As histórias misturam um humor por vezes ingênuo, tem mistério, tem aventura e drama no Maluquinho.

SINOPSE

O menino mais amado de todos está comemorando 45 anos de existência. Seu criador precisa fazer uma edição especial de aniversário e o tempo para a entrega está chegando ao fim. Em meio ao processo de criação, ele recebe em seu ateliê a visita de seus personagens que não os deixam “trabalhar” de jeito nenhum. Através de desenhos e brincadeiras, eles recordam as obras mais divertidas e com muita aventura, permitem que o público faça uma imersão no universo do autor. O espetáculo é uma grande homenagem ao artista Ziraldo e sua obra mais conhecida e amada de todas.

FICHA TÉCNICA
De: Ziraldo

Texto e Direção: Ronaldo Liano

Assistente de Direção: Ériko Carvalho

Elenco: Glauber Leme, Gustavo Guimarães, Luiz Albertoni, Mau Fiori, Renata Cristina e Vivi Zanelli.
Cenário: Ronaldo Liano.

Produção e Pintura Cenário e Adereços: Lucas Luciano.

Figurinos: Elise Garcia.

Animações e Design Gráfico: Glauber Silva.

Desenho de luz: Lucas Luciano.

Composições Musicais: Elise Garcia e Ronaldo Liano.

Arranjos e Trilha Sonora: Dicinho Areias

Fotos e Vídeos Divulgação: Adriano Liano Produções

Diretora de Produção: Vania Bastian

Produtora Executiva: Nayana Gomes

Realização: Grupo Trapiche

SERVIÇO

O Menino Maluquinho – Lisonjeio ao Mestre

12 e 13 de outubro, domingo – 16h e segunda-feira – 9h30 (sessão para escolas)

Local: Teatro Municipal de Assis

Endereço: R. Floriano Peixoto, 757 – Centro, Assis

Ingressos gratuitos – retirada 1 hora antes na bilheteria| 60 Minutos | Livre | Lotação: 457 espectadores




Dois filmes de Assis estão na programação do 6º Filma Bauru

 

Fotos: Conrado Dacax

Dois curtas-metragens produzidos no município de Assis foram selecionados para o 6º Filma Bauru – Festival de Cinema do Interior, que promove a circulação de obras audiovisuais produzidas em cidades do Estado de São Paulo, com exceção da Capital. Ao todo, 42 obras de 24 municípios paulistas compõem a programação gratuita, que inclui sessões presenciais, transmissão online e atividades formativas abertas ao público com início nesta terça-feira (7) até sábado (11).

Nesta edição, o festival recebeu 225 inscrições de mais de 70 cidades paulistas. Das 42 obras selecionadas, 18 compõem a mostra competitiva (ficção, documentário e animação) e 24 a mostra não-competitiva.

Um dos filmes produzidos na cidade é “Veredas”, de Igor Rossato. O drama narra a história de um imigrante servente de obras que têm problemas de audição e trabalha há anos no interior do Brasil, onde sonhos e desejos são endurecidos pelo universo que o cerca. Ao descobrir que a mãe está doente, ele se vê dividido entre seguir o trecho e voltar para casa. A obra está na mostra competitiva e concorre nas categorias Melhor Ficção e Júri Popular (vencedor determinado por votação popular).

O segundo é o drama “Dona Dudu”, Tiago Silva, que mostrará o período de desilusão com a carreira de uma professora dedicada, que passa a questionar seu papel na educação. Enquanto considera abandonar a profissão, ela embarca em uma jornada introspectiva que a leva a redescobrir a paixão pelo ensino e a importância de sua missão. O curta integra a programação das mostras não-competitivas.Programação gratuita e acessível

O festival ocupará diferentes espaços culturais de Bauru, como o Teatro Municipal, o Sesc, a Praça do CEU das Artes e a OAB, além de exibições e transmissão no canal oficial no YouTube. Todas as sessões terão tradução em Libras, garantindo a acessibilidade ao público surdo, e ficarão disponíveis online por até 24 horas após a exibição presencial.

A programação inclui mesas de debate e palestra com profissionais do setor audiovisual, como o advogado Nichollas Alem, especialista em direitos autorais e contratos no entretenimento, e os editores Mariana Boico (Pro Clipe) e Saulo Simão (Crazy Cow Films). A presença de nomes como o ator e diretor Luiz Brambilla, conhecido pelos filmes “Estômago” (2007) e “Estômago II: O Poderoso Chef” (2024), também reforça o caráter formativo e de networking do evento.

Ainda alinhado ao pilar de acessibilidade do evento, na quarta-feira (8), às 15h, será realizada uma mesa formativa gratuita, transmitida pelo Youtube, com o tema “Expandindo o acesso: novas perspectivas sobre acessibilidade no audiovisual”, com Amanda Lyra e Daniel Gonçalves, voltada a profissionais da área mas também aberta ao público em geral.

Formação de novos talentos

Além das exibições, o Filma Bauru investe na formação de jovens e no fortalecimento da cadeia audiovisual do interior. Neste ano, mais de 60 estudantes da rede pública participaram de oficinas de produção, divididos em seis turmas que criaram curtas sobre o tema meio ambiente. As produções serão exibidas durante o encerramento do Festival, no sábado (11), no Teatro Municipal de Bauru. Outro destaque foi o Laboratório de Desenvolvimento, que ofereceu mentorias em roteiro, direção, produção e pós-produção para projetos locais.

Serviço

O 6º Filma Bauru – Festival de Cinema do Interior será dos dias 7 e 11 de outubro de 2025, em diversos espaços culturais de Bauru e também no canal oficial do festival no YouTube. Todas as atividades têm acesso gratuito e contam com tradução em Libras (com exceção da atividade no Sesc). Mais informações podem ser encontradas no site www.filmabauru.com.br, no Instagram @filmabauru ou pelo e-mail [email protected].

Ficha técnica das obras

  • Veredas (Mostra competitiva II)

Sinopse: José é um imigrante servente de obras que têm problemas de audição e trabalha há anos no interior do Brasil, onde sonhos e desejos são endurecidos pelo universo que o cerca. Ao descobrir que a mãe está doente, ele se vê dividido entre seguir o trecho e voltar para casa. | Cidade: Assis | Classificação: 12 anos | Gênero: Drama | Direção: Igor Rossato.

  • Dona Dudu (Mostra não-competitiva II)

Sinopse: Dudu, uma professora dedicada, enfrenta um período de desilusão com sua carreira, questionando seu papel na educação. Enquanto considera abandonar a profissão, ela embarca em uma jornada introspectiva que a leva a redescobrir a paixão pelo ensino e a importância de sua missão. | Cidade: Assis | Classificação: Livre | Gênero: Drama | Direção: Tiago Silva.

Programação completa do 6º Filma Bauru – Festival de Cinema do Interior

  • Dia 1 – terça-feira, 07/10

19h – Auditório da OAB/Bauru + Canal do Filma Bauru (YouTube)
Abertura oficial com a Mostra Competitiva I (classificação 14 anos)

  • Dia 2 – quarta-feira, 08/10

15h – Canal do Filma Bauru (YouTube)
Mesa formativa “Expandindo o acesso: novas perspectivas sobre acessibilidade no audiovisual”, com Amanda Lyra e Daniel Gonçalves. Mediação: Luís dos Santos Miguel;

19h – Praça do CEU das Artes
Exibição da Mostra Não-Competitiva I (classificação livre)

  • Dia 3 – quinta-feira, 09/10

15h – Sesc Bauru
Mesa formativa “Montagem em Foco: Processos de Pós-Produção em Produtoras e Edit Houses”, com Mariana Boico (Pro Clipe) e Saulo Simão (Crazy Cow Films). Mediação: Liene Saddi;

19h – Teatro da FOB-USP + Canal do Filma Bauru (YouTube)
Exibição da Mostra Competitiva II (classificação: 12 anos).

  • Dia 4 – sexta-feira, 10/10

19h – Praça do CAIC + Canal do Filma Bauru (YouTube)
Exibição da Mostra Não-Competitiva II (classificação livre)

  • Dia 5 – sábado, 11/10

9h – Sebrae Bauru – Palestra “Filmando com segurança: direitos e contratos no audiovisual”, com o advogado Nichollas Alem.
11h – Sebrae Bauru – Encontro de Produtores de Audiovisual

19h – Teatro Municipal Celina Lourdes Alves Neves
Encerramento e premiação, com exibição dos vencedores da Mostra Competitiva e dos curtas realizados nas oficinas do Filma Bauru (classificação livre).

Formação e desenvolvimento

Além da exibição de filmes, o Filma Bauru aposta na formação de novos talentos e no fortalecimento da cadeia audiovisual. Em setembro, aconteceu o Lab de Desenvolvimento Filma Bauru, com mentorias em roteiro, produção, direção e pós-produção para cinco projetos locais.

Outro destaque foi o projeto “Filma Bauru: Oficinas de Produção Audiovisual para Jovens”, que atendeu mais de 60 estudantes da rede pública de Bauru. Divididos em seis turmas, os jovens criaram curtas sobre o tema meio ambiente, que serão exibidos no encerramento do festival.

O ator e diretor Luiz Brambilla, integrante do júri, marcará presença no encerramento do 6º Filma Bauru e na cerimônia de premiação. Reconhecido por sua atuação em longas premiados como “Estômago” (2007) e sua sequência “Estômago II: O Poderoso Chef” (2024), a participação de Brambilla, com sua trajetória multifacetada no cinema, teatro e audiovisual, reforça a relevância do olhar crítico e artístico que marcou a avaliação das obras desta edição.

Palestrantes e mesas formativas

Saulo Simão (Crazy Cow Films) – Natural de Bauru e sócio-proprietário da edit house Crazy Cow Films, sediada em São Paulo, é uma referência e também estará presente no festival. Formado pela FAAP, ele atua como editor de dramaturgia com experiência em longas-metragens, séries para TV como Ilha de Ferro para a TV Globo e Globoplay, e centenas de filmes publicitários. Sua empresa, fundada em 2020, também realiza produção e pós-produção cinematográfica, com forte atuação em conteúdo audiovisual de alto impacto.

Nichollas Alem – Advogado, Mestre e Doutor pela USP, sócio da Borges Sales & Alem Advogados e presidente do Instituto de Direito, Economia Criativa e Artes. Especialista em Propriedade Intelectual e Direito do Entretenimento, atua em contratos, cessão e licenciamento de direitos autorais, assessorando produtoras e profissionais do setor audiovisual.

Daniel Gonçalves – Roteirista, diretor e produtor. Seu primeiro longa, Meu Nome é Daniel, foi exibido em mais de 20 festivais internacionais, como IDFA, Festival do Rio e Festival de Sydney. O documentário Assexybilidade recebeu o prêmio de Melhor Direção de Documentário no Festival do Rio 2023 e passou por mais de 30 festivais. Em 2024, Daniel foi um dos diretores do especial Falas de Acesso, na TV Globo.

Amanda Lyra – Empresária, publicitária, palestrante, artista musical e ativista da causa da pessoa com deficiência. CEO da Acessara, atua em acessibilidade digital, marketing e D&I. Reconhecida pela criação dos “elevadores digitais”, já colaborou com grandes empresas, liderou projetos de impacto social e dividiu palcos com artistas renomados, mobilizando estruturas para garantir acesso pleno a pessoas com deficiência

Realização

O 6º Filma Bauru é realizado pela Fundação para o Desenvolvimento de Bauru (FunDeB), financiado pelo Programa Estadual de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas Locais – Programa SP Produz, com apoio institucional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo.

Conta com apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Bauru, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Bauru, Serviço Social do Comércio (Sesc), Cinemateca Digital Bauruense, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseção Bauru, Comissão Arte Comunidade, Universidade de São Paulo (USP) por meio do Centro Cultural, e da Spcine, através da Spcine Play.

O “Filma Bauru: Oficinas de audiovisual para jovens” é realizado pela FunDeB, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, por meio de emenda parlamentar.




Espetáculo “Dragão Vermelho” segue em turnê pelo interior de São Paulo, incluindo Assis

Na última semana de setembro, o espetáculo Dragão Vermelho, de Tato Villanueva, Caio
Stolai (Circo Poeira) e Eu.Circ Produção e Difusão Cultural circula por três municípios
do estado de São Paulo – Fernandópolis, São José do Rio Preto, Assis – com quatro
apresentações gratuitas voltadas a escolas públicas, comunidades e instituições em regiões
periféricas. A circulação busca ampliar o acesso a produções cênicas de qualidade e
fomentar o diálogo artístico em diferentes territórios.

Misturando circo, teatro, música e bonecos, a montagem narra a jornada de Samiel, um
herói improvável que precisa enfrentar desafios impossíveis para derrotar um imperador
tirano e resgatar a e instaurar a democracia e liberdade de seu povo. Entre trapalhadas e
descobertas, ele cruza com criaturas mágicas e enfrenta o temido dragão. O que começa
como uma luta, se transforma em uma jornada de autoconhecimento.

O dragão é um ser da mitologia universal, representado em diferentes culturas ao redor do
mundo. Simboliza o imaginativo, o magnânimo, afortunado poderoso, e que, por sua força,
também pode provocar uma catástrofe, motivo pelo qual ele é tanto admirado como temido.

Com direção, dramaturgia e atuação de Tato Villanueva e Caio Stolai, o espetáculo
combina comicidade física, canto lírico e improvisação, envolvendo a plateia em situações
interativas e surpreendentes. O humor se entrelaça com a fantasia e a poesia, criando uma
experiência que diverte crianças e adultos ao mesmo tempo em que provoca reflexões
sobre o poder, o medo e a possibilidade de transformação.

Entre os destaques da encenação está o aparecimento do Dragão Vermelho em 3
tamanhos: um pequeno, que provoca ternura e curiosidade; um voador, que provoca
surpresa e admiração; e a máscara do dragão chinês, que atrai o público e revela a fusão
de Samiel com o dragão no auge de sua jornada de autoconhecimento. Também
destacam-se: o imperador-boneco, híbrido entre humano e objeto, que representa a face
cruel e caricata da tirania; e o pequeno Samiel, boneco e companheiro de nosso herói que o
encontra antes do desafio mais difícil, que é o encontro com o dragão. Esses elementos
dialogam diretamente com a proposta estética da obra: unir comicidade, fantasia e impacto
visual.

A cenografia é apresentada como um quadro. O trabalho artístico sobre os tecidos de
algodão são como obras de arte em grande escala, brindando a obra com cenas de beleza
visual. O uso de tecidos em degradê e iluminação versátil, permite que um mesmo espaço
se transforme em uma floresta sombria, um palácio ou uma montanha, reforçando o caráter
lúdico e acessível da montagem. O desenho visual, aliado à música e à fisicalidade dos
intérpretes, cria uma atmosfera que transita entre o épico e o cômico.

Além das apresentações, o projeto Dragão Vermelho, realizado através do ProAC
(Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura Economia e Indústrias Criativas do
Estado de São Paulo), irá promover oficinas gratuitas de criação cênica para artistas
locais e de construção de bonecos para pais e filhos, incentivando tanto a formação artística
quanto a participação comunitária. A proposta é estimular novas narrativas, despertar o
interesse pelo teatro e oferecer ferramentas criativas que ultrapassem os limites da sala de
espetáculo.

O projeto conta ainda com a produção de um pôster-livreto ilustrado em formato de
quadrinhos, para que o espectador possa levar consigo uma lembrança da história, dos
personagens e do universo fantástico da obra. Esse material busca prolongar a experiência
artística e criar novos pontos de contato entre público e espetáculo.

Dragão Vermelho reafirma, assim, a potência da união de Eu.Circ Produção e Difusão
Cultural, Tato Villanueva e Caio Stolai, para a construção de um espetáculo inspirado na
tradição do teatro de bonecos, da comicidade e da experimentação contemporânea,
propondo uma obra que diverte, encanta e convida a refletir.

FICHA TÉCNICA
Idealização – Tato Villanueva e Eu.Circ Produção e Difusão Cultural
Direção, dramaturgia e atuação – Tato Villanueva e Caio Stolai
Direção de atuação – Ricardo Puccetti
Direção de manipulação, desenho e realização de bonecos –
João da Silva Araújo
Assistente de direção – Silvia Brunello
Direção de arte e cenografia – Maria Villanueva e Camila Bardehle Ruiz
Desenho de luz – Sylvie Laila
Produção musical – Cauê Sampaio
Composição musical – Santiago Blomberg
Identidade visual – Luca Fernandes
Assistente de produção – Ana Felipe
Direção de produção – Marina Ferreira
Produção – Eu.Circ Produção e Difusão Cultural

SERVIÇO

Assis – SP
Data: 25 de setembro
Horário: 16h
Local: Escola Estadual Professor Leo Pizzato
Endereço: Rua Curitiba, 307/399, Jardim Paraná
Entrada franca

Fernandópolis – SP
Data: 23 de setembro
Horário: 10h e 14h
Local: APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Fernandópolis
Endereço: Avenida dos Eucaliptos, 271, Jardim Araguaia
Entrada franca

São José do Rio Preto – SP
Data: 24 de setembro
Horário: 13h
Local: CEU DAS ARTES
Endereço: Rua Robson Augusto Lopes Diaveiro, s/n
Entrada franca

 




Teatro Municipal é reabilitado para receber frequentadores

O Teatro Municipal “Padre Enzo Ticinelli” está oficialmente liberado para receber o público novamente. No 9, o espaço recebeu o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento essencial que garante que a edificação atende a todas as normas de segurança contra incêndio.

A reabertura foi possível graças ao trabalho contínuo da Secretaria Municipal de Cultura, que realizou importantes adequações estruturais. Entre as melhorias já concluídas estão a instalação de um novo parapeito no camarote, a tinta antichamas aplicada em todo o carpete e madeiras, a revisão das portas anti-pânico e a troca dos extintores, garantindo mais segurança para o público. Além disso, o sistema de som passou por modernização, oferecendo maior conforto e qualidade durante os espetáculos.

“Desde janeiro assumimos o compromisso de reabrir o teatro para a comunidade. Foram meses de trabalho, planejamento e dedicação, e hoje celebramos a volta deste espaço tão importante para a cidade. Continuamos realizando ajustes e inovações para que o teatro ofereça segurança e conforto completos para todos os espectadores”, comemorou o secretário de Cultura, Paulo Machado

Durante a vistoria, o Corpo de Bombeiros avaliou hidrantes, saídas de emergência, rotas de fuga e alarmes de incêndio, atestando que todos os sistemas estão funcionando perfeitamente. O teatro agora pode receber até 457 pessoas, com segurança e controle total do público.

“O teatro é um patrimônio cultural de Assis. Nossa equipe trabalhou com dedicação para cumprir todas as exigências e devolver este espaço à comunidade. A cultura da cidade volta a ter um palco de grandes momentos”, acrescentou a prefeita Telma Spera.

A Secretaria Municipal de Cultura informa ainda que já estão sendo preparadas programações especiais para o segundo semestre de 2025, garantindo que o teatro volte a ser um ponto de referência cultural da cidade. Para acompanhar todas as novidades, a população pode seguir as redes oficiais da Prefeitura de Assis.

Com o AVCB válido até setembro de 2027, o Teatro Municipal retoma seu papel como espaço seguro, moderno e preparado para receber peças, apresentações e eventos que valorizem a arte e a comunidade assisense.




Quadros de artista da cidade são arrematados por R$ 200 mil durante leilão beneficente em SP

 

Nesta segunda-feira (8), o Hotel Rosewood, em São Paulo, recebeu a 10ª edição do Favela Gala, jantar beneficente organizado pelo Instituto Gerando Falcões, acrescido de um leilão em que duas obras do artista assisense Alemão Art, foam arrematadas por R$ 200 mil. O encontro, apresentado por Sabrina Sato e Isis Valverde, reuniu mais de 500 convidados em torno de uma causa: captar recursos para projetos que visam transformar realidades nas favelas brasileiras.

A noite começou com a apresentação de jovens já impactados pelo instituto, incluindo um coral infantil que emocionou os presentes. A primeira grande surpresa foi a presença de Luciano Huck, que subiu ao palco para conversar com duas mulheres beneficiadas pela iniciativa. O publicitário Nizan Guanaes também fez um discurso de apoio, seguido por Edu Lyra, fundador e CEO do Gerando Falcões, que reforçou a missão de acabar com a pobreza nas favelas.

O ponto alto do gala foi o leilão beneficente, que movimentou cifras milionárias. Entre os lotes, camisetas oficiais de grandes times, incluindo o Inter Miami, assinada por Lionel Messi, saltaram de R$ 10 mil para R$ 220 mil. Uma raquete exclusiva do jovem tenista João Fonseca surpreendeu ao ser arrematada por R$ 2 milhões. Já um pacote de posts de 66 influenciadores ultrapassou a marca de R$ 1,1 milhão, enquanto uma palestra conjunta de Lyra, Huck e Guanaes foi vendida por R$ 530 mil. Experiências únicas no esporte e no entretenimento também entraram na disputa.
Duas obras do artista assisense Alemão Art foram arrematadas por 200 k (R$ 200 mil).
Todos os lotes somados arrecadaram R$ 5 milhões, 66% a mais que em 2024. Juntando todos os valores que o Favela Gala levantou, o Instituto Gerando Falcões encerrou a noite com R$ 25 milhões a serem direcionados para projetos de caridade.




Acervo da Biblioteca Municipal é ampliado em mais de 340 novos títulos

 

A Biblioteca Municipal, instalada no Centro Cultural Dona Pimpa, acaba de receber mais de 340 novos títulos por meio do SisEB – Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas – que fortalece a política de incentivo à leitura e amplia o acervo disponível à população.

Entre os destaques estão obras contemporâneas de grande sucesso, como “Torto Arado” e livros do autor Rafael Montes, populares entre leitores e nas redes sociais literárias.

Atualmente, a biblioteca reúne quase 40 mil livros e cerca de 600 usuários ativos, sendo constantemente atualizada conforme as demandas dos leitores.

De acordo com seu coordenador, Urias Turbiani Rodrigues de Camargo, a retirada de livros é gratuita, mediante cadastro simples com documento pessoal e comprovante de endereço. Os empréstimos têm duração de 15 dias e renovação possível por mais 15.

“A unidade também participa de projetos culturais como o Viagens Literárias, que retorna em setembro com nova programação e recentemente recebeu o iContei, com contações de histórias para o público jovem”, acrescenta Urias.

A biblioteca atende ao público de segunda a sexta, das 8 às 11h30 e das 13 às 17h, fica localizada na Dr. Luiz Pizza, 19. Mais informações pelo telefone e whatsapp (18) 3324-4783.

 




Programa Viagem Literária tem sessões na cidade nesta terça-feira

 

Nesta terça-feira (19), a Biblioteca Municipal “Nina Silva” recebe o grupo “Ih, Contei!” para duas sessões cheias de magia, imaginação e encantamento, voltadas a crianças e adolescentes de 6 a 14 anos.

1ª sessão: 9h
2ª sessão: 14h
Local: Biblioteca Municipal “Nina Silva” – Rua Dr. Luiz Pizza, 19 – Centro
Evento gratuito e aberto ao público

Prepare-se para viver uma experiência literária inesquecível, que vai despertar o amor pelos livros e pela leitura de forma lúdica e divertida. Traga sua turma e participe!

Assis foi contemplada pelo edital do Programa Viagem Literária, uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo que leva cultura e incentivo à leitura para diversas cidades. Após a inscrição no edital, nossa cidade recebe esta importante ação que valoriza o acesso aos livros e à arte de contar histórias.




Exposição do bailarino Joshey Leão é aberta no Centro Cultural Dona Pimpa

 

Foi inaugurada no Centro Cultural Dona Pimpa a exposição que homenageia o bailarino assisense José Leão de Carvalho, conhecido como Joshey Leão. Considerado um dos maiores bailarinos clássicos do país, Joshey marcou as décadas de 1950 a 1970 com apresentações premiadas, participações em produções nacionais e internacionais e um trabalho incansável na difusão do ballet no Brasil.

O acervo exposto reúne figurinos usados em espetáculos, troféus, medalhas, certificados, fotografias, recortes de jornais, programas de apresentações, correspondências e objetos pessoais. As peças revelam não apenas o artista consagrado, mas também sua trajetória pessoal, suas relações e a influência que exerceu sobre alunos e colegas.

A abertura oficial contou com a presença da prefeita de Assis, Telma Spera, e dos vereadores Gerson Alves e Português, que ressaltaram a relevância de preservar e valorizar a história cultural do município.

A realização da mostra foi possível graças a um edital da Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministério da Cultura, com recursos do Governo Federal, e a execução da Secretaria Municipal de Cultura de Assis.