| Quais são os riscos?
Entre os riscos mais apontados pelos especialistas estão:
* Aumento do tempo cirúrgico: associar a plástica ao parto prolonga o período de anestesia, elevando riscos de complicações.
* Maior chance de infecção: o útero ainda está em processo de involução e há sangramento característico do pós-parto, o que eleva a vulnerabilidade a infecções.
* Recuperação mais desafiadora: a mãe precisa lidar não apenas com os cuidados do bebê, mas também com uma cirurgia de grande porte.
“O período do puerpério já é naturalmente delicado. Quando unimos a recuperação do parto com a de uma plástica, a paciente pode se sentir sobrecarregada e até mesmo apresentar dificuldades para a amamentação, locomoção e autocuidado”, explica Dr. Hugo.
E os benefícios?
Apesar dos riscos, algumas pacientes buscam essa associação pela praticidade. Entre os benefícios estão:
* Realização de um único ato cirúrgico e anestésico.
* Correção imediata de flacidez abdominal.
* Recuperação simultânea das duas cirurgias, reduzindo o tempo afastada do trabalho em longo prazo.
Ainda assim, o cirurgião reforça: “É preciso ter em mente que o resultado estético pode não ser o ideal se feito imediatamente após o parto. O corpo ainda está em processo de adaptação. Em muitos casos, esperar alguns meses traz resultados mais satisfatórios e seguros”. |