Estudantes de Fisioterapia da FEMA promovem ação sobre saúde do assoalho pélvico

Estudantes do quarto ano do curso de Fisioterapia da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) realizaram, no dia 26 de outubro, uma ação extensionista sobre a importância da musculatura do assoalho pélvico para a qualidade de vida.

O encontro ocorreu no salão da Basílica São Vicente de Paulo, na Vila Xavier, em Assis, com participantes do programa Agita Assis.

Promovida no âmbito da disciplina “Prática Supervisionada em Ginecologia, Obstetrícia e Urologia”, a iniciativa foi orientada pelas professoras Dra. Allysiê Priscilla De Souza Cavina e Dra. Mariana Romanholi Palma, com acompanhamento da professora Dra. Juliana Souza Uzeloto.

A ação também contou com a participação de Ana Maria Miranda, professora de Educação Física do programa Agita Assis e responsável pelo grupo.

Inicialmente, os participantes realizaram exercícios de alongamento e aquecimento. Na sequência, os estudantes apresentaram informações sobre a anatomia e as funções do assoalho pélvico, ressaltando a importância da conscientização dessa musculatura para a saúde e o bem-estar.

A programação incluiu ainda uma atividade de consciência corporal e uma roda de conversa para esclarecer dúvidas.

Para encerrar o encontro, foram realizados exercícios de relaxamento e terapia manual. Durante as atividades, algumas mulheres manifestaram interesse e necessidade de atendimento especializado em fisioterapia pélvica, evidenciando demandas relacionadas aos cuidados com essa região do corpo.

Além disso, os participantes agradeceram pela iniciativa e destacaram a importância de promover novos encontros sobre o tema. A receptividade do grupo reforçou o interesse da comunidade por ações educativas que ampliem o acesso à informação e contribuam para a qualidade de vida.

Com iniciativas como essa, a FEMA aproxima o conhecimento acadêmico das necessidades da população e proporciona aos estudantes experiências práticas de orientação em saúde, fortalecendo a relação entre a formação profissional e a comunidade.




Demissão por opinião política: o que diz a lei e como o trabalhador pode se proteger?

 

A liberdade de opinião política é um direito protegido pela legislação brasileira e não deve ser motivo de perseguição no ambiente profissional. Embora empresas privadas possam, em regra, dispensar funcionários sem justa causa, esse direito não autoriza práticas discriminatórias. De acordo com Jamil Rangel, especialista em Direito Trabalhista e professor da Estácio, a proteção está amparada por normas constitucionais, trabalhistas e internacionais, incluindo a Convenção nº 111 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Lei nº 9.029/1995.

“O empregador tem poder de direção, organização e fiscalização da atividade profissional, mas esse poder não autoriza a perseguição ideológica. É preciso diferenciar uma dispensa sem justa causa, permitida em regra na iniciativa privada quando respeitadas as exigências legais, de um desligamento motivado pela intenção de punir ou excluir alguém por sua opinião política”, explica Rangel.

A publicação de opiniões políticas nas redes sociais, por si só, não configura falta profissional. O contexto, porém, é relevante para avaliar eventuais conflitos no ambiente de trabalho. Empregadores podem estabelecer normas de conduta e aplicar medidas disciplinares quando houver infração efetiva, desde que respeitem a legislação e os princípios da proporcionalidade e da não discriminação. “Uma manifestação política feita pelo trabalhador em suas redes sociais pessoais, sem vínculo com o ambiente de trabalho ou prejuízo às atividades profissionais, não deve ser tratada automaticamente como motivo para punição. A empresa pode estabelecer regras de conduta relacionadas ao trabalho, mas elas precisam ter fundamento legítimo e ser aplicadas de maneira coerente, sem servir de pretexto para perseguir alguém por suas convicções”, afirma o professor.

Um dos principais desafios nesses casos é demonstrar que a opinião política foi, de fato, a motivação do desligamento. A proximidade temporal entre uma publicação e a demissão pode ser um indício, mas não comprova isoladamente a existência de discriminação. Mensagens de WhatsApp, e-mails, áudios, comunicações corporativas, testemunhos de colegas e registros de mudanças no tratamento profissional podem ajudar a esclarecer o caso. “Não é indispensável que o empregador declare expressamente que demitiu alguém por causa de sua opinião política. A motivação pode ser demonstrada por um conjunto de evidências, como mensagens, testemunhos e a sequência dos acontecimentos. Por isso, é importante preservar os registros e reunir elementos que permitam avaliar se houve uma relação entre a manifestação política e o desligamento”, orienta Rangel.

Diante da suspeita de discriminação, o trabalhador deve guardar mensagens, e-mails, documentos profissionais e registros relacionados à comunicação do desligamento. Também é recomendável reunir o contrato de trabalho, contracheques, avaliações de desempenho e documentos rescisórios, além de procurar orientação de um advogado trabalhista ou do sindicato da categoria. “O trabalhador deve preservar as provas antes que perca o acesso a contas corporativas, mensagens ou outros registros. Também é importante evitar conclusões precipitadas: ser demitido logo após uma publicação política pode levantar dúvidas, mas não demonstra necessariamente que houve discriminação. A análise precisa considerar o contexto e os elementos disponíveis”, destaca o especialista.

Quando a Justiça reconhece que o rompimento do contrato ocorreu de forma discriminatória, as consequências podem ir além do pagamento das verbas rescisórias habituais. A Lei nº 9.029/1995 prevê alternativas que incluem a readmissão, com ressarcimento integral do período de afastamento, ou o pagamento em dobro da remuneração correspondente a esse período, conforme as condições legais. Também pode haver indenização por danos morais, a depender das circunstâncias e da decisão judicial. “A resposta jurídica deve considerar as circunstâncias do caso e os interesses do trabalhador. A reintegração pode ser uma alternativa, assim como a indenização prevista em lei, além de eventual reparação por danos morais. É importante avaliar não apenas a forma como ocorreu a dispensa, mas também os efeitos da conduta sobre a vida profissional e pessoal do empregado”, explica Rangel.

Para trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a regra geral estabelece prazo de até dois anos após o término do contrato para ajuizar uma reclamação trabalhista. Em regra, podem ser reivindicados créditos referentes aos cinco anos anteriores ao ajuizamento da ação, observadas as particularidades de cada pedido. As regras também variam conforme o vínculo profissional: empregados de empresas privadas, empregados públicos, servidores estatutários, ocupantes de cargos em comissão e trabalhadores terceirizados estão sujeitos a regimes jurídicos e particularidades diferentes. No serviço público, a análise considera o regime aplicável e as exigências legais. No trabalho terceirizado, a responsabilidade da empresa contratante também pode ser relevante, conforme as circunstâncias.

“É fundamental procurar orientação jurídica sem deixar o tempo passar. Além de preservar as provas, o trabalhador precisa verificar os prazos aplicáveis e avaliar quais pedidos são pertinentes ao seu caso. A análise pode envolver não apenas uma eventual indenização, mas também outras consequências jurídicas previstas na legislação. Não é possível aplicar a mesma regra a todas as relações de trabalho. A análise depende do vínculo, das normas que regem a contratação e das circunstâncias do desligamento. Em qualquer caso, porém, a existência de regras específicas para determinada categoria não significa autorização para práticas discriminatórias ou perseguição política”, conclui.




São Paulo simplifica regime tributário de 74 produtos, de material de construção a micro-ondas

 

 
São Paulo, 30 de outubro de 2026 – São Paulo excluirá mais 74 produtos do regime de substituição tributária do ICMS (ICMS-ST) a partir de fevereiro de 2027. Entre os itens excluídos do regime estão materiais de construção, fornos de micro-ondas e margarinas.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (29/10). Ela faz parte do processo de simplificação tributária do Estado, que busca reduzir custos e facilitar a rotina das empresas.

Esse é o sexto conjunto de itens retirado do ICMS-ST (veja, abaixo, o que é a substituição tributária). No fim de 2025, a lista de mercadorias sujeitas ao regime somava 749 itens. Agora, esse número cairá para 208. A redução foi de 72,2%.

Ao longo de 2026, segmentos inteiros, como medicamentos, perfumaria, autopeças e pneumáticos passaram a operar fora do ICMS-ST. No caso dos materiais de construção, alvo da última decisão, a retirada de todos os produtos do regime elimina dúvidas frequentes sobre a classificação das mercadorias para fins tributários.

A mudança do regime faz parte do conjunto de ações de simplificação tributária adotado pela Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP). As ações nesse campo estão alinhadas ao plano “São Paulo na Direção Certa”, de maio de 2024, que busca tornar o Estado mais eficiente, transparente e competitivo.

“Desde 2023, nosso objetivo declarado é fazer de São Paulo o melhor ambiente de negócios do país, como um meio para gerar desenvolvimento, emprego e prosperidade”, diz o secretário da Fazenda e Planejamento, Samuel Kinoshita. “Cada mercadoria que deixa a substituição tributária cumpre a mesma regra: menos exceção, menos custo para cumprir o imposto e mais atenção para o que importa, que é produzir e vender.”

Além disso, a reforma tributária prevê o fim do ICMS-ST, modelo ainda muito utilizado pelos estados. A redução gradual e planejada dos produtos sujeitos à ST converge, assim, com essa transição. Pela Lei Complementar 227/2026, o que ainda estiver no regime ao fim de

2032 terá o estoque inventariado, e o imposto retido será homologado e compensado com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Cada segmento retirado antes disso desse regime reduz esse custo de transição para as empresas, bem como demonstra o compromisso intergeracional, dado que diminui esse passivo.

“Com essa iniciativa, imbuída de visão de longo prazo, São Paulo consolida a diretriz de diminuição da ST e simplifica a rotina de quem produz, vende e gera empregos no Estado”, diz Kinoshita.

O que muda

Com a mudança anunciada pelo Governo paulista, os 74 produtos deixarão de fazer parte do ICMS-ST, no qual o imposto é recolhido antecipadamente por uma empresa da cadeia comercial, geralmente o fabricante ou importador.

Na prática, isso significa que o ICMS dessas mercadorias passará a ser calculado e recolhido pelas empresas em cada etapa de comercialização. Ou seja, elas passarão a seguir o sistema normal de tributação.

O que é a substituição tributária

A substituição tributária do ICMS (ICMS-ST) é justamente o regime em que a responsabilidade pelo pagamento do imposto de toda a cadeia de circulação de uma mercadoria é atribuída a um único contribuinte (geralmente a indústria ou o importador). Assim, em vez de recolher o ICMS em cada etapa da venda (fábrica, atacadista, varejista, consumidor final), a cobrança é concentrada em um elo da cadeia, geralmente o primeiro.

Por que a retirada da substituição tributária do ICMS (ICMS-ST) é vantajosa para as empresas

Com a substituição tributária (ST), a indústria ou o importador paga o ICMS de toda a cadeia de uma só vez. Sem a ST, o imposto passa a ser recolhido no momento da venda em cada etapa dentro da cadeia.

Sem a ST, portanto, a empresa não precisa desembolsar o imposto de toda a circulação da mercadoria antecipadamente. Ela ganha fôlego financeiro e reduz o peso burocrático para operar o negócio.




Santander promove mais um Leilão com mais de 200 imóveis no país, com opção de financiamento em até 35 anos

 

No dia 03.11.2026, a partir das 10:00 horas (horário de Brasília – DF), o Banco Santander Brasil realiza mais um Leilão imobiliário online que reúne mais de 200 imóveis distribuídos por diferentes regiões do país, oferecendo oportunidades para quem busca adquirir a casa própria ou investir no mercado imobiliário. O Evento será com Fernando Cerello, Leiloeiro Oficial, e os imóveis estão disponíveis no site da Mega Leilões. A expectativa é que novos lotes ainda possam ser incorporados até a data do evento, ampliando o número de oportunidades disponíveis.

O portfólio inclui casas, apartamentos, terrenos e outros tipos de imóveis, localizados em diversos estados brasileiros.

Além dos preços reduzidos para os lances iniciais – venda condicional (valor de venda sob aprovação do Vendedor), muitos dos imóveis oferecem condições facilitadas de pagamento, incluindo a possibilidade de financiamento imobiliário pelo próprio Santander. Em determinados casos, o financiamento pode chegar a até 420 meses (35 anos) para imóveis residenciais e até 360 meses para imóveis comerciais, conforme as regras específicas de cada lote. Dependendo da unidade, também pode haver possibilidade de utilização do FGTS – imóveis desocupados, além de outras condições que podem variar de acordo com o imóvel.

A participação no leilão é feita de forma 100% online. Para dar lances, os interessados devem realizar cadastro prévio no site da leiloeira, consultar o edital e verificar as condições específicas de cada imóvel, como lance inicial – venda condicional (valor de venda sob aprovação do Vendedor), forma de pagamento e eventuais encargos. O catálogo completo, com fotos, descrição dos imóveis e lances iniciais – vendas condicionais, estarão disponíveis na plataforma www.megaleiloes.com.br.




Governo Federal reforça proteção de comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul

 

O Governo Federal vem atuando em uma série de iniciativas com foco na proteção de comunidades indígenas. As ações ocorrem em meio a denúncias de ameaças, racismo e violência contra os indígenas no contexto pós-eleitoral, especialmente em comunidades do Mato Grosso do Sul. A gravidade das ocorrências motivou resposta interministerial para proteção das comunidades, verificação dos fatos e encaminhamento aos órgãos de investigação.

Neste sábado (31/10), o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, e a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, visitaram as Aldeias Taquapery, em Coronel Sapucaia (MS), e Sassoró, em Tacuru (MS), para reforçar as ações do governo na região e avaliar, em diálogo direto com as lideranças, a necessidade de medidas adicionais.

Em Dourados (MS), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, realizou uma reunião de trabalho com as forças de segurança pública, abrangendo Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e órgãos estaduais, incluindo a Secretaria de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar.

Durante coletiva de imprensa no início da tarde, o ministro dos Povos Indígenas falou sobre a importância da presença do Governo Federal nos territórios. “A nossa presença foi fundamental para ouvir diretamente das lideranças indígenas todas as denúncias e trazer uma devolutiva sobre o que vem acontecendo. Nós estamos, desde segunda-feira, recepcionando e tratando essas informações, qualificando esses dados e encaminhando para os órgãos competentes”, ressaltou Eloy Terena.

“O Governo Federal está com vocês e não irá tolerar essas violências. E a nossa presença física aqui reforça esse compromisso com a proteção e o respeito dos direitos dos povos indígenas”, completou.

Equipes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em Mato Grosso do Sul também foram deslocadas às aldeias de onde partiram denúncias, para qualificar informações e prestar apoio. O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) mantém interlocução contínua com lideranças indígenas e unidades regionais da Fundação, com acompanhamento pelo Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Fundiários Indígenas (DEMED).

PRONTA RESPOSTA — O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, ressaltou que “o Estado brasileiro tem que estar com pronta resposta para onde esse tipo de ocorrência se verificar. Identificando o que é real, o que procede, apurando responsabilidades, estabelecendo procedimentos adequados para fazer frente a essas questões. O que nós queremos é ser absolutamente rigorosos para que nenhuma dessas práticas possam ocorrer sem a responsabilização. E, por outro lado, queremos tranquilizar a todos de que outros episódios não aconteçam mais”.

Até 30 de outubro, o monitoramento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) reunia 189 denúncias de todo o país, com episódios de violência política, intimidação e discriminação relacionados às Eleições Gerais de 2026. Entre eles, estavam casos de agressões físicas, xenofobia e, principalmente, assédio eleitoral no trabalho. No caso dos povos indígenas, o MPI recebeu 10 denúncias que já foram encaminhadas aos órgãos responsáveis pelas investigações.

No Mato Grosso do Sul, foram disponibilizadas todas as forças policiais operacionais e de inteligência, para tratar as denúncias de violência política contra povos indígenas. Além do efetivo da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional, o MJSP trabalha em uma força-tarefa com as polícias estaduais para que as comunidades sejam devidamente protegidas.

A Superintendência da PF em Campo Grande e as cinco delegacias no interior do estado receberam a orientação de se dedicarem 24 horas por dia à identificação de relatos e à adoção de providências. Da mesma forma, a inteligência da PRF no local está voltada ao suporte e ao auxílio nas investigações. Além disso, um grupo de trabalho foi criado para facilitar a comunicação e encaminhamento, minuto a minuto, das denúncias recebidas.

“Todas as providências necessárias foram adotadas nos casos específicos, que já estão sendo investigados em estágio avançado, e a responsabilização ocorrerá nos termos devidos. É importante ressaltar também que a Força Nacional está adotando um procedimento em que estará sempre no terreno para se deslocar até o local que aconteça qualquer ocorrência com aparência criminosa ou severa”, destacou César Lima.

DIÁLOGO PERMANENTE — A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, também destacou a importância de garantir o devido encaminhamento e o acompanhamento dos casos. “A ideia é que a força-tarefa se mantenha pelo tempo que for necessário, em diálogo permanente com o Ministério da Justiça, com a Polícia Federal, com a Defensoria Pública da União e com o Ministério Público”.

Janine completou que, além da atuação da Força Nacional e da Funai nos territórios, o Ministério conta com outra iniciativa que se enquadra no apoio à atual situação. “Nós colocamos à disposição o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, que se enquadra de maneira muito adequada para esse tipo de situação. Nossa equipe também está aqui para tentar agilizar e conseguir garantir o melhor atendimento da população indígena de Mato Grosso do Sul”, disse a ministra.

DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS — No estado, o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) acompanha 90 pessoas, das quais 86 são indígenas: sendo 84 Guarani e Kaiowá e duas do povo Terena.
O objetivo do programa do MDHC é proteger pessoas que estejam em situação de risco ou ameaça em razão de sua atuação na defesa dos direitos humanos.

DENÚNCIAS — No contexto das denúncias, os ministros reforçaram, durante a coletiva de imprensa, a importância de utilizar os canais oficiais do governo.

“Estamos fazendo esse esforço de organizar as informações que chegam pelos canais para conseguir cruzar esses dados e garantir a celeridade na apuração, investigação e eventual responsabilização de todas as pessoas envolvidas nesses atos”, destacou a ministra.

Quem for vítima ou testemunha deve procurar os canais oficiais: a Polícia Militar, pelo 190, em situação de risco imediato; a Polícia Civil, para registro de boletim de ocorrência; o Ministério Público; e o Disque 100 – Disque Direitos Humanos, além da Ouvidoria dos órgãos e da Plataforma Fala BR. A orientação é que as provas, como capturas de tela, áudios, vídeos e contatos de testemunhas, sejam preservadas.




Funerais 02/11

Faleceu em Assis nesta segunda-feira, 02/11/2026, aos 82 anos, o Sr. Antônio SIlvério dos Santos. Seu corpo está sendo velado no Complexo Prudenciana e será sepultado às 13h30 desta data no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis nesta segunda-feira, 02/11/2026, aos 68 anos, o Sr. Luis Carlos Geraldo Sila. Seu corpo está sendo velado na Funerária Pax e será sepultado às 15h30 desta data no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis nesta segunda-feira, 02/11/2026, a Sra. Maria Aparecida Barbosa, cujo corpo será sepultado às 11 horas desta data no Cemitério Municipal da Saudade.




Funerais – 1/11

Faleceu em Assis, aos 83 anos, o Sr. Nelson Rodrigues Moreno. Seu corpo está sendo velado na Funerária Pax será sepultado às 15h30 deste domingo, 1/11/2026, no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis, aos 88 anos, a Sra. Celina Vasconcelos Rezende. Seu corpo está sendo velado no Centro de Serviços Funerários S. Vicente e será sepultado às 11 horas deste domingo, 1/11/2026, no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis, a Sra. Jovina Barbosa de Góes. Seu corpo será sepultado às 15 horas deste domingo, 1/11/2026, no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis, o Sr. Faustino Aparecido Rodrigues. Seu corpo foi sepultado às 9 horas deste domingo, 1/11/2026, no Cemitério Municipal da Saudade.




 Oito em cada 10 praias paulistas estão próprias para banho neste feriado

 

Das 175 praias do litoral paulista monitoradas semanalmente pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), 142 estão próprias para banho neste fim de semana e na segunda-feira, feriado de 2 de novembro. Ou seja, 81,14% dos pontos são balneáveis. Os dados são do boletim divulgado nesta quinta-feira (29).

Os banhistas têm diversas opções de boas praias, especialmente, no Litoral Norte, onde 92 locais ou 93,88% dos trechos avaliados têm classificação positiva, mas também há praias balneáveis na Baixada Santista e no Litoral Sul. Confira:

  • Litoral Norte: 92 dos 98 pontos monitorados estão próprios para banho. Em Ubatuba, Toninhas e Lázaro são opções; em São Sebastião, Prainha e Cigarras; e, em Ilhabela, Curral e Veloso.
  • Baixada Santista: 45 de 72 pontos monitorados estão balneáveis. Entre as praias com classificação favorável estão Canto do Forte e Boqueirão, em Praia Grande; Central e Vera Cruz, em Mongaguá.
  • Litoral Sul: todos os cinco pontos monitorados estão próprios para banho, entre eles, Jureia (Iguape), Balneário Adriana, Centro e Pontal – Lado Oceano (Ilha Comprida).

Se chover, espere 24h antes de entrar no mar

A previsão de chuva para o feriadão exige cuidado extra ao entrar no mar. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), são esperados volumes expressivos de chuva em São Paulo nesta semana, principalmente no Norte, Centro e Nordeste do estado.

A orientação é aguardar 24 horas após chuvas fortes. Com o passar das horas, a movimentação do mar e a circulação das correntes ajudam a dispersar e diluir as substâncias levadas às praias pelas enxurradas, contribuindo para a recuperação gradual da qualidade da água. O intervalo, porém, não garante que o mar esteja automaticamente adequado para banho.

“As chuvas estão entre os fatores que podem influenciar a classificação das praias, especialmente nas áreas que recebem maior volume de água de drenagem, com maior concentração populacional. Para quem ainda está escolhendo o destino, o boletim permite identificar opções com condições favoráveis para banho nas diferentes regiões do litoral”, afirma Karla Cristiane Pinto, bióloga do Setor de Águas Litorâneas da Cetesb.

A atenção deve ser redobrada nas proximidades de rios, córregos e canais de drenagem que desembocam no mar, onde a chegada de resíduos pode ser mais intensa.

Onde consultar a situação da praia
O boletim que indica as condições das 175 praias monitoradas é atualizado toda quinta-feira e pode ser consultado gratuitamente pelo aplicativo Cetesb Mobile, disponível nas lojas virtuais para Android e iOS, ou pelo site da Cetesb.

A próxima atualização do boletim está prevista para o dia 5 de novembro.

Nas praias, a sinalização também orienta os banhistas: bandeira verde indica condições próprias para banho; vermelha, impróprias. Antes de pegar a estrada, vale conferir a classificação mais recente do destino escolhido.

Como é feita a análise

A Cetesb coleta amostras sempre nos mesmos pontos, na faixa de água mais utilizada pelos banhistas, e encaminha o material para análise laboratorial. O exame verifica a quantidade de enterococos, grupo de bactérias utilizado como indicador de contaminação fecal.

A classificação considera os resultados das cinco semanas mais recentes, conforme os critérios da Resolução Conama nº 274/2000. Uma praia é considerada imprópria quando:

  • Duas ou mais amostras, entre as cinco analisadas, apresentam mais de 100 unidades formadoras de colônias (UFC) de enterococos por 100 mililitros de água;
  • A amostra mais recente apresenta resultado superior a 400 UFC por 100 mililitros.

A avaliação conjunta das cinco semanas permite identificar a tendência das condições da água e reduz o impacto de oscilações pontuais.

 




Funerais – 31/10

Faleceu em Assis neste sábado, 31/10/2026, a Sra. Maria Garcia, cujo corpo será sepultado as 10h30 desta data, no Cemitério Municipal da Saudade.

Faleceu em Assis aos 70 a nos, a Sra. Ângela Maria Prado. Seu corpo está sendo velado no Centro de Serviços Funerários S. Vicente e será sepultado às 11 horas deste sábado, 31/10/2026, no Cemitério Municipal da Saudade.




Feriado prolongado: com maior fluxo de veículos nas ruas e rodovias, Energisa alerta para riscos de acidentes com postes

 

A chegada do feriado prolongado de Finados, em 2 de novembro, deve aumentar o fluxo de veículos nas ruas, estradas e rodovias da região. Com mais pessoas em deslocamento, também cresce a preocupação com os acidentes de trânsito, especialmente aqueles que envolvem colisões contra postes de energia. Além dos riscos à vida, esse tipo de ocorrência pode provocar danos à rede elétrica e deixar milhares de consumidores temporariamente sem energia.

Para se ter uma ideia da seriedade do assunto, somente no mês de outubro deste ano, a Energisa Sul-Sudeste registrou 32 acidentes envolvendo postes nas regiões de Assis e Tupã. No mesmo mês 2025, foram 11 ocorrências, o que representa um aumento de 190% no comparativo.

Como consequência dessas colisões, neste mês mais de 4,2 mil clientes tiveram o fornecimento de energia interrompido temporariamente, contra 483 clientes em outubro do ano passado.

Mauricio Arantes, coordenador do Centro de Operação Integrado (COI) da Energisa Sul-Sudeste, explica que, dependendo da intensidade da batida, os estragos podem atingir postes, cabos, transformadores e outros equipamentos, exigindo uma operação especializada para recuperar a estrutura e restabelecer o fornecimento de energia.

“O sistema elétrico conta com equipamentos modernos que permitem realizar procedimentos automáticos para restabelecer a energia mais rapidamente para o maior número possível de clientes. Mas nem sempre é possível normalizar o fornecimento para todos de uma só vez. Dependendo da complexidade dos danos, os reparos podem demandar mais tempo e, por questões de segurança, os trabalhos precisam ser realizados com a rede desligada”, explica Mauricio.

Mas, além dos prejuízos ao fornecimento de energia, o que mais preocupa a concessionária são os riscos à segurança das pessoas envolvidas nesses acidentes. Um dos mais graves é o choque elétrico, principalmente quando o poste cai sobre o veículo ou há rompimento de cabos.

Por esse motivo, Mauricio reforça algumas orientações importantes para quem se envolver ou presenciar uma colisão contra poste: motorista e passageiros devem manter a calma e permanecer dentro do veículo, sem tocar nas partes metálicas, aguardando a chegada das equipes de socorro e da concessionária. Quem estiver do lado de fora também não deve se aproximar do carro, do poste ou de fios caídos, nem tentar prestar socorro sem os cuidados necessários.

“Mesmo que a rede de distribuição tenha equipamentos de proteção capazes de interromper automaticamente o fornecimento de energia em determinadas situações de falha, não se pode descartar o risco de choque elétrico. A rede pode continuar energizada, por isso é fundamental manter distância e aguardar a chegada de profissionais preparados para atender a ocorrência”, alerta o coordenador.

A orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193, e a distribuidora de energia, pelo aplicativo Energisa ON ou pelo Call Center 0800 70 10 326.