Dançar também é exercício: como a prática movimenta corpo, cérebro e vida social depois dos 60

 

Oficina de Dança Sênior da MedSênior. Créditos: Divulgação/MedSênior.

Seja ao som de um forró, de uma música de salão ou de uma coreografia em grupo, dançar é uma atividade que vai além do entretenimento. Enquanto o corpo acompanha o ritmo, o cérebro precisa reconhecer movimentos, coordenar passos e responder aos estímulos da música. Quando praticada em grupo, a dança ainda proporciona encontros, conversas e novas amizades. Essa combinação faz da atividade uma possibilidade interessante para quem deseja manter uma rotina ativa ao longo do envelhecimento.

A importância de encontrar atividades que estimulem o movimento ganha ainda mais relevância diante dos índices de inatividade física. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 31% dos adultos no mundo, o equivalente a 1,8 bilhão de pessoas, não atingem os níveis recomendados de atividade física. Nesse cenário, práticas como a dança podem ser uma alternativa para incorporar mais movimento à rotina, especialmente quando associam exercício, lazer e convivência social.

Segundo a Dra. Fernanda Sperandio, geriatra da MedSênior, a dança pode reunir diferentes estímulos em uma mesma atividade, contribuindo para a manutenção da capacidade funcional e da qualidade de vida.

“Quando dançamos, não estamos apenas movimentando braços e pernas. Precisamos coordenar movimentos, acompanhar o ritmo, manter o equilíbrio e, muitas vezes, interagir com outras pessoas. É uma atividade que envolve o corpo e o cérebro ao mesmo tempo, além de proporcionar momentos de prazer e convivência”, explica.

Dançar também conta como atividade física?

Embora muitas pessoas associem exercício físico à academia, à caminhada ou à musculação, a dança também pode contribuir para uma rotina fisicamente ativa. Dependendo do ritmo, da intensidade e da duração, ela movimenta diferentes grupos musculares, estimula a resistência física e exige coordenação motora.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos, incluindo pessoas idosas, pratiquem entre 150 e 300 minutos de atividade física aeróbica moderada por semana, além de exercícios de fortalecimento muscular. Para essa faixa etária, a entidade também destaca a importância de atividades que trabalhem equilíbrio e coordenação, contribuindo para a prevenção de quedas e a manutenção da capacidade funcional. Dependendo da intensidade e da modalidade, a dança pode ajudar a compor essa rotina de movimento.

“Preservar a capacidade de se movimentar com confiança é um dos aspectos importantes do envelhecimento saudável. A dança pode ajudar a estimular habilidades utilizadas no dia a dia, como equilíbrio, coordenação e agilidade. Além disso, por ser uma atividade prazerosa, pode facilitar a adesão de pessoas que não se identificam com modalidades tradicionais de exercício”, destaca a geriatra.

A especialista ressalta, porém, que a dança não precisa substituir outras práticas. Atividades de fortalecimento muscular, exercícios de equilíbrio e movimentos aeróbicos podem ser combinados conforme as necessidades e condições de cada pessoa.

Aprender passos também estimula o cérebro

Além do movimento, a dança exige atenção, memória e capacidade de adaptação. Ao aprender uma coreografia, por exemplo, a pessoa precisa memorizar sequências, reconhecer mudanças de ritmo e organizar os movimentos de acordo com a música.

Mesmo nas modalidades mais livres, acompanhar um parceiro ou responder aos estímulos sonoros envolve diferentes habilidades cognitivas.

“Aprender uma sequência de passos exige concentração, memória e planejamento. Quando a pessoa experimenta um ritmo diferente ou precisa adaptar os movimentos, também está sendo desafiada a desenvolver novas habilidades. Esses estímulos podem fazer parte de uma rotina que favoreça a saúde cerebral, especialmente quando associados a outros hábitos saudáveis”, explica Fernanda.

Isso não significa que dançar, isoladamente, seja capaz de prevenir doenças neurodegenerativas. A saúde cerebral depende de diferentes fatores, incluindo atividade física, sono adequado, alimentação equilibrada, controle de doenças crônicas e manutenção dos vínculos sociais.

A importância de dançar acompanhado

Outro benefício da dança está nas oportunidades de convivência. Aulas, bailes e encontros em grupo podem ajudar a ampliar o círculo social, criar compromissos regulares e proporcionar novas experiências.

Essas oportunidades ganham importância em fases da vida marcadas por mudanças na rotina, como aposentadoria, saída dos filhos de casa ou redução do contato com antigos colegas de trabalho.

“A socialização é uma parte importante do envelhecimento saudável. Ter atividades que incentivem a sair de casa, encontrar outras pessoas e construir vínculos contribui para o bem-estar emocional. A dança pode reunir tudo isso de uma forma leve, porque o encontro acontece em torno de algo prazeroso, e não necessariamente de uma obrigação”, afirma a geriatra.

A atividade também pode ser uma oportunidade de convivência entre diferentes gerações, aproximando familiares e amigos em momentos de lazer.

Como forma de incentivar a prática, a MedSênior oferece a oficina Dança Sênior, que estimula os beneficiários a movimentar o corpo ao ritmo da música. A atividade também contempla adaptações para pessoas com limitações de mobilidade, que podem dançar sentadas em uma cadeira.

Como incluir a dança na rotina?

Para quem deseja começar, algumas atitudes podem tornar a experiência mais confortável e segura:

  • Escolha um ritmo de que goste: a identificação com a música pode tornar a atividade mais prazerosa e estimular a continuidade.
  • Comece aos poucos: movimentos simples e períodos mais curtos ajudam na adaptação, especialmente para quem está sedentário.
  • Respeite os limites do corpo: dores, tonturas, falta de ar desproporcional ao esforço ou outros sintomas incomuns não devem ser ignorados.
  • Cuide do ambiente: prefira locais com espaço suficiente, piso regular e calçados adequados, evitando situações que aumentem o risco de quedas.
  • Aproveite a companhia: aulas coletivas e encontros com amigos podem tornar a prática mais motivadora.
  • Combine diferentes atividades: a dança pode integrar uma rotina que também inclua fortalecimento muscular, exercícios de equilíbrio e outras formas de movimento.

Para a geriatra, o principal benefício está em encontrar uma atividade que faça sentido para cada pessoa e possa ser mantida ao longo do tempo.

“Envelhecer de forma ativa não significa necessariamente praticar exercícios intensos ou seguir uma rotina rígida. Significa continuar encontrando oportunidades de movimentar o corpo, aprender e participar da vida social. Para muitas pessoas, a dança pode ser justamente esse caminho, reunindo saúde, autonomia e prazer em uma mesma atividade”, conclui.

Sobre a MedSênior

A MedSênior é uma operadora de saúde especializada no atendimento ao público a partir dos 49 anos, com foco em medicina preventiva e no conceito do Bem Envelhecer. Seu modelo de cuidado é baseado na excelência do atendimento humanizado, personalizado e multidisciplinar, tendo como compromissos a promoção da autonomia, qualidade de vida e da longevidade saudável – tudo isso aliado à inovação e ao acompanhamento integrado da jornada do paciente.

Com 16 anos de atuação e com 46 unidades próprias em sete estados e no Distrito Federal, além de uma ampla rede credenciada, a empresa tem a tecnologia como aliada para oferecer serviços que proporcionam qualidade de vida real aos seus mais de 320 mil beneficiários.

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PRÊMIO DA MEGA DA VIRADA 2026 DEVE ULTRAPASSAR R$ 1 BILHÃO

A 18ª edição da Mega da Virada tem o prêmio estimado pela CAIXA Loterias em mais de R$ 1 bilhão. As apostas para o concurso especial nº 3100 estão disponíveis a partir de hoje, 3 de novembro, e poderão ser feitas até às 22h do dia 31 de dezembro. O sorteio será realizado às 11h do dia 1º de janeiro de 2027, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo (SP).

Por se tratar de concurso especial, o prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhadores na faixa principal, com acerto das seis dezenas, será dividido entre os acertadores da segunda faixa e assim sucessivamente. Do valor destinado ao rateio das faixas de premiação, 90% serão destinados às apostas que acertarem as seis dezenas (sena), 5% às apostas com cinco acertos (quina) e 5% às apostas com quatro acertos (quadra).

Em 2025 a Mega da Virada pagou o prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão. A estimativa inicial era de R$ 850 milhões. O sorteio teve seis apostas ganhadoras, e cada uma recebeu mais de R$ 181,8 milhões.

As apostas podem ser feitas com volante específico da Mega da Virada nos canais das Loterias CAIXA: nas mais de 13 mil lotéricas CAIXA espalhadas pelo Brasil, o portal Loterias CAIXA, e o app Loterias CAIXA (IOS e Android), além do Internet Banking CAIXA, exclusivo para correntistas da CAIXA. O valor da aposta simples com 6 números custa R$ 6,00 (seis reais).

Bolão CAIXA:

O bolão das Loterias CAIXA é a forma que o apostador tem de realizar apostas em grupo. Basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica.

Para participar de um bolão, o apostador pode adquirir cotas organizadas pelas lotéricas, que podem cobrar uma tarifa de serviço adicional. Também é possível comprar cotas pelo portal Loterias CAIXA ou pelo aplicativo Loterias CAIXA. Quando o bolão é organizado pelo próprio apostador, não é cobrada tarifa de serviço.

Na Mega-Sena, é possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas, com até dez apostas por recibo. Em caso de bolão com mais de uma aposta, todas deverão conter a mesma quantidade de números.




Agronegócios

 

CENSO AGROPECUÁRIO 2027

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sediou a apresentação das ações do Censo Experimental do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, além do lançamento nacional do Cadastro Prévio de Estabelecimentos Agropecuários. Desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ferramenta permitirá atualizar a base cadastral que subsidiará a coleta de informações prevista para 2027. Sob o lema “Juntos vamos colher a maior safra de dados do Brasil”, o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola deverá abranger aproximadamente 5 milhões de estabelecimentos agropecuários em todos os municípios brasileiros.

 

DIÁLOGO COM O GOVERNO

Após o encerramento das eleições de 2026, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) promoveu sua primeira reunião-almoço para definir os próximos encaminhamentos da bancada. Na ocasião, o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a frente apoiará iniciativas do governo alinhadas aos interesses dos produtores rurais. Segundo o parlamentar, a bancada pretende atuar de forma conjunta nas pautas convergentes com o setor agropecuário, mantendo uma postura firme diante de propostas que contrariem seus interesses.

 

OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu, representantes do Grupo de Países da América Latina e do Caribe (Grulac) para discutir oportunidades de cooperação. Formado por embaixadores e representantes de 33 países, o grupo constitui um espaço de articulação voltado à construção de posições conjuntas sobre temas de interesse regional em fóruns multilaterais.

 

TRIGO/CEPEA

A expectativa de uma safra expressiva de trigo na Argentina, aliada ao enfraquecimento das exportações dos Estados Unidos, pressionou as cotações internacionais do cereal na última semana. No mercado brasileiro, entretanto, a oferta limitada de trigo destinado à moagem tem contribuído para sustentar os preços internos, apesar da maior competitividade do produto importado.  De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a Bolsa de Comércio de Rosário (BCR) revisou para cima a estimativa de produção argentina de trigo para a safra 2026/27, de 21 milhões para 23,8 milhões de toneladas.

 

SAFRA DE GRÃOS 2026/27

A safra de grãos 2026/27 apresenta perspectivas de novos recordes de produção nos cenários paulista e nacional. Conforme análise do Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), baseada no primeiro levantamento da safra de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expansão da área cultivada sustenta o crescimento das estimativas para o novo ciclo. Em São Paulo, a produção total de grãos deverá alcançar 12,43 milhões de toneladas, volume inédito para o Estado.

 

RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS RURAIS

Por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, o Governo do Estado de São Paulo elaborou um diagnóstico técnico sobre a crise de renda enfrentada pelas cadeias produtivas da cana-de-açúcar, da laranja e do amendoim. O estudo reúne informações econômicas, climáticas e fitossanitárias que evidenciam as dificuldades enfrentadas pelos produtores paulistas.

 

SOU DE ALGODÃO

O Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), celebrou dez anos de atuação. Ao longo dessa trajetória, o programa tem promovido a aproximação entre produtores, indústria, criadores e consumidores, ampliando a presença do algodão brasileiro no universo da moda e no vestuário nacional.

 

MASTERCANA BRASIL 2026

Eduardo Leão, diretor de Estratégia e Novos Mercados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), foi homenageado na categoria Mais Influentes do Setor durante a cerimônia do MasterCana Brasil & Award 2026, realizada dia, 26 de outubro, em São Paulo. O reconhecimento destaca sua trajetória profissional e sua contribuição para o desenvolvimento, a promoção e a internacionalização da bioenergia brasileira. (Com informações de assessorias e IA)

Mauricio Picazo Galhardo é jornalista.

 




Começa hoje – Revisa Enem 2026: aulas gratuitas com dicas e revisão de conteúdos

 

O Colégio pH realiza, de 3 a 14, mais uma edição do Revisa Enem, iniciativa que oferece aulas gratuitas de preparação para o exame. A programação reúne encontros diários de 1h30, com resolução de questões, estratégias para a prova e revisão dos conteúdos mais cobrados. As aulas serão transmitidas pelo canal do colégio no YouTube e pelas demais redes sociais da instituição.

As provas do Enem 2026 estão marcadas para os dias 8 e 15 de novembro. As aulas gratuitas são uma oportunidade de intensificar a preparação para os estudantes que buscam uma vaga na universidade. Thiago Braga, gestor da Área de Linguagens e Convivência Ética do pH, ressalta que a reta final para o exame deve ser um momento de priorizar a revisão dos conteúdos com questões de provas anteriores e tempo cronometrado. “A prática ajuda o estudante a perceber quanto tempo dedica a cada área do conhecimento e a administrar melhor o ritmo de resolução”, afirma.

SERVIÇO | Revisa Enem – Colégio pH

Período: 3 a 14 de novembro
Transmissão: Link

Acesso: gratuito

Programação:

3 de novembro (terça-feira)
18h30 às 20h – Português

4 de novembro (quarta-feira)
18h30 às 19h15 – História
19h15 às 20h – Filosofia

5 de novembro (quinta-feira)
18h30 às 19h15 – Geografia
19h15 às 20h – Sociologia

6 de novembro (sexta-feira)
18h30 às 19h15 – Português
19h15 às 20h – Inglês

7 de novembro (sábado)
9h às 10h30 – Redação

9 de novembro (segunda-feira)
18h30 às 20h – Biologia

10 de novembro (terça-feira)
18h30 às 20h – Física

11 de novembro (quarta-feira)
18h30 às 20h – Matemática

12 de novembro (quinta-feira)
18h30 às 20h – Química

13 de novembro (sexta-feira)
18h30 às 20h – Matemática

14 de novembro (sábado)
9h às 10h30 – Matemática




FEMA promove Dia D do MEI com orientação gratuita para microempreendedores

O curso de Ciências Contábeis da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) realizará, no dia 7 de novembro de 2026, o Dia D do MEI, iniciativa voltada à orientação gratuita de microempreendedores individuais e pessoas interessadas em formalizar suas atividades profissionais. A ação será realizada das 9h às 12h, no Bloco 8 da instituição, e é aberta à comunidade.

A programação tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre o Microempreendedor Individual (MEI), explicar os procedimentos para abertura de um CNPJ e apresentar os direitos, as obrigações e os benefícios da formalização.

A atividade também busca orientar trabalhadores autônomos, como pedreiros, manicures e pintores, que atuam na informalidade e desejam regularizar seus negócios, além de também informar sobre as recentes mudanças na lei que rege o MEI, como o aumento do teto para R$ 110.000,00 por ano em 2027 e de 2 funcionários para o MEI.

De acordo com o coordenador do curso de Ciências Contábeis da FEMA, professor Rodnei Rodrigues de Oliveira, o projeto integra as atividades de curricularização da extensão e envolve estudantes do primeiro ao quarto ano da graduação.

Durante o evento, os participantes poderão receber orientações sobre o funcionamento do MEI e, quando atenderem aos requisitos necessários, contar com auxílio gratuito para a abertura da empresa.

Além da formalização, o projeto prevê atividades direcionadas a quem já possui um negócio registrado. Entre os temas abordados estão gestão financeira, formação do preço de venda, controles internos e gestão de pessoas, com oficinas preparadas pelos estudantes do curso.

Outro assunto previsto na programação é o desenquadramento do MEI, situação que ocorre quando o empreendedor deixa de atender às condições exigidas para permanecer nessa categoria.

Os estudantes do quarto ano oferecerão orientações sobre os procedimentos necessários, incluindo a mudança de regime tributário e a possibilidade de enquadramento no Simples Nacional, conforme as características de cada negócio.

A iniciativa também pretende apresentar os benefícios da formalização, como a possibilidade de contratar um funcionário e o acesso à proteção previdenciária, desde que cumpridos os requisitos legais.

Os participantes receberão informações sobre o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), utilizado para o pagamento mensal dos tributos devidos pelo MEI.

Para o coordenador, a ação aproxima a formação acadêmica das necessidades da comunidade, permitindo que os estudantes apliquem os conhecimentos adquiridos em situações práticas e contribuam para o desenvolvimento dos pequenos negócios.




 Casa em Dia: CDHU oferece renegociação de financiamento sem entrada para mutuários

 

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado de São Paulo, lança a campanha Casa em Dia, uma iniciativa que oferece aos mutuários a oportunidade de reorganizar as condições do financiamento habitacional e regularizar eventuais pendências sem a necessidade de pagamento de entrada. A ação busca facilitar o acesso a alternativas de negociação e ajudar as famílias a encerrar o ano com mais tranquilidade e segurança financeira.

Voltada aos mutuários com contratos habitacionais ativos da Companhia, a campanha contempla tanto moradores que possuem parcelas em atraso e desejam regularizar sua situação quanto aqueles que estão com os pagamentos em dia, mas buscam conhecer outras possibilidades para o financiamento.

“A campanha Casa em Dia é uma excelente oportunidade para que os moradores reorganizem seus financiamentos e comecem o ano novo com tranquilidade para o seu lar. É importante que todos venham até o nosso atendimento, para revisar suas parcelas, regularizar a situação do contrato, fazer a simulação de pagamento com as novas condições oferecidas e quem sabe sair da inadimplência e garantir a segurança do seu patrimônio, do seu imóvel. Existem diferentes alternativas, e queremos que cada mutuário conheça as possibilidades disponíveis para sua situação”, afirma Ticiane D’Aloia, diretora de Atendimento Habitacinal da CDHU.

Por meio de uma análise individualizada, a CDHU verifica as alternativas disponíveis para cada contrato. Conforme as condições aplicáveis, a renegociação pode proporcionar redução do saldo devedor, adequação das parcelas à renda familiar e maior previsibilidade no orçamento doméstico, inclusive com a possibilidade de parcelas fixas até o final do financiamento.

A proposta da Casa em Dia é oferecer aos moradores uma oportunidade de colocar a vida financeira em ordem, sem que a necessidade de um pagamento inicial impeça a busca por uma solução. A adesão à campanha não exige entrada, e os mutuários podem procurar a Companhia para conhecer as condições disponíveis para seu contrato e avaliar as possibilidades de regularização.

Entre as possibilidades oferecidas pela iniciativa estão:

  • Regularizar parcelas em atraso sem a exigência de pagamento de entrada;
    • Avaliar alternativas para redução do saldo devedor;
    • Adequar o valor das prestações à renda familiar;
    • Conhecer a possibilidade de parcelas fixas até o final do contrato;
    • Ter mais previsibilidade e organização no planejamento financeiro familiar.

As condições são definidas de acordo com a situação de cada contrato e a análise das informações apresentadas. A simulação permite que o mutuário conheça as alternativas disponíveis antes de decidir pela formalização da renegociação.

Como participar

Para conhecer as condições e realizar a simulação, o mutuário deve procurar um dos canais de atendimento da CDHU. É necessário apresentar documentos pessoais (RG e CPF ou CNH), os três últimos holerites ou comprovantes de renda e o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Quando aplicável, também poderá ser solicitada a declaração de benefício do INSS, além de documentos complementares conforme a composição e a situação do contrato.

O atendimento pode ser realizado nas unidades regionais da Companhia ou durante a passagem da CDHU Móvel pelos municípios paulistas. Os endereços dos postos de atendimento e a programação da unidade itinerante estão disponíveis no site da Companhia.

Para mais informações, os mutuários também podem entrar em contato com a Central Alô CDHU, pelo telefone 0800 000 2348, ou acessar a página da campanha Casa em Dia, no endereço: https://www.cdhu.sp.gov.br/cdhu/mutuario/Casa%20em%20Dia




Raízen inscreve para vagas de Jovem Aprendiz com mais de 340 vagas em várias cidades, incluindo Tarumã e Paraguaçu

 

São Paulo, outubro de 2026 — A Raízen recebe a partir de hoje (3), as inscrições para as vagas de Jovem Aprendiz. A companhia prevê mais de 340 vagas, distribuídas entre as frentes de Etanol, Açúcar e Bioenergia e de Combustíveis. Há oportunidades abertas em todas as cidades, incluindo Tarumã e Paraguaçu Paulista.

As vagas são para áreas administrativas, operacionais e técnicas e as primeiras admissões devem ocorrer em janeiro de 2027.

Para a frente de Etanol, Açúcar e Bioenergia, a empresa oferece cargos em Jataí (GO), Lagoa da Prata (MG), na capital de São Paulo e no interior do estado em Araraquara, Barra Bonita, Bento de Abreu, Guariba, Piracicaba, Jaú, Andradina, Ipaussu, Igarapava, Maracaí, Mirandópolis, Paraguaçu Paulista, Brotas, Rafard, Elias Fausto, Ibaté, Tarumã, Valparaíso e Morro Agudo.

Já na frente de Combustíveis, as cidades contempladas são Açailândia (MA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belém (PA), Marabá (PA), Curitiba (PR), Jaraguá do Sul (SC), Paulínia (SP), Betim (MG), Duque de Caxias (RJ) e Rio de Janeiro, na Ilha do Governador (RJ).

Para participar, o candidato deve ter entre 16 e 21 anos, estar cursando ou já ter concluído o Ensino Médio e ter de 4 a 8 horas de disponibilidade diária. As inscrições serão feitas pela página do Programa Aprendiz da Raízen Link. O processo seletivo será composto de testes online, análise de currículo e entrevista.

Entre os benefícios oferecidos estão plano de saúde, plano odontológico, plataforma de saúde, bem-estar e atividades físicas, vale-alimentação, vale-transporte ou transporte fretado, conforme a localidade, além de seguro de vida.

Serviço

Programa de Jovens Aprendizes Raízen
Vagas previstas: mais de 340
Inscrições: de 03/11 a 03/12 em Link.
Admissões: previstas para começar em janeiro de 2027, com conclusão estimada até março de 2027.




UNESP de Assis oferece aula de Braille aberta a toda a comunidade

 

Nesta sexta-feira (6), o Departamento de Psicologia da UNESP de Assis fará uma aula aberta de Braille, em parceria com a Associação dos Amigos dos Deficientes Visuais de Assis e Região – AADVAR. em seu auditório, às 13h30. A aula é gratuita e aberta para toda a comunidade.

A iniciativa integra as práticas de extensão da disciplina de Psicologia e Pessoas com Deficiência e busca ampliar a reflexão sobre o cuidado e a educação ofertada para esse público. “A atividade propõe mais do que aprender uma forma de escrita e leitura, é um convite a experimentar outras maneiras de se relacionar com a linguagem, a percepção e o mundo. Em vez de apenas falar sobre a deficiência, pensamos em uma forma de criar oportunidades de aprender com as experiências e os saberes das próprias pessoas com deficiência”, argumenta a professora Julia Esteves, responsável pela disciplina.

A ação é realizada em parceria com a AADVAR, instituição fundada há 19 anos e que atua na cidade e região com a finalidade de promover autonomia e bem-estar para pessoas com deficiência visual. Atualmente, éune mais de 170 cadastrados.

Quem irá representar a associação na aula é o professor Milton Domingos de Araujo, voluntário na AADVAR há 14 anos, ele aprendeu o Braille aos 36, quando sua deficiência visual se agravou. Desde o momento em que dominou a técnica, passou a ensiná-la. Hoje com 62 anos, passam pela sua turma pessoas de todas as idades. “Alguns chegam com 20 e poucos anos, mas já dei aula para senhoras com mais de 70. É um trabalho totalmente técnico. Antes de começar, primeiro faço uma entrevista com o aluno para entender as necessidades dele. E daí em diante, sei como seguir, porque a necessidade de cada um é diferente”, explica.

“Tem pessoas que chegam e não foram alfabetizadas, então além de ser professor do método, tenho que ser do alfabeto e ensinar gramática”, acrescenta.

Além de professor de Braille, Milton já foi paratleta em natação e atletismo. “Eu fiz tudo isso através da deficiência, me reinventei para continuar a vida”, relata.

Para a docente Julia Esteves, reconhecer as capacidades e os conhecimentos das pessoas com deficiência é fundamental. “Através disso, podemos questionar preconceitos e transformar nossas práticas de cuidado. Afinal, a inclusão não se realiza somente nos discursos, mas nas relações que construímos cotidianamente.” Por fim, sobre a aula, Milton garante que o convite é para todos. “Qualquer pessoa que tenha interesse em saber sobre braille pode assistir. Não é apenas para o deficiente visual.” E finaliza: “Faço o meu trabalho com muito amor, carinho, respeito e responsabilidade. Eu procuro fazer o possível para agradar o aluno, para que ele não abandone o ensino e se interesse cada vez mais.” Serviço Aula aberta de Braille Dia 06 de novembro de 2026 Horário: 13h30 Local: Anfiteatro Manoel Lelo Belotto – Nova central de salas – Campus UNESP/Assis Inscrições: https://eventos.assis.unesp.br/aulaabertadebraile/ Gratuito e aberto para toda a comunidade de Assis e região. Mais informações: (14) 99799-9806 – Julia Esteves (43) 99666-2001- Bruna Ferrari Coelho.




Funerais – 03/11

Faleceu em Assis nesta terça-feira, 03/11/2026, aos 32 anos, o Sr. Lucas Valério. Seu corpo está sendo velado no Complexo Prudenciana e será sepultado às 15h30 desta data no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Marília nesta terça-feira, 03/11/2026, aos 57 anos, o Sr. Antônio Marcos de Oliveira. Seu corpo está sendo velado no Centro de Serviços Funerários S. Vicente e será sepultado às 15 horas desta data no Cemitério Municipal da Saudade.




O que precisamos saber sobre a síndrome de Down

 

A síndrome de Down (SD) é uma condição genética que nos ensina lições valiosas sobre amor, inclusão e a beleza da diversidade humana, sempre nos levando a refletir que cada pessoa é única, com suas próprias habilidades e potenciais.

O que é a SD?

A trissomia do 21, mais conhecida como síndrome de Down, é uma condição genética causada por uma divisão celular anormal, que resulta em uma cópia extra, total ou parcial, do cromossomo 21. Isso quer dizer que as pessoas com síndrome de Down têm 47 cromossomos em suas células, em vez de 46, como a maior parte da população. Esse material genético extra causa as alterações de desenvolvimento e as características físicas da síndrome. O termo “síndrome” refere-se a um conjunto de sintomas que tendem a ocorrer juntos. Numa síndrome, existe um padrão de sinais e sintomas diferentes em cada um, e “Down” designa o sobrenome do médico pediatra inglês, John Langdon Down, que a descreveu pela primeira vez.

“É necessário enfatizar que a síndrome de Down não é uma doença e não deve ser tratada assim em nenhum momento. Pessoas com essa alteração genética, na maior parte, podem ser saudáveis”, diz a pediatra e geneticista  Simei Filomena Nhime, secretária do Departamento de Genética da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), ressaltando, porém, que, como consequência de baixa resistência imunológica, as crianças com a síndrome, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais suscetíveis a infecções. “Principalmente no sistema respiratório e digestivo e, a depender dos problemas de saúde que apresentam relacionados com a síndrome, tendem a ficar mais doentes”, completa.

Ela diz que não existem “graus” da síndrome. Cada pessoa com SD tem características e habilidades individuais, influenciadas por fatores genéticos e ambientais. “As alterações intelectuais e o desenvolvimento geralmente variam. Alguns têm quadros de saúde leves, enquanto outros apresentam problemas de saúde graves, como exemplo as cardiopatias congênitas”, afirma, esclarecendo que a suspeita da síndrome pode ser iniciada no pré-natal regular, com a realização de exames de imagem e de sangue na gestação. “Esses exames nos auxiliam a identificar alterações cromossômicas antes do nascimento, o que permite um planejamento e orientações aos pais”, observa.

Seguimento multidisciplinar e inclusão social na SD

A médica pontua que o seguimento regular com o pediatra é primordial, incluindo uma equipe multidisciplinar com elo forte no seguimento, dentre os quais: fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. “Consultas regulares com especialidades médicas, como neurologia, gastroenterologia, cardiologia, endocrinologia, oftalmologia, pneumologia ou ortopedia dependerá das alterações presentes em cada criança, por isso a necessidade de seguimento periódico com o pediatra”, acrescenta.

A especialista destaca que o ser humano carrega dentro de si uma necessidade de estar ligado, de alguma forma, às pessoas. “Ter convívio social, trabalhar em grupo, estar na escola ou na faculdade, fazer amigos, essas coisas fazem parte da convivência humana. Não ter isso seria contrário à nossa natureza”, enfatiza, salientando que realizar a inclusão das crianças com síndrome de Down na escola é uma forma de conexão. “O aprendizado pode ser muito mais efetivo quando o aluno interage com os demais colegas, com os pais e demais educadores capacitados. E com tarefas adaptáveis em seu contexto de desenvolvimento neuropsicomotor, progressivamente, isso fará diferença”, conclui Simei.