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Provão Paulista 2024: Educação divulga gabarito das provas da 1ª, 2ª e 3ª série do Ensino Médio 

 

Os gabaritos oficiais do Provão Paulista Seriado já estão disponíveis para consulta dos estudantes. Em cada dia de aplicação foram distribuídos quatro cadernos diferentes. Por isso, é preciso que, na hora de conferir os resultados, o candidato verifique a versão do caderno (1, 2, 3 ou 4). As respostas das avaliações da 1ª, 2ª e 3ª série do Ensino Médio estão publicadas no site https://provaopaulistaseriado.vunesp.com.br/.

Em 30 e 31 de outubro a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) aplicou as provas a estudantes da 3ª série. Nos dias 11 e 12 de novembro foi a vez das provas da 1ª e 2ª série. Nos primeiros dias para os dois grupos, as questões foram de Linguagens e suas Tecnologias e de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Os alunos da 3ª série também fizeram uma redação. Nos segundos, foi a vez dos itens de Matemática e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

Para quem está matriculado nas primeiras duas séries do Ensino Médio, os resultados serão computados ao final do ciclo. Para os estudantes da 3ª série a nota final classificatória para o ingresso nas universidades parceiras será a somatória da prova de 2023 e a deste ano (2024). A lista de aprovados, de acordo com o curso escolhido, será divulgada pela Seduc-SP no dia 20 de janeiro de 2025.

15 mil vagas em disputa

O Provão Paulista Seriado garante acesso direto às universidades e faculdades paulistas. Nesta segunda edição da iniciativa, estão em disputa 15.390 vagas, sendo 1.500 para a Universidade de São Paulo (USP), 934 para a Universidade Estadual Paulista (Unesp), 325 para a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 10.000 para as Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs) e 2.631 para a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp).

(Foto: Rogério Cassimiro – SEDUC).




Três cursos da FEMA têm reconhecimentos renovados pelo Conselho Estadual de Educação

 

A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) celebra mais uma conquista significativa para a instituição: a renovação do reconhecimento de três de seus cursos pelo Conselho Estadual de Educação (CEE). Os cursos de Fisioterapia, Medicina e Análise e Desenvolvimento de Sistemas demonstraram qualidade acadêmica e foram aprovados para novos períodos de validade.

Os cursos de Fisioterapia e Medicina receberam a renovação pelo prazo máximo de cinco anos, consolidando-se entre as opções de maior excelência oferecidas pela FEMA. Esse é o prazo mais longo concedido pelo CEE, refletindo o compromisso da instituição com a formação de profissionais altamente qualificados.

Para a coordenadora do curso de Fisioterapia, professora Dra. Cássia Regina Saade Pacheco, a renovação é motivo de orgulho e mérito, de todo um esforço coletivo, entre corpo docente, estudantes e direção da instituição. “Quando o curso foi idealizado pela professora Maria Eulália Baleotti, que escreveu o projeto pedagógico e o colocou em prática, tive a oportunidade de estar ao lado dela e vivenciar cada fase dessa construção. Hoje, dar continuidade ao seu legado é uma honra, e manter o curso com sua essência é um privilégio. Além de continuarmos na construção de profissionais capazes, em um curso 100% presencial que é referência no interior do oeste paulista, com apenas sua terceira turma sendo graduada agora, em 2024”, declara.

A coordenadora do curso de Medicina, professora Ma. Maria da Penha Belavenuta, também ressaltou a importância dessa conquista. “Ficamos muito felizes com o resultado da avaliação e renovação do nosso curso! Sabemos que é o resultado do empenho de todo o corpo docente e colaboradores. Nosso objetivo é trabalhar cada vez mais para poder proporcionar aos nossos alunos uma formação ampla e torná-los aptos a exercer a Medicina com dignidade e consciência”, enfatiza.

Já o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas foi renovado por quatro anos, um prazo que também atesta a qualidade e relevância do programa na área de tecnologia. A coordenadora do curso, professora Ma. Diomara Martins Reigato Barros, também destacou a importância dessa conquista: “O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas conseguiu o reconhecimento por mais 4 anos. Isso é fruto do trabalho desenvolvido pelos professores, pela seriedade com que o curso é conduzido. E também graças ao comprometimento dos estudantes formamos um grande time”, reitera Diomara.

O diretor acadêmico da instituição, professor Dr. Ricardo Estefani, reforçou a importância dessa conquista e agradeceu o empenho de todos os envolvidos. “Agradecemos muito pelo empenho de todos os professores e funcionários da instituição, que se dedicaram às visitas e ao acompanhamento dos estudantes ao longo dos anos, até este novo recredenciamento. Agradecemos também à nossa mantenedora, a FEMA, e ao IMESA, que sempre caminha junto conosco. O apoio pedagógico do professor Alex Poletto foi essencial nesse período de recredenciamento e nas visitas técnicas dos especialistas. Quero destacar aos vestibulandos que os nossos cursos mantêm uma qualidade de formação profissional muito boa, e estamos cada vez mais empenhados em ampliar as pós-graduações, firmar as parcerias necessárias e oferecer um ensino de qualidade a toda a comunidade de Assis e região”, destaca.




Atribuição de classes e aulas para ano letivo de 2025 começa nesta terça-feira

 

A partir de amanhã (10), a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) dá início ao processo de atribuição de classes e aulas das escolas regulares para o ano letivo de 2025. O calendário com datas, prazos e procedimentos foi publicado na edição de 4 de dezembro no Diário Oficial do Estado (DOE). O processo está organizado em duas etapas e fases.

A atribuição seguirá a classificação definida pela Resolução Seduc-70, de 7 de outubro de 2024 e será realizada de forma on-line na Secretaria Escolar Digital – SED, no endereço: www.sed.educacao.sp.gov.br/inicio.

De acordo com o regimento, os docentes poderão atribuir, além das aulas da disciplina específica, aulas de disciplina não específica, aula das demais disciplinas de habilitação da licenciatura plena em disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s).

Ingressantes do concurso público de 2023 nomeados em setembro e que já tomaram posse também poderão participar do processo como titulares de cargo.

Datas das fases

As duas primeiras fases da etapa I, nos dias 10 e 11 de dezembro, são dedicadas à manifestação de interesse e atribuição de docentes titulares de cargo em nível de unidade escolar. Já em 12 e 13 de dezembro, após conferência de ajustes e saldo, os professores podem manifestar interesse e atribuir classes e aulas em nível de diretoria de ensino.

A fase 3 é reservada a aqueles que tenham feito a opção da designação pelo artigo 22. No calendário, a data agendada é 16 de dezembro para titulares de cargo.Nas fases 4 e 5, entre 17 e 20 de dezembro, foram concentrados os processos dos docentes não efetivos categoria P, N, F com interesse na composição de jornada/carga horária ou atendimento de jornada de opção.

Por fim, na fase 6 (em 23 a 26 dezembro), é a vez dos docentes não efetivos (categoria P, N, F) – habilitados e qualificados – que tenham feito a opção pela mudança de Diretoria de Ensino.

Em janeiro, a partir do dia 17, serão atribuídas as aulas dos docentes contratos e candidatos a contratação classificados e inscritos no processo de atribuição.




Olimpíada Energética: alunos destaques da região de Assis recebem medalhas e prêmios durante cerimônia em Prudente

 

Medalhas, kits sustentáveis, café especial e muito bate-papo sobre um futuro mais sustentável! A manhã da última sexta-feira (6) foi especial para os alunos de escolas públicas e privadas, que tiveram um desempenho notável na 4ª Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE 2024), com a cerimônia de premiação realizada no SESI de Presidente Prudente. Estiveram presentes no evento professores e quase 100 estudantes de 15 escolas de Presidente Prudente, Lucélia, Presidente Venceslau, Bastos e Maracaí.

Entre os jovens que já adotam e compartilham hábitos conscientes para um mundo melhor na área de abrangência da Energisa Sul-Sudeste, Tiago Mendes Cintra se destacou e conquistou o primeiro lugar o jovem. Estudante do Colégio Braga Mello de Presidente Prudente, ele cita que gosta muito de aprender e que gostou muito da Olimpíada de Eficiência Energética. “A gente acaba aprendendo coisas que não está no currículo da escola, mas que é muito importante para nossa formação pessoal”, destaca.

“Acho que fui melhor nas provas do que na gamificação. Para mim, na prova a gente compreende melhor sobre as matrizes energéticas, sobre a energia no nosso país, como ela é utilizada e como deveria ser utilizada. Mas aprendi muito também por meio dos jogos. Achei muito legal e interativo”, conta.

Quem também está seguiu firme na ONEE e conquistou a segunda colocação foi a Giovana Akemi Arita, do 8º ano da Escola São José de Bastos, da cidade de Bastos. A jovem conta que ganhar a medalha representa o esforço e agrega no currículo para a universidade. “Além disso, essas Olimpíadas agregam muito no nosso conhecimento. Meus pais ficaram bem orgulhosos”, diz.

Na região de Assis, 14 alunos de 4 escolas públicas e privadas foram medalhistas. São elas:

  • Unidade escolar de Assis: Colégio Ressureição Santa Maria;
  • Unidade escolar de Bastos: Escola São José de Bastos;
  • Unidades escolares de Maracaí: Colégio Leme Amstalden e Escola Estadual Professor Lourenço Luciano Carneiro.

Incentivo

A ONEE é uma iniciativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), voltada para estudantes do 8° e 9° ano do Ensino Fundamental de escolas públicas e privadas de todas as regiões do Brasil, conta com a coordenação do Instituto ABRADEE da Energia e com a participação das concessionárias distribuidoras de energia que operam nos 27 estados e no Distrito Federal, entre elas a Energisa.

Em todo o país, mais de 260 mil estudantes do 8º e 9º ano do ensino fundamental, das redes pública e privada, participaram da ONEE. Destes, 2.106 inscritos de 30 escolas e 117 medalhistas são da área de abrangência da Energisa Sul-Sudeste, composta por 82 cidades nos estados de São Paulo, Paraná e sul de Minas Gerais.

“Além de levar informações sobre o uso racional da energia elétrica, a Olimpíada contribui para a criação de uma geração de consumidores conscientes, quantificando esse conhecimento através de desafios e provas que despertem o interesse e a curiosidade de professores e estudantes”, explica Thiago Peres de Oliveira, que é coordenador de Eficiência Energética da Energisa.

Conforme Thiago, todos os participantes estão crescendo com o conhecimento e a capacidade de transformar nossa sociedade. “Ao pensar em eficiência energética, não falamos somente de economia de energia, estamos construindo um futuro melhor para que nossos filhos e netos possam viver em um mundo mais saudável”, diz.

E em 2025 tem mais! “A ONEE é mais que uma premiação, é uma iniciativa que permite aos alunos um contato com questões interessantes e desafiadoras da ciência e propicia um ambiente diferente e motivador na escola. A ideia é que a competição estimule os participantes a treinarem para melhorar seus resultados e, claro, que levem o aprendizado para seus círculos familiares”, finaliza o coordenador.




75% dos brasileiros acham que uso de IA na escola deve aumentar em 10 anos

 

 

(crédito: Freepik)

 

Atualmente, alguns conhecimentos vêm ganhando um grau de importância diferenciado na vida da população, e, entre eles, estão os que envolvem o uso de tecnologias. No entanto, nem todos os brasileiros tiveram contato com disciplinas da área no seu tempo de escola, e a maioria teve que encontrar suas formas individuais de aprendizagem.

Uma pesquisa (https://www.datacamp.com/pt) realizada pela DataCamp, plataforma de cursos online de tecnologia e dados, revelou que, de forma geral, o conhecimento dos brasileiros na área não parte da educação básica, pois 73% dos entrevistados no estudo tiveram contato superficial ou nulo com tecnologia durante a escola.

O futuro das escolas (ou as escolas do futuro)

Uma vez que grande parte da população não teve contato com o uso de tecnologias e interpretação de dados na escola, é inevitável refletir sobre como esse cenário pode ser diferente em alguns anos. Uma discussão já bastante presente trata sobre os desafios da inserção da inteligência artificial nas salas de aula, especialmente pelo uso indiscriminado de ferramentas como o ChatGPT por parte dos alunos.

Neste contexto, os entrevistados foram convidados a imaginar como estará o futuro da educação em dez anos, e o ponto que aparece com grande destaque está realmente ligado ao maior uso da inteligência artificial entre alunos e professores (75%). Também foram citados a substituição de livros e cadernos por tablets e notebooks (51%) e o aumento de aulas online em detrimento das presenciais (41%).

Martijn Theuwissen, COO do DataCamp, reflete sobre o uso de tecnologias nas escolas. “Se aproximar de novas tecnologias e transformá-las em aliadas não é uma tarefa fácil. O importante é perceber que a mesma energia que é utilizada ao se negar as novidades tecnológicas é aquela que pode te colocar no caminho de compreendê-las. As ferramentas já estão aí, então é importante buscar — através de livros, cursos, profissionais capacitados — a sua melhor forma de aprendizagem, para estar por dentro de conhecimentos que, no fundo, realmente podem ajudar”, completa Theuwissen.

O jeitinho brasileiro

Mesmo em um cenário em que, de forma geral, a população não possui uma bagagem de conhecimento escolar em tecnologia, lidar com aparelhos eletrônicos, aplicativos ou inteligências artificiais não parece ser um grande desafio para os brasileiros, pois 89% dos entrevistados afirmam ter facilidade no contato com novas tecnologias.

Dentro dessa grande parcela de respondentes, 52% avaliam sua relação com a tecnologia como excelente, destacando que, de forma geral, aprendem sozinhos e com facilidade, enquanto os outros 37% admitem que, mesmo tendo facilidade, às vezes precisam de alguma orientação no início do contato com alguma novidade. Apenas 10% consideram ter dificuldade e reconhecem levar algum tempo para aprender de forma efetiva.

“O brasileiro é um povo muito atento às novidades, e sua presença na internet é muito expressiva e notável em todo o mundo. Esse interesse faz com que a população não fique para trás quando falamos em novidades no segmento — pelo contrário. Mesmo que o entendimento da tecnologia não seja passado da forma mais tradicional, pode-se perceber que a necessidade e a curiosidade fazem com que as pessoas encontrem sua própria forma de aprender”, reflete Theuwissen.

Como superar as limitações

É normal que não se domine algumas áreas de conhecimento sem grandes prejuízos no dia a dia, mas esse não é o caso do contato com as tecnologias e os dados. Existem dificuldades rotineiras que os brasileiros acabam enfrentando por não entenderem alguns pontos que estão dentro dos âmbitos desses saberes.

Entre as principais dificuldades estão: limitações em atividades cotidianas, como realizar compras online, utilizar bancos digitais ou fazer agendamentos de consultas (59%); desconhecimento em segurança digital (58%); dificuldade no uso de aplicativos de transporte ou de redes sociais (51%), e falta de confiança ao utilizar ferramentas no trabalho ou em estudos (46%).

Para superar as dificuldades, as estratégias que os entrevistados avaliam como mais eficazes para desenvolver habilidades em tecnologia e dados são assistir a vídeos na internet (53%); participar de projetos extracurriculares ou clubes de tecnologia (52%), e realizar cursos por conta própria (48%).

“Mais uma vez, podemos perceber algumas dificuldades que são enfrentadas por parte da população pela falta de domínio de algumas ferramentas que, muitas vezes, são relativamente simples. Para a resolução de dúvidas e aprofundamento de conhecimentos, a busca por cursos é uma ótima opção. Eles podem combinar diferentes abordagens, como tutoriais em vídeos, aprendizagem interativa e realização de projetos que irão consolidar de forma duradoura a compreensão dos conteúdos”, analisa Theuwissen.

Metodologia

Público: foram entrevistados 500 brasileiros de todos os estados do país, incluindo mulheres e homens, com idade a partir dos 16 anos e de todas as classes sociais.

Coleta: os dados do estudo foram levantados via plataforma de pesquisas online.

Data de coleta: entre os dias 29 de outubro e 03 de novembro de 2024.




Lei proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de São Paulo

 

O governador Tarcísio de Freitas sancionou na quinta-feira (5) o projeto de lei (PL) que proíbe a utilização de aparelhos de celular por estudantes em escolas públicas e particulares do estado de São Paulo. O PL 293/2024 foi aprovado por unanimidade, por 42 deputados, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante sessão em novembro. As novas regras para o uso de dispositivos eletrônicos com acesso à internet em unidades escolares passam a valer a partir do ano letivo de 2025.

Com a sanção, publicada nesta sexta-feira (6) no Diário Oficial, São Paulo é o primeiro estado brasileiro a adotar medidas de uso mais consciente de dispositivos eletrônicos no ambiente escolar com objetivo de melhorar o aprendizado e a convivência entre estudantes, professores e instituições.

Para o secretário da Educação Renato Feder, o momento exige escuta e diálogo com a comunidade escolar e com a sociedade civil. “Vamos desenvolver um amplo trabalho de conscientização com objetivo de preparar nossos aluno para essa nova realidade, muito bem-vinda, mas que exige adaptação”, afirma.

O texto de autoria da deputada Marina Helou é substitutivo ao de 2007 e amplia os tipos de aparelhos vetados nas escolas. Além de celular, não será permitido o uso de tablets, relógios inteligentes e outros dispositivos similares. Outra novidade do PL é a determinação das escolas e secretarias de educação (estadual e municipais) de estabelecer protocolos para o armazenamento durante o período escolar.

A utilização dos dispositivos será permitida para fins pedagógicos, no acesso a conteúdos digitais ou a ferramentas educacionais, e quando houver necessidade de auxílio tecnológico para alunos com deficiência. Os eletrônicos serão suspensos no intervalo entre as aulas, recreios e atividades extracurriculares.

Para a comunicação dos estudantes durante esse período, a orientação é de que as escolas estabeleçam canais acessíveis entre pais e/ou responsáveis e a instituição de ensino.

“A lei não significa a extinção da tecnologia da educação, sabemos que aliada a bons materiais didáticos e um corpo docente bem formado e informado, ela pode potencializar a aprendizagem, a partir do desenvolvimento de novas habilidades e ampliação do conhecimento”, conclui o secretário.

Rede estadual de São Paulo

Desde 2023, a Secretaria da Educação de São Paulo (Seduc-SP) mantém regras para o uso de celular em salas de aulas da rede estadual de ensino. Os aparelhos são permitidos exclusivamente para fins pedagógicos. Estão restritos ainda o acesso a aplicativos e plataformas sem fins educativos em salas de aula por meio da rede de internet cabeada e Wi-Fi nas escolas.

Foto: Flávio Florido/EducaçãoSP



FEMA participa do XIV Festival da Consciência Negra

 

A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) marcou presença no XIV Festival da Consciência Negra, realizado dia 27 de novembro de 2024 no Cine FEMA Piracaia, pelo Instituto do Negro – Zimbauê em parceria com a Diretoria Regional de Ensino, visando a valorização da cultura afro-brasileira por meio de diversas manifestações artísticas.

Ao longo do ano, a FEMA apoiou o projeto oferecendo capacitações em audiovisual para professores da rede pública estadual da região. As formações foram conduzidas pelos docentes do curso de Publicidade e Propaganda, Fernanda Rodrigues Ramalho e Carlos Miguel Gelli Yazlle.

“Enfatizamos a importância do trabalho dos profissionais da educação diante das determinações legais, bem como a contribuição para o processo de formação da cidadania, proporcionando aos estudantes uma visão crítica sobre conceitos referentes ao racismo, à história e à cultura afro-brasileiras. Espera-se que, ao participar deste processo, consigamos conscientizar os participantes sobre a valorização das culturas afro-brasileiras, focando na formação integral do sujeito, a fim de que sejam críticos e conscientes. A formação oferecida pela FEMA foi uma das ações realizadas em parceria com a Diretoria de Ensino, contribuindo significativamente para o trabalho pedagógico com ênfase na Lei 10.639/03 e na Lei 11.645/08. Isso se evidencia na qualidade dos trabalhos apresentados no XIV Festival da Consciência Negra, além de atitudes afirmativas da identidade dos estudantes nas escolas”, comentou na oportunidade a coordenadora de equipe curricular da Diretoria de Ensino, Elizana Silva Luiz,

Durante a cerimônia, os resultados do empenho e criatividade dos estudantes foram exibidos ao público. Ao todo, 58 estudantes participaram, apresentando um acervo diverso que incluiu 2 desenhos, 11 fotografias, 9 vídeos e 7 músicas, produzidos sob a orientação dos professores.

“A capacitação oferecida por mim e pelo professor Carlos Yazlle aos professores da Rede Estadual de Ensino, região de Assis, nos comoveu grandemente pelo fato dos 37 profissionais presentes se envolverem e entenderem como a técnica da linguagem audiovisual é uma importante ferramenta de trabalho didático. Durante a capacitação, enfatizamos a relevância do roteiro e, no caso da temática ’20 anos do Instituto do Negro – Zimbauê’, do formato storytelling, que narra histórias com toda a riqueza vivida. Com isso, percebemos que todos os vídeos produzidos pelos alunos para o Festival da Consciência Negra tinham esse formato como norte na condução das narrativas, independentemente dos recursos técnicos disponíveis durante a produção”, disse por sua vez, a professora Fernanda Ramalho.




Diretoria de Ensino realiza cerimônia de Premiação do XIV Festival em Comemoração ao “Mês da Consciência Negra”

 

A Diretoria de Ensino da Região de Assis – DERA, em parceria com o Instituto do Negro de Assis – Zimbauê, Fundação Educacional do Município de Assis – FEMA e Escola de Samba da Vila Operária, realizou dia 27 de novembro, uma cerimônia para premiação do XIV Festival da Consciência Negra, com o tema: 20 anos do Instituto do Negro Zimbauê, a todos estudantes matriculados nas escolas da rede estadual da região de Assis/SP.

 

 

O ato contou com a participação  do diretor executivo da FEMA, Hilário Vettore Neto; da supervisora de ensino, Rosenei Cristina Alves; os membros do Instituto Zimbauê e da Escola de Samba da Vila Operária – Mônica da Silva, Lucimeire Santos, Amaicol e Sérgio Augusto Frederico; do presidente da Câmara Municipal, Gerson Alves de Souza; da coordenadora de equipe curricular do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino, Elizana Luiz e toda a equipe de professores especialistas em currículo; dos professores Carlos Yazlle e Fernanda Ramalho – FEMA; além de gestores, professores, alunos e seus familiares.

Mesa diretiva e apresentação musical dos estudantes da E.E. Prof.ª Cleophânia Galvão da Silva

Premiação e certificação aos estudantes e professores da E.E. Prof.ª Maria Ângela Batista Dias

O festival teve quatro modalidades: desenho – do 1º ao 5º ano do ensino fundamental anos iniciais; fotografia – do 6º ao 9º ano do ensino fundamental anos finais; música e audiovisual (vídeo) – da 1ª à 3ª série do ensino médio. Todos os desenhos e fotografias ficaram expostos na entrada do Cine Piracaia, enquanto as produções audiovisuais (vídeos) foram projetadas no telão do cinema e as músicas apresentadas ao vivo pelos estudantes inscritos nesta modalidade.

Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino e membros do Instituto do Negro – Zimbauê

“Enfatizamos a importância do trabalho dos profissionais da educação diante das determinações legais bem como a contribuição para o processo de formação da cidadania, proporcionando aos estudantes uma visão crítica sobre conceitos referentes ao racismo, a história e cultura afro-brasileiras, instigando a pesquisa de temas relacionados ao respeito e à diversidade”, argumentaram os organizadores do concurso.




Vestibular Unesp aplicará domingo e segunda (8 e 9/12) as provas da segunda fase para 32 mil candidatos            

 

 

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizará em 8 e 9 de dezembro, domingo e segunda-feira, a prova da segunda fase do Vestibular 2025 para 32.467 candidatos em 35 cidades, sendo 31 no Estado de São Paulo e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG). O exame oferece 6.596 vagas em 24 cidades de todas as regiões do Estado. A consulta de local de prova está disponível no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br), responsável pela seleção.

A prova do primeiro dia, domingo, será composta por 24 questões discursivas das áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia), Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química) e Matemática e suas Tecnologias.

No último dia, segunda-feira, os candidatos deverão elaborar uma redação em gênero dissertativo e responder a 12 questões discursivas de Linguagens e suas Tecnologias (Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte).

Os portões serão fechados às 14 horas nos dois dias. Os candidatos devem comparecer ao prédio a partir das 13 horas, portando original de um dos seguintes documentos: RG, Carteira de Habilitação, Certificado Militar, Carteira de Trabalho, Passaporte, Registro Nacional de Estrangeiros, Identidade expedida pelas Forças Armadas ou carteira de órgão ou conselho de classe.

Os materiais de prova a serem levados pelos candidatos são caneta esferográfica com tinta preta e régua transparente. O exame terá duração de cinco horas. Os cadernos de questões poderão ser consultados a partir das 20 horas de cada dia de exame, no site da Vunesp. O resultado final será divulgado em 31 de janeiro de 2025.

Para os cursos do Instituto de Artes, na capital, e de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais e Design, em Bauru, é aplicada a prova de habilidades, conforme o calendário do Manual do Candidato, disponível para consulta nas páginas da Unesp (vestibular.unesp.br) e da Vunesp.

O Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública (SRVEBP) destina 50% das vagas de cada curso de graduação da Unesp para alunos que tenham feito todo o ensino médio em escola pública, sendo que 35% das vagas desse sistema são destinadas aos candidatos que se autodeclararem pretos, pardos ou indígenas. Tal somatória inclui as 934 vagas do Provão Paulista destinadas exclusivamente para alunos do ensino público. Este sistema tem garantido maioria de ingressantes vindos de escolas públicas desde o Vestibular Unesp 2017.

Os cursos da Unesp são oferecidos nas seguintes cidades: Araçatuba (126 vagas), Araraquara (764), Assis (352), Bauru (992), Botucatu (538), Dracena (70), Franca (369), Guaratinguetá (274), Ilha Solteira (265), Itapeva (66), Jaboticabal (252), Marília (400), Ourinhos (54), Presidente Prudente (529), Registro (64), Rio Claro (423), Rosana (58), São João da Boa Vista (70), São José do Rio Preto (391), São José dos Campos (108), São Paulo (185), São Vicente (72), Sorocaba (72) e Tupã (102).

A Universidade oferece também 449 vagas adicionais destinadas a participantes e medalhistas de olimpíadas do conhecimento. O resultado deste processo seletivo será divulgado em 16 de dezembro.

Além das vagas olímpicas, do Provão Paulista e do Vestibular Unesp, está previsto ainda o preenchimento de eventuais vagas remanescentes da Unesp para candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 ou 2024, todos os inscritos nos dois anos, mais de 8,9 milhões de candidatos, sem necessidade de estar inscrito no Vestibular Unesp. O período para estes interessados declararem interesse e participarem das chamadas seguintes para matrícula vai de 28 de fevereiro a 5 de março de 2025, com cadastramento gratuito pelo site da Vunesp (www.vunesp.com.br).

 




Grupo de estudos de alunos de Fisioterapia é beneficiado com bolsas de Iniciação Científica

A estudante do 4º ano do curso de Fisioterapia da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), Joyce Kelly da Silva Santos, teve seu projeto de pesquisa aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Intitulado “Intervenções não-farmacológicas para recuperação muscular pós-exercício em atletas: Revisão sistemática com meta-análise”, o projeto tem como objetivo avaliar e comparar diferentes intervenções não farmacológicas para recuperação muscular pós-exercício de alta performance, sob a supervisão do professor Alan José Barbosa Magalhães.

A FAPESP é uma agência de fomento do Estado de São Paulo que oferece diversas oportunidades para estudantes de graduação e pós-graduação, que vão de bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado, até mesmo fomento para pesquisas de brasileiros realizadas no exterior, em parceria com as maiores universidades do mundo.

Joyce expressou sua gratidão e felicidade pela conquista, ressaltando a importância que esse apoio terá em seu desenvolvimento acadêmico e profissional: “Sinto-me profundamente agradecida e satisfeita por ter sido selecionada para receber a bolsa FAPESP. Esta oportunidade marca um ponto importante no meu caminho acadêmico e profissional. O suporte fornecido por essa instituição será crucial para o progresso da minha pesquisa, oferecendo os meios e a assistência indispensáveis ao desenvolvimento dos meus estudos. Além de permitir que eu amplie meu conhecimento, essa bolsa também consolidará meu crescimento como pesquisadora”, destaca.

Já as estudantes do 4º ano do curso de Fisioterapia Beatriz Gaino Sanches Zanirato e Kamilli Ferri Brancalhão, tiveram seu projeto de pesquisa aprovado pela Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) da FEMA, alinhado ao sistema de cotas de bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os estudos abordam temas de grande relevância para a área da saúde. O projeto de Beatriz, intitulado “Os Efeitos da Acupuntura Auricular em Graduandos do Curso de Fisioterapia com Transtornos de Ansiedade e Depressão”, visa investigar como a acupuntura auricular pode influenciar os níveis de ansiedade e depressão entre estudantes de fisioterapia. Beatriz, orientada pela professora Cássia Regina Saade Pacheco, destaca a importância desse trabalho para seu desenvolvimento acadêmico e para a instituição: “Essa conquista foi um presente maravilhoso, com grande relevância para o meu currículo profissional e para a instituição, já que levamos o nome dela em nosso trabalho, com visibilidade do que o curso de Fisioterapia da FEMA nos proporciona; além da gratidão que sinto pela ajuda recebida das professoras do curso: Cássia Pacheco, minha orientadora, e a Maria Eulália Baleotti, na estruturação do projeto com seu amplo conhecimento sobre o tema”, comentou.

Kamilli, por sua vez, desenvolve o projeto “Efeitos do treinamento aeróbico sobre o perfil lipídico de pessoas com sobrepeso e obesidade: revisão sistemática com meta-análise”, cujo objetivo é avaliar as evidências disponíveis sobre o impacto do treinamento aeróbico nos níveis de colesterol e outros indicadores de saúde em pessoas com sobrepeso e obesidade. Orientada pelo professor Alan José Barbosa Magalhães, Kamilli ressalta o valor da bolsa PIBIC para sua trajetória: “É com grande satisfação que recebo essa bolsa de estudos, um reconhecimento que me motiva a continuar buscando excelência acadêmica. Agradeço à FEMA pela oportunidade, ao meu orientador Alan José Barbosa Magalhães pela valiosa orientação e à minha família pelo apoio incondicional. Essa conquista é fruto de um trabalho em equipe e me impulsiona a seguir em direção aos meus objetivos profissionais”, destaca.

Segundo o orientador de Joyce e Kamilli, professor Alan José Barbosa Magalhães, ambos os estudos serão importantes para a área da fisioterapia, pois contribuirão para a tomada de decisão clínica por parte de profissionais da saúde: “Para além do uso de técnica A ou B por parte de fisioterapeutas ou outros profissionais da área, é importante indicar a qualidade da evidência encontrada em cada uma delas, de modo que sua decisão clínica seja tomada considerando o resultado mais robusto dentre os apresentados”, evidencia.

Já a professora Cássia Regina Saade Pacheco destaca a importância do projeto de Beatriz, que busca colaborar com a saúde mental de estudantes: “A relevância deste estudo vem de encontro à necessidade de ajudarmos a população acadêmica com esses sintomas de ansiedade, principalmente por atrapalharem o desempenho acadêmico dos alunos no decorrer do curso”, ressalta a professora.