Concurso da Secretaria da Fazenda de São Paulo oferece 60 vagas com salário de R$ 11,3 mil

 

Estão abertas as inscrições para o concurso público da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), que oferece 60 vagas para o cargo de Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas (APOFP). Do total de 20 vagas em cada área, 19 são destinadas à ampla concorrência e uma para pessoas com deficiência.

Organizado pela Fundação Carlos Chagas (FCC), o certame é destinado a candidatos com curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). A remuneração inicial é de R$ 11.359,50 e a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Como participar

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do Portal do Candidato no site da FCC, até às 23h59 do dia 3 de novembro (horário de Brasília). O valor da inscrição é de R$ 150.

Para participar, o candidato deve ler atentamente o edital, preencher o formulário eletrônico de inscrição, realizar o envio da fotografia exigida e efetuar o pagamento dentro do prazo estabelecido.

Provas

O concurso será composto por duas provas objetivas, uma prova discursiva e avaliação de títulos. As provas objetiva e discursiva serão aplicadas no dia 20 de dezembro (domingo), na cidade de São Paulo.

Pela manhã, os candidatos farão a prova objetiva de conhecimentos básicos, com duração de quatro horas. O exame incluirá questões de Administração Geral, Administração Pública e Auditoria Governamental, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Economia, Língua Portuguesa, Matemática Financeira e Estatística, Administração Financeira e Orçamentária, Contabilidade Geral e Pública, Direito Financeiro e Finanças Públicas e Fluência de Dados.

No período da tarde, serão aplicadas a prova objetiva de conhecimentos específicos, com duração de quatro horas e 40 questões relacionadas à área escolhida pelo candidato, e a prova discursiva, que consistirá em um estudo de caso interdisciplinar. Ambas terão caráter eliminatório e classificatório.




Memória de Frei Galvão será celebrada nesta sexta-feira (23)

(Foto Bruno Marques)

O Santuário do Pai das Misericórdias, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), recebe nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, a visita da relíquia de primeiro grau (fragmento ósseo da perna) de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, que ficará exposta durante a Missa, às 12h. Haverá transmissão pela TV Canção Nova.

 

A Celebração Eucarística será presidida pelo Reitor do Santuário Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), Frei Diego Atalino de Melo (OFM), e concelebrada pelo Vice-Reitor do Santuário do Pai das Misericórdias, padre Sidney Dias, e outros sacerdotes da Comunidade Canção Nova. Esse encontro é uma oportunidade de renovar a devoção a Santo Antônio de Sant’Anna Galvão e expressa a unidade entre os dois santuários na missão de evangelizar.

 

Na missa de canonização de Frei Galvão, presidida pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, a Canção Nova disponibilizou a cátedra (cadeira) utilizada pelo pontífice durante a celebração. A peça de mobiliário litúrgico está em exposição permanente na Sala das Graças Alcançada, espaço anexo ao Santuário do Pai das Misericórdias, aberta diariamente para visitação.

 

A memória litúrgica de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão é celebrada no dia 25 de outubro, que corresponde ao dia da sua beatificação, ocorrida em 1998. Também conhecido como “Homem da Paz e da Caridade”, o religioso e sacerdote da Ordem dos Frades Menores deixou um exemplo de santidade para a Igreja, em especial para os fiéis da região do Vale do Paraíba.

 




Em Cândido Mota, comunidade recebe orientações sobre uso consciente da energia e acidentes elétricos

Equipes da Energisa Sul-Sudeste percorreram as ruas de Cândido Mota, nesta quarta-feira (21), com uma missão diferente: levar orientações à população sobre o uso consciente da energia elétrica e a prevenção de acidentes envolvendo eletricidade.

Profissionais de diferentes áreas da distribuidora visitaram comércios e residências, além de abordar moradores com dicas importantes para garantir a segurança de todos os que utilizam a energia elétrica no dia a dia.

Entre as orientações, foram compartilhadas informações sobre os equipamentos que mais consomem energia durante o período de baixas temperaturas, como o chuveiro elétrico, além de recomendações para o uso consciente de eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos, contribuindo para evitar desperdícios e reduzir o consumo.

Além disso, por meio da distribuição de panfletos, as equipes da Energisa chamaram a atenção da comunidade para os riscos de realizar atividades próximas à rede elétrica, especialmente trabalhos executados por pedreiros, pintores, instaladores de placas e antenas, técnicos de eletrônica e telefonia e podadores de árvores.

“Nem todo acidente é causado pelo contato direto do objeto com a rede elétrica. Há situações em que a simples aproximação de um equipamento da fiação energizada pode provocar uma descarga elétrica por indução, causando queimaduras, fraturas, lesões graves ou até mesmo a morte”, alerta o supervisor de Atendimento, Marcio Pereira da Silva.

A Energisa reforçou ainda que, em caso de acidentes envolvendo a rede elétrica, a população de Cândido Mota e região pode entrar em contato com a concessionária pelos canais de atendimento: aplicativo Energisa On, Whatsapp/Gisa (18) 99120-3365 ou Call Center 0800 70 10 326




Com previsão de mudanças no clima, Energisa reforça operação para atendimentos na região

 

A previsão de mudanças no clima a partir desta quinta-feira (22) mantém a Energisa Sul-Sudeste em alerta. De acordo com a Defesa Civil e os institutos meteorológicos acompanhados pela distribuidora, o tempo quente e ensolarado dos últimos dias deve dar lugar a um período de chuvas intensas e ventos fortes, com previsão de persistência pelo menos até domingo (25).

Diante desse cenário, a concessionária reforçou a prontidão operacional para atender possíveis ocorrências provocadas pelos temporais e agilizar a resposta a situações que possam comprometer o fornecimento de energia elétrica.

Segundo o coordenador do Centro de Operação Integrado (COI), Mauricio Arantes, o plano de atendimento emergencial prevê a mobilização de equipes, veículos e equipamentos para atuar conforme a necessidade identificada em campo.

“Nosso foco é antecipar possíveis ocorrências e mobilizar todo o nosso time para agir prontamente, caso as previsões se confirmem. Ao mesmo tempo, reforçamos a importância de a população adotar medidas preventivas para evitar acidentes envolvendo eletricidade”, ressalta.

Segurança durante os temporais

Com a possibilidade de raios, rajadas de vento e outros efeitos das tempestades, Mauricio reforça os principais cuidados para proteger a população. “Ao perceber a mudança no tempo e a aproximação de um temporal, a recomendação é procurar abrigo em uma edificação fechada, evitando áreas descampadas, árvores isoladas e estruturas metálicas”, orienta.

Quem estiver dirigindo também deve procurar um local seguro para parar, longe de árvores de grande porte, postes e áreas sujeitas a alagamentos. Dentro de casa, durante tempestades com raios, a recomendação é evitar o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada.

Outro cuidado essencial é manter distância de fios caídos ou partidos. Mesmo que não apresentem sinais de eletricidade, os cabos podem estar energizados e oferecer risco de choque elétrico. Nesses casos, não toque nos fios nem em objetos que estejam em contato com eles e acione a Energisa.

Se um cabo cair sobre o veículo, a orientação é permanecer dentro do automóvel e solicitar ajuda, sem tocar nas partes metálicas.

Em caso de falta de energia ou de situações de risco envolvendo a rede elétrica, os clientes podem entrar em contato com a Energisa Sul-Sudeste pelos canais oficiais de atendimento:

  • Aplicativo: Energisa On
  • Gisa/WhatsApp: (18) 99120-3365
  • Site: www.energisa.com.br
  • Call Center: 0800 70 10 326



Convênio entre DER e Segurança Pública visa aumentar segurança em rodovias paulistas

DER-SP e SSP firmam convênio para integrar rodovias estaduais ao Muralha Paulista

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), firmou convênio com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para integrar informações e recursos de monitoramento das rodovias estaduais ao Programa Muralha Paulista.

Com vigência de cinco anos, a parceria prevê a gestão compartilhada e o intercâmbio de informações relevantes para fortalecer as ações de segurança pública e auxiliar na identificação, localização e prisão de criminosos. O extrato do termo de convênio foi assinado em 19 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (21).

“Essa integração entre os órgãos estaduais fortalece a segurança nas rodovias de São Paulo, ampliando a capacidade de monitoramento e o compartilhamento de informações com as forças de segurança para proteger a população e tornar nossas estradas ainda mais seguros”, destacou Sergio Codello, presidente do DER-SP.

O acordo estabelece a cooperação técnica e institucional entre os órgãos, com compartilhamento de imagens, dados, alertas e outras informações de interesse da segurança pública. O intercâmbio destina-se exclusivamente ao apoio das atividades dos órgãos de segurança pública na proteção da sociedade.

As informações e os dados produzidos durante a execução do convênio também poderão subsidiar o DER-SP na elaboração de programas e políticas voltados à segurança viária, com ações e iniciativas oferecidas gratuitamente à população.

“A segurança pública exige atuação integrada e investimentos contínuos em inteligência. A cooperação com o DER-SP representa mais um passo nesse sentido, permitindo aproveitar a estrutura tecnológica existente nas rodovias para aprimorar o planejamento das operações policiais e tornar as ações de segurança mais estratégicas e eficientes em todo o estado”, afirma o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.




Polícia Penal amplia plataforma virtual para cadastro de visitantes de presos em todo o Estado

 

 

A Polícia Penal do Estado de São Paulo (PPESP) ampliou o uso da plataforma ConectaPP para todos os estabelecimentos prisionais do Estado desde a última sexta-feira (16). A ferramenta permite que visitantes realizem pela internet procedimentos relacionados ao Rol de Visitas, com acesso por meio da conta Gov.br.

O próprio visitante pode inserir os documentos necessários diretamente no site conecta.policiapenal.sp.gov.br e acompanhar o andamento da solicitação pelo sistema. A iniciativa busca proporcionar mais eficiência, transparência e comodidade ao processo, além de reduzir a necessidade de deslocamentos presenciais às unidades prisionais.

Desenvolvida pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Sistemas (CTIS), a plataforma integra o atendimento ao público externo aos sistemas oficiais da PPESP e busca tornar os procedimentos mais ágeis e acessíveis.

Implantação e capacitação

O ConectaPP começou a ser testado em maio de 2026, em projeto piloto no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Americana, na Penitenciária da Capital e na Penitenciária Feminina Sant’Ana. Após a fase inicial, a expansão começou pelas unidades da Região Metropolitana e avançou gradualmente para as demais regiões do Estado.

Para a implantação, aproximadamente 550 servidores foram capacitados pela CTIS. Os treinamentos abordaram as funcionalidades da plataforma, os procedimentos para sua utilização e a integração com o GPU – Rol de Visitas.

Com a expansão para todo o Estado, o ConectaPP consolida uma nova etapa da digitalização dos serviços relacionados ao Rol de Visitas, ampliando o acesso do público aos serviços digitais da Polícia Penal.




A menopausa também pode doer: estudo com 93 mil mulheres revela sintoma frequentemente ignorado após os 40

 

Não são apenas as ondas de calor, a dificuldade para dormir ou o ganho de gordura abdominal. Para muitas mulheres, a transição hormonal chega acompanhada de joelhos doloridos, mãos rígidas ao despertar, ombros que parecem perder a mobilidade e uma sensação desconcertante de que o próprio corpo envelheceu de repente.

E a ciência começa a dimensionar melhor esse problema.

Uma revisão sistemática e metanálise publicada em janeiro de 2026 no periódico científico JBJS Open Access reuniu 37 estudos envolvendo 93.021 mulheres de 22 países. Os resultados mostraram que 57% das mulheres na perimenopausa e 59% na pós-menopausa apresentavam dores musculares ou articulares, contra 40% das mulheres na pré-menopausa.

Os dados reforçam uma discussão que vem ganhando espaço na medicina: a chamada síndrome musculoesquelética da menopausa, expressão proposta em uma revisão científica publicada em 2024 na revista Climacteric para reunir alterações que podem acompanhar a redução do estrogênio, incluindo dores articulares, perda muscular e alterações na saúde óssea.

O assunto voltou ao debate científico em outubro de 2026, com uma publicação na Nature Reviews Rheumatology que destacou a necessidade de reconhecer melhor esses sintomas, investigar suas causas e desenvolver tratamentos baseados em evidências.

Para a endocrinologista e metabologista Dra. Ully Fernandes, a questão merece atenção porque muitas mulheres ainda interpretam essas mudanças como consequências inevitáveis da idade.

“Existe uma diferença enorme entre envelhecer e aceitar perder qualidade de vida. Uma mulher não deveria considerar normal acordar com dores, perder força ou deixar de fazer atividades que sempre fez apenas porque passou dos 40 anos. A menopausa pode ser uma peça importante desse quebra-cabeça, e ignorá-la significa deixar de investigar uma possível causa dos sintomas”, afirma.

O estrogênio faz muito mais do que regular a menstruação

Embora seja conhecido principalmente por seu papel na reprodução, o estrogênio participa da regulação de diversas funções do organismo.

Existem receptores estrogênicos em músculos, ossos, cartilagens e outros tecidos envolvidos no movimento. O hormônio também participa de mecanismos relacionados à remodelação óssea, à função muscular, à modulação da inflamação e à percepção da dor.

Durante a perimenopausa, seus níveis começam a oscilar de maneira significativa, antes mesmo da interrupção definitiva dos ciclos menstruais.

Essas mudanças podem contribuir para alterações musculoesqueléticas, embora ainda não seja possível atribuir toda dor nessa fase diretamente à redução hormonal.

“Costumamos associar estrogênio à fertilidade, mas ele também participa da biologia do músculo, do osso e das articulações. Quando sua produção se modifica, não é apenas o ciclo menstrual que sente os efeitos. O corpo inteiro precisa se adaptar a um novo ambiente hormonal”, explica a Dra. Ully.

Segundo a especialista, essa é uma das razões pelas quais algumas mulheres passam a perceber desconfortos que antes não existiam, especialmente quando as alterações hormonais se somam a outros fatores metabólicos.

Não são apenas os hormônios: o metabolismo também entra nessa história

Um dos pontos que a Dra. Ully considera fundamentais é compreender que o organismo não funciona em compartimentos isolados.

A mulher que chega à meia-idade pode apresentar simultaneamente alterações hormonais, redução da massa muscular, aumento da gordura abdominal, resistência à insulina e piora da qualidade do sono.

Esses fatores podem contribuir para a intensidade dos sintomas e para a perda de capacidade física.

“A mulher começa a dormir pior, movimenta-se menos porque sente dor, perde condicionamento muscular e pode ganhar gordura abdominal. Esse conjunto de alterações pode aumentar a sobrecarga sobre as articulações e reduzir ainda mais sua disposição para se exercitar. É um ciclo que precisa ser interrompido”, observa.

A endocrinologista chama atenção especialmente para a relação entre composição corporal e saúde musculoesquelética.

A gordura visceral, localizada profundamente no abdômen, está associada à produção de mediadores inflamatórios e a alterações metabólicas. Já a redução da massa muscular pode comprometer a força e o suporte funcional das articulações.

“Na minha visão, um dos grandes erros na saúde feminina é concentrar toda a atenção no peso e muito pouca na qualidade da composição corporal. Duas mulheres podem pesar exatamente a mesma coisa e ter condições musculares e metabólicas completamente diferentes. Depois dos 40, preservar músculos é preservar independência”, destaca.

Outras condições, como hipotireoidismo, doenças reumatológicas, distúrbios do sono e determinadas deficiências nutricionais, também podem participar do quadro e precisam ser consideradas durante a investigação.

O erro de colocar toda dor na conta da menopausa

Apesar da associação entre transição hormonal e sintomas musculoesqueléticos, a Dra. Ully alerta para outro extremo: atribuir automaticamente toda dor após os 40 anos à queda do estrogênio.

Dores acompanhadas de inchaço articular, perda importante de mobilidade, rigidez matinal prolongada, fraqueza significativa ou piora progressiva exigem avaliação específica.

Doenças inflamatórias, autoimunes e ortopédicas podem começar ou se manifestar de maneira mais evidente nessa mesma fase da vida.

“Existem dois erros igualmente perigosos: dizer à mulher que sua dor é simplesmente consequência da idade e afirmar que tudo será resolvido com reposição hormonal. Medicina de qualidade não funciona com respostas automáticas. Funciona com diagnóstico, raciocínio clínico e tratamento individualizado”, ressalta.

A investigação pode incluir avaliação da composição corporal, da força e da funcionalidade muscular, além de exames laboratoriais e de imagem selecionados conforme os sintomas e o histórico clínico.

A especialista lembra que nem toda mulher precisa realizar uma extensa bateria de exames hormonais ou inflamatórios. A escolha dos testes deve responder a hipóteses clínicas específicas.

Reposição hormonal resolve essas dores?

A terapia hormonal da menopausa pode ser uma opção para mulheres com indicações clínicas apropriadas, após avaliação individualizada de benefícios e riscos.

Entretanto, a evidência científica ainda não permite afirmar que a reposição hormonal seja um tratamento específico e universalmente eficaz para dores musculares e articulares.

Uma revisão sistemática e metanálise publicada na revista Post Reproductive Health, reunindo 57 estudos, não identificou benefício global significativo da terapia hormonal sobre a dor musculoesquelética generalizada, embora alguns estudos individuais tenham apresentado resultados favoráveis.

“A reposição hormonal pode fazer uma diferença importante na qualidade de vida de mulheres bem selecionadas, especialmente no controle de sintomas vasomotores e outros problemas da menopausa. Mas não deve ser transformada em solução para qualquer sintoma. O desafio é entender qual mulher realmente se beneficia de cada intervenção”, afirma a endocrinologista.

O que realmente ajuda a mulher a envelhecer com menos limitações?

Para a Dra. Ully Fernandes, a prevenção da perda de capacidade física precisa ocupar um espaço muito maior na medicina voltada à longevidade feminina.

Entre as estratégias estão exercícios de força progressivos, ingestão adequada de proteínas, manutenção de uma composição corporal saudável, tratamento de doenças metabólicas, qualidade do sono e investigação de possíveis deficiências nutricionais.

A especialista também trabalha com estratégias individualizadas de suporte metabólico e nutricional, incluindo a Aminoterapia®, abordagem que desenvolveu para avaliação e reposição direcionada de nutrientes quando clinicamente indicada. Essas intervenções complementares não substituem tratamentos estabelecidos nem constituem terapia específica comprovada para a síndrome musculoesquelética da menopausa.

“A medicina da longevidade precisa deixar de olhar apenas para quantos anos uma mulher vai viver e começar a valorizar como ela vai viver esses anos. O objetivo não é simplesmente chegar aos 70 ou 80 anos. É chegar com força para caminhar, viajar, treinar, trabalhar e continuar fazendo aquilo que dá prazer à vida”, defende.

“Eu não considero uma vitória médica apenas melhorar um resultado de laboratório. Quero que a mulher continue forte, funcional, metabolicamente saudável e dona da própria autonomia. Afinal, envelhecer é inevitável. Perder qualidade de vida sem investigar o motivo não deveria ser”, conclui.

Dra. Ully Fernandes é médica endocrinologista e metabologista, com formação também em Farmácia e Bioquímica, Clínica Médica, Nutrologia e Fitoterapia Clínica, além de aperfeiçoamentos internacionais em medicina do estilo de vida e longevidade.

Sua atuação é voltada à saúde metabólica, ao equilíbrio hormonal, à composição corporal, ao emagrecimento e à longevidade feminina. É criadora da Aminoterapia®, abordagem individualizada de suporte metabólico e nutricional. CRM145754. RQE 111200 e 111201




Seminário da FEMA apresenta projetos de extensão desenvolvidos pelos cursos

 

A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) realizou, nos dias 13 e 14 de outubro de 2026, o Iº Seminário de Curricularização FEMA – Diálogos entre Ensino e Extensão.

O evento reuniu projetos e ações extensionistas desenvolvidos por estudantes e docentes da instituição, apresentados em uma Mostra de Banners com 114 trabalhos.

A iniciativa teve como objetivo compartilhar as experiências desenvolvidas pelos cursos a partir da curricularização da extensão, processo que integra atividades extensionistas à formação acadêmica.

A proposta busca aproximar o conhecimento produzido em sala de aula das necessidades da sociedade, promovendo a aplicação prática dos conteúdos e a interação entre a instituição e a comunidade.

Segundo a presidente da Comissão do Projeto de Curricularização da FEMA e uma das organizadoras do seminário, professora Ma. Maria Eulália Baleotti, atualmente, todos os cursos da instituição já desenvolvem atividades de extensão integradas ao currículo, e o processo de implementação da extensão envolveu a análise dos projetos pedagógicos dos cursos e a adequação das atividades às diretrizes estabelecidas.

“A demanda da sociedade monta o currículo dos cursos, porque, se a comunidade precisa de alguma coisa e isso não existe nos conteúdos, a gente tem que reformular o conteúdo para atender a demanda da comunidade”, explicou Maria Eulália.

A professora também destacou que a relação entre instituição e comunidade beneficia os dois lados. Enquanto os projetos contribuem para a qualidade de vida e o exercício da cidadania, as demandas sociais ajudam a orientar as práticas acadêmicas e a formação dos estudantes.

Para o professor Dr. Marcelo Antonio Ferraz, integrante da comissão e também organizador do evento, a curricularização trouxe mudanças na forma de planejar e desenvolver as atividades de ensino. Embora os projetos de extensão já fossem realizados pela FEMA, a principal transformação foi a vinculação dessas iniciativas às disciplinas dos cursos.

Com essa integração, os projetos passam a surgir das próprias disciplinas, estabelecendo uma relação mais direta entre os conteúdos acadêmicos e as necessidades identificadas na comunidade. O processo também exigiu a adaptação dos professores e a realização de reuniões com coordenadores e docentes para adequar as atividades à nova proposta.

Marcelo ressaltou que a Mostra de Banners permite documentar os resultados das ações desenvolvidas. A apresentação dos trabalhos também atende à necessidade de reunir evidências concretas da implementação da curricularização, especialmente nos processos de avaliação institucional.

A expectativa, segundo o professor, é que o seminário seja realizado anualmente, ampliando a participação e o alcance das atividades apresentadas.

O diretor acadêmico interino da FEMA, professor Me. Fernando Antonio Soares de Sá Junior, destacou que o seminário demonstra o avanço da instituição na integração entre ensino, pesquisa e extensão.

Para ele, os trabalhos apresentados evidenciam o envolvimento da comunidade acadêmica na identificação de problemas sociais e na aplicação prática dos conhecimentos adquiridos durante a formação.

A Mostra de Banners representa, assim, uma oportunidade de compartilhar as iniciativas desenvolvidas nos cursos e demonstrar como a formação acadêmica pode contribuir para enfrentar demandas da sociedade.

Confira todas as fotos do evento no Flickr da FEM




Programa sediado na UFSCar lança guia gratuito que desmente seis fake news sobre democracia

 

O programa de extensão Escola sem Fake News lançou a segunda edição do guia “Enfrentando a desinformação nas escolas”, desta vez com o tema “Democracia em foco”. O programa é sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Campus Arapiraca. Voltado a estudantes e docentes do Ensino Médio, o material foi elaborado a partir da escuta de professores e gestores da educação básica e oferece subsídios para o debate em sala de aula. O guia é gratuito e pode ser baixado em www.escolasemfakenews.com.

A consulta aos profissionais identificou seis desinformações sobre democracia recorrentes nos contextos escolares. Entre elas, estão afirmações de que programas sociais não ajudam as pessoas a mudar de vida, de que todos os políticos são corruptos, de que o voto impresso é necessariamente mais seguro, de que defender os direitos humanos significa defender criminosos, de que o Brasil está se tornando um país comunista e de que a liberdade de expressão permitiria dizer qualquer coisa sem consequências legais. No guia, essas afirmações são problematizadas e refutadas com base em informações verificáveis e em conhecimentos produzidos por diferentes campos científicos. Os argumentos e as orientações sobre cada uma podem ser conferidos no material.

“Ao abordar essas questões, buscamos não apenas apresentar informações que permitam compreender por que tais afirmações são equivocadas, mas também estimular uma reflexão crítica sobre os sentidos que produzem, os interesses que podem sustentar sua circulação e seus efeitos sobre a vida democrática”, afirma Mariana Rafaela Batista Silva Peixoto, coordenadora-geral da Escola sem Fake News e docente do Departamento de Letras (DL) da UFSCar.

A publicação integra uma série que o programa começou a desenvolver em 2025. A primeira edição tratou da desinformação sobre gênero e raça. Segundo Peixoto, a proposta surgiu da necessidade de produzir materiais educativos que circulem nas escolas e contribuam para enfrentar o problema de forma coletiva. “Partimos do entendimento de que esse fenômeno não pode ser enfrentado apenas por meio de iniciativas individuais, uma vez que envolve questões políticas, sociais, econômicas e tecnológicas que demandam ações articuladas entre diferentes setores da sociedade.”

O guia orienta, ainda, como checar uma informação antes de compartilhá-la. Ao receber um conteúdo, a recomendação é observar como pessoas ou grupos são representados nele, se ele prejudica alguém, se reproduz preconceitos ou estereótipos e quais as consequências de espalhá-lo. O passo seguinte é consultar fontes confiáveis. Entre elas estão órgãos oficiais, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Câmara, o Senado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), além de instituições públicas de ensino, organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e agências de checagem, como Lupa, Aos Fatos e Projeto Comprova.

Efeitos sobre a participação política

Para a coordenadora, o momento atual é marcado pela desconfiança em relação às instituições democráticas. Nesse cenário, a desinformação tem sido usada como estratégia para deslegitimá-las. “Trata-se de um fenômeno preocupante, porque a desinformação não afeta apenas a compreensão que temos de determinados acontecimentos, mas também interfere na maneira como nos relacionamos com a política, com as instituições e com os próprios direitos.”

De acordo com Peixoto, o objetivo do guia vai além do público escolar. “Nossa intenção é contribuir para que as pessoas compreendam melhor a natureza da desinformação, reconheçam algumas de suas estratégias de circulação e tenham acesso a conhecimentos que lhes permitam avaliar criticamente as informações que recebem.”

Ela cita como exemplo a afirmação de que todos os políticos são corruptos. “Além de não corresponder à realidade, essa generalização é problemática porque alimenta a descrença nas instituições, produz sentimentos de apatia e desencoraja a participação política da população. Quando as pessoas passam a acreditar que todos os representantes são iguais e que nada pode ser feito para transformar a realidade, acabam se afastando justamente dos espaços em que poderiam contribuir para essa transformação.”

A docente lembra que a democracia não se esgota no exercício do voto. “A transformação efetiva da nossa sociedade depende da participação política contínua, o que inclui acompanhar as ações dos representantes eleitos, fiscalizar o cumprimento de suas propostas e cobrar transparência.”

A expectativa da equipe é que o material ultrapasse os muros das escolas e estimule conversas em outros espaços de convivência. “Ao discutirmos os efeitos da desinformação sobre a participação política, queremos chamar a atenção para algo fundamental: a democracia não é apenas um direito que exercemos periodicamente, mas uma construção coletiva da qual precisamos participar cotidianamente.”

A Escola sem Fake News promove ações públicas e gratuitas de formação docente em educação midiática. O foco é o enfrentamento da desinformação e dos discursos de ódio em contextos escolares e universitários. As ações incluem atividades formativas, eventos e produção de materiais didáticos para professores da educação básica e estudantes de licenciatura. Mais informações estão em www.escolasemfakenews.com.




Funerais – 22/10

Faleceu em Assis nesta quinta-feira, 22/20/2026, a Sra. Floraci Novaes Silva. Seu corpo será sepultado às 16 horas desta data no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis nesta quinta-feira, 22/10/2026, aos 66 anos, o Sr. Silvério Nascimento de Oliveira. Seu corpo está sendo velado no Centro de Serviços Funerários S. Vicente e será sepultado às 14h30 desta data no Cemitério Municipal da Saudade.