Segundo o Dr. Adriano Faustino, médico graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais, especialista em geriatria, medicina funcional, fisiologia hormonal e obesidade, coordenador do ambulatório de obesidade e síndrome metabólica do Hospital Regional de Betim e diretor da Sociedade Brasileira de Medicina da Longevidade e da Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade, “Essa pesquisa mostra que a fome não é apenas emocional; muitas vezes ela é causada por um desequilíbrio bioquímico”.
O estudo, realizado com camundongos, revelou que níveis mais altos de vitamina B3 fizeram com que os animais preferissem água comum ao invés de água adoçada.
A análise detalhada célula a célula mostrou que a vitamina atua diretamente no centro de recompensa do cérebro, modulando a preferência por doces.
“Essa descoberta abre portas para entendermos melhor a compulsão alimentar e como podemos modular o apetite de forma natural”, explica o Dr. Faustino.
Ele acrescenta que esses achados podem ser fundamentais para estratégias de prevenção e controle da obesidade, mostrando que o desejo por doces não depende apenas de força de vontade, mas também de fatores bioquímicos.
Além disso, a pesquisa evidencia a importância da vitamina B3 para quem busca reduzir o consumo de açúcar de forma saudável.
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