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Com o aumento de casos de dengue em 2025 grávidas precisam redobrar os cuidados

 

 

Foto: Divulgação / Freepik

Março de 2025 – Só no início de 2025, de acordo com o painel de monitoramento das arboviroses, o Brasil já registrou mais de 620 mil casos possíveis de dengue, com 304 óbitos confirmados e outros 632 em investigação. Qualquer pessoa pode ser atingida pela doença, porém, existem grupos mais suscetíveis a desenvolver a forma grave, entre eles, as gestantes.

Dados do Ministério da Saúde apontam que em 2023 foram registrados 1.157 diagnósticos de dengue em grávidas nas seis primeiras semanas do ano e em 2024, na mesma época, o número aumentou 345,2%, 5.151 casos.

“Uma vez infectadas, as gestantes apresentam maior risco de desfechos desfavoráveis quando comparadas às mulheres não gestantes. Por isso, esse grupo demanda atenção especial em termos de prevenção, diagnóstico e tratamento, sendo fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das gestantes e puérperas durante esse período crítico”, destaca o presidente da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), Dr. Regis Kreitchmann.

Diante do problema, a ONG Prematuridade.com reforça o alerta para conscientizar as grávidas e profissionais de saúde sobre os sinais da dengue durante a gravidez. “Por meio de campanhas de conscientização, materiais educativos e parcerias com Governo e instituições profissionais, precisamos divulgar amplamente informações sobre como prevenir a dengue, como reconhecer os sintomas e onde procurar assistência adequada”, diz a diretora executiva da ONG Prematuridade.com, Denise Suguitani.

De acordo com estudo mais recente, publicado por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), em parceria com a London School of Hygiene & Tropical Medicine (LSHTM) e Universidade de São Paulo (USP), a dengue hemorrágica aumenta em 2,4 vezes a chance de o bebê nascer prematuro.

As alterações ocorrem principalmente durante a doença aguda. Não existem vacinas contra a dengue liberadas para o uso durante a gravidez. “As gestantes devem estar atentas e procurar atendimento assim que notarem os primeiros sintomas, já que eles podem ser confundidos com os de outras condições comuns na gestação”, salienta Denise. Entre os sintomas mais comuns da dengue, estão dor no corpo e nas articulações, febre, manchas avermelhadas, enjoo e dores abdominais.

O sistema imunológico das grávidas é compartilhado com seu bebê, por isso, são mais suscetíveis a infecções, que podem evoluir para quadros mais graves da doença, uma vez que a dengue afeta diretamente a cadeia plaquetária, favorecendo quadros hemorrágicos. A mãe, se infectada nos primeiros meses, corre o risco de sofrer um aborto espontâneo. Já se a infecção ocorrer no segundo e terceiro trimestres de gravidez, o risco é de um parto prematuro, com todas as possíveis complicações relacionadas, como baixo peso e problemas de desenvolvimento do bebê.

Pensando em ações de prevenção à doença no ano passado, a FEBRASGO, em parceria com o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), lançou o “Manual de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento da Dengue na Gestação e no Puerpério”. O manual foi concebido com o propósito de oferecer orientações específicas e detalhadas sobre a gestão da dengue em grávidas e puérperas, abordando desde o diagnóstico precoce até o tratamento clínico e a prevenção de complicações graves.

“Com esse documento, a FEBRASGO reafirma sua preocupação com a saúde das gestantes e puérperas, que representam um grupo particularmente vulnerável em meio ao avanço de epidemias como a dengue. Nossa prioridade é garantir a saúde da gestante e do bebê”, destaca o Dr. Regis.

Cuidados e Prevenção – A ONG Prematuridade.com reforça as ações de combate à proliferação dos mosquitos, evitando focos de água parada e colocando telas em janelas e portas. Além disso, é recomendado o uso de roupas de cor clara, que cubram o máximo possível da pele. O uso de mosquiteiros sobre a cama também ajuda a evitar as picadas. Em relação aos repelentes, os indicados para o uso em gestantes são aqueles à base de “Icaridina”, o “DEET” e o “IR3535”. Em regiões com temperaturas mais elevadas, esses repelentes devem ser utilizados em períodos mais curtos de tempo. É recomendado o uso em toda a área exposta da pele; no caso de roupas de tecidos finos, sugere-se utilizar o repelente sobre a roupa.

Sobre a ONG Prematuridade.com – A Associação Brasileira de Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros (ONG Prematuridade.com), é a única organização sem fins lucrativos dedicada, em âmbito nacional, à prevenção do parto prematuro e à garantia dos direitos dos prematuros e de suas famílias. A ONG é referência para ações voltadas à prematuridade e representa o Brasil em iniciativas e redes globais que visam o cuidado à saúde materna e neonatal. A organização desenvolve ações políticas e sociais, bem como projetos em parceria com a iniciativa privada, tais como campanhas de conscientização, ações beneficentes, capacitação de profissionais de saúde, colaboração em pesquisas, aconselhamento jurídico e acolhimento às famílias, entre outras.




Bebê prematuro passa por cirurgia na Santa Casa e família agradece acolhimento recebido

 

 

Na manhã de quarta-feira passada (12) de março, a Santa Casa reafirmou sua dedicação com a assistência pediátrica ao realizar uma cirurgia de urgência em um recém-nascido. O pequeno Théo, com apenas 1 mês e 10 dias de vida e pesando 1,900 KG, precisou passar por um procedimento delicado para a correção de uma hérnia inguinal bilateral.

O ato, denominado ‘herniorrafia inguinal bilateral’, foi conduzido pelo cirurgião pediátrico Dr. Heitor Munhoz Pereira, acompanhado por uma equipe altamente capacitada, composta pelo anestesista Dr. Paulo Henrique Mendonça, a enfermeira Natália Gomes, a instrumentadora Renata da Silva, e as técnicas de enfermagem Anelize Zardetto e Ana Paula Lopes. Durante a cirurgia também foi realizada a orquidopexia, uma correção necessária para um dos testículos do bebê.

Acolhimento, esperança e amor

Théo nasceu prematuro, com 33 semanas de gestação, na Maternidade da Santa Casa de Assis. Desde então, tem recebido todo o suporte necessário para seu desenvolvimento.

Na quarta-feira, após a cirurgia bem-sucedida, sem intercorrências e sem sangramentos, ele foi encaminhado para a UTI Neonatal e Pediátrica da Instituição, onde seguiu internado sob os cuidados da equipe da Dra. Cecília Uchoa.

Para os pais, Rodolfo e Ana Carolina Felisberto, que são de Paraguaçu Paulista e vivem a emoção da chegada do primeiro filho, o acolhimento da Santa Casa de Assis foi essencial nesse momento delicado.

“O atendimento é fantástico. Todos da Santa Casa de Assis trabalham por amor. Agradecemos especialmente a Dra. Cecília e toda equipe de enfermagem da UTI Neonatal que nos atendeu neste período. É lindo e emocionante ver o carinho que os profissionais demonstraram por nosso filho e nossa família. Agradecemos e parabenizamos por toda a estrutura e atendimento da Santa Casa de Assis”, disse o pai, Rodolfo Felisberto.

A Santa Casa de Assis segue como referência em atendimento para Assis e região, ressaltando a sua missão em continuar prestando assistência médica com eficiência e humanização, também para os pequenos pacientes e suas famílias.




Ginecologista explica como o laser pode auxiliar na recuperação do pós-parto e no período de menopausa

 

 

As transformações do corpo feminino durante a gestação e o parto envolvem não apenas aspectos emocionais e hormonais, mas também mudanças físicas significativas na região íntima. Flacidez dos tecidos, relaxamento do assoalho pélvico, alterações na pigmentação e até cicatrizes perineais são comuns nesse período. Diante dessas alterações, a busca por tratamentos que auxiliem na recuperação tornou-se mais frequente, e o uso do laser íntimo desponta como uma alternativa segura e eficaz.

Segundo a ginecologista Dra. Mari Neide Ausani, membro da Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana do Brasil (AMCR), essas mudanças no pós-parto são naturais e influenciadas pelo processo de gravidez e parto vaginal. “A flacidez e a diminuição do tônus vaginal podem impactar a função sexual e o bem-estar físico da mulher, tornando essencial uma abordagem cuidadosa e personalizada para cada paciente”, explica.

O tratamento com laser íntimo tem sido cada vez mais utilizado para auxiliar na cicatrização e recuperação do tônus vaginal. “O laser pode ajudar na reparação do tecido vaginal, melhorar a lubrificação e reduzir sintomas de atrofia vaginal que surgem devido às alterações hormonais do pós-parto”, detalha Dra. Mari Neide.

A indicação do procedimento depende do tempo de recuperação do organismo da mulher. Geralmente, recomenda-se aguardar de três a seis meses após o parto antes de iniciar o tratamento. “Esse período é fundamental para que o corpo passe pela recuperação inicial. Além disso, uma avaliação médica cuidadosa deve ser realizada antes do procedimento para descartar infecções, lesões ou qualquer condição que possa contraindicar o uso do laser”, enfatiza a especialista.

Menopausa

Além do pós-parto, o laser íntimo também tem se destacado como um tratamento eficaz para mulheres na pós-menopausa, promovendo a produção de colágeno e elastina, melhorando a elasticidade vaginal e reduzindo sintomas como secura e dor durante o ato sexual. “O laser é uma excelente alternativa para mulheres que não podem ou não desejam utilizar terapia hormonal, proporcionando conforto e qualidade de vida”, acrescenta a ginecologista.

O procedimento pode ser potencializado quando combinado com outras abordagens, como radiofrequência, preenchimentos com ácido hialurônico, bioestimuladores de colágeno e terapia hormonal tópica. “Essas combinações são personalizadas de acordo com as necessidades da paciente, oferecendo benefícios complementares como maior hidratação, firmeza e regeneração tecidual”, destaca Dra. Mari Neide.

É importante ressaltar que os efeitos do laser não são permanentes. De acordo com a ginecologista, os benefícios podem durar entre seis meses e dois anos, dependendo do estilo de vida, idade e condições individuais da paciente. Sessões de manutenção periódicas podem ser necessárias para prolongar os resultados.

Sobre a Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana do Brasil (AMCR)

AMCR – Associação Mulher Ciência e Reprodução Humana do Brasil – é uma organização formada apenas por mulheres, pós-graduadas da área da saúde e reprodução humana, que compartilham o mesmo propósito: disseminar o conhecimento científico em ginecologia e reprodução humana, através de uma comunicação clara e acessível à todas as mulheres, além de lutar pela igualdade de oportunidade entre gêneros, reconhecimento e valorização da atuação das mulheres da ciência em saúde feminina. A associação foi fundada em março de 2021, pela Prof. Dra. Marise Samama. Atualmente possui 50 associadas, distribuídas em todas as regiões do Brasil. Para saber mais informações, acesse o site.

 




Unimed Assis realiza evento especial em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

 

 

Na última sexta-feira, 7 de março, a Unimed Assis promoveu um evento especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher com os participantes dos programas Doce Vida e Vida Ativa, da Medicina Preventiva. A iniciativa contou com aulas de Tai Chi Chuan e expressão corporal, com os professores Glauco e Valquíria, proporcionando momentos de bem-estar e conexão entre os participantes.

As atividades foram conduzidas com o objetivo de incentivar a qualidade de vida e a saúde integral, alinhando práticas que promovem o equilíbrio físico e emocional. O evento reforçou o compromisso da Unimed Assis com a promoção da saúde preventiva e cuidado com seus beneficiários.

O Programa Vida Ativa é voltado para o público idoso e busca promover a qualidade de vida por meio de educação em saúde, exercícios físicos, atividades lúdicas e outras ações. Já o Programa Doce Vida atende beneficiários com Diabetes Mellitus, oferecendo suporte no controle de glicemia por meio de palestras educativas, consultas nutricionais e oficina dos pés.

Para participar dos programas o beneficiário (0115) deve entrar em contato com o setor de Medicina Preventiva através do telefone (18) 3302-3000. Para saber mais sobre os programas de Medicina Preventiva acesse: https://unimedassis.com.br/medicina-preventiva




Febre e dor no corpo: é dengue ou COVID? Saiba como diferenciar

 

Imagem Freepik

 

Febre alta, dores no corpo e mal-estar. Com sintomas iniciais semelhantes, a dengue e a COVID-19 preocupam neste começo de ano.

 

“O verão e o carnaval favorecem tanto a COVID-19, que se espalha em aglomerações, como blocos e festas, quanto a dengue, que cresce com o acúmulo de água parada e a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que se acentua nesta época de chuvas”, destaca Fernando de Oliveira, infectologista do Hospital São Luiz Morumbi, da Rede D’Or.

Mesmo com uma redução de casos em relação ao ano passado, a dengue já infectou neste ano mais de 400 mil pessoas no Brasil até março, com 177 mortes registradas. Já a COVID-19, embora tenha perdido força desde a pandemia, continua surgindo em novos picos, com quase seis mil mortes registradas no ano passado.

As duas doenças têm formas de transmissão completamente diferentes, mas seus sintomas podem se misturar. Febre, fraqueza, dor de cabeça, perda de apetite, dor no corpo, desconforto atrás nos olhos e diarreia são sinais comuns nas duas doenças.

“Mas há diferenças importantes. A dengue costuma causar febre alta acima de 38ºC, dor intensa nas articulações e manchas vermelhas na pele. Já a COVID-19 pode começar como um quadro gripal, com tosse, coriza, dor de garganta e, em casos graves, falta de ar”, explica o médico.

Nem sempre é fácil distinguir as duas doenças apenas pelos sintomas, principalmente em fases iniciais. “Um dos sinais de alerta é o aspecto do paciente: dengue geralmente provoca dores musculares fortes e pode levar a sangramentos, enquanto a COVID-19 tende a piorar a respiração. O ideal é sempre confirmar com exames, como RT-PCR para COVID, e testes de dengue, como o de antígeno. Todos disponíveis nas unidades de pronto-atendimento”, orienta Fernando.

Quando procurar ajuda?

Sinais como vômito, náusea, queda de pressão, dificuldade para respirar, sangramentos ou sonolência excessiva exigem atendimento médico imediato. Além disso, é importante evitar a automedicação.

“Descobrir qual é a doença que afeta o paciente é importante também para evitar que ele tome remédios por conta própria, o que pode agravar o quadro clínico, como, por exemplo, os anti-inflamatórios em casos de dengue, que aumentam ainda mais o risco de hemorragia”, alerta o infectologista do Hospital São Luiz Morumbi.

Para pacientes com essa enfermidade o ideal é usar apenas analgésicos como paracetamol e dipirona. Para COVID-19, além de antitérmicos e analgésicos, é indicado fazer lavagem nasal com soro. “Em ambos os casos, manter-se hidratado é essencial, com ingestão de cerca de 3,5 litros de líquidos por dia se o diagnóstico for para COVID”, complementa Fernando.

Reconhecido como uma referência em alta complexidade e um dos hospitais mais modernos da América Latina, o São Luiz Morumbi oferece desde emergência adulta e pediátrica até atendimento de excelência em diversas especialidades como cardiologia, oncologia, cirurgia robótica e ortopedia. Conta com equipe multidisciplinar e atendimento integrado para consultas eletivas, emergências e tratamentos complexos, sempre priorizando a segurança e a qualidade dos serviços oferecidos.




Dia Mundial do Sono: como identificar e tratar distúrbios do sono que ameaçam a saúde

 

13/03/2025 – Noites mal dormidas, sensação constante de cansaço e dificuldade de concentração ao longo do dia podem ser sinais de um problema de saúde que vai muito além do simples desconforto. De acordo com uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de 2023, 72% dos brasileiros sofrem com distúrbios do sono, entre eles o ronco e a apneia do sono.

Segundo o Dr. Ordival Augusto Rosa, especialista em Medicina do Sono do Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior hospital do segmento da América Latina, muitas pessoas subestimam os sinais desses distúrbios, acreditando que o ronco seja apenas um incômodo social. “O ronco frequente e intenso deve ser investigado, pois pode ser um alerta para a apneia do sono, uma condição em que há interrupções da respiração durante o descanso. Isso compromete a oxigenação do organismo e aumenta o risco de diversas doenças”, afirma.

Embora ambos os problemas afetem o sono e as vias respiratórias, suas causas e impactos são diferentes. O ronco ocorre devido à vibração das estruturas da garganta, gerando um ruído que pode variar de leve a intenso. Já a apneia do sono é mais grave, caracterizando-se por pausas temporárias na respiração por pelo menos 10 segundos, o que leva à queda dos níveis de oxigênio no sangue e a microdespertares ao longo da noite.

Além do barulho incômodo, a apneia do sono pode causar sonolência excessiva diurna, sensação de sufocamento ao dormir, fadiga ao acordar e até mesmo dificuldades cognitivas. De acordo com o Dr. Ordival, esses sintomas são um alerta para a necessidade de acompanhamento médico. “O sono deve ser restaurador. Se a pessoa acorda cansada e sente sonolência ao longo do dia, é essencial investigar a causa e buscar tratamento”, enfatiza o médico do IPO.

O diagnóstico é feito por meio de exames específicos, como a polissonografia, que monitora padrões respiratórios, níveis de oxigenação, frequência cardíaca e atividade cerebral durante o sono. “Esse exame pode ser realizado tanto em ambiente hospitalar quanto domiciliar, dependendo da necessidade do paciente e da avaliação médica”, explica.

O tratamento para a apneia do sono e ronco varia conforme a gravidade do quadro e das características individuais do paciente. Em muitos casos, medidas simples, como perda de peso, ajustes na posição ao dormir e a adoção de hábitos saudáveis, podem trazer melhorias significativas. “Pacientes com apneia não tratada têm maior risco de desenvolver complicações cardiovasculares e hipertensão arterial”, destaca o especialista.

Nos casos em que há alterações anatômicas que dificultam a respiração, pode ser necessária intervenção cirúrgica. “Podem ser realizadas cirurgias nasais, faríngeas ou esqueléticas, dependendo da necessidade do paciente. Em algumas situações, a correção cirúrgica pode amenizar ou até eliminar o distúrbio respiratório”, complementa o Dr. Ordival Augusto Rosa.

 




Mastologista da Santa Casa conscientiza mulheres sobre doenças mamárias

 

 

A prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para a saúde mamária. Nesta semana, a mastologista Dra. Anelise Genova destacou a relevância da mamografia e de outros exames de rotina na detecção precoce de doenças mamárias, incluindo o câncer de mama.

Segundo a especialista, muitas mulheres apresentam alterações benignas nas mamas ao longo da vida. As mais comuns incluem cistos mamários e mastites, que podem causar dor e incômodo. Além do fator genético, outros aspectos influenciam no risco de doenças mamárias, como histórico familiar, alterações hormonais, tabagismo, obesidade e sedentarismo.

A mastologista dra. Anelise atende no Ambulatório Médico de Especialidades – Unidade Europa, oferecendo consultas particulares e por convênios privados. Na unidade, as pacientes encontram um atendimento completo, com consultas e exames no mesmo local, facilitando o acompanhamento médico e a realização de diagnósticos.

Mamografia: essencial para a detecção precoce

A mamografia é o exame mais eficaz na identificação precoce do câncer de mama, permitindo diagnósticos antes mesmo do surgimento de sintomas. Dra. Anelise lembra que as mulheres com idade entre 40 a 74 anos devem fazer o rastreamento anual, ou seja, procurar um especialista todos os anos e realizar os exames indicados.

A Santa Casa de Assis oferece, com qualidade e eficiência, a Mamografia e outros exames que colaboram para o diagnóstico precoce e tratamento das doenças mamárias.

“Vocês, mulheres, que perceberem nódulos, tiverem muita dor na mama ou notarem alguma alteração na textura ou na forma das mamas, precisam dar atenção a essas queixas e procurar um especialista, um mastologista”, orienta a Dra. Anelise.

Além da assistência médica, a mastologista destacou o impacto da alimentação saudável e da prática de atividades físicas na prevenção das doenças mamárias, reforçando a necessidade de um estilo de vida equilibrado.

A Dra. Anelise realiza atendimentos particulares e a convênios privados na Unidade Europa da Santa Casa de Assis. Consultas e exames em um só lugar!

Informações e agendamento: (18) 99712-9969 (WhatsApp).

 




CEJAM expande atuação e assume serviços no Hospital Regional de Assis

 

São Paulo, março de 2025 – Em março, o CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” expandiu sua atuação para o Hospital Regional de Assis (SP). Em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a organização assumiu a gestão dos serviços de Urgência e Emergência Adulto, Cuidados em Leitos Clínicos e Cirúrgicos, e Oncologia (UNACON).

Entre os destaques está a estrutura completa oferecida pela unidade para tratamento oncológico, com consultórios, poltronas e leitos para quimioterapia, além de equipe multidisciplinar especializada, incluindo médicos, enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos e assistentes sociais. Como unidade conveniada, a UNACON está preparada para atender integralmente a demanda de consultas ambulatoriais oncológicas, tanto clínicas quanto cirúrgicas, com o apoio de diversas especialidades.

O gerenciamento das sessões de quimioterapia é prioridade, garantindo o preparo adequado dos medicamentos e retaguarda médica para intercorrências “Os atendimentos serão realizados com o suporte de uma equipe multidisciplinar, garantindo um cuidado integral e contínuo aos pacientes”, afirma Adriana Cristina Alvares, Gerente de Serviços de Saúde do CEJAM.
Serviços e Contatos
Para mais informações sobre o serviço entre em contato com a unidade:

● Hospital Regional de Assis: Praça Dr. Symphronio Alves dos Santos, s/n – Centro, Assis – SP – Telefone: (18) 3302-6000
Sobre o CEJAM
O CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Campinas, Franco da Rocha, Guarulhos, Pirituba, Itu, Santos, São Roque, Ribeirão Preto, Lins, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS). O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.

No ano de 2025, a organização lança a campanha “365 novos dias de saúde, inovação e solidariedade”, reforçando seu compromisso com os princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança).

Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.

(Foto: internet).




Doenças cardiovasculares permanecem como principal causa de morte das mulheres brasileiras

 

 

Rio de Janeiro, 8 de março de 2025 – 37.332 mulheres morreram no Brasil em 2023 devido a infartos agudos do miocárdio (IAM), doença popularmente associada aos homens, mas que é primeira causa de morte entre as mulheres no país. Outras 18.571 morreram por hipertensão, que é a quarta causa de morte de pessoas do sexo feminino e vitima mais mulheres do que homens.

As conclusões estão no levantamento “Evolução da mortalidade cardiovascular em mulheres”, realizado com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e lançado pelo Observatório da Saúde Cardiovascular do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), do Ministério da Saúde, no Dia Internacional da Mulher.

As doenças cardiovasculares, definidas como alterações estruturais ou funcionais do coração ou do sistema circulatório, mataram 182.066 mulheres brasileiras em 2023. Nesse ano, houve 386.061 mortes por doenças cardiovasculares no país, ou seja, as mulheres representaram 47,2% do total, proporção que se mantém relativamente estável desde 2000.

Em relação ao infarto, as vítimas do sexo feminino representaram 40% do total de 93.335 mortes no país. Quanto aos óbitos por hipertensão, as mulheres foram 54,4% do total de 34.155.

“Os dados mostram a estabilidade das doenças cardiovasculares como a principal causa de morte das mulheres. Mas, em geral, o que se nota é que não há uma percepção dessa realidade pelas pessoas e nem mesmo pelos serviços de saúde. Em particular, o infarto continua a ser visto como uma doença que afeta os homens, mesmo sendo a primeira causa de morte entre as mulheres”, destaca Aurora Issa, cardiologista e Diretora do INC.

Leia aqui o levantamento “Evolução da mortalidade cardiovascular em mulheres” e o adendo com as tabelas sobre infarto agudo do miocárdio e hipertensão.

(Foto: internet).

 

 




Santa Casa assume a gestão da Unidade de Pronto Atendimento nesta segunda-feira

 

A partir desta segunda-feira (10), a Santa Casa assume a gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Referenciada de Assis. A mudança de gestão foi uma iniciativa da atual administração municipal.

Uma vez realizadas as tratativas administrativas junto à sua estrutura de governança e com apoio das equipes de trabalho da instituição a Santa Casa aceitou o convite da Prefeitura Municipal para assumir a gestão da UPA.

Segundo sua direção, não haverá interrupção do atendimento e a UPA continuará funcionando normalmente, mas durante a implantação deverão ser realizados ajustes necessários para o oferecimento do atendimento conforme as diretrizes e metodologias planejadas pela instituição e Prefeitura Municipal para a UPA.