Projeto “Os Protetores da Floresta em Ação” emociona e conscientiza mais de 1.400 crianças em Tarumã (SP)

 

(Fotos: Jhony Ribeiro)

Nos dias 17 e 18 de junho, o projeto “Os Protetores da Floresta em Ação” realizou quatro sessões gratuitas no Centro Cultural Celso Carneiro, em Tarumã (SP), com grande sucesso de público. A iniciativa beneficiou diretamente mais de 1.400 crianças da rede pública municipal, promovendo uma vivência teatral lúdica, educativa e acessível durante o mês do meio ambiente.

A peça encantou o público com uma história protagonizada por personagens do folclore brasileiro — Saci, Curupira, Iara e a Protetora da Floresta — em uma jornada contra as queimadas, a poluição e a destruição da natureza. Com muita música, emoção e interatividade, a mensagem de preservação ambiental foi transmitida de forma leve e impactante.

O projeto contou com acessibilidade total, incluindo intérprete de Libras, monitores em sala e espaço adaptado para pessoas com deficiência, garantindo que todas as crianças pudessem participar plenamente da experiência.

Como parte das ações práticas de educação ambiental, foram distribuídos livretos educativos e sementes de girassol para os alunos levarem para casa, além da doação de 30 mudas de hortaliças para cada escola participante, incentivando o plantio e o contato com a terra.

Viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, o projeto é uma produção da Walkmar Produções, com apoio da Lumax Produções, Dom Produções, Projeto Inteligência Social,

Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Turismo, Secretaria Municipal de Agricultura Meio Ambiente, Obras e Serviços Urbanos de Tarumã, e patrocínio da Novamérica Agrícola. A realização é do Ministério da Cultura / Governo Federal – União e Reconstrução.

Mais do que um espetáculo, “Os Protetores da Floresta em Ação” deixou um legado de consciência ecológica, inspiração e cuidado com o futuro do planeta.

 




III Festival de Cenas acontece dia 23 no campus da Unesp

 

O Coletivo de Artes e Teatro da Unesp de Assis (C.AT.U.A) realizará no dia 23 às 17 horas, no Anfiteatro Merisse, o seu III Festival de Cenas, programa artístico gratuito e aberto a toda a comunidade.

A apresentação marca o encerramento das ações do Coletivo de Teatro no primeiro semestre e contará com cenas curtas de diversos gêneros, fruto do trabalho desenvolvido entre os estudantes nas formações oferecidas pelo grupo.
A iniciativa é do CATUA, grupo de teatro universitário criado por dois estudantes apaixonados por arte, Adriana e Thiago, que, com dedicação e persistência, fundaram o coletivo na UNESP. Hoje, o grupo reúne estudantes de diferentes cursos e trajetórias, unidos pelo desejo de experimentar, criar e se expressar por meio da arte, com muita coragem e entrega.

Além das cenas teatrais, o público poderá participar do tradicional Sarau aberto, que ocorrerá após as apresentações. A comunidade é convidada a compartilhar suas expressões artísticas como recitação de poesia, apresentação musical, performances, ou qualquer outra manifestação artística.

O CATUA tem apoio do Comitê de Ação Cultural (CAC) para a organização de suas ações ao longo do semestre e na realização deste III Festival.




Projeto “Os Protetores da Floresta em Ação” leva teatro gratuito e educação ambiental para crianças de Tarumã 

 

Foto: Jonny Ribeiro

Nos dias 17 e 18 de junho, a cidade de Tarumã (SP) recebe o projeto “Os Protetores da Floresta em Ação”, espetáculo infantil gratuito que une teatro, folclore e sustentabilidade, voltado para crianças de 6 a 12 anos. As apresentações acontecem no Centro Cultural Celso Carneiro e contarão com a presença de alunos das escolas da rede pública municipal, transportados até o local especialmente para o evento.

A peça aborda temas urgentes como queimadas, poluição, escassez de água e a importância da neutralização de carbono, por meio de uma aventura protagonizada por personagens do folclore brasileiro: Saci, Curupira, Iara e a Protetora da Floresta. Juntos, eles enfrentam os impactos da destruição ambiental e mostram, de forma lúdica e acessível, caminhos para proteger a natureza.

As apresentações em Tarumã acontecem durante o mês do meio ambiente, celebrado em junho, reforçando o papel da arte na sensibilização ecológica. De acordo com o INPE, o estado de São Paulo registrou mais de 4.800 focos de queimadas em 2023, o que impacta diretamente a qualidade do ar e o equilíbrio climático da região.

Mais de 500 crianças serão beneficiadas diretamente com o espetáculo e receberão um livreto educativo e sementes de girassol para plantio em casa. Cada escola também receberá a doação de 30 mudas de hortaliças, que serão cultivadas com apoio dos professores e alunos nas hortas escolares, incentivando o contato com a terra e o cultivo consciente.

Todas as sessões contarão com intérprete de Libras, monitores e ocorrerão em um espaço adaptado para pessoas com deficiência, garantindo total acessibilidade.

Lei de Incentivo à Cultura, o projeto é uma produção da Walkmar Produções, com apoio da Lumax Produções, Dom Produções, Projeto Inteligência Social, Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Turismo de Tarumã e patrocínio da Novamérica Agrícola e realização do Ministério da Cultura / Governo Federal – União e Reconstrução.

SERVIÇO – TARUMÃ (SP)
📍 “Os Protetores da Floresta em Ação”
📌 Centro Cultural Celso Carneiro
📍 Av. Flamboyants, 789 – Vila dos Lagos, Tarumã – SP, 19820-000
🎟 Gratuito | Com intérprete de Libras | Acessível

📅 17 de junho de 2025
🕗 Sessão às 08h00
🕑 Sessão às 14h00

📅 18 de junho de 2025
🕗 Sessão às 08h00
🕑 Sessão às 14h00




Grupo de Percussão do GURI Marília faz os primeiros concertos da temporada

 

Integrantes do grupo Percussão do GURI Marília. Foto de: Yasmin Alves.

A Temporada de Concertos dos Grupos Musicais do GURI já começou. Entre orquestras e bandas sinfônicas, cameratas, corais, big bands, grupos de choro, percussão e música instrumental brasileira, ao todo são 29 grupos mantidos pelo programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura.

Em junho, é a vez do Grupo de Percussão do GURI Marília fazer os primeiros concertos no ano – de um total de seis até dezembro. No dia 7/6 (sábado), pega estrada rumo a cidade de Promissão, onde se apresenta na Praça 1º de Maio, às 16h. No dia 12/6 (quinta-feira), sobe ao palco do Teatro Municipal de Marília, às 19h30. E no domingo (15/6), segue para o município de Echaporã, para uma apresentação no Recinto de Rodeios José Ramazzoti, às 17h. Todos com entrada gratuita.

Os concertos terão a regência do maestro convidado Tico Proença e o repertório intitulado Música Brasileira para Percussão, reúne obras de Hermeto Pascoal (Bebê), Chiquinha Gonzaga (Atraente), Ari Colares (Quilombo), Ney Rosauro (Cadência Para Berimbau) e uma de autoria do maestro Tico Proença (Baticomtico 2.0). E uma transcrição de Guerra Peixe (Olê o, olê á, no céu) completa o programa.

O Grupo de Percussão do GURI Marília tem os patrocínios Diamante de CTG Brasil e Ouro de Tauste Supermercados; e a parceria da Prefeitura Municipal de Marília.

Temporada Grupos Musicais – O Grupo de Percussão de Marília é um dos 29 Grupos Musicais do GURI no estado e no ano em que o programa completa 30 anos, serão 174 apresentações em cerca de 100 municípios paulistas até dezembro. Todos com entrada gratuita. As formações dos grupos são as mais diversas, seja de instrumento ou canto coral. A programação completa está disponível no site.

Serviço

Grupo de Percussão do GURI Marília

12 de junho de 2025, quinta-feira, às 19h30

Teatro Municipal de Marília “Waldir Silveira Mello”

Av. Rio Branco, 51, Centro, Marília – SP

15 de junho de 2025, domingo, às 17h

Recinto de Rodeios José Ramazzoti

Rua Santa Catarina, 632, Echaporã – SP

Grupos Musicais do GURI

Os Grupos Musicais são conjuntos responsáveis pela difusão artístico-musical do programa, reúnem alunos e alunas de diferentes cidades e realizam ações específicas com regentes e artistas convidados(as), visando a ampliação da experiência cultural e a sedimentação do aprendizado obtido nos cursos regulares. Com diferentes formações, os 29 Grupos Musicais são constituídos por orquestras sinfônicas, orquestras de cordas, bandas sinfônicas, big bands, cameratas de cordas, cameratas de violões, regional de choro, grupo de música instrumental brasileira, percussão e corais (infantil, juvenil e familiar).

Grupo Percussão do GURI Marília

A prática musical coletiva, utilizando-se somente de instrumentos de percussão, faz parte da história humana desde os tempos imemoriais e longínquos, em tribos africanas, o gamelão da Mongólia, o taiko japonês, os povos originários do nosso continente, até a utilização por exércitos no campo de batalha como forma de coordenação das ações. A própria percussão corporal remete à essa ancestralidade visto que é um recurso intrínseco ao ser humano. O Grupo de Percussão do GURI Marília foi criado em 2012, na cidade de Ourinhos; em 2017, a cidade de Marília passou a sediar o grupo. Já tocou com importantes artistas como Santiago Vazquez (2012), Eduardo Gianesella (2013), Luiz Guello (2017) e Ricardo Bologna (2019). Em 2015, o grupo dividiu o palco com o Groupe Percussions de Tournai, na Bélgica. Em janeiro de 2017, o conjunto tocou com o percussionista Ari Colares no Teatro Castro Alves, em Salvador, durante o PercPan – maior festival de percussão do Brasil com parte do concerto juntamente ao Rumpilezinho, grupo de formação criado por Letieres Leite. Em 2020 e 2021 realizou produções audiovisuais com Alisson Amador e Herivelto Brandino. Em 2022, foi regido por Eliana Sulpício, no ano seguinte 2023 por Agnaldo Silva e Jorge Rafael, e 2024 por Tico Proença e Enzo Ferreira, tendo participado neste mesmo ano do Festival de Música de Ourinhos e do Encontro Percussivo USP-Ribeirão Preto.

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Diamante: CTG Brasil; Master: Bank of America; Instituto Ultra, Ultracargo; Ultragaz, Ipiranga; e Toyota; Ouro: Tauste Supermercados; Arteris; Adufértil; Chiesi Farmacêutica e Verzani & Sandrini; Prata: Smurfit Westrock; Novelis; BASF; WEG; Cipatex; Citrosuco; Capuani; Usina Santa Maria; Sicoob; Vitafor; Maza; Valgroup; Caterpillar; Indústrias Colombo; e Grupo Maringá; Bronze: Santos Brasil; e ACIF-Franca; Apoio Cultural: Frisokar; Ipiranga Agroindustrial; Ibiúna Investimentos; Mercedes-Benz; Paulispell; Tegma; Instituto Center Norte; Pirelli; e Castelo Alimentos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.

Sobre o GURI

O maior programa de educação musical e desenvolvimento humano do Brasil, criado e mantido pelo Governo do Estado de São Paulo, sob gestão da Santa Marcelina Cultura, está completando 30 anos em 2025. Com oferta de arte e cultura, mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens já passaram pelo GURI, que beneficiou também suas famílias e comunidades. Com mais de 100 mil vagas gratuitas, o GURI está presente em mais de 500 polos de ensino espalhados por todo o Estado – capital, região metropolitana, interior e litoral de São Paulo. Do canto ao instrumento, do popular ao erudito, são inúmeras opções. Além dos Cursos Regulares – divididos entre Iniciais e Sequenciais, o GURI oferece atividades extracurriculares, como os Cursos Livres – Modulares, Iniciação Musical para Adultos e Luteria, e ainda o GURI 4.0 – que abrange os cursos EaD, as videoaulas e as transmissões ao vivo no canal @SouGURI no YouTube. Outra ação complementar é o GURI nas Escolas, que oferece atividades pedagógico-musicais dentro das escolas da rede pública de ensino. Aos alunos e às alunas do programa que buscam um aprimoramento mais avançado, também tem os 29 Grupos Musicais do GURI. Para saber mais, acesse souguri.art.br.

Santa Marcelina Cultura

Fundada em 2008, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo. Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura atua com a missão de formar pessoas por meio dos programas: Hospitais Musicais, Conexões Internacionais, GURI, Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) e Theatro São Pedro. Todas as atividades realizadas pela instituição são pautadas por seus três pilares de atuação: Formação Musical, Difusão Artística e Trabalho Social.  O objetivo Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. No Theatro São Pedro, a organização vem desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no espaço. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica da instituição, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.

 




Laboratório audiovisual da FEMA produz curtas em parceria com escola estadual

O laboratório audiovisual da Agência Geração Propaganda da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) participou da produção de dois curtas-metragens em parceria com a Escola Estadual Carlos Alberto de Oliveira. As produções foram feitas dentro do ambiente escolar e são releituras de obras literárias consagradas, que ganharam uma nova roupagem nas mãos dos estudantes.

De acordo com a professora Ma. Fernanda Rodrigues Ramalho, responsável pelo laboratório audiovisual da Agência Geração Propaganda, o projeto nasceu de um convite da própria escola, que envolveu seus estudantes do ensino fundamental e médio na criação dos roteiros. A partir daí, a equipe do laboratório audiovisual da FEMA assumiu toda a parte técnica – gravação, direção, edição e finalização.

Um dos curtas, “A Magia de Alice”, é uma releitura de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. O outro, “A Menina das Palavras Roubadas”, se inspira no livro A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak.

“A Magia de Alice” se destacou na competição regional, superando 41 escolas e garantindo a vaga para representar a Diretoria de Ensino de Assis na categoria “Anos Finais” em nível estadual. Agora, a Escola Estadual Carlos Alberto de Oliveira disputa com o filme na etapa estadual.

A professora Quezia Albuquerque, que orientou e acompanhou a participação dos estudantes do ensino fundamental nessa produção, explica que o curta faz parte do projeto “Mediação em Linguagem”, desenvolvido na sala de leitura da escola. Segundo ela, foi um grande desafio, já que este é seu primeiro ano como articuladora da sala. “O projeto consiste em os estudantes representarem uma obra literária. O tema deste ano era ‘Se apaixone por uma obra em um minuto’, então eles escolheram Alice no País das Maravilhas”, conta.

Quezia ressalta que todo o processo foi construído coletivamente, desde a elaboração do roteiro até a atuação dos estudantes. “Eles são muito criativos. O roteiro saiu deles. Eu sou só a mediadora, orientando o que era possível ou não fazer dentro da nossa realidade. Eles se jogaram no projeto, se empenharam na maquiagem, na cenografia, e levaram muito a sério”, relata.

Ela também destaca o impacto da parceria com a FEMA. “Ter a Fernanda e os estagiários do laboratório audiovisual da FEMA com a gente levou tudo pra um nível muito profissional. Foi muito especial. Eles se sentiram de fato fazendo um filme. Ouvir ‘ação’, ‘corta’, viver essa experiência foi incrível pra eles”, afirma.

O sentimento, segundo Quezia, é de superação e orgulho. “Pra gente, esse curta representa superação. Eles se enxergaram como protagonistas, como crianças inteligentes, criativas, capazes. Isso elevou muito a autoestima deles. Um deles até falou: ‘Professora, dá pra trabalhar com isso?’. E eu respondi: ‘Claro que dá, isso é uma profissão’”, relembra, emocionada.

Além do reconhecimento na etapa regional, Quezia acredita que o maior prêmio foi ver os estudantes se reconhecendo como protagonistas do próprio aprendizado. “É sobre eles se enxergarem como potência, como crianças com um potencial gigantesco, capazes de serem o que quiserem, independente de onde estudam. E é só o primeiro de muitos projetos que queremos fazer”, finaliza.




Assis recebe Circuito Sesc de Artes neste sábado com ações gratuitas na Concha Acústica

(Foto: Guilherme Andrade dos Santos)

Entre 3 de maio e 8 de junho, ruas e praças de 132 municípios do interior, litoral e da Grande São Paulo têm sido palco da 17ª edição do Circuito Sesc de Artes 2025. O projeto chega a Assis neste sábado (7/6), com uma série de atrações artísticas e culturais gratuitas na Concha Acústica, das 16 às 20 horas.

Com o lema “Arte na rua para todas as pessoas”, o Circuito convida o público para uma experiência de encontros e vivências na praça, por meio de experimentações de diversas linguagens artísticas disponíveis para todas as idades.

Na programação da Concha Acústica, em Assis, o público pode acompanhar o universo do circo com o espetáculo Indómito, da Estúpida Compañía, da Argentina e Uruguai, que resgata números clássicos e combina comicidade e tensão. A dupla de artistas interage com o público, unindo habilidades técnicas e diversão.

Também tem teatro, com a intervenção Cordelina, de Odília Nunes, que traz uma boneca gigante feita com material vegetal. Ao som de uma sanfona ao vivo, a personagem compartilha mensagens e recita poesias populares do Nordeste, comunicando-se por gestos, olhares e palavras.

Na música, o grupo Zumbiido Afropercussivo, de São Paulo, composto somente por pessoas pretas, apresenta músicas e coreografias autorais inspiradas em danças e musicalidades africanas. O bloco explora a percussão e a corporeidade para promover consciência racial, política e cultural. E a DJ Lu Pequim, de São José do Rio Preto, dedica seu set a músicas criadas por mulheres, abrangendo diversos estilos como a cumbia e o rap.

Já nas artes visuais e tecnologias, o Coletivo Dell’Arte, de Catanduva, apresenta o Ateliê Móvel – Experiência Mondrian. Inspirado na estética abstrata de Piet Mondrian, o coletivo convida o público a criar livremente obras com tons de vermelho, azul e amarelo.

Outra atividade da área ocorre com o artista visual José Carlos Gomes, de Rancharia, que conduz a oficina de Biojoias de Bagaço de Cana. A oficina apresenta a transformação de resíduos em biojoias, incentivando o reaproveitamento, a sustentabilidade e a geração de renda com menor impacto ambiental.

A literatura se manifesta com o Quintal Baobá, do Coletivo Baobá, de Birigui. Inspirada na árvore africana, a ocupação literária e brincante compartilha histórias afro-brasileiras, musicalidades de origem africana e brincadeiras quilombolas.

“O Circuito reafirma o compromisso do Sesc com a descentralização cultural, valorizando a produção de diferentes territórios e expandindo o acesso por meio da ocupação dos espaços públicos com múltiplas linguagens artísticas. Ao promover encontros em praças e ruas, a iniciativa convida à convivência e busca fortalecer a relação entre as pessoas e seus territórios.”, explica o diretor regional do Sesc São Paulo, Luiz Deoclecio Massaro Galina.

CIRCUITO SESC DE ARTES
Realizado desde 2008, o Circuito Sesc de Artes é uma oportunidade para a população de cidades da Grande São Paulo, do interior e do litoral paulista vivenciarem o clima de um festival de artes. Com o objetivo de estender o alcance da ação do Sesc para as cidades que ainda não possuem uma unidade física, o Circuito leva a programação para praças e espaços públicos.

Este ano, 132 cidades recebem o evento em seis fins de semana consecutivos, sempre aos sábados e domingos. O público poderá vivenciar gratuitamente 840 sessões de atividades que atravessam nove linguagens artísticas e culturais: artes visuais e tecnologias, cinema, circo, dança, literatura, música, teatro, turismo e valorização social.

A iniciativa é uma realização do Sesc São Paulo em parceria com as prefeituras municipais e sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo locais.

Ao todo, 23 unidades estão envolvidas na realização do projeto. A região que contempla o Sesc Thermas de Presidente Prudente recebe uma série de atividades que vão passar por Dracena (3 de maio), Osvaldo Cruz (4 de maio), Lucélia (10 de maio), Tupã (11 de maio), Assis (7 de junho) e Presidente Venceslau (8 de junho).

SERVIÇO
Circuito Sesc de Artes 2025
De 3 de maio a 8 de junho, sábados e domingos.
Programação completa no site sescsp.org.br/circuitosescdeartes
Em caso de chuva, verifique o novo local.




Bailarinos da cidade vão disputar festival internacional em Orlando


Os bailarinos Gabriel de Souza Soares e Vinícius Pedroni se preparam para embarcar, em junho, rumo a Orlando, nos Estados Unidos, onde participarão de um dos maiores festivais internacionais de dança. Os dois, que integram uma escola de ballet de Assis, carregam na bagagem disciplina, dedicação e o orgulho de representar a cidade e o Brasil na disputa.

“Eu estou muito feliz por essa oportunidade, com grandes expectativas”, afirmou Gabriel, que vive intensamente a reta final de ensaios antes da viagem.
“Me sinto muito feliz por representar  Assis e o Brasil. Confesso que estou muito ansioso”, acrescentou Vinícius.

A professora e coreógrafa Ana Luiza Santilli, que acompanha os alunos na preparação, explicou que o festival adota critérios próprios de avaliação, que vão além da performance técnica.

“Neste festival, até a frequência nas edições anteriores conta como critério de pontuação. Como nossos bailarinos estão participando pela primeira vez, provavelmente não pontuaremos nesse quesito. Mesmo assim, acredito que conseguiremos avançar por três ou quatro fases, o que já é um excelente resultado”.




Canção Nova apresenta novo filme “São Gabriel da Virgem Dolorosa” 

 

Estreia neste sábado (10) às 21 horas, na TV Canção Nova e na plataforma de streaming gratuita @CN Plus, o filme “São Gabriel da Virgem Dolorosa”.
Religioso dos Passionistas – como são chamados os membros da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (CP), fundada por São Paulo da Cruz, em 1720 –, ele cultivava a devoção por Nossa Senhora das Dores.
A história do filme se passa no fim do século XIX, durante uma investigação para a causa de beatificação do jovem conhecido como Irmão Gabriel da Virgem Dolorosa, cuja fama de santidade perdurava 30 anos após sua morte.
No Santuário do Pai das Misericórdias, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), há uma relíquia do santo depositada no altar central. O templo também abriga uma réplica em pó de mármore com resina da Pietà, Nossa Senhora das Dores, de Michelangelo.

 




Artivismo de Alemão Art chega a Recife com arte e jazz

 

 

O renomado artista urbano Alemão Art, grafiteiro e artista plástico de Assis (SP), foi o convidado especial da abertura do Festival de Jazz promovido pelo Shopping RioMar Recife. Unindo arte, música e impacto social, ele compartilhou sua trajetória em uma entrevista inspiradora que deu início à programação do evento.

Além da presença no festival, Alemão levou seu artivismo para o Instituto JCPM, onde realizou uma oficina de grafite e uma conversa aberta com os jovens atendidos pelo projeto. A atividade foi marcada por trocas potentes, reflexões sobre o poder transformador da arte urbana e a importância de sonhar alto.

Jovens do Instituto JCPM de Recife vivenciam cultura com Alemão Art e música!
Durante a oficina, os participantes tiveram contato direto com técnicas do grafite e puderam experimentar a arte como forma de expressão pessoal e social. A energia criativa tomou conta do espaço, deixando uma marca profunda no coração de todos.

Alemão Art segue espalhando sua mensagem de transformação através da arte, construindo pontes entre diferentes realidades e levando cor, consciência e esperança por onde passa.




Circuito Sesc de Artes 2025 leva programação gratuita a 132 cidades de São Paulo, incluindo Assis

 

 

De 3 de maio a 8 de junho, ruas e praças de 132 municípios do interior, litoral e da Grande São Paulo, além de São Miguel Paulista, bairro que integra o Plano de Expansão do Sesc, serão palco do Circuito Sesc de Artes 2025. Em seis fins de semana consecutivos, sempre aos sábados e domingos, o público poderá vivenciar gratuitamente 840 sessões de atividades que atravessam nove linguagens artísticas e culturais: artes visuais e tecnologias, cinema, circo, dança, literatura, música, teatro, turismo e valorização social.

O Circuito Sesc de Artes é realizado pelo Sesc São Paulo em parceria com prefeituras municipais e sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo locais.

Em sua 17ª edição, o Circuito amplia o seu alcance com a entrada das unidades do Sesc Campo Limpo e Franca, além da inclusão de dez novas cidades em relação à edição de 2024. Ao todo, 23 unidades do Sesc São Paulo estão envolvidas na realização do projeto. A programação valoriza a produção cultural das regiões participantes, com forte presença de artistas e coletivos que atuam fora da capital. Parte da programação do Circuito conta com acessibilidade em Libras: são 144 sessões com tradução.

Para Luiz Deoclecio Massaro Galina, diretor regional do Sesc São Paulo, “a ampliação do Circuito reafirma o compromisso do Sesc com a descentralização cultural, valorizando a produção de diferentes territórios e expandindo o acesso por meio da ocupação dos espaços públicos com múltiplas linguagens artísticas. Ao promover encontros em praças e ruas, a iniciativa convida à convivência e busca fortalecer a relação entre as pessoas e seus territórios.”

Uma das linhas curatoriais que se fortalece nesta edição, em um movimento realizado nos últimos anos e que agora se consolida, é a quantidade de artistas das regiões atendidas: são 42 grupos de cidades da Grande São Paulo, interior e litoral paulistas, de um total de 76 atrações. Além da forte presença de artistas locais, a edição conta com participações internacionais, como a Estúpida Compañía (Argentina e Uruguai), com o espetáculo Indómito, e a produção Suspiros e Burbujas, que une no palco uma artista argentina e um palhaço cearense.

O Circuito alcança desde cidades da região metropolitana, como São Bernardo do Campo e Mauá, com mais de 800 mil habitantes, até municípios do interior, como Nipoã, no Noroeste do estado, com cerca de cinco mil moradores, e Águas de São Pedro, o menor município paulista.

Neste ano, seis cidades (Ilha Solteira, Pereira Barreto, Igaratá, Paraibuna, Iporanga e Miracatu) contarão com uma Mostra de Saberes, onde artesãos locais demonstrarão as técnicas utilizadas em suas criações.

Em outras três cidades (Penápolis, Franco da Rocha e Iguape), o público será convidado a conhecer o patrimônio histórico e cultural, por meio de ação de turismo social, com um passeio a pé, partindo da praça os participantes fazem um tour pelos espaços culturais e pelo centro histórico.

Em todas as cidades, o público encontrará o espaço de relacionamento do Sesc, um ponto de encontro sobre o Circuito e dicas de turismo, Sesc Digital e programação do SescTV, uma forma de conectar o público às ações do Sesc dentro e fora do Circuito.

Em teatro, destaca-se a montagem de Os Tr3s Porcos com A Próxima Companhia. A peça busca ressignificar o clássico conto infantil, lançando um olhar sobre temas atuais como o direito à cidade e à moradia, com uma linguagem cênica que mescla elementos do teatro de rua e do circo, tudo permeado por um tom cômico e instigante.

A música é representada pelo grupo Zumbiido Afropercussivo. Composto por pessoas pretas, o coletivo explora a riqueza dos ritmos diaspóricos, com forte influência do samba afro e do samba reggae. Suas performances autorais, que unem música e dança inspiradas em matrizes africanas, têm como objetivo primordial promover a consciência racial, política e cultural, difundindo a cultura preta por meio de suas expressões artísticas.

Em literatura, a atividade Recriando Imaginários: um Mergulho na Literatura Indígena se conecta com os povos originários. Com a presença de Ana Kariri, Auritha Tabajara, Cristino Wapichana e Fernanda Kaingang, o público mergulha em narrativas, visões de mundo e saberes ancestrais presentes em contos e poesias.

Além das artes performáticas e literárias, a programação oferece uma experiência imersiva com a Mostra de Realidade Virtual – Sonhos. Em diálogo com a Mostra Internacional de Cinema, essa atração convida o público a explorar o universo dos sonhos de uma perspectiva consciente, ampliando as fronteiras da percepção e da experiência estética.

Destaques da programação

Circo

O circo contemporâneo se apresenta com uma variedade de espetáculos que celebram a tradição circense enquanto exploram novas formas de expressão. Em Atravessando Lugares, a companhia Mano a Mana, de São Paulo, reflete sobre as interações nos espaços públicos por meio de acrobacias e técnicas de mão a mão. O Coletivo Piracema, de Piracicaba, celebra a vida no interior em Festa na Roça, um espetáculo que mistura palhaçaria, malabarismo, acrobacia e música ao vivo, convidando o público a se sentir em casa.

As Gêmeas Dias e a Trupe Cirandá, de São Bernardo do Campo, resgatam as brincadeiras de roda da infância em Ciranda, unindo artes circenses e cultura popular com música ao vivo e participação ativa do público. O Circo da Silva, de Campinas, mostra Funil, um espetáculo que combina circo e música, com uma banda de sopros e percussão tocando clássicos do picadeiro enquanto acrobatas, malabaristas e equilibristas fazem diversas acrobacias. Originalmente da Argentina e do Uruguai, a Estúpida Compañía encena Indómito, um espetáculo que resgata números clássicos do circo e dos antigos “freak shows”, unindo humor e tensão, e interação com o público.

Teatro

A programação teatral conta com produções que exploram desde a história de grandes escritoras até fábulas infantis com reflexão social. Em Um Canto para Carolina, a Cia. dos Inventivos, de São Paulo, leva ao palco a história de Carolina Maria de Jesus, uma das mais importantes escritoras negras do Brasil, por meio de um musical que retrata suas lutas e o cotidiano na favela, baseado em sua obra Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. Já Odília Nunes, com sua intervenção teatral Cordelina, traz uma boneca gigante feita de material vegetal, que ao som de uma sanfona ao vivo, compartilha mensagens de sorte e recita poesias populares do Nordeste, os famosos cordéis.

A clássica história dos três porquinhos ganha uma nova roupagem em Os Tr3s Porcos, com A Próxima Companhia, que utiliza a fábula para abordar o direito à cidade e à moradia, explorando as linguagens da rua e do circo de forma cômica e reflexiva. Já Nós, do Barracão Cultural, de Campinas, conta a história de Mel, uma garota que busca se libertar dos nós que a aprisionam, em uma jornada de autodescoberta e aceitação.

Música

A cena musical se diversifica com atrações que vão da tradição popular à vanguarda da discotecagem. O Núcleo Maracá apresenta Auto do Guriatã, uma ópera popular que narra a história de um boi roubado, resgatando a tradição do Bumba Meu Boi com a célebre versão de Mestre Humberto de Maracanã. Já a dupla de DJs Lucas Caixa Preta e Scratchj, de São Carlos, vem com um setlist que mistura música regional brasileira, afrobeat, black music e balanço caribenho em Balanço, Beats e Batuques.

O DJ Gabriel Lujaro, de Assis, incorpora a música preta como referência, transitando entre o funk, rap e black music. A DJ Lu Pequim, de São José do Rio Preto, dedica seu repertório a músicas criadas por mulheres, explorando diversos estilos musicais. O grupo Zumbiido Afropercussivo, composto por pessoas pretas, mostra músicas e coreografias autorais inspiradas em ritmos africanos, promovendo a cultura preta por meio da música e dança.

A discotecagem Rádio Oz, dos DJs Bruxxo e Cyssa Prado, de Osasco, simula um programa de rádio dos anos 80 e 90, com clássicos do rock, black music, disco, jazz e música brasileira. E a DJ Juliana Gil, de Taubaté, combina ritmos brasileiros, rock, remixes e afrobeat.

Literatura

A literatura se manifesta de diversas formas, convidando o público a explorar a leitura de maneira lúdica e reflexiva. Em Brincar de Ler, Carol Gregório, Thayame Porto e convidadas, de Ribeirão Preto, propõem uma experiência interativa com a linguagem, explorando trava-línguas, rimas e versos em uma celebração coletiva da palavra. A Coletiva Educar Ancestral, de São José do Rio Preto, apresenta Histórias para Encantar Kamurin Ighé, uma contação de histórias que resgata tradições orais indígenas, conectando ensinamentos ancestrais com reflexões sobre o presente.

O Coletivo Baobá, de Birigui, traz Quintal Baobá, uma ocupação literária inspirada na cultura africana, com histórias afro-brasileiras, musicalidade e brincadeiras quilombolas. A Cia. EntreContos, de São José do Rio Preto, apresenta uma Infusão Literária, explorando memórias afetivas com aromas e especiarias, em uma mediação de leitura que valoriza os saberes africanos. E Recriando Imaginários: um Mergulho na Literatura Indígena, com Ana Kariri, Auritha Tabajara, Cristino Wapichana e Fernanda Kaingang, mostra uma imersão na literatura indígena, compartilhando visões de mundo e saberes ancestrais de contos e poesias.

Cinema

A oficina Jogo dos Planos com a Vem Vento Produções, de Araçatuba (SP), propõe uma introdução prática e dinâmica ao cinema, em que as pessoas participantes poderão conhecer todas as etapas principais da produção audiovisual. Com três espaços com ações simultâneas, as experimentações propostas pelo grupo vão desde as possibilidades de criar diferentes enquadramentos e narrativas visuais até a gravação de cenas com a orientação dos monitores e a exibição dos vídeos produzidos e editados em tempo real.

A programação ainda oferece uma experiência imersiva com a Mostra de Realidade Virtual – Sonhos. Em diálogo com a Mostra Internacional de Cinema, essa atração proporciona ao público explorar o universo dos sonhos de uma perspectiva consciente, ampliando as fronteiras da percepção e da experiência estética.

Dança

O grupo Yandê Transpará apresenta Encantos Amazônicos, uma imersão nas danças tradicionais da região norte, como o carimbó e o lundu marajoara. Idealizado por Adriana Fortes, natural de Belém, o trabalho resgata as raízes africanas, indígenas e europeias da cultura amazônica, buscando sensibilizar a audiência para a importância da preservação e valorização dessa rica identidade cultural.

Já a Debonde Cia. de Dança, do Rio de Janeiro, leva para as ruas o espetáculo urbano e bilíngue Debandada. Seis artistas dançarinos, acompanhados por uma intérprete de libras, ocupam os espaços da cidade, estabelecendo um diálogo constante entre público, arte e o ambiente urbano.

Com uma atmosfera de celebração, a Cia. Diladim traz Requebrando, um “baile” diferenciado que explora um vasto oceano sonoro, transitando por diferentes ambientes e ritmos. O espetáculo convida a “requebrar” a partir das vivências singulares de corpos femininos periféricos e suas linguagens afrodiaspóricas, prometendo uma experiência musical e corporal única.

Artes Visuais e Tecnologias

A diversidade cultural e a sustentabilidade se unem em uma série de atividades de artes visuais e tecnologias que prometem inspirar o público. As oficinas e jogos oferecem uma oportunidade de explorar diferentes culturas, técnicas artísticas e materiais reciclados, tudo isso enquanto se diverte e aprende.

Em Jogos do Mundo com a Caravana Lúdica, o coletivo paulistano convida o público a embarcar em uma jornada lúdica por meio de jogos africanos, europeus, asiáticos e ameríndios. Os tabuleiros, feitos com materiais reciclados, estimulam o desenvolvimento cognitivo e a interação social. Teru Teru Bozu com a artista visual Monica Mie Hayashi ensina a criar um amuleto japonês em forma de bonequinho de pano branco que, segundo a tradição, tem o poder de afastar a chuva e trazer dias ensolarados.

Já em Chaveiros Têxteis, o Coletivo Macaco Velho, de Araraquara, compartilha técnicas simples e acessíveis para transformar retalhos e sobras de materiais em chaveiros personalizados, unindo sustentabilidade e criatividade. Inspirado nas obras de Piet Mondrian, o Coletivo Dell’Arte apresenta Ateliê Móvel com o objetivo de criar suas próprias obras de arte abstratas, explorando as cores e formas características do artista holandês.

Na atividade Biojoias de Bagaço de Cana, o artista visual José Carlos Gomes apresenta uma oficina inovadora, onde resíduos de bagaço de cana são transformados em biojoias, incentivando o reaproveitamento de materiais e a sustentabilidade.

Em Jogando os Afrogames, o estúdio paulistano Maloca Games apresenta jogos de tabuleiro que celebram a diversidade cultural, estimulando habilidades cognitivas, emocionais e sociais. E a artista visual Mimura Rodriguez compartilha a história da arte urbana e suas técnicas na oficina Stencil, Sticker e Lambe Lambe com temas da fauna e flora brasileiras.

O Coletivo Meio cria móbiles de borboleta com técnicas de bordado e madeira na atividade Bordaboleta, unindo a estética do artesanato com a leveza da natureza. Em Micropaisagens, os artistas visuais do Vale do Paraíba, De Brinks no Rolê, convidam o público a criar micropaisagens dentro de monóculos, explorando a beleza dos pequenos detalhes com técnicas de ilustração, recorte e colagem.

Sobre o Circuito Sesc de Artes 

Realizado desde 2008, o Circuito Sesc de Artes é uma oportunidade para a população de cidades da Grande São Paulo, do interior e do litoral paulista vivenciarem o clima de um festival de artes. Com o objetivo de estender o alcance da ação do Sesc para as cidades que ainda não possuem uma unidade física, o Circuito leva a programação para praças e espaços públicos, oferecendo também aos trabalhadores de empresas do comércio de bens, serviços e turismo a possibilidade de fazerem a Credencial Plena (a carteirinha do Sesc), que garante benefícios exclusivos e descontos. Em cada cidade, funcionários estarão à disposição do público para explicar como fazer ou renovar a Credencial Plena.

Serviço:

Circuito Sesc de Artes 2025

De 3 de maio a 8 de junho, sábados e domingos.

Programação completa no site sescsp.org.br/circuitosescdeartes

Em caso de chuva, verifique o novo local.